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Antredom  

Antredom, O Sorriso dos Miseráveis, O Príncipe da Fome, O Pouco.


Prefácio

Era o início de uma tarde de primavera e Galnis repete os mesmos gestos a mais de 28 anos. Assim como foi para seu pai, seu avô, e seu tataravô, o trabalho com a terra e o culto a Sevides é parte de sua vida. O pequeno altar a Sevides está logo na entrada de sua casa e Galnis fica alguns minutos a orar para seu deus e depositar uma pequena oferenda. Em sua mente, busca uma colheita melhor e uma vida sempre de paz com bastante saúde para seus seis filhos.

As ferramentas sempre limpas e cuidadas são pegas e seus dois filhos mais velhos se preparam para acompanhá-lo neste novo dia de serviço. Da varanda de casa pode olhar o campo dourado de trigo e a suave brisa balançá-lo. Seus olhos se enchem de lágrimas e o orgulho parece explodir em seu peito.

Por alguns segundo nada nota de diferente até que no horizonte pode ver uma pequena nuvem se formando. Em seus pensamentos abençoa as chuvas que trarão mais vida a terra, mas nota que a nuvem negra de tempestade está caminhando contra o vento e se aproximando rapidamente. Rapidamente o sentimento de alegria dá lugar ao desespero, quando percebe que a nuvem não é de chuva, mas um enxame de gafanhotos que se lança ferozmente contra os campos de trigo.
Em poucos minutos tudo está coberto de gafanhotos que se alimentam rapidamente de tudo que encontram a sua volta.

Os minutos se transformam em horas e o desespero cresce a cada segundo. Por mais que sacudam tochas no ar, a plantação está perdida e antes do final do dia, dezenas de hectares estão perdidos, totalmente destruídos pelos gafanhotos. O final do dia chega e agora Galnis não sabe como irá honrar as dívidas assumidas. Apesar dos apelos de sua mulher, ele caminha à noite preocupado com o futuro até ouvir o bater na porta.

Quem poderia ser à uma hora destas? Pensa, enquanto abre lentamente a porta e percebe se tratar do novo vizinho.

Eles conversam sobre o acontecido e apesar de grande parte dos agricultores locais terem perdido sua colheita, ele foi um dos poucos que não teve este infeliz destino e propõe a compra da dívida de seu vizinho até que no ano que vem ele possa saldar sua dívida.

Alegremente Galnis assina um documento e recebe seu dinheiro. Graças a Sevides, agora tenho tempo para uma nova colheita - pensa aliviado. Infelizmente no ano seguinte a misteriosa nuvem retornou, engolindo o trabalho de um ano inteiro. Sem ter como pagar, Galnis é obrigado a entregar sua fazenda, sabendo que não foi um mau negócio totalmente, já que a terra vinha perdendo sua força há algum tempo. Ele parte, deixando para trás sua história e sua fazenda, migrando para as cidades como tantos outros que perderam suas terras no reino de Portis.

Extraído de O Livro de Maudi, do capítulo “O Enxame Faminto” Biblioteca de Saravossa.


Concepção

Ele representa toda a maledicência da fome e da miséria, das coisas que nunca avançam na vida, da avareza e da busca por prosperidade em cima da ruína dos outros. É dito que os mendigos, quando não recebem ajuda a quem pedem, intimidam as pessoas com o medo de uma canção popular:

"Se passeias com Antredom, irás de barriga vazia, de joelhos rasgados e de morte esquecida."

As pessoas afastam antes de tudo a menção do nome de Antredom. Trabalhadores pedem a prosperidade de Sevides para que suas plantas cresçam e afastem a fome. Pessoas se apressam em fazer doações aos mendigos. Tudo decerto é válido para afastar o sorriso do Pouco para que nada se perca e nada pare de crescer.

O Pouco, por sua natureza parasita, também é tido como o patrono dos ladrões de beira de estrada, dos mendigos e de qualquer ser que se presta a vida miserável, bem como daqueles que por um motivo ou outro, querem prosperar em cima da perca covarde e irreversível dos outros.

