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As nações de Os Reinos  


Os povoados pequeninos.


Três povoados que merecem destaque são o povoado pequenino de Abrasil, localizado ao sul de Calco, o de Pontalina, uma pequena península no lago Denégrio, ao sul de Conti e o condado de Lara nas proximidades do Rio Lara bem a oeste de Portis. Abrasil é notoriamente conhecido por toda região de Os Reinos pela qualidade rara de seus vinhos e demais bebidas fermentadas. Não há anão que não encha a boca de água ao ouvir o nome deste povoado. Pontalina, ao contrário, é muito menos conhecido. Sua subsistência vem do cultivo frutas e de uma modesta exportação de lã de dozecórneo para Muli. O condado de Lara produz diversos gêneros alimentícios a preços bem razoáveis de maneira que são vistos comerciantes pequeninos e seus produtos por toda Portis. Mesmo não tendo expressão no cenário de Tagmar, a existência deste condado tem um largo impacto moral positivo nos moradores do reino, sendo muito bem quisto por isso.

Dentre os outros reinos onde se encontra um número expressivo de pequeninos, destaca-se que em Marana eles se instalaram muito bem. Os membros dessa peculiar raça parecem gostar muito dessas terras. Estes podem ser facilmente avistados em Litória, Magiara e até mesmo em Kaliana; com largo destaque para Litória onde suas fazendas podem ser avistadas ao longo da paisagem, dando um formato especial para essa porção do reino. As três famílias, ou clãs como eles preferem, maiores e mais abastados são os Cova-Rasa, os Broca-Terra e os Toca-Funda.

Muitas famílias de pequeninos já habitaram no território hoje pertencente à Verrogar, os que não são influenciados pelo espírito belicoso, são forcandos a buscar tranquilidade longe dali. Atualmente, são seis as famílias que ainda vivem no território verrogari: os Brocaterras e os Cintasoltas, que vivem na porção norte, e os Medfricas, os Pelerrosas, os Sentaclavas e os Brocasoltas.

Em Dantsem os pequeninos estão igualmente integrados à sociedade humana. Com o advento da guerra, estão sendo recrutados para prestar serviços no exército, como batedores, espiões ou mesmo assassinos especializados. Certo é que nem todos atendem à convocação, mas ainda assim seu número é proporcionalmente muito maior se comparar com a presença de pequeninos nas forças de outros países.

A sua maioria tem origem entre os pequenos comerciantes e agricultores, sendo que as famílias mais conhecidas em Dantsem são: os Medfricas — os mesmos de Verrogar — os Caiabolsa, os Dentefora, os Gridedique e os Cassir, . Estes últimos são uma espécie de “exceção” entre os seus primos por serem abastados devido ao seu “segredo de família”: a perrita. Esta é uma bebida fermentada, feita a partir do arroz, de alto teor alcoólico, apreciada por nobres de toda parte.

Também é possível encontrar pequeninos nas fazendas de Ludgrim. Apesar de ser uma parte pequena da população abraçam o reino como se fosse deles próprios além de vender um fumo de excelente qualidade. Um ditado corre entre os anões de Ludgrim "A cerveja e Abrasil, a perrita de Dantsem, e o fumo de Ludgrim: os pequeninos, sem saber, já conquistaram Tagmar!"

Conta-se também a existência de pequeninos nas Ilhas Independentes. Estes teriam características culturais e raciais levemente diferentes dos pequeninos de Os Reinos.


As nações Anãs


No último ano, uma grande quantidade de anões imigrantes de Abadom, se estabeleceu nos sopés da Cordilheira da Navalha, cadeia de montanhas que atravessa o reino de Luna e Portis.

Também em Portis, os anões possuem duas cidades nos sopés dos Montes Raltril, quase fronteiriços à nação elfa Anoriem. Famílias e famílias de artífices fizeram moradas nessas paragens, e sendo os componentes minerais abundantes nessa região, tais artigos como estátuas e esculturas são comercializados a preços bem razoáveis, em verdade, os dois altares mais formosos devotados a Maira-Nil se encontram nessas vilas, entretanto, a maioria desses anões é devoto de Parom. Apesar dos anões estarem a mais tempo na região do que o próprio regime atual, eles são uma raça deixada de lado pela administração central.

