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Ksaros

Prefácio


Cairsse olha mais uma vez por sob as dunas vermelhas e ao longe percebe uma nuvem de pó se erguendo. Os inimigos mais uma vez pensam em avançar sobre as terras sagradas de seu povo.
Em sua mente ele repete as palavras de seu sacerdote:
A vida no deserto sempre se mostrou difícil e poucos são aqueles abençoados com o sorriso e o olhar caridoso da deusa Alssar. Mas a deusa busca em seus filhos estimular a nobreza de seu caráter e a força interior que possuem. As provas, as dificuldades na vida do deserto são as manifestações dos desejos da deusa para provar aos fieis a força interior que possuem para superar os obstáculos.”
E é com este pensamento que desce da duna e se encaminha para as suas tropas. Olha nos olhos daqueles que vivem a anos em seu Sirarim e busca conforto nos pensamentos de sua deusa.
Muitos aqui poderão não mais ver um nascer do sol ou sentir o corpo de sua amada.”
Olha para seu segundo em comando e diz:
- Essess humanoss vivem a noss incomodarr, busscam maiss que podemm morderr.
Alssus é um guerreiro já calejado de tantas batalhas. Muitos encontraram seu fim em sua espada e outros muitos ainda encontrariam o fim antes que ele viesse a se unir ao deserto. Ajoelhado nas areias do deserto, Alssus ora a deusa e busca de conforto e de paz antes da violência. Com a chegada de seu comandante rapidamente se levanta e diz:
- Que venhamm para maiss uma dass armadilhass que preparamoss. Eless teramm o messmo desstino de seuss antigoss aliadoss.
– Diz Alssus.
Os soldados se saúdam e rapidamente contornam a duna. O deserto tem grandes perigos e a vinda da cavalaria para esta região se tornava ainda mais perigosa. Ao contrário dos Ksaros, os humanos desconheciam a região e cavalgavam para uma área de aranhas caçadoras.
Não que viessem a matar a todos, mas destruiriam a formação e permitiriam que as flechas tornassem mais mortais.
“Pobres infiéis, desconhecedores das palavras sagradas. Suas almas se tornaram unas com o deserto mais uma vez”. Assim pensou Cairsse.

Introdução


No passado fomos uma raça orgulhosa e temida pelos outros povos. Nossas cidades se erguiam no deserto, alimentadas pelas conquistas e movidas pela força de centenas de escravos recolhidos nas guerras. Mas este tempo já se foi há muitos séculos e hoje vivemos pela sagrada palavra da deusa Alssar e a espera do messias enviado por ela”.
Tinssar, Sacerdote de Alssar do Sirarim Bansshar

Localização


O reino de Als’sir fica em toda a extensão do Vale de Cannor, um imenso complexo de vales que formam uma das mais impressionantes paisagens do Planalto Vermelho.

Geografia

O Vale de Cannor é a região mais rica em vida, tendo uma fauna e flora bastante exuberante. O rio Sinnari nasce nas Montanhas Jalgar no extremo norte aflorando e percorrendo toda a extensão do vale e desaguando no Mar do Sul. Somente nos últimos quilômetros que o rio abandona o Vale de Cannor para alcançar o mar.
O Vale é dividido em duas grandes Terras a do Norte e a do Sul, e está divisão física entre as duas terras se dá pela cachoeira de Menin.

As terras do Norte

Como é conhecido o berço da civilização Ksaro e de onde surgiu a primeira cidade que posteriormente seria a capital de um rico e poderoso império. A região Norte é sem dúvida alguma e também a mais rica em recursos vegetais com um vale muito mais amplo onde as cidades são construídas em seu interior.
É também o local onde nasce o rio Sinnari de uma imensa fenda no solo.

O vale do norte tem sua extensão total de 3.040 km2, dividido em quatro províncias:
A província de Marnuss com 699 km2;
A província de Asster com 1307 km2;
A província de Massfer com 365 km2;
A província de Caissfar com 669 km2.


As terras do Sul

São conhecidas por vales mais fechados com uma luminosidade média, uma extensão mais sinuosa e cidades construídas nos grandes paredões, com as grandes torres de pedra. Onde as cidades são divididas em duas metades, cada qual em uma borda do vale e unidas por pontes de pedra e corda.

O vale do sul tem sua extensão total de 4.197 km2 e dividido em 4 províncias:
A província de Mannia com 1.217 km2;
A província de Allbar com 1.175 km2;
A província de Ssamiss com 504 km2;
A província de Calmumm com 1.301 Km2.

Clima

Uma das maiores bênçãos ao povo Ksaro é o clima que desfrutam em suas cidades. Mesmo antes da construção de seus diques, o clima no interior do vale é muito mais ameno que do restante do Planalto Vermelho. Mesmo no interior das Montanhas Oásis sob o domínio dos Dzarens, o clima não é tão agradável.
A temperatura no interior do vale não ultrapassa os 28 graus celsius, isso se deve ao rio Sinnari ser responsável direto pelo controle da temperatura.Após a construção dos diques a umidade tornou-se maior e a temperatura local ficou ainda mais estável.

