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Criado por samuel.azevedo

Borr é um rastreador bárbaro do povo Zumi, Cresceu e foi treinado na aldeia conhecida pelos forasteiros como Dentes de Sabre, e entre seu povo por Mythigar, porque sua aldeia é especializada na caça desse animal. O líder da aldeia é o Vei-Portentã Thorson.

Borr

A busca

Dois jovens (22 anos +-) recentemente casados foram integrados a uma comitiva que tinha como um dos objetivos abrir espaço para uma busca nas geleiras. Para isso foi necessário negociar com os Azulis passagem livre. Esta busca acabou levando quase dois anos e durante este período a jovem engravidou e deu a luz ao seu primeiro filho e o chamaram de Borr.

Alguns meses depois, a busca se finda e começam a volta para sua cidade natal. Apressavam o passo, pois o inverno estava chegando e tudo indicava que seria muito rigoroso. Chegaram aos acampamentos dos Azuis, Esta era uma vila mais afastada das outras e as notícias eram de que os Rúbeos estavam se movendo em seu território, talvez em busca de caça apenas, mas não era bom arriscar. Mesmo com os membros da comitiva cansados, não era prudente se deparar com uma possível guerra entre eles, não com a carga que a tanto custo conseguiram. Então repuseram os mantimentos e negociaram alguns escravos para ajudarem a descer as cargas.

Após quase meio dia descendo as montanhas gélidas, o grupo foi emboscado por uma patrulha de nômades Rúbeos que estavam fora de seu território. Como todos estavam cansados as chances de saírem com vida eram bem pequenas. Sif, uma sacerdotisa de Blator muito habilidosa com o machado e Búri um experiente rastreador lutaram ao lado de seus companheiros bravamente, mas o comando de seu líder era que recuassem que salvassem a carga descerem a montanha levando com sigo os escravos, carregadores e alguns dos soldados. A mercadoria era muito valiosa. Mesmo querendo ficar, não podiam ignorar a ordem, enquanto recuavam podiam ouvir o som da luta ficando cada vez mais distante quando barulho estranho para eles começou a ficar cada vez mais próximo. Quando olharam para trás viram a geleira acima despencando e descendo furiosamente. Era uma avalanche como nunca viram antes. Não havia onde se esconder então Búri usou de suas habilidades para encontrar um abrigo grande e perto o suficiente, mas infelizmente não conseguiu bem o que queria, correram o mais rápido possível para o que pode encontrar, não cabiam todos, mas nem era preciso, a avalanche foi mais rápida e quase todos foram levados por ela.

Quando tudo ficou calmo, puderam contabilizaram a perda. Poucos sobraram. Quase tudo foram destruídos e levados pela neve. A valiosa carga estava com eles, nos braços de um dos bárbaros que agarrou o baú com força e não o soltou mesmo depois de morto. Sua obrigação estava a salvo, mas seu filho não estava mais com eles, estava desaparecido. Procuraram por muito o corpo de seu filho, mas não encontraram e não podiam mais perder tempo. Sobraram poucos, estavam sem proteção. Relutantes continuaram a descida o mais rápido que podiam. Restavam vivos, mas muito feridos Sif, Búri e mais três outros guerreiros. Caminharam até a beira da exaustão até bem adentro da noite quando pararam. Com suas habilidades, Búri garantiu a vigília noturna para que os outros pudessem descansar. Sorte nada de ruim aconteceu durante este tempo e apesar de ter passado todo o tempo de vigília estava bem disposto quando todos acordaram (magia Vigília). Como mais experiente era ele quem liderava e mesmo correndo o risco de encontrar problemas no caminho com seus soldados cansados forçou a marcha até onde pode, se sacrificando na vigília para que os outros descansassem. De onde estavam até a cidade eram quatro dias forçando a marcha e se nada acontecesse. Assim que chegou à cidade e relatou o acontecido, ele quis voltar à montanha procurar seu filho. Tinha esperança que ele ainda estava vivo. Sua líder, mesmo acreditando que a criança já estava morta não fez objeção. Búri prometeu a sua amada que encontraria e voltaria com seu filho vivo.

Sif não podia acompanhá-lo devido suas obrigações no templo e também sabia que seu marido seria mais eficiente se não tivesse de se preocupar com ela. Búri saiu leve. Pouca bagagem e sozinho.

Meses se passaram. Sif já estava começando a perder as esperanças quando seu marido finalmente retornou cumprindo seu juramento.

Família Adotiva

Borr estava nas mãos de sua mãe Sif quando começaram a correr. Ela chegou a uma depressão que a protegeu do impacto direto da avalanche mais foi forte o suficiente para impedir que se mantivesse segura e acabou por ser arrastada tendo muitos ferimentos graves pelo corpo. Seu filho estava perdido e o desespero e a fúria tomavam conta de seu corpo e alma. Depois de procurar muito, não podendo mais perder tempo, foram embora com os sobreviventes. Sua angústia e sentimento de culpa eram evidentes. Com o tempo suas figuras foram sumindo no horizonte.

