Bem-vindo Convidado Pesquisar | Atividades no Fórum | Entrar | Registrar

Especializações e Organizações Opções
#1 samuel.azevedo Enviado : 14/11/14 00:31
Uma coisa tem me chamado a atenção para Tagmar: as especializações parecem estar "coladas" com organizações da ambientação.

Por exemplo, a guilda dos assassinos, é uma organização de assassinos, e ao mesmo tempo a especialização do ladino...
Mas na minha opinião seria lógico haver nessa guilda personagens de outras profissões, como por exemplo guerreiros para guardar a guilda, rastreadores para ajudar procurar os alvos, e até mesmo magos e sacerdotes...

Ainda falando em ladinos e guildas, no livro dos reinos e no livro das ordens sacerdotais se fala de algumas guildas, como a Guilda dos Artífices Pedreiros, ou a Guilda do Comércio do Oeste, entre muitas outras. Creio que o que falta é tratar de todas estas guildas em um mesmo livro, detalhando um pouco sua relação entre elas e com outras organizações, e como elas tratam profissionais diversos dentro da organização.

Mas o que venho trazer a atenção aqui não é apenas para guildas, é para todas as outras organizações ligadas à especializações, seja confrarias, academias, colégios, trilhas, ordens, etc. E também seria interessante juntar outras organizações que estão espalhadas pelos textos da ambientação, e dar um pouco de detalhamento ou importância para elas.

Em resumo, venho aqui levantar 2 questões:
1) as organizações estão muito coladas com as especializações, o texto não dá espaço para um personagem ser por exemplo guerreiro e estar dentro de um colégio de magia por exemplo para ajudar na segurança deste colégio, ou um personagem ladino fazer parte de um ramo mais obscuro de uma ordem sacerdotal para tarefas relacionadas a inteligência e espionagem; e isso não tem lógica;
2) as organizações precisam ser trabalhadas em um mesmo volume, para ajudar e inspirar mestres e jogadores a usarem as organizações como uma dimensão a mais nas ambientações de Tagmar.


Abraços
#2 abartel06 Enviado : 14/11/14 08:52
samuel.azevedo escreveu:
Uma coisa tem me chamado a atenção para Tagmar: as especializações parecem estar "coladas" com organizações da ambientação.

Por exemplo, a guilda dos assassinos, é uma organização de assassinos, e ao mesmo tempo a especialização do ladino...
Mas na minha opinião seria lógico haver nessa guilda personagens de outras profissões, como por exemplo guerreiros para guardar a guilda, rastreadores para ajudar procurar os alvos, e até mesmo magos e sacerdotes...

Ainda falando em ladinos e guildas, no livro dos reinos e no livro das ordens sacerdotais se fala de algumas guildas, como a Guilda dos Artífices Pedreiros, ou a Guilda do Comércio do Oeste, entre muitas outras. Creio que o que falta é tratar de todas estas guildas em um mesmo livro, detalhando um pouco sua relação entre elas e com outras organizações, e como elas tratam profissionais diversos dentro da organização.

Mas o que venho trazer a atenção aqui não é apenas para guildas, é para todas as outras organizações ligadas à especializações, seja confrarias, academias, colégios, trilhas, ordens, etc. E também seria interessante juntar outras organizações que estão espalhadas pelos textos da ambientação, e dar um pouco de detalhamento ou importância para elas.

Em resumo, venho aqui levantar 2 questões:
1) as organizações estão muito coladas com as especializações, o texto não dá espaço para um personagem ser por exemplo guerreiro e estar dentro de um colégio de magia por exemplo para ajudar na segurança deste colégio, ou um personagem ladino fazer parte de um ramo mais obscuro de uma ordem sacerdotal para tarefas relacionadas a inteligência e espionagem; e isso não tem lógica;
2) as organizações precisam ser trabalhadas em um mesmo volume, para ajudar e inspirar mestres e jogadores a usarem as organizações como uma dimensão a mais nas ambientações de Tagmar.