Antredom é, conceitualmente, o demônio da fome, da miséria e da avareza. E garante a seus seguidores a prosperidade em cima da fome e da miséria dos outros.


Temperamento


Quando vê algum aliado precisando de alguma ajuda, se faz que não tem como ajudar, por pura mesquinharia. Esta avareza é um dos traços marcantes de sua personalidade, e é imitada pelos seus seguidores. Enquanto engana os outros de que precisa de ajuda, economiza sua energia e ganha recursos; mas jamais contribui de volta.

Sua aparência medíocre sempre representou o caminho usado por ele e seus seguidores para se aproximar de suas vítimas. Fazendo uso de suas artimanhas, um seguidor se faz passar por um pobre coitado que precisa de ajuda. Esta conduta, porém, guarda por trás o maior dos perigos. Quando a vítima se revela propícia a ajudar e abre as portas de sua casa, é que a desgraça do Pouco recai sobre sua a vida. O alvo quase sempre é alguém que ascende em prosperidade mediante o seu trabalho na lavoura. E quando a vítima menos espera, perde tudo, cai em desgraça e sobram apenas as migalhas do Sorriso dos Miseráveis.

Acima de tudo, Antredom possui uma fome insaciável. Está sempre engolindo alguma alma ou até mesmo os seus demônios se estiver irritado.


Representação


Antredom possui a forma de um homem gordo, branco-amarelado, com cabelos pela barriga e costas no torso sempre desnudo e roupas esfarrapadas. Calvo, sempre exibe seu sorriso zombeteiro e sua voz mole e lamuriosa, falando como um homem fraco e necessitado. Sua boca, porém, pode ser aberta a tamanhos desproporcionais e aberradores para engolir alguma vítima por inteiro.

Para aqueles que perderam tudo, ele pode ser representado por um enxame de insetos que chega em uma lavoura e devora tudo.


Símbolo


O símbolo deste príncipe é o desenho de uma mão esquerda com a palma para cima, e na palma da mão são traçados dois arcos formando uma boca aberta.

Quando seus servos se saúdam um estende uma mão, representando o pedido e a fome, e o outro coloca a mão fechada em cima, representando a avareza.


Relação com os demais Príncipes Infernais

Sua fome por poder e avareza parte de si e para com os demais príncipes infernais e para com os deuses. Sempre insatisfeito, busca sempre mais e mais, mesmo que para isso tenha que destruir. Ele é o rei dos acordos injustos, em que sempre busca tirar vantagem das situações sem ter que abrir mão de nada.

Entre os príncipes é o menos procurado pelos seus pares, pois sabem que ele não ajuda, ou pouco ajuda mesmo em um interesse em comum. Até mesmo seu filho Udoviom, nascido de seu estômago, procura evitar a sua presença maldita. Apesar disso, possui uma relação cordial com sua filha Vouxiz, que costuma oferecer banquetes em seu reino para o pai.

Possui uma rixa particular com Anasmadis, pois a Princesa da Luxúria tem entre os seus adoradores os glutões, que o príncipe da fome deseja tomar para torturar em seu reino, fazendo-os observar eternamente famintos enquanto ele come.

Tem ódio extremo por Sevides e seus filhos, Liris e Quiris, porque a tríade da agricultura simboliza a prosperidade de alimento, enquanto Antredom, a fome, a miséria e a avareza. Por isso, tem mais prazer em causar a ruína na área de influência desses deuses, enviando pragas ou enxames de insetos famintos para destruir plantações antes da colheita, arruinando todo o trabalho despendido pelos agricultores.


Festas e Celebrações


Banquete dos Famintos (dia 30 do mês da Semente e 30 do mês do Talento)

Na noite desta festa, os cultistas de Antredom oferecem um banquete em que o prato principal são pessoas que eles arruinaram e fizeram passar fome. Cada vítima é sacrificada em um ritual em nome de Antredom, que recebe as almas depois que os corpos são devorados ritualisticamente pelos seus servos.