Fauna e Flora

O vale de Cannor em muito se diferencia do restante da paisagem existente no Planalto Vermelho, visto que rochas e areias vermelhas dão lugar a uma abundante floresta de coloração amarelada e dourada.
Nas terras do Norte a vegetação é mais abundante e de tamanho maior, visto que tem não somente espaço para crescer no interior do vale, assim como acesso a uma maior quantidade de luz, o que não ocorre nas Terras do Sul, onde a vegetação cresce nos paredões e a pouca luz que adentra o interior do vale só o faz quando o Sol se encontra no ponto mais alto da abóboda celeste.
Assim como a flora é afetada pelo meio, assim também é afetada a fauna. Nas Terras do Norte existe uma maior quantidade de pequenos mamíferos vivendo no interior do vale e diversos repteis, aves e insetos.Nas Terras do Sul a grande maioria dos animais são pássaros que crescem construindo seus ninhos nas fendas do paredão e se alimentando de insetos e peixes locais.

História do reino


Segundo Ciclo
O povo Ksaro durante o início do segundo ciclo se dividiu em dois grupos, um partiu para o Oeste e serviu aos deuses e outro embarcou em uma viajem mais distante cruzando os mares e estabelecendo-se em terras distantes.
Nestas terras estes seriam conhecidos como Reptantes.
Para aqueles que foram as terras do Oeste, sua história é descrita nos Pergaminhos de Amagor, sendo um dos nove reinos.

Terceiro Ciclo

Após o grande Cataclismo que se abateu e a destruição dos Reis-feiticeiros Arcondi pelos deuses, uma nova era começou.

Guiados pelo rei Menesses os sobreviventes da fúria dos exércitos invasores foram guiados até o Vale de Cannor onde estabeleceram a primeira cidade dos Ksaros. Esta ficou conhecida como Als’sir, que em Ksaro significa “Refúgio”.

Por 41 anos o rei Menesses governou com mão de ferro seu povo e após sua morte o seu filho mais velho Djess subiu ao trono. O novo rei compartilhava a visão de seu pai e dedicou seu reinado a construção de diques para enfrentar as violentas enchentes provocadas anualmente pelo rio Sinnari e o termino da construção da grande fortaleza que protege a cidade.

O rei Djess era mais que um simples rei foi um visionário projetando um crescimento ordenado para a cidade para os próximos 300 anos.

Com a morte de Djess, seu filho Salniss assume o trono e muda seu nome apara Djessis, que significa “Legado de Djess” e prossegue com diversas obras e planos feitos por seu pai. Foi também responsável pelo início das expansões ksaros pelo Vale de Cannor.

A primeira expedição enviada para mapear o vale retornou depois de 14 meses e os dois anos seguintes foram usados para organizar as novas expedições de povoamento. Pelos anos seguintes do reinado de Djessis, dezenas de expedições foram enviadas para o extremo sul e diversos povoamentos foram feitos.

O sucessor de Djessis foi seu primo Merinei, que governou do ano 128 a 169 d.c.. Grande parte do interesse de Djessis foi à ampliação das fronteiras do império, sem se atentar as condições de sustentabilidade de seu próprio reino.

Por longos anos as águas do rio Sinnari apresentavam declínio constante, mas foi somente durante o reinado de Merinei que uma grande seca se abateu sobre o reino. Por longos seis anos o rio manteve suas águas baixas e as terras cultivadas ficaram escassas. Um longo período de fome se abateu sobre o reino e as cidades estavam em crise.

Muitos acreditavam em uma guerra civil, quando o rei ordenou a construção de vários aquedutos que buscaram água em locais distantes para abastecer as cidades e campos agrícolas. Foi graças ao pulso firme do rei que a situação foi contornada.

Em 153 d.c. o rei Merinei teve que enfrentar um novo grande desafio. O governador da cidade de Ssebré foi morto por saqueadores e a região da província de Allbar estava entregue ao caos.

O envio de tropas a região tornou a região novamente sob o controle do império, mas muito sangue ksaro correu neste tempo de controle militar.

A passagem do trono foi tranquila e o filho de Merinei, Dessin, subiu ao trono no ano de 211 d.c.. Seu reinado foi sereno e coube a ele somente manter os planos de ampliação feitos pelo rei Djess. Amante da leitura e da astronomia fundou a Academia Real de Astronomia na cidade e fomentou a construção de escolas e academias de estudos em diversos bairros da cidade de Als’sir.