Abraços


Samuel bom dia,

O que eu tenho a dizer do seu comentário :

"Em relação a personagens de outras profissões, como por exemplo guerreiros para guardar a guilda, rastreadores para ajudar procurar os alvos, e até mesmo magos e sacerdotes..."

Isso distorce totalmente o conceito de Guildas chega a ser bizarro esse comentário, na dúvida veja (http://www.infoescola.com/idade-media/guildas/)

"Também seria interessante juntar outras organizações que estão espalhadas pelos textos da ambientação, e dar um pouco de detalhamento ou importância para elas."

Não acho legal dar detalhamento porque assim você tira a graça dos MJ`S criarem ou desenvolverem a sua Guilda, e se você for analisar já temos material demais em Tagmar para dar detalhamento, enfim temos outras prioris a resolver.

Atenciosamente,






#3 Fábio_CM Enviado : 14/11/14 11:03
Samuel, pra mim não há nada mencionando a presença destas outras profissões nas diferentes organizações por um motivo simples: eles não teriam nada a aprender lá, e seriam colocados na "periferia". As guildas são formadas por interesses em comum, e se o cara se preocupou em estudar magia a vida toda ele certamente não tem os mesmos interesses do que aquele que se aperfeiçoou em um monte de diferentes artimanhas, como um ladrão, por exemplo.
Um texto que eu coloquei na profissão sacerdote:
Citação:
As ordens sacerdotais podem ser classificadas como o ramo mais próximo à divindade. Todos os seus membros são abençoados pelos deuses, o que faz dela uma organização muito poderosa. Seguidores a protegem, agindo como soldados, emissários ou diplomatas. Porém, os grandes mistérios correm apenas pelos corredores das fortalezas de cada ordem sacerdotal, acessível apenas pelos escolhidos, abençoados pelos deuses. O livro das ordens sacerdotais traz detalhes sobre as ordens de todos os deuses do panteão.


Resumindo, acredito que as guildas e organizações tratariam outras profissões mais como empregados contratados, e não como membros efetivos, então não há porque dar destaque a elas nos textos específicos.

Quanto ao detalhamento de guildas e organizações, sou totalmente contrário a posição do abartel. Para mim quanto mais detalhes melhor, afinal eu não vivo para o RPG, e ficar criando planos, ligações e personagens exige tempo e dedicação, sendo muito mais fácil aproveitar um bom texto que eu posso ler enquanto tenho algum tempo. Contudo, concordo que o projeto tem outras prioridades.
#4 samuel.azevedo Enviado : 14/11/14 15:35
abartel06 escreveu:

O que eu tenho a dizer do seu comentário :

"Em relação a personagens de outras profissões, como por exemplo guerreiros para guardar a guilda, rastreadores para ajudar procurar os alvos, e até mesmo magos e sacerdotes..."

Isso distorce totalmente o conceito de Guildas chega a ser bizarro esse comentário, na dúvida veja (http://www.infoescola.com/idade-media/guildas/)

"Também seria interessante juntar outras organizações que estão espalhadas pelos textos da ambientação, e dar um pouco de detalhamento ou importância para elas."

Não acho legal dar detalhamento porque assim você tira a graça dos MJ`S criarem ou desenvolverem a sua Guilda, e se você for analisar já temos material demais em Tagmar para dar detalhamento, enfim temos outras prioris a resolver.



Boa tarde, Abartel.

Realmente distorce, se você pensar em Profissões (classes jogadoras) como profissões (meio de subsistência). Por exemplo, uma guilda de comércio pode muito bem ter um sacerdote de Cambu e um ladino. Porque não? Ambos tem como foco trabalhar com comércio. O líder de tal guilda seria um mestre na habilidade Comércio, por exemplo, e todos da guilda teriam treinamento nessa habilidade.

Mas focando nas guildas das especializações, digamos uma guilda de ladrões, todos poderiam ter como foco de trabalho o furto, certo? Não há uma habilidade focada em furtar objetos? Personagens de qualquer profissão jogadora poderiam ter esta habilidade como seu meio profissional de ganhar dinheiro. Outro exemplo, em uma ordem sacerdotal todos que fazem parte da ordem são sacerdotes no sentido da profissão jogadora? Não há nenhum "sacerdote" que no lugar de fazer milagres se preocupe apenas com a parte política ou mesmo religiosa(habilidade religião) da organização?

