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Áreas Misteriosas  

  • Losango Astral
  • Garganta de Ganis
  • Aura Cintilante
  • Ilha à Deriva
  • Caminho de Cristal
  • Cemitério de Navios
  • Caverna Glacial
  • Corbes, a ilha das toupeiras


Losango Astral
Losango Astral, como é nomeada a grande região repleta de mistérios. Os marinheiros dizem que nessa região as névoas são traiçoeiras em seu dialeto, algo referente a área sem retorno. Negando-se a ousar navegar em tais águas por medo de serem dragados e sendo obrigados a contornar pelas margens externas do losango contornando as ilhas por fora. Em uma das ilhas grupos rivais lutam pelo controle dessa estranha rota comercial que contorna essas 4 ilhas. As margens são evidentes, a divisória e o ambiente exterior aparenta conter uma barreira a qual isola as nuvens sem que as mesmas possam migrar. Nessa região os tesouros são a única certeza que há, pois cintilam feito magias divinas no fundo do mar. O que torna o local tão interessante é que alguns dos navios que afundaram na região levavam com eles algumas imensas fortunas em ouro. Externamente há outras ilhas dentro da correnteza do redemoinho porém com águas navegáveis.

Com o decorrer dos anos os exploradores descobriram que cada ilha possui um totem, e que quando dois ou mais eram empilhados seu detentor poderia Translocar o posicionamento das ilhas as quais detinha os totens. Quando ocorria o reposicionamento de ilhas cardeais com ilhas satélite seu tamanho e formato alteravam-se, ou seja, as ilhas quando posicionadas nos pontos cardeais assumem grandes proporções, e quando reposicionada a uma posição externa, a mesma seria comprimida a menores extensões.

Garganta de Ganis
A Garganta de Ganis é uma grande falha, um rasgo que corta o Grande Oceano, na região meridional das Ilhas Independentes. Com cerca de mil quilômetros de comprimento e 50 metros de largura, o gigantesco cânion engole o mar através de centenas quedas d'água. É possível ver a aproximação da Garganta de Ganis através de grandes rochedos e colunas de vapor d'água que se erguem da fenda. As correntes marítimas são muito potentes e rápidas e dificilmente um barco consegue escapar da sua ação. Navegadores experientes dizem que os rochedos que ficam na entrada da garganta são frequentados por sereias a procura de novas amores.

Nenhum capitão gosta muito de percorrer o local, principalmente devido a migração de tritões em sua direção. Diversas embarcações naufragaram ao aproximar-se da garganta rochosa. Contudo, músicas contam que lá é a entrada de um poderoso reino marítimo habitado por uma raça não humana extremamente desenvolvida e poderosa. Muitos loucos imaginam que em seu interior há grandes montanhas de tesouros expostos e prontos para que sejam recolhidos, entretanto não há relatos de expedições que tenham retornado de seu interior.

Reza a lenda que um dia Ganis estava enfurecida com os adoradores de titãs e, como castigo, cortou o Grande Oceano com sua espada, abrindo uma grande fenda, castigando, assim, todos os marujos que passassem por lá. E assim, o continente permanece seguro até os dias atuais. Os semideuses trataram tudo como uma vitória, afinal de contas, o plano físico criado pelos malfeitores deuses do continente agora estava divido.

Aura Cintilante
Área composta por um uma aura mística cintilante a qual apresenta diferentes cores de acordo com a situação climática, alegam os navegantes que essa mística aura paira pelos mares das ilhas independentes. Não muito maior do que meio navio ela possui a capacidade de rejuvenescer e curar instantaneamente qualquer ferimento ou pessoa enferma. Sua capacidade de purificação de essência é tamanha que, há relatos de navios contendo contendo guerreiros os quais após expostos a tal áurea mística tiveram os pensamentos de luta extraídos da mente. Os demais que por ventura não foram envoltos relatam apenas uma nuvem de borboletas brilhantes como fragmentos de joias.

Ilha à Deriva
Uma misteriosa ilha movendo-se erraticamente pelos mares de toda a região das ilhas independentes. Na orla da ilha não há praias, mas há falésias com rochas que apontam para cima em todos os lados da ilha. O que torna a escalada até ela muito difícil. Para dificultar ainda mais, às vezes ela afunda alguns metros e se tiver algum navio ancorado ao seu redor, será dragado ao fundo do mar. Por causa desse comportamento, alguns especulam que a ilha é uma criatura viva ou é de alguma forma controlada por alguma entidade que nela habita. Rumores embasados no fato que algumas das expedições enviadas nunca voltaram, e os poucos que retornaram, relatam que não há possibilidade de aproximação ou que seus navios naufragaram quando a ilha afundou.

Caminho de Cristal
- Eis que os deuses ouviram nossas preces e nos agraciam com este caminho místico. Busquem tesouros, meus filhos. Pois da última vez esses miseráveis pilharam e escravizaram nossos irmãos!
Palavras encontradas em um bilhete dentro de uma garrafa.

Remetendo ao tempo em que o antigo continente não havia submergido, uma certeza é real para uma grande parcela dos povos, a existência de uma antiga ligação mística interligando duas regiões. Essa ponte surge em um local aleatório pelo período de 28 dias, regido pela lua Agmarim, a lua menor, e possibilitando o contato de diferentes povos. Cada qual com seus interesses de acordo com suas regras sociais, economia ou desejos individuais.

Quando o continente afundou nesse mar de água o antigo caminho de cristal entrou em evidência para distintos povos devido a sua importância, pois agora sobreviventes estariam sitiados em ilhas, próximos das partes mais altas do antigo continente. Sempre que agraciados com tal dadiva povos geralmente aproveitam a oportunidade. Há aqueles que preparam-se para invadir e pilhar, enquanto outros povos firmam parcerias comerciais. Certos povos somente se protegem não deixando que o invasor aproxime-se.