O rei Edjib foi o primeiro rei a enfrentar a oposição direta de governadores das cidades fundadas. Apesar da cidade de Als’sir ser a capital do império Ksaro, as cidades possuíam um vasto exército e uma economia forte.

O crescimento da cidade apesar de planejado ainda criava bairros podres que requeriam constantes cuidados e construções para manter a cidade em relativo crescimento. A cidade durante seu reinado chegou a abrigar 1 milhão de Ksaros e coube a ele investir na ampliação das áreas de cultivo para manter todas as bocas famintas da cidade satisfeitas.

O rei Semet foi considerado um dos mais impopulares dos reis, mas também o mais poderoso e temido. Os anos de obras e melhorias dentro da cidade de Als’sir levaram ao progressivo esvaziamento dos cofres reais, chegando o rei a acreditar que estavam as portas de uma crise financeira irremediável.

Temendo pelo seu poder, iniciou um programa de contenção de custos e ampliação do poder militar que por fim levou a centralização de seu poder. Com um exército substancial, foi capaz de forçar os governadores a pagarem taxas a cidade de Als’sir e assim aumentar o numero de moedas nos cofres reais.

As taxas criaram grande insatisfação ao povo, mas foram os aristocratas e governadores que mais se ressentiram com perda de seu poder. Muitos se organizaram para uma rebelião, mas temerosos com a consequência da derrota esperaram um melhor momento para a revolução.

Este momento surgiu durante o momento de ascensão do novo rei Nehessi, filho mais velho de Semet. Assim como o pai, Nehessi sempre buscou a centralização do poder e a redução gradativa do poder nas províncias.

Os aristocratas temerosos de perder ainda mais o poder que tinham se aliaram ao irmão mais novo de Nhessi, o ambicioso Djessa. Djessa sempre foi ksaro competitivo e desejoso do trono e quando viu a oportunidade se aliou aos rebeldes para tomar o poder.

Durante os anos de 303 a 304 d.c., uma intensa guerra civil varreu as Terras do Norte e centenas de ksaros perderam suas vidas em duros combates.

As cidades que se rebelaram e deram apoio a Djessa foram as cidades de Ane’riré; Nub’erré, Ne’mare, La’bam, Bel’ban, Aho’teé e Hau’erré.

As cidades que se mantiveram alinhada ao antigo rei foram as cidades de Als’sir, Nuba’hré, Ni’até, Lo’am e Laub’aal.

Por fim Nehessi foi derrotado e exilado nas Terras do Sul, juntamente com seus partidários.

Djessa é coroado rei dos Ksaros, mas a politica interna está um caos e durante os anos seguintes muito consideram Djessa um simples fantoche dos governadores rebeldes.

A politica descentralizadora exigida pelos seus aliados enfraquece o poder do próprio rei apesar de que Djessa deseja governar tudo e tenta retardar o máximo a sua perda de poder.

Nehessi e seus aliados chegam nas Terras do Sul, no ano de 304 e por longo tempo vivem como nômades entre as cidades do sul na tentativa de conseguir aliados para sua causa. Seu objetivo é criar um reino nas terras do sul e futuramente voltar a cidade de Als’sir com um grande exército e derrubar seu irmão.

Os irmãos passam a ter trajetórias opostas desde então. Enquanto Djessa vai lentamente perdendo seu poder, Nehessi costura alianças politicas e faz negociações com a razão ou através da força.

Em uma tentativa de reacender seu poder, o rei Djessa inicia uma política expansionista dentro dos territórios dos Dzaren, na região conhecida como o Planalto Central.

Sallass, filho de Djessa, assume o trono cercado de ameaças internas e externas. As colônias fundadas por seu pai nas terras do Planalto Central estão em constante ataque por rebeldes Dzaren.

Como forma de manter o custo alto de guerra contra os Dzaren, o rei volta a cobrar os impostos as cidades ksaros e os governadores se revoltam. Ao contrário do pai Djessa que por muitos anos foi um fantoche na mão dos governadores, Sallass é um rei de grande personalidade e graças a seu exército ele novamente impõem seu desejo sobre os governadores.

Os governadores rebeldes entendem que se encontra em um tênue balanço. A luta contra Sallass desgastaria suas forças e saberiam que ele jamais se renderia, preferindo lutar até o último soldado. Isso permitiria que as forças do Sul pudessem marchar sobre as cidades rebeldes e assim obliterar qualquer força que se colocasse em seu caminho até o trono e a unificação do império.

Nietssa, filha de Nehesse, é a rainha do sul. Todo o reinado de seu pai foi marcado pela luta pelo poder e pela arte da diplomacia. Ao longo dos anos Nehesse fortificou sua base de poder tomando o controle da cidade de Nebsen e criando ali sua capital.

Com ajuda de seus aliados no norte, conseguiu os recursos necessários para a ampliação da cidade de Nebsen e as melhorias das cidades que se aliassem a ele.