Entendo a questão das prioridades do projeto, mas nada impede de levantarmos questões que entendemos que estão em aberto, mesmo que elas só venham a ser tratadas como tarefas bem lá na frente ou nunca.

Assim como o Fabio, eu não concordo com a parte de que já temos materiais demais em Tagmar. A meu ver, o material que existe sobre organizações é muito superficial e fragmentado, exceto para os livros dos colégios de magias e das ordens sacerdotais. Creio que a ambientação de Tagmar só tem a ganhar, a ficar mais rica, se este assunto (organizações) for tratado futuramente como um livro.

De todas as aventuras que já joguei em Tagmar até hoje, nenhuma a atuação de organizações teve papel importante (exceto a seita) no contexto da aventura e muito pouco na interpretação dos personagens pelos jogadores. O máximo que me lembro foi um mestre dizer para um jogador que seu assassino recebeu uma carta de sua guilda para caçar e matar um alvo, ou que jogador X recebeu missão Y de sua ordem/academia/colégio/etc. Mas não vi ninguém tratando de conflitos envolvendo as tramas e interesses entre as organizações. Ok, vocês podem dizer que isso é culpa do mestre e dos jogadores, talvez seja. Ou talvez seja culpa da falta de informações para inspirar os jogadores e mestres.

O interessante é debatermos se as organizações estão "aparecendo" nas suas aventuras, ou se elas são elefantes brancos que mal são trabalhados. Se o último caso for mencionado pela maioria das pessoas aqui no fórum, saberemos que o problema deve ser falta de inspiração nos textos.

Abraços

PS: Talvez o projeto estivesse bem mais movimentado se as pessoas atualmente estivessem mais abertas a debater pontos polêmicos, ideias, ou dúvidas sobre Tagmar - o que não exclui concentrar os trabalhos oficiais em um livro em específico. Debater leva um tempo de trabalho e dedicação muito menor do que trabalhar em uma tarefa, mas estimula a participação das pessoas no fórum. E com mais movimentação no fórum as pessoas podem até se estimular a ler também os tópicos das tarefas e contribuir com elas. Digo por mim mesmo, muitas vezes entro no fórum, doido para participar de qualquer coisa e contribuir com o projeto, e encontro tudo parado, acabo fechando a janela desestimulado.
Pensem nisso.
#5 abartel06 Enviado : 14/11/14 17:45
samuel.azevedo escreveu:
abartel06 escreveu:

O que eu tenho a dizer do seu comentário :

"Em relação a personagens de outras profissões, como por exemplo guerreiros para guardar a guilda, rastreadores para ajudar procurar os alvos, e até mesmo magos e sacerdotes..."

Isso distorce totalmente o conceito de Guildas chega a ser bizarro esse comentário, na dúvida veja (http://www.infoescola.com/idade-media/guildas/)

"Também seria interessante juntar outras organizações que estão espalhadas pelos textos da ambientação, e dar um pouco de detalhamento ou importância para elas."

Não acho legal dar detalhamento porque assim você tira a graça dos MJ`S criarem ou desenvolverem a sua Guilda, e se você for analisar já temos material demais em Tagmar para dar detalhamento, enfim temos outras prioris a resolver.



Boa tarde, Abartel.

Realmente distorce, se você pensar em Profissões (classes jogadoras) como profissões (meio de subsistência). Por exemplo, uma guilda de comércio pode muito bem ter um sacerdote de Cambu e um ladino. Porque não? Ambos tem como foco trabalhar com comércio. O líder de tal guilda seria um mestre na habilidade Comércio, por exemplo, e todos da guilda teriam treinamento nessa habilidade.