Esse ritual consiste em fazer a vítima passar fome por dias ou semanas que antecedem o evento, e no dia do banquete a enganam para prometer qualquer coisa em troca de comida, a vítima não sabe, mas está prometendo a própria alma. Depois que a vítima faz a promessa, ela é levada ao banquete, mas quando ela se sacia o acordo é selado, e ela é sacrificada. Seu corpo é usado como ingrediente de receitas culinárias que os cultistas devorarão em seguida.

O banquete acontece nas mesmas noites da Festa da Fartura e da Festa da Colheita, e tem duas utilidades práticas. Por um lado é uma afronta a Sevides, por outro, os servos de Antredom podem disfarçar que o banquete é pela festa ao deus, enquanto realizam seu ritual.


Áreas de atuação

É muito cultuado por pessoas mesquinhas e avarentas, que se passam por miseráveis para conseguir sempre mais, enquanto escondem sua abundância de recursos. Ou por pessoas desesperadas pela miséria e pela fome.

Podem ser encontrados adoradores de Antredom em diversas áreas, mas principalmente em áreas rurais, às vezes em guildas comerciais ou de ladrões, ou mesmo entre os nobres mais avarentos.


Descendentes

Existe a história de dois descendentes.
A primeira fala que durante a guerra dos deuses com os titãs, que ajudou a instigar com os outros demônios, sorrateiramente apanhou e engoliu respingos do sangue da deusa Gânis e da essência do titã Ar enquanto eles lutavam. Mas não conseguiu absorver tanto poder, que acabou interagindo com seu próprio poder e gerou uma filha em seu estômago. A titã-segunda nascida dessa união de essências, é Vouxiz, que ascendeu entre os demônios e conquistou seu próprio reino, se tornando uma Princesa Infernal.

A segunda lenda diz que ao longo das pérolas do tempo Antredom também havia devorado miríades de demônios ou almas corrompidas em demônios. Aos poucos esta multitude foi ganhando consciência em seu estômago. Mas o Pouco, mesmo percebendo a consciência que se formava, nunca quis libertá-la. A consciência criou identidade própria e se auto-chamou Udoviom, guardando poder e aguardando o momento certo para escapar e conquistar seu reino. Hoje, Udoviom, a Peste, é um dos príncipes infernais.


Cores

Sua cor é o sépia.

Países em que a religião mais atua

O reino de Eredra é atualmente o local que apresenta maior número de demonistas da casa de Antredom, por causa da importância que a agricultura e a adoração a Sevides tem neste lugar, seguido pelos reinos de Dantsem, Azanti e Calco.

As Cidades Estado e suas terras rachadas pelo calor do sol, bem como o deserto da Levânia são lugares em que seus cultistas são mais cruéis.


Religião

Os devotos de Antredom são sobretudo pessoas avarentas, que evitam ostentar quaisquer bens para que ninguém lhe peça favores, chegam a levar vida de miseráveis enquanto acumulam fortunas escondidas. Ou, escondidos em suas casas, realizam banquetes, enquanto seus vizinhos passam fome.

Também é comum a prática do canibalismo entre os praticantes deste culto. Que saberão fazer as receitas macabras mais requintadas com o ingrediente principal.

Sempre estão maquinando contra aqueles que estão prosperando, buscando a sua ruína.

Em todos os cultos são celebrados banquetes, e os cultistas sempre deixam oferendas de alimentos maiores do que aquilo que irão comer, para abastecer o templo.


Templo

O templo é circular, tendo em seu centro um grande altar e no fundo uma lareira com espaço para um grande caldeirão, ao lado de um forno. O altar é uma mesa de pedra, onde as vítimas dos cultistas são sacrificadas a Antredom e depois devoradas cruas ou cozidas em receitas exóticas. O altar também serve de mesa para grandes banquetes no momento final de cada culto.

É comum haver um calabouço subterrâneo cuja entrada é escondida abaixo do altar, onde a vítima é preparada passando fome por alguns dias, antes do sacrifício.