As cidades de Seebré, Medje e Sedjar foram negociadas com seus respectivos governadores e entregues ao controle de facções criminosas que por muitos anos comandaram nas sombras. Era somente a oficialização dos verdadeiros senhores da cidade, em troca eles lhes deram armas e soldados para o controle de outras cidades.

Nietssa seguiu o caminho se seu pai e assim como ele, sempre foi hábil no uso das palavras e na arte da negociação. Após a morte do seu pai alcançou facilmente no poder e matou todos os que se opuseram a ela ou conspiraram contra sua nomeação.

Sempre deixando claro seu desejo de unificação com as terras do norte, ficou sendo vista como um grande perigo para os governadores rebeldes, a quem jurou vingar-se.

Nas Terras do Norte, o rei Sallass após sofrer duas tentativas de assassinato é finalmente morto por “rebeldes” dzaren em uma emboscada durante uma visita nas colônias mais próximas do Planalto Central.

Seu filho Netjess assume o tronno com 12 anos de idade e se torna o rei fantoche dos governadores rebeldes.

O ano de 358 d.c. é marcado pelo ataque em grande escala de tribos Skorpios que partem das Terras Rochosas para as Terras do Norte do Vale de Cannor.
Nietssa vê neste evento a possibilidade de unificar novamente o reino e enviam secretamente mensageiros para informar ao rei Netjess a futura invasão skorpios e uma aliança contra ameaças internas e externas de seu reino.

Temendo que o tempo não fosse suficiente, o rei Netjess convida a todos os nobres aristocratas rebeldes e os governadores que apoiaram a rebelião para uma grande festa de comemoração do dia da rebelião.

Todos comparecem e durante o evento são feitos prisioneiros pela guarda real, enquanto suas cidades são sitiadas pelas tropas vindas do sul. Estava feita a aliança entre Nietssa e Netjess.

A tomada de poder é rápida e mortal. Todos aqueles que se rebela contra a aliança são mortos e os nobres feitos reféns. Assim com o poder consolidado um grande exército se arma contra os skorpios.

Contudo as forças não são capazes de se mobilizar a tempo e as investidas skorpios nas Terras do Norte ocorre. Centenas são mortos e as cidades são sitiadas, apesar da rapidez das tropas do sul muitos danos são feitos e demoraria alguns anos até que a beleza voltasse as cidades do norte.

A vitória dos Ksaros foi dura e sangrenta. O restante do reinado de Netjess foi relativamente tranquilo, com pequenas revoltas de alguns governadores e aristocratas que ainda não desejavam deixar o poder, mas nada que fosse uma verdadeira ameaça.

Com a morte de Nietssa, o rei Netjess abdica do poder para o rei Otepse.

A fim de evitar uma possível guerra civil entre as duas dinastias, a do Sul e a do Norte, foram instituídas que cada uma teria direito a 30 anos de governo, sendo dado a um ou mais membros da dinastia real de cada uma das terras.

O rei Otepse iniciou seu reinado no ano de 379 d.c., sendo o primeiro dos reis das terras unificadas. Otepse tenta durante seu reinado retomar os assentamentos ksaros na região do Planalto Central, mas ambas terminaram em massacre e posteriormente a ideia foi abandonada.

Arneb, o piedoso, como ficou conhecido o rei que iniciou as conversações entre os dois povos, colocando assim o fim as hostilidades entre as raças.

Por quase 100 anos o Culto da Serpente tem lentamente crescido e se expandido pelas cidades, até que no ano 409 d.c. ressurge como um pequeno culto na cidade de Nessfer.

Nessfer sempre foi uma daquelas cidades construídas como parte de uma política de colonização, algo para simplesmente ocupar espaço e salvaguardar os interesses do império na região.

Uma cidade perdida nos confins do império, lugar de exílio de muitos e abandonado até mesmo pelos sacerdotes. Um local ideal para o Culto da Serpente ressurgir e lentamente crescer.

Antes do termino do reinado de Arneb no ano de 439 d.c., o culto se tornou influente na cidade e expandiu por toda a província. Foi somente no final do reinado de Enedj no ano de 529 d.c. que os sacerdotes do culto chegaram as cidade das Terras do Norte.

Foi então que a Ordem de Tiaran começou a olhar com mais cuidado o culto e temer seu poder crescente.

Durante a revolta dos mineiros na cidade de Neessi, no ano de 542d.c., que ficou claro o tamanho do poder que o Culto da Serpente adquiriu ao negociar a paz entre os líderes rebeldes e o governador local.

O confronto entre as duas ordens religiosas aumentou progressivamente até que no ano de 545 d.c. houve a Semana Sangrenta. Soldados leais a Ordem de Tiaran massacraram milhares de adeptos do Culto da Serpente nas cidades tanto das Terras do Norte quanto nas Terras do Sul.