Milagrosamente Borr estava vivo. Quando escapou dos braços de sua mãe, acabou por parar em um buraco que o protegeu da avalanche, mas este buraco não estava vazio, nele tinha uma ninhada de pequenos lobos acolhidos por sua mãe, uma Dire Wolf. Vendo o inofensivo bebê que caiu quase em cima deles, em um amontoado de neve, devido a seu sentimento de perda, pois alguns de seus filhotes morreram neste mesmo dia e seu aflorado instinto materno acabou aceitando aquela criaturinha e o trouxe para junto de seus filhotes, mantendo-o aquecido. Borr se alimentou junto com seus mais novos irmãos aceitando sua nova ama de leite, não que isto fosse uma opção.

Mamãe loba ficou bem quieta por alguns dias, até que a passagem estivesse derretida o suficiente para que pudesse sair. Apesar de fraca por não se alimentar a dias e parir uma ninhada de sete lobos, nos quais quatro morreram, ainda era forte o suficiente para sair e caçar. Assim o fez até que com seu olfato apurado sentiu a presença de criaturas que rondavam as montanhas. Eram seis e apesar de seus filhotes estarem crescidos, não eram fortes para sobreviverem sozinhos e como uma boa mãe ela ficou para protegê-los. Quando as criaturas chegaram, ela lutou para valer. Sua força, velocidade e ferocidade eram enormes, mas as criaturas estavam em muito maior número e com o tempo cansaram a loba que começava a levar uma grande desvantagem. Os filhotes acuados ao verem sua mãe ser mordida se levantaram e atacaram, mas isso só piorou pois não tinham como se defender e um a um eram abatidos.

O Encontro

Determinado a seguir sempre em frente, cumprir com sua promessa e trazer paz ao coração de sua amada, Búri não descansava nunca. Meses se passaram, mas sua esperança nunca foi abalada. Podia sentir que a cada dia estava mais próximo de encontrar seu filho. Foi em uma noite que ouviu uivos muito altos. Nunca tinha ouvido um uivo tão forte, foi então que resolveu investigar. Apertou o passo quando percebeu uma trilha de reptes muito grades que viviam nas montanhas. Quanto mais se aproximava, mais claro podia ouvir os ruídos do que estava acontecendo. Aproximou-se vagarosamente e viu um imenso lobo sendo atacado por seis lagartos gigantes (escolha um bicho que exista se preferir). Ele não se intrometeu no início, mesmo quando viu os filhotes sendo expostos, provavelmente era a mãe deles, pensou, e agora que estavam fora da caverna que mal dava para ver, ela não conseguia mais protege-los. Mesmo tento eliminado dois deles, ela estava cansada demais para ganhar aquela briga, mas então ele percebeu algo diferente. Parecia uma criança saindo da mesma caverna que os filhotes. De imediato, sem nem pensar no que aconteceria, disparou uma flecha no lagarto mais perto da entrada, cravou fundo, não o suficiente para mata-lo, mas o suficiente para char sua atenção. Ele correu em sua direção e travou uma luta com ele, logo outro lagarto o flanqueava, a luta foi sangrenta e quando acabou ainda teria de lidar com os lobos. Ele não sabia se ia conseguir conte-los. Ao olhar em volta a loba estava junto de um dos filhotes muito machucados e a criança. Ela não estava postada de guarda, mas deitada junto a eles, protegendo-os do frio enquanto seu sangue esvaia de seu corpo. Ela sabia que não sobreviveria, ela olhou fixamente para a criança por alguns segundos, então deitou a cabeça lentamente desfalecendo, se rendendo a morte. Uma luz mais forte brilhou naquele momento, a lua cheia saia de trás das nuvens então a criança levantou a cabeça e uivou. Os olhos daquele bárbaro lacrimejaram com a cena. A criança então abraçou a loba e o filhote, como se estivesse protegendo-os dele.

Búri ficou algum temo sem reação. Será este seu filho. Ele tinha uma marca de nascença na barriga. É a única coisa podia realmente dizer se era seu filho, Borr. Ao se aproximar, a criança agiu como um animal, protegendo os corpos dos lobos. O filhote também morreu. Com cuidado ele se aproximou, e com o tempo ganhou a confiança da criança. Foi quando ele teve a chance de conferir e lá estava, a marca da lua em sua barriga.

O Retorno

Os dias seguintes não foram fáceis. Ele tomou muito cuidado com a criança e os lobos. Ele próprio estava muito ferido também, mas isso nem o incomodava. Toda a atenção era para com seu filho.

Com o tempo ganhou a confiança dele, mas seu comportamento animalesco não seria bem visto na cidade. E o que Sif pensaria. Durante muitos dias, ele reeducou seu filho a maneira que pode. O ensinou a andar de pé, mas por muito tempo raras eram as vezes que Borr andava como um humano. Após quase dois meses, Búri achou que estava na hora de voltarem. No caminho, encontrou algumas pessoas, queria ver como Borr ficaria na presença de outros humanos. Nada bom. Mas ele era muito pequeno, mal fez um ano, certamente conseguiria fazer com que voltasse a ter boa convivência com os de sua espécie novamente.