Vestimenta

As vestes rituais são simples, um manto feito com panos de saco velhos e surrados, com um pequeno capuz, que deixa a mostra uma máscara. Cada cultista usa uma máscara, que costuma ser sempre em formato de cabeça de insetos com enormes bocas abertas para que o cultista possa se alimentar.


Locais Profanos

Um dos templos mais poderosos fica próximo a cidade de Itéria, e fica em uma fazenda comprada há muito tempo por um dos simpatizantes da seita e que buscava mais poder na região. Lá, os seguidores de Antredom chamam o rio Sevides por seu antigo nome, que é o nome da cidade; e tramam a ruína de muitos agricultores.

O outro local profano mais conhecido pelos demonistas fica na cidade de Tória. Lá, há um labirinto subterrâneo onde eles costumam soltar donzelas raptadas de outras cidades, que, na busca pela saída, são caçadas e devoradas por demônios para seu divertimento e para homenagem a Antredom. Dizem que os cultistas de lá buscam a oportunidade para que o Arado de Ouro, relíquia dos adoradores de Sevides, seja roubado e profanado.


Itens Demoníacos


Medalhão da Fome

Este é usado exclusivamente por um Dux Bankdi da casa de Antredom. Com formato circular e todo feito em ouro o medalhão tem gravado uma mão com uma boca em seu centro. Inscrições nas bordas dizem: "Minha força é a fome e a fraqueza do meu inimigo".

Quando o portador do medalhão tocar em alguém, rouba a energia heroica da vítima para si. A vítima tocada se sente faminta e cansada.


Moeda de Efialtes

Não se sabe ao certo quantas moedas existem e quem as possui, mas sabe-se que estas se encontram espalhadas pelo continente. Estas moedas são moedas comuns que foram amaldiçoadas pelos demonistas, que as distribuem disfarçadamente em pagamentos e quem as recebe é amaldiçoado de forma que tudo o que junta de comida apodrece de um dia pro outro. Apenas os demonistas, ou alguém capaz de ver magia, conseguem enxergar que a moeda tem o símbolo de Antredom invisível em um dos lados.


Doutrinas do culto

  • Jamais ajude sem esperar algo melhor em troca;
  • Deixe que as pessoas próximas pensem que possuem mais que você, assim não o importunarão;
  • Procure sempre acumular cada vez mais, só para você;
  • Espalhe a fome e a miséria, principalmente entre os adoradores de Sevides;
  • Pratique o canibalismo em homenagem a Antredom.



Influência das ordens na política do reino

Sua influência se faz sentir na perda das coisas, seja nos alimentos dos armazéns que estragam antes da hora, das crianças que não nascem ou animais e colheitas que não vingam.


O reino de Antredom

É o terceiro reino infernal onde os condenados pela avareza e os canibais encontram sua morada.

Ao contrário de outros reinos em que grandes muros delimitam suas fronteiras, a cidadela de Alhino se encontra sobre uma grande montanha cercada por um extenso vale.

Para aqueles que vêem pela primeira vez o lugar, pode-se chegar a imaginar que a paisagem é tomada por abundantes plantações no ponto de colheita. Mas olhando com mais cuidado se pode ver que a maioria das plantas é na verdade centenas de milhares de condenados presos ao chão, e suas folhas são um número incontável de pequenos demônios insectóides que se alimentam de sua "carne". As almas permanecem presas no solo por raízes demoníacas, que se nutrem de seu "sangue" e crescem se enroscando em seu corpo até amordaçar a boca. E às vezes são levadas por um dia para assistir aos banquetes. Os demônios que falharam em suas missões tem suas bocas costuradas e são feitos de espantalhos para vigiar os condenados. Outros demônios carregam ferramentas de agricultores e parecem trabalhar na lavoura onde colhem "órgãos" e "sangue" dos condenados. Por fim, alguns seres infernais comandam o trabalho dos demais enquanto patrulham, levando em coleiras carniçais infernais que rastejam como cães.