Os líderes do Culto milagrosamente escaparam do massacre e refugiaram-se na cidade de Nessfer.

Em 550 d.c. inicia-se a Guerra Religiosa. Durante o reinado de Seheb (559 – 589 d.c.) os confrontos se intensificam nas cidades e ocorre o rompimento das cidades. Aquelas que a aristocracia aderiu ao Culto da Serpente, assim como grande parte da população, declaram-se independente do império Ksaro.

Entre os anos de 589 a 799 d.c., a guerra religiosa fragmentou o império, criando o período dos reis segundos, onde apesar das nobres famílias das Terras do Sul e do Norte enviarem seus sucessores a rei, eles pouco fizeram neste período para unir o reino.

O reino só seria unido novamente no reinado de Haserem. Durante os 15 anos que antecederam sua subida ao trono, seus aliados costuram grandes alianças que permitiram alcançar a paz e a unidade novamente.

A Ordem de Tiaran manteria sua influência no poder real, mas as cidades teriam influência não somente da Ordem, mas passariam também a ter do Culto da Serpente.

No ano de 995 d.c. durante o reinado de Djosse, uma grande invasão de Skorpios ocorreu nas Terras do Sul. Este evento ficou conhecido como o Levante das Terras Rochosas.

As tribos locais haviam sido incitadas para atacar a região na tentativa de enfraquecer a influência da Ordem de Tiaran na região, já que as cidades mais afetadas foram as que possuíam governadores adeptos da ordem.

No ano de 1144 d.c. a cidade de Caissé foi assolada por uma praga mística que quase matou todos os moradores. A praga havia sido liberada pelo antigo rei Sneru que foi enganado por sacerdotes do Culto da Serpente, enquanto buscava obter a imortalidade.

Graças as forças militares e os sacerdotes de Ruune que a ameaça foi contida e destruída e o antigo rei Snure, agora transformado em uma criatura medonha, foi preso pelos sacerdotes.

Governo

O sistema de governo é o monárquico, tendo como base a teocracia para justificar o direito divino de seus governantes sobre o povo.
Duas são as grandes famílias reais, os Gair da terra do norte e os Sazir da terra do sul. Os Sazir são descendentes do ramo dos Gair, quando os irmãos Djessa e Nehessi lutaram pelo controle do trono.
Quando anos mais tarde o norte e o sul se reuniram novamente, uma grande aliança foi feita e decidido que a cada 30 anos um rei de cada terra governaria o império.
Apesar da escolha do imperador ser feita dentro das famílias nobres, o poder só é outorgado pela classe sacerdotal que valida o seu nome e o permite governar o império.
Lista de Reis

Ssirass (Governante)

É o título dado ao Governante de uma comunidade, sendo ele de uma cidade ou de um vilarejo.

A escolha de um Ssirass é feita pelo imperador, mas baseada em uma lista contendo três nomes escolhidos entre os membros do sacerdócio de Tiaran e outorgada pelo Conselheiro Ssanir. Um governador ao contrário do Rei não tem um tempo determinado de permanencia no seu cargo.

O cargo é vitalício, contudo um Ssirass pode ser destituído pelo rei ou pela maioria do membros do Conselho Ssanir.

Conselheiro Ssinar

O cargo de conselheiro SSanir é ocupado por nove membros do sacerdócio que compõem a ordem sacerdotal de Tiaran.

Assim como cada cidade tem seu Ssirass, este tem como seu braço direito e aquele que valida seu poder, um conselheiro Ssinar.

O Ssinar tem a sua disposição uma delegação de sacerdotes que o ajudam a administrar as funções administrativas dos locais onde estão instalados e de assegurar o culto nos templos. Muitos podem afirmar que o Ssinar é o poder por de trás do poder de um Ssirass.

Os Sacerdotes de Tiaran

Eles são os pais espirituais do império e o poder por de trás do poder. É através deles que o imperador e os governantes das comunidades têm a autoridade confirmada para comandar a população.

Qualquer Ksaro pode integrar o corpo religioso da ordem, contudo deve começar seus estudos ainda bem cedo. Quando jovem deve passar por alguns testes até ser aceito na ordem e passar a conhecer o caminho de Tiaran.

Jaalsin

Como são conhecidos os membros de guarda palaciana. Todos são membros altamente qualificados e capazes formando assim a elite de soldados do exército ksariano.

Sua função é de policiar o interior do palácio e garantir a segurança do Imperador, do Ssinar e os Sandaris.

Os Jaalsin são completamente obedientes ao imperador, sendo sua lealdade inquestionável. Para ingressar nesta elite de soldados, o jovem soldado deve pertencer ao exército regular, ter um histórico impecável, ser indicado por seu comandante ou indicado por um membro da guarda palaciana ou ainda pertencer a família de um membros da guarda palaciana.