A viagem foi lenta, com muitas paradas, sempre que via viajantes comuns, se juntava a eles. Outras vezes tinha problemas, então preferia contorna-los evitar conflito e quando finalmente chegou a Elbrat não foi tão assustador.

Mal tinha chegado, as pessoas mais próximas a ele que sabiam do ocorrido logo vieram ver seu filho. Não demorou e sua esposa Sif chegou. O reencontro dos dois foi complicado. Búri explicou tudo a ela, e com paciência conseguiram criar a criança que se tornou um jovem sagaz e normal.

O Presente e O Futuro

Borr viaja com um grupo de heróis caçando o bruxo Terseph, que descobriu-se pretende usar fragmentos da pedra negra para abrir um portal para libertar os demônios dos infernos na noite de Cruíne. Em sua viagem libertou a Feiticeira Amber, ou Uli, a Feiticeira das Geleiras que estava presa em uma gaiola antimagia por orcos. Com ela teve uma relação sexual transcendental diante de seus amigos e quando se reencontraram ela avisou que estava grávida de gêmeos. A menina seria a próxima Feiticeira, e se chamaria Bóris.

Profissão: Rastreador

Trilha: dos Guardiões

Equipamento:

Machado das 3 luas Crescentes +4; Arco composto (Reino das doenças)+1; Couro rígido (concertado no Reino Beligerante); Punhal; Machadinha; Cão Comum Treinado (Caça); sacos de nozes, garrafas de vinho; estojo de carpintaria e trabalhos manuais (ambos +1 coluna); 2 garrafas de Licor negro; 3 garrafas de água profana; 1 garrafa de Pureza Virginal; Machado crescente de ferro negro (Reino Beligerante); machado crescente de osso (Reino Beligerante); boleadeira (Reino Beligerante), manto com capuz, mochila, um frasco de cristal com um líquido vermelho, que emite uma luz dourada, com a tampa em forma de anjo; uma espada montante de aparência demoníaco que ele provavelmente trouxe do outro reino em que esteve; um odre com água; alguns pães enrolados num pano; uma pena laranja que emitia um pouco de calor; duas garrafas de conteúdo desconhecido para Borr (que em off são pureza de virgem).

Cinto; Capa; Botas, Luvas de Couro; Saco de Dormir; Corda 20m; Aljava; Pederneiras; Manta de Carneiro; Bainha p/ Punhais e Machados, Cantil, Alforge; Mochila de Couro, Estojo de Trabalhos Manuais; Ração para viagem (1 semana), Tocha (10); Lanterna direcional, Gancho 3 pontas; Alforge para montaria, Manta para montaria; Roupa para inverno, Cobertor;

Clamor dos Sinos

Forquilha de Plantor

Machado das Três Luas Crescentes

Dinheiro:

MO: 02; MP: 08; MC: 05

Habilidades Básicas de Combate

CD 3; CL 3; CmE 1; CmM 5; PmA 6

Mascote

Skoll

Cão Comum

Fenris

Loba Gigante

EST:1 EF:8 EH:0 DEF:L2 Mordida L4 M3 P2 DANO (100%)9 (75%)7 (50%)5 (25%)3 RF1 RM:1 MORAL:1 VB:20

Habilidades e Técnicas de Combate:

Cão Comum de Caça: Seguir Trilhas(8) e Ações Furtivas(1).

3 TRUQES POR PONTO DE IQ

1) Comando: Skoooll

O cachorro agarra o saco do alvo sem morder fundo. Morde ou solta apenas quando completa o comando dizendo o que fazer.

Tipo de Criatura

Raças Selvagens

Ambientação

Terras Selvagens

Organização e Habitat

/

Magias e Poderes Especiais

Abrigo 5; Armadura Elemental 1; Aprimorar Habilidade 3 (Ações Furtivas, Navegação, Observar); Despistamento 2; Elo Animal 7; Rastreamento 5; Rastrear Animais 3; Resistência 3; Resistência Climática 2; Ritos de Passagem 4; Treinar Animais 3; Camuflagem 2; Convocação Animal 4; Força Mútua 3; Habilidade Animal 1; Licantropia Lupina 3; Resistência a Fadiga 1; Arma Elemental 2; Mimetismo Animal 1; Sentido Natural 1; Recipiente Natural 1. Imune a golpes críticos (acertos críticos contra você funcionam apenas como um acerto de 125%)

Peso/Altura

70 Kg / 1,7 m

Atributos

INT(1), AUR(2), CAR(0), FOR(0), FIS(2), AGI(3), PER(3)


NomeEstEFEHDefesaAtaqueLMP100%75%50%25%RFRMMoralKarmaVB
Borr 918(35)0M4Arco composto149720151051111/2518
Cimitarra9842015105
Combate Desarmado10634321
Machadinha12138161284
Machado Crescente111482015105
Punhal94312963