Em Conti os anões das Minas de Virena fazem parte da guarda dos Martelos Vermelhos de Virena. Esta guarda de elite defende a região central do reino, formado por anões e humanos treinados na cidade de Virena e suas montanhas, localizada na fronteira de Conti com Calco. Já em Calco existe uma lenda sobre a terra dos anões, e que lá estariam guardados machados mágicos que trariam novamente a seu reino, a beleza e o poder de outrora.

Nos Montes Palomares, cadeia que se estende pelas regiões de Verrogar e Marana, estão sendo erguidas pequenas colônias de anões imigrantes. Um pouco mais ao sul, em Ludgrim, em algum ponto na parte leste das Montanhas Morânicas os anões têm uma colônia afiliada a este reino.

Em Acordo, no sopé da Cordilheira de Sotopor, se encontra Minas Mon. Lá está a maior vertente de ouro do reino, e possivelmente d'Os Reinos. Estas minas já tem centenas de anos possuindo, grande profundidade. Ela é um reino abaixo de outro reino. Seus túneis e labirintos chagam a pontos onde somente os anões mais experientes conseguem chegar. Lá também existem veios de metais raros, considerados mágicos por muitos. Com estes metais são forjadas armas e armaduras de dureza e qualidade inigualáveis em todo o mundo.

Ao norte de Estepe, uma das cidades estado, parece haver uma exploração anã da cadeia de montanhas ali existentes, os montes Basilor.

É bom perceber que não é em toda cadeia montanhosa que se encontra anões. É raro encontrar anões nas Cordilheiras de Keiss.

Os anões que n'Os Reinos não estão nas montanhas, se adaptaram à sociedade humana. Os anões de Plana, por exemplo, são na maioria pequenos comerciantes de peças metálicas e tem uma vida política ativa, participando também do atual “Conselho Maior”. Vários anões residem também em Verrogar, e que a cada dia estão aumentando em número. Estes vêm para o país atraídos pelas oportunidades de trabalhar como artífices e mineradores, além de prestarem bons serviços como mercenários contratados pelo exército local.

Igualmente, existem Anões de vários clãs estão no exército de Dantem. Com a recente convocação desordenada de soldados, os anões acabam muitas das vezes, ocupando cargos de chefia devido a sua capacidade em combate. Além disso, alguns dos sacerdotes da raça, servos de Blator, têm sido convocados às pressas para trabalhos de orientação e divulgação junto à tropa que ora se forma.


As Nações Elfas



As províncias


As províncias são cidades elfas com administração independente do reino, mas seus ocupantes ainda são cidadãos do reino. Ou seja, sua comunidade tem leis e fronteiras próprias mas devem obedecer certas leis fundamentais do reino e se reportar ao rei ou o conselho maior. Isto significa que um transgressor elfo poder ser detido pelas demais autoridades do reino, mas o julgamento e a sentença cabe somente às autoridades da cidade elfa e ao rei. Além disso, os elfos das províncias tem garantida ao menos uma cadeira permanente no conselho do reinado. Seus cidadãos podem optar por ter direitos e deveres do reino por completo ou em parte ao atingir a idade madura. Ou seja, se abdicarem de certos deveres para com o estado também abdicarão de alguns direitos associados. Por exemplo, o alistamento militar em Ludgrim é obrigatório exceto para os elfos. No entanto, os que optarem por não servir, perdem o direito participar de qualquer serviço de segurança remunerado no reino, participar de atividades oficiais de defesa de fronteiras e florestas, além de não poder portar armas em eventos oficiais.

São três as províncias até agora oficializadas em Tagmar: A província de Guaimbar, na Floresta de Siltam, sob o reino de Ludgrim. A província de Anaes, na Floresta de Alimar, sob o reino de Plana. A província de Nordolir — morada de Asvante Nordolerim antes de se mudar como conselheiro para Franges — Na Floresta de Calisto sob o reino de Luna.

As nações


As nações elfas podem ser consideradas como reinos independentes contidos dentro da fronteira dos reinos humanos. Existem dois tipos de nações.