Serão cinco anos de intenso treinamento para só em seguida passar por um teste de vida ou morte, onde passará a ter o direito de usar o uniforme e a espada da guarda.

Classe Administrativa ou Sandaris

Os membros do povo que ascendem ao cargo de administradores, um corpo que detêm conhecimento para ajudar na administração e manutenção dos serviços da cidade. O cargo administrativo pode ser ocupado por Ksaros de ambos os sexos sendo que estes são escolhidos pelos seus senhores para ocupar o cargo, que costuma ser vitalício, contudo não hereditário apesar de muitos governantes preferirem que filhos de antigos funcionários ocupem o cargo de seus pais, quando estes morrem.

Economia

O grande desenvolvimento cultural e tecnológico permitiu aos membros destas comunidades criarem uma intensa rede de comercio entre as cidades do império, onde se pode comercializar de tudo um pouco. De escravos a produtos finos feitos pelos melhores ouvires, tudo pode ser obtido pelo preço correto.

Todas as cidades possuem grandes redes de comercio local, comandadas pelos Comerciantes Imperiais, uma classe de trabalhadores que compraram o direito de comercializar produtos produzidos pelas Casas de Manufaturas.

Relações com os demais povos


Humanos
A presença humana na região já foi sentida pelas incursões de tropas do império Aktar, das cidades Birsas e dos nômades dos povos do deserto. Em todas as situações os confrontos quando possíveis foram evitados, mas quando ocorriam a morte para os invasores foi necessária.

Para os Ksaros, os humanos são como uma praga que lentamente se espalha destruindo tudo a sua volta. No passado os antigos escravos humanos foram de grande valor para o império Ksariano, mas hoje é visto como uma prática bárbara e desnecessária.

“Evitar se possível, matar se necessário” - É a frase mais ouvida pelos batedores Ksarianos sobre os humanos.

Dzaren
São criaturas perigosas e furtivas, aliados poderosos, mas de lealdade questionável. Um dzaren é como o deserto, mesmo tranquilo esconde grandes perigos.

Confrontos anteriores mostraram ser uma raça de bárbaros guerreiros.

Skorpions
Selvagens é a melhor definição para uma raça de nômades. Sem escrita, cidades ou leis, moram sob as estrelas e desprezam qualquer traço de civilidade.

História Recente

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O Povo Ksaro

Os Ksaros são homens lagarto que habitam os desertos do sul, principalmente nas áreas próximas ao Planalto vermelho. Os Ksaros são altos, musculosos e de aparência humanóide. Seus olhos são totalmente negros, possuem focinho como o de um lagarto e dentes serrilhados, possui narinas e orifícios auditivos. Eles têm braços e pernas, andam eretos apoiados em uma cauda com a qual podem fazer ataques como os dos jacarés. As mãos têm polegar opositor e mais três dedos, os pés têm quatro dedos. O corpo dos Ksaros possui olfato é coberto por escamas que vão de uma tonalidade bege ao marrom escuro. Os Ksaros possuem olfato e audição apurados e visão deficiente. Apesar de répteis os ksaros são homeotérmicos e onívoros.



Os Ksaros possuem uma sociedade hierárquica e teocrática, todo poderes são exercidos pelo sacerdote e sacerdotisa.

As virtudes almejadas pelos ksaros são dever, justiça e objetividade. A religião se centra na adoração à serpente primordial, Tiaran, que teria sacrificado seu próprio corpo para criar o universo, os ksaros são seus filhos favoritos assim como os dragões.
Sacerdotes desses deuses são odiados pelos ksaros.

Os ksaros já tiveram contato com os humanos imperiais, birsos e do povo do deserto. A sincera opinião dos ksaros para a raça humana é selvagem, traiçoeira, gananciosa e violenta. Os humanos escravizam uns aos outros, se envolvem em guerras crueis e fratricidas, os ksaros suspeitam que os humanos também pratiquem o canibalismo.

Assim, os sacerdotes decidiram que os humanos devem ser evitados. Ksaros que possuem o encanto mutação foram enviados as cidades humanas próximas como espiões e para espalhar boatos sobre perigos e ausência de água ou mesmo minérios no planalto vermelho.

Humanos solitários ou em caravanas que estejam se aproximando do planalto vermelho devem ser sumariamente mortos.

Controlam saurios e hidras.

Sociedade

Os ksaros é um povo beligerante e conquistador. Por muitos séculos lutaram para expandir seu reino e isso está impregnado em sua cultura.

Desde cedo o jovem ksaro é levado para o treinamento militar, onde os melhores serão transformados em soldados e os demais se tornam parte de um exército excedente que pode ser convocado a qualquer momento para a defesa da cidade ou da comunidade local que se encontre ameaçado.

Durante os sete anos iniciais de sua vida, o senso de comunidade é levado ao extremo e a busca pela sobrevivência da população fica acima da sobrevivência do próprio individuo, sendo considerado extremamente nobre morrer pela comunidade.