Mas focando nas guildas das especializações, digamos uma guilda de ladrões, todos poderiam ter como foco de trabalho o furto, certo? Não há uma habilidade focada em furtar objetos? Personagens de qualquer profissão jogadora poderiam ter esta habilidade como seu meio profissional de ganhar dinheiro. Outro exemplo, em uma ordem sacerdotal todos que fazem parte da ordem são sacerdotes no sentido da profissão jogadora? Não há nenhum "sacerdote" que no lugar de fazer milagres se preocupe apenas com a parte política ou mesmo religiosa(habilidade religião) da organização?

Entendo a questão das prioridades do projeto, mas nada impede de levantarmos questões que entendemos que estão em aberto, mesmo que elas só venham a ser tratadas como tarefas bem lá na frente ou nunca.

Assim como o Fabio, eu não concordo com a parte de que já temos materiais demais em Tagmar. A meu ver, o material que existe sobre organizações é muito superficial e fragmentado, exceto para os livros dos colégios de magias e das ordens sacerdotais. Creio que a ambientação de Tagmar só tem a ganhar, a ficar mais rica, se este assunto (organizações) for tratado futuramente como um livro.

De todas as aventuras que já joguei em Tagmar até hoje, nenhuma a atuação de organizações teve papel importante (exceto a seita) no contexto da aventura e muito pouco na interpretação dos personagens pelos jogadores. O máximo que me lembro foi um mestre dizer para um jogador que seu assassino recebeu uma carta de sua guilda para caçar e matar um alvo, ou que jogador X recebeu missão Y de sua ordem/academia/colégio/etc. Mas não vi ninguém tratando de conflitos envolvendo as tramas e interesses entre as organizações. Ok, vocês podem dizer que isso é culpa do mestre e dos jogadores, talvez seja. Ou talvez seja culpa da falta de informações para inspirar os jogadores e mestres.

O interessante é debatermos se as organizações estão "aparecendo" nas suas aventuras, ou se elas são elefantes brancos que mal são trabalhados. Se o último caso for mencionado pela maioria das pessoas aqui no fórum, saberemos que o problema deve ser falta de inspiração nos textos.

Abraços

PS: Talvez o projeto estivesse bem mais movimentado se as pessoas atualmente estivessem mais abertas a debater pontos polêmicos, ideias, ou dúvidas sobre Tagmar - o que não exclui concentrar os trabalhos oficiais em um livro em específico. Debater leva um tempo de trabalho e dedicação muito menor do que trabalhar em uma tarefa, mas estimula a participação das pessoas no fórum. E com mais movimentação no fórum as pessoas podem até se estimular a ler também os tópicos das tarefas e contribuir com elas. Digo por mim mesmo, muitas vezes entro no fórum, doido para participar de qualquer coisa e contribuir com o projeto, e encontro tudo parado, acabo fechando a janela desestimulado.
Pensem nisso.


Samuel boa tarde !

Veja novamente o significado da palavra "Guilda" e você verá o que você citando no seu tópico esta totalmente distorcido...Guilda não é nada mais nada menos que indivíduos de mesmo grupo e origem que se unem em prol de obter vantagens ou de se fortalecer...Por isso não tem sentindo uma Guilda de Ladrão aceitar um Mago, concorda ??

Abs,

#6 samuel.azevedo Enviado : 14/11/14 19:05
Oi Abartel,

Entendo seu ponto de vista, e se pegarmos a palavra ao pé da letra é isso que você falou mesmo, e isso responde minha primeira questão (em parte).

Mas gostaria de destacar alguns dados importantes sobre guildas que podemos compilar do texto citado:

Seus associados precisam pagar taxas regularmente, obedecer o estatuto e as técnicas da guilda; profissionais exercendo a atividade fora da guilda sofriam sanções da guilda e até da cidade; as guildas eram organizadas por atividades profissionais: artesãos, alfaiates, sapateiros, etc; há uma hierarquia, no topo há o mestre de ofício, e pagava o salário dos trabalhadores, exceto os aprendizes que eram explorados em troca do aprendizado; as guildas eram destinadas a proteger os interesses e manter os privilégios conquistados pelos seus trabalhadores.