Nação aberta: possui independência como estado, mas mantém relação política e econômica com o reino ao qual está interno e os reinos vizinhos também. Não possuem poder político direto no reino humano, mas possuem uma embaixada cujo arauto maior representa os interesses do reino elfo em questão.
Como exemplo temos:
  1. Aldravos.
    Do elfo "Pedra do sul" — Os habitantes desta pequena nação na Floresta de Avena em Dantsem são, tal como os elfos de Lirati, oriundo de Saravos, que por diversas questões preferiram se afastar mais ao sul d'Os Reinos.
  2. O reino de Anoriem na Floresta de Raltril e Floresta de Gandara em Portis. Este reino conta com mais de uma cidade nas florestas perto do Rio Lara. Desnecessário dizer que o acesso a esses “santuários naturais” para os não elfos é um problema e tanto, terminando na melhor das hipóteses, em um polido convite para retirar-se. Quase a totalidade desses elfos, são devotos de Maira e a maioria deles é de rastreadores.
  3. A Nação de Fiorna. Na Floresta de Fiorna em Marana.
    Não faz cinquenta anos que esta nação abriu para se relacionar com Marana. Com esforços de elfos e meio-elfos tanto da nação quanto do reino, a transição tem sido pacífica e bem recebida.

Nação fechada: Estes têm características isolacionistas, não vamos confundir com o xenofobismo, eles apenas não querem fazer parte da sociedade e economia humana, acreditando que o isolamento é o melhor para as duas nações.
Como exemplo temos:
  1. O Condado oculto de Lirati.
    Estes elfos se abrigaram após da queda de Saravos na floresta de Melgundi em Conti, sendo a data de fundação desta nação mais antiga que a chegada dos moldas ao Frefo. O conde Essalie nunca ousou se intitular rei em respeito à antiga dinastia elfa do Segundo Ciclo. O condado recebe o nome de oculto, por ser localizável apenas pelos seus moradores, pesem os esforços em contrário.
  2. A Aliança Guindam.
    Conta a lenda que Guindam, guerreiro de Palier ou se aliar com Filam de Chats, guerreiro de Crizagom, levou consigo um numeroso grupo de elfos leais. Estes elfos, após a fundação da Moldânia Inferior — chamada de Filanti posteriormente — se estabeleceram nas três florestas que rodeiam a cidade de Chats. Esta lenda termina com os dizeres "os guardiões de chats tem seus olhos sobre Filanti como um manto, a linhagem de Filam perdurará, seja oriunda da corte seja oriunda do campo." Atualmente, quase ninguém se digna a interpretar ou levar a lenda a sério, pois não houve sinal destes elfos no levante bankdi.
  3. A nação de Marvion.
    Localizada entre Verrogar e Dantsem na floresta de Marvion.


O Reino de Âmien, A luz que não se apaga.


O reino de Âmien está no coração da região central d'Os Reinos, tendo fronteiras com diversos reinos: divisa com Verrogar ao nordeste, Ludgrim encontra-se ao sul, enquanto que Eredra situa-se ao seu leste e Levânia a noroeste.

Esta é uma região mística, onde viajantes relatam a presença de águias gigantes e sátiros.

Sua sociedade é voltada para o saber leigo, ou seja, que não está relacionado diretamente com os mistérios divinos. Igual que seus irmãos de Lar, mas por motivos diferentes, poucos são os seus sacerdotes, mas inúmera a quantidade de Magos.

Mas isso não quer dizer que sua sociedade seja sóbria. Os elfos de Âmien são alegres e festivos, possuindo diversas datas comemorativas, sendo a música um elemento de destaque em sua cultura. Gostam de roupas em tecidos leves e de cores suaves em geral.

Para com os estrangeiros, sendo elfos ou não, eles tem uma atitude de desconfiança. A única exceção são os cidadãos de Ludgrim, com quem tem ótima relação política e comercial.

Infelizmente nem tudo é calmo e pacífico. Devido a conflitos internos, os sacerdotes de Âmien estão cada vez mais desconfiados da escola elemental. Alguns planejam inclusive levar ao Alto Conselho Elfo, um projeto de lei para a proibição da escola elemental no reino.

Verbetes que fazem referência

Guia de Criação de Personagens para Iniciantes sem o Manual de Regras, Nações

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