O Senso de honra para com a comunidade é muito presente, onde apesar de nascerem em famílias conhecidas, à população da cidade é considerada sua verdadeira família e deve ser respeitada e protegida. Algo que se podem perceber nas cidades dos Ksaros, ser sempre bem cuidada, ordeira e tranqüila, atividades criminosas dentro das cidades é considerada hedionda e os criminosos quando pegos são mortos em praça pública.

A educação é dada nos centro de treinamento e todos os membros que saem são capazes de ler e escrever. Para aqueles que esperam encontrar somente membros do sexo masculino, ficam bastante espantados das fêmeas serem também convocadas para o treinamento e terem as mesmas obrigações e exigências.

Suas cidades foram erguidas com intenso trabalho de seus moradores mais antigos, onde antigos muros de barro e tijolos cozidos foram substituídos por grandes blocos de pedra trazidos de pedreiras localizadas nas montanhas Jalgar. Imensas muralhas foram erguidas, assim como palácios e torres. Casas foram construídas para abrigar os moradores e fazendas para alimentar o povo.

Costumes


Nascimento
O nascimento é considerado uma benção dos deuses e portanto celebrada pelos familiares e pela própria comunidade que todos os meses se reúne dentro dos templos locais para que as famílias que tiveram seus filhos apresentem estes para a comunidade e tragam alimentos para compartilhar entre eles.

As fêmeas Ksaros podem colocar de dois a três ovos a cada 14 meses, quando completam o ciclo de fertilidade. Ao contrário de outras espécies inteligentes, um filhote de Ksaro nasce capaz de se defender, tendo autonomia desde cedo e se alimentando normalmente.

Os filhotes nascidos defeituosos são sacrificados ao final da cerimônia de apresentação dos sadios e seus corpos entregues no altar dos deuses para que renasçam novamente.

Casamento
O casamento é uma união feita entre membros da comunidade e podem ocorrer pela escolha direta, ou seja, o marido e a esposa se escolhem abertamente ou são escolhidos os pares por membros de suas famílias, mas de uma forma ou de outro o casamento só é consagrado quando os membros das famílias estão de acordo com a união.

Ritual da Maior idade
Assim como em outras comunidades de influencias belicosas, para os jovens que buscam a aceitação dos mais velhos e se afirmar como membros adultos, gozando assim de direitos e deveres, entre os Ksaros somente após o termino do serviço militar que o jovem conquista o direito de ser considerado adulto.

Para, contudo, conseguir adquirir o respeito de outros membros adultos de sua comunidade, ele deve alcançar sua prova de virilidade ao lutar e matar um adversário em combate. Muitos dos Ksaros conseguem tal status pelos constantes enfrentamentos na fronteira mais ao sul, nos reinos das Terras Rochosas, lar dos Skorpios.

Os membros mais aristocráticos da comunidade compram escravos para lutas dentro de arenas, onde podem provar sua maturidade e alcançar mais facilmente este status. Muitas da lutas são simples simulações já que os “gladiadores” escolhidos são meros escravos, fracos e incapazes, simples sacrifícios para o ritual de maior idade.

A Troca de Pele
Uma vez por ano o Ksaro tem a sua troca de pele. A pele antiga começa a descamar e uma nova sem cicatrizes ou manchas dá lugar.

Durante os dias que antecedem a troca de pele, os ksaros se reúnem com seus familiares e entoam cânticos e tomam banhos purificadores. Neste ritual os mais próximos ajudam a retirar a pele antiga, algo considerado extremamente intimo.

Templos dos Deuses
São as edificações mais importantes de sua sociedade, sendo o lar dos sacerdotes dos deuses e onde ocorrem as principais cerimônias cíveis e religiosas. O templo é uma mistura de teatro com igreja, onde um palco central localizado em uma das extremidades da edificação e se encontra no nível mais baixo, permitir que todos aqueles que se sentem nas cadeiras elevadas possam testemunhar toda a cerimônia.

A abobada central que fica acima do palco, faz com que o som emitido pelos sacerdotes e oradores seja claramente espalhado pelo grande salão sendo ouvido com facilidade entre os membros que testemunham a solenidade.

Templos das Virgens
É um dos locais mais sagrados entre os Ksaros. O templo mantém sob seus cuidados os órfãos, em especial fêmeas que ingressaram para o corpo religioso como sacerdotisas de Tiaran. Estas são mantidas protegidas, cuidadas e alimentadas dentro dos anexos dos templos sobre constante vigilância de guardas armados.

Estas são dedicadas aos estudos mais profundos da religião, sendo amplas conhecedoras das liturgias e preceitos da ordem de Tiaran.