O fruto das colheitas é levado por uma fila de demônios até a cidadela, mas o sangue é usado para regar uma plantação de ervas carnívoras demoníacas que produzem frutos iguais a estômagos. Este fruto demoníaco é levado para o castelo da cidadela, para ser usado em receitas bizarras ou para produzir um vinho infernal. Os pequenos demônios insetos também são colhidos e cozinhados para o príncipe e seu séquito quando estão gordos o suficiente.

Os condenados sofrem com as dores dos tormentos citados, e acima disso, com a dor da imensa fome que os toma principalmente enquanto se regeneram no dia seguinte apenas para voltarem a ser mutilados e devorados novamente. Quando um condenado está vazio de todo o sentimento e memória, é por fim, levado para o topo da montanha para ser devorado de vez pelo Príncipe.

Dentro do castelo, há um imenso banquete onde Antredom e os seus generais que o serviram com mais afinco se alimentam de pães e tortas feitos com os órgãos tirados dos condenados, enquanto uma pequena multidão de condenados assiste esfomeada. Nos pés da mesa, enviados de Sevides que foram capturados e tiveram seus dedos, asas e olhos arrancados, mendigam pelas migalhas enquanto lentamente se corrompem em demônios medonhos.

O trabalho de preparar todos os alimentos e o vinho infernal para o banquete demoníaco fica para os guardiões anteriores, entre eles uma bruxa chamada Bayabá que foi a guardiã da cidade antes de Efialtes. Quando era viva atraia criancinhas com doces, e quando as capturava as cozinhava e comia.


O Guardião Efialtes

O guardião da cidade de Alhino é Efialtes, um velho tão magro que parece estar definhando de fome e que porta um chicote de fogo. Ele usa uma mordaça de metal enferrujado presa em pregos a sua cabeça e que o impede de usar sua boca para se alimentar. Grandes braceletes de metal com espinhos e uma tanga de pele de demônio completam as vestes desta figura sombria. Ele leva em uma coleira uma espécie de carniçal deformado que se move e é usado como um cão de caça, que o ajuda a perseguir os condenados fujões.

Quando um condenado entra pelos portões do reino, aparece no ponto mais distante do castelo. Efialtes espera que o condenado iludido caminhe para os campos verdejantes para se aproximar o suficiente dos demônios agricultores ou dos demônios espantalhos, que o capturarão e o prenderão ao chão. Mas quando um condenado tenta fugir, e não é pego pelos espantalhos, Efialtes o persegue com seu carniçal e usa seu chicote para prender a vítima.

A história de Efialtes é que em vida ele era um nobre abastado que tinha uma grande quantidade de terras férteis e prósperas. Era notoriamente avarento, e quando dava algum banquete em raríssimas ocasiões, proibia os servos de comerem os restos ou de darem aos pobres, e os fazia guardar tudo em gavetas embaixo da mesa para comer no dia seguinte. Já havia juntado um tesouro maior que o de muitos reis de sua época, mas quando seu filho foi capturado lutando por novas terras, ele se negou a pagar o resgate e recebeu como presente o coração do jovem.

Enlouquecido pela angústia e avareza, e abandonado pelo resto da família, no fim de seus dias morreu sozinho sobre seu tesouro - que mais tarde foi saqueado pelos antigos empregados. Sua alma jamais encontrou descanso e passou a caçar todos aqueles que tivessem em mãos o seu tesouro roubado, agora amaldiçoado. Quando arruinou todos que tocaram em seu tesouro, foi trazido para o reino de Antredom, que permitiu que ele trouxesse também seu corpo que foi distorcido na forma de um carniçal rastejante impregnado pela energia demoníaca do lugar.

Verbetes que fazem referência

Livro dos Demônios

Verbetes relacionados

Introdução | Prólogo e Epílogo | Anasmadis | Antredom | Branaxis | Diatrimis | Ekisis | Fulvina | Heldrom | Mocna | Morrigalti | Ricutatis | Seinoniz | Udoviom | Vouxis