Muitos desses detalhes foram abordados nos livros das ordens ou dos colégios, e quanto às outras especializações?
Quais são os principais interesses de cada especialização? Que privilégios possuem? Como a organização de uma especialização se relaciona com pessoas de outras especializações? Eles tem algum papel auxiliar na organização? Qual é o estatuto da organização da especialização? Quais são os direitos e deveres de seus membros? Como é sua hierarquia? Quais são as punições para quem deixa de cumprir com seu dever? E para quem atua independente da organização? Como a sociedade interage com a organização?

A organização da especialização é uma só em todos os reinos? Se sim, aonde fica sua cúpula? Ou existe uma organização diferente para uma mesma especialização em cada cidade/reino (por exemplo: a guilda dos assassinos de Conti, de Luna, etc)? Essas organizações possuem uma ligação ou hierarquia?

Isso tudo são apenas questionamentos para as organizações que coincidem com as especializações.

Mas podem existir organizações que não fazem parte de nenhuma especialização e contém profissionais (aventureiros) de diversas profissões e especializações, não? Quais seriam estas organizações em Tagmar?

Por exemplo, digamos que eu diga que em Porto Livre há uma organização chamada "A Pena Vermelha", composta por profissionais de diferentes especializações vindos das mais diversas partes do mundo. Esta organização protege seus membros contra perseguições de outras organizações, e ao mesmo tempo pede que seus membros realizem (remuneradamente) alguns "serviços", como "convencer" um comerciante importante a fazer um contrato, "acidentar" uma caravana, "silenciar" um nobre, etc.

Aí entram novas questões: como a organização lida com seus membros se eles pertencerem a mais de uma organização se as organizações não tiverem conflitos de interesse? E quando tiverem conflitos de interesses? E quando os interesses de duas organizações coincidem? Uma única organização pode ter recursos o suficiente para oferecer treinamento para algumas especializações? Seus membros estariam filiados apenas a ela em detrimento das organizações ligadas às especializações?

E reitero a minha 2a questão inicial:

As organizações precisam ser trabalhadas em um mesmo volume, para ajudar e inspirar mestres e jogadores a usarem as organizações como uma dimensão a mais nas ambientações de Tagmar. Isso ajudará e muito a dar mais vida a ambientação.

PS: desculpem se o texto estiver parecendo confuso, são muitos questionamentos.
#7 Joao Enviado : 24/11/14 22:11
Samuel, acho que vale a pena seus questionamentos. Do meu ponto de vista é fácil esclarecer estes pontos.

A única questão é diferenciar o que é "profissão" por regras e "profissão" por role-play. Por exemplo, na descrição dos bardos (não oficial) ou mesmo no conto "Liberdade, Aventura, tesouros e disciplina" (agora oficial) pode-se encontrar uma barda pirata. No conto temos guerreiros piratas também. A diferença é que eles não são piratas "de regras" tal como o capitão Lúcius.

Da mesma forma, um rastreador pode fazer parte de uma guilda de assassinos. Na verdade este rastreador é um assassino! No entanto, em termos de regras e ambientação, ele não teria seguido os passos da maestria, pois os segredos são passados apenas aos assassinos "de fato".

Isto acontece de fato na religião católica. Por exemplo, existe a figura do "irmão", o qual não recebe a ordenação (ou seja não é padre) mas faz parte de uma congregação. É bem parecido com a figura do vigário, mas é dedicado totalmente à congregação. Existem irmãos médicos, professores, e etc. Vivem nas igrejas e seminários, porem não podem celebrar determinados 'mistérios' (confissão, transubstanciação, ordenação) os quais só os padres podem.

É por aí... Abraços!Feliz
Usuários visualizando este tópico
Guest
Ir para o Fórum  
Você não pode adicionar novos tópicos neste fórum.
Você não pode responder a tópicos deste fórum.
Você não pode excluir suas participações deste fórum.
Você não pode editar suas participações neste fórum.
Você não pode criar enquetes neste fórum.
Você não pode votar em enquetes neste fórum.

YAFPro Theme Created by Jaben Cargman (Tiny Gecko)
Powered by YAF | YAF © 2003-2009, Yet Another Forum.NET