Cemitério de Navios
"Nada temas meu jovem aprendiz. Nada do que conheces a respeito da vida verdadeiramente importa a sua pessoa a partir deste momento.

Um dia, jovem aspirante, terá a honraria de possuir um túmulo neste mar, em uma ilha a qual após sua longa vida de marujo permanecerá até que o lacre de seu caixão seja rompido e retorne novamente a este mundo."
Disse o capitão ao selecionar um aspirante.

Contendo incontáveis naufrágios e com lendas de grandes tesouros, essa estranha região possui não somente naufrágios como também ossadas de animais marinhos gigantes desconhecidos. Feras marinhas vivem na região, tornando perigosa a aproximação por navio ou de maneira subaquática (para as raças aquáticas). Ninguém conseguiu chegar ao centro da área, normalmente as pessoas são mortas ainda nas margens da região. A área tem, aos poucos, se expandido com novos naufrágios.

Por suas águas pairam sarcófagos flutuantes em sua grande maioria impossíveis de abertura de forma convencional, muitos com selos feito de sangue que lacram alguma entidade dentro de suas paredes, as quais emitem grunhidos e gemidos provenientes desses túmulos flutuantes. O atual burburinho a cerca da região é o relato de um marujo sobrevivente o qual alega que após o naufrágio de seu navio, observou seu capitão ser sugado para dentro de um caixão moldado com as tábuas de seu antigo transporte marítmo.

Até mesmo as aves evitam sobrevoar a região e magos que tentaram sobrevoar foram dragados para seu centro e também não retornaram. Existe uma lenda que é a entrada a um reino perdido avançadíssimo, usufruidor de poderes sobrenaturais, objetivando evitar o contato com seres do mundo externo para não contaminar ou influenciar o avanço tecnológico de distintas regiões.

Caverna Glacial
Nós, povos dos mares conhecemos o conto daquela linda melodia triste, a qual em determinadas épocas do ano ecoa com a fase de Armina em estado de lua cheia. Dizem que a melodia provem da lua em seu resplendor máximo.” Relato de um marujo bêbado

Há alguns anos uma expedição embasada na teoria do cântico da salvação partiu no intuito de alcançar sua fonte emissora. Como poderia um som ecoar por distintos mares e alcançar terras tão distantes. O plano traçado pelo atual capitão será seguir o som até que o mesmo cesse, acampar em um local nas proximidades e no próximo luar seguir com a caçada. Uma tarefa árdua visto que o som aparece somente 4 vezes ao ano e somente pelo período noturno.

Um dos homens do capitão em posse de grandes conchas em espiral descobriu que ao aproximar o material do ouvido possibilitava o direcionamento de sua emissão, a qual aponta para o norte em direção a aquela estrela de intenso brilho. Quando virado para outros pontos cardeais o som reduziria sua intensidade.

Até o presente momento poucas informações retornaram à nossa comunidade, por intermédio de um ser aquático o qual surgiu em nosso porto portando em mão um pergaminho selado pelo capitão.

O pergaminho:

Estávamos há meses seguindo aquela estranha emissão sonora, quando fora observada uma luz a qual cortava os céus, quase que apontando o nosso destino. Ao aproximarmos de nosso destino colidimos com corais que danificaram permanentemente a embarcação, a qual afundou. Restaram dois botes e alguns pertences salvos.

Não havia mais escolha, mesmo estando próximos do feixe de luz estávamos em um caminho sem volta, envoltos por gelo e prestes à morrermos congelados. A ordem foi de marcha até a luz e com a aproximação observou-se um palácio esculpido no gelo, intercalando entre blocos de pedras e de gelo. Ao adentrar e investigarmos aquela fortaleza de gelo foram encontrada túneis que levam a uma imensa rede de cavernas, sendo que em algumas dessas cavernas correm leitos de água cristalina.

Seguindo um desses córregos encontramos seres da raça pequenina que alegaram estar presos ali há gerações, obrigados a trabalhar escavando o gelo em busca de pedras preciosas. Essa seria a troca pela vida deles, ao invés da total aniquilação esses diminutos seres trabalham incessantemente até que pereçam sem energia.

Com o decorrer das escavações encontraram uma espécie de santuário emanante de um brilho esverdeado. Sendo esse o local o qual atualmente cultuam a sua sobrevivência, pois a cada lua cheia o cristal vibra e aparentemente absorve o cântico de homenagem. Eles foram informados que aquela música estava ecoando pelos mares, surpreenderam-se e revelaram uma particularidade; segundo eles, sempre que um deles padece estando em contato com algum dos córregos, após seu último suspiro seu corpo em contato com a água transforma-se em um coelho, sendo essa a salvação e esperança daquela tribo, pois sem esse alimento não conseguiriam se perpetuar nesse local desolado com a esperança de liberdade.


Corbes, a ilha das toupeiras
Não através dos mares, como as lendárias tripulações mercantes, mas abaixo. A terra em que a cidade foi construída inicialmente não demonstrava qualquer agravo, mas à medida que tomava forma e se tornava maior e maior, começou a afundar lentamente a partir de seu centro. Os cidadãos não estavam dispostos a abandonar a cidade em que nasceram e a localização favorável que ocupavam, por isso construíram freneticamente, tentando ultrapassar a superfície da terra. Ao longo dos anos, eles se tornaram uma nação dedicada a esse propósito, construtores supervisionando as obras dia e noite, enquanto os forrageadores se aglomeram em torno de seu território, coletando os recursos necessários.

Verbetes que fazem referência

Livro Ilhas Independentes

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