Em muitos dos casos são consultoras de sacerdotes ou da própria ordem em diversos assuntos religiosos.
A cada vinte anos são escolhidas 20 sacerdotisas que serão entregues a cidade para serem entregues as Guerras para os Deuses.

Casas de Manufatura
Como são conhecidos os grandes centros que fabricam produtos dos mais diversos detendo a base da tecnologia de extração, trituração, purificação e por fim fundição das pedras de jade. A tecnologia desta sociedade está baseada neste material que apesar de trabalhoso dá uma resistência e dureza comparável ao aço, apesar de sua leveza. Todo o conhecimento deste processo é controlado e mantido sob segredo sendo mantida pelos mestres destas artes, nobres de descendência direta com a família real.

As Pedras de Jade
A descoberta e o trabalho da pedra verde é um dos incrementos mais importantes de sua sociedade. A pedra em si é o Jade, um material resistente e forte como o ferro e que deve ser aquecido e moldado como o vidro. Sua aplicação é a das mais variadas, desde objetos de uso prático diário como pratos, talheres, até placas para armaduras ou armas.

Os materiais são então produzidos com diferentes porções de Jade e Areia do deserto, para se conseguir a dureza necessária. Quanto maior a quantidade de Jade, mais duro se torna o objeto, contudo um objeto feito somente de Jade se torna quebradiço, o que torna uma arte a confecção de materiais com esta pedra.

A técnica usada para sua confecção é semelhante a da produção de vidro, onde o “Jade” obtido nas minas é triturado até se transformar em um pó bem fino. Ele poderá ser trabalhado lentamente pelos sopradores que os darão formas das mais diversas.

A beleza e a delicadeza de sua forma se dão pela habilidade do mestre moldador. Contudo a dureza do objeto confeccionado é obtida pela pureza do “Jade” usado. A areia do Planalto Vermelho é mistura em diferentes proporções até o máximo de 60% quando passa a ter um aspecto mais avermelhado e sua resistência é semelhante ao de vidro.

Utensílios
Os objetos feitos para uso diário são de rara beleza e delicados, típico de uma sociedade extremamente desenvolvida e tecnologicamente muito mais avançada que outras de seu tempo.

Todos os objetos são moldados pelos Mestres Sopradores que criam peças de rara beleza já vistas por outros povos. São produzidos copos, talheres e pratos não somente delicados como muitos destes pintados e feitos em baixo ou alto relevo.

Arquitetura
Sua arquitetura é única, onde grandes edificações são trabalhadas em pedra, sendo finamente esculpidas dando forma a colunas de rara beleza. Templos majestosos e amplos são erguidos, assim como amplos palácios e aquedutos que leva água para centenas de famílias e outros que são usados para a irrigação.

Pontes foram criadas para permitir passagem de caravanas pelo vale e sobre eles. Assim como esta mesma arquitetura permitiu a construção de poderosos fortes que parecem se equilibrar na beirada dos vales, protegendo as cidades logo abaixo e vigiando a chegada de possíveis invasores.

Magia
O conhecimento da magia entre a população não é difundido, mas apesar disso existem bons e experientes magos Ksarianos respeitados por seus poderes. As escolas de magias estão presentes somente em algumas cidades sendo o custo para a formação de magos, algo muito caro, se comparado com a formação de outros magos de outras raças.

A própria visão de magia dentro desta sociedade é vista com temeridade apesar de não haver qualquer perseguição aos praticantes seja pela população, seja pelos governantes das cidades.

Ao longo dos séculos os magos Ksaros desenvolveram grandes habilidades magicas tornando-os criaturas de imenso poder. A sua grande fraqueza contudo está na dependência de somente ser capaz de manifestar a energia mística através de objetos feitos a partir de jade, como amuletos que portam consigo, desde anéis, cajados, facas ou enfeites corporais.

A Morte
Para os Ksaros a morte é um evento tratado com grande seriedade e a idéia de profanação de um túmulo é considerado um ato hediondo.

Em sua cultura após a morte o corpo ainda abriga a alma e assim permanecerá até que seja chamado pelos deuses.

Durante este período de espera a alma fica enfraquecida e a mercê dos demonios do deserto que podem se alimentar deles ou então se o corpo for definitivamente destruido ter que vagar por toda a eternidade pelas areias vermelhas.

Templos e Casas de Preparação são locais sagrados e muito difundidos nas cidades. Para aqueles que possuem riquezas ou possibilidade de pagar altos valores tem a possibilidade de comprar uma tumba ou túmulo na província de Ssamiss, na cidade de Antiré ou Enebré.

Aos reis fica a cidade de Nedjeé, a cidade dos Reis, onde os mais belos mausoléus são construídos.

Nas cidades as catacumbas familiares são dispostas nos jardins dos fundos das casas, onde gerações de Ksaros "dormem" guardados por seus descendentes.

Classes sociais

As divisões sociais são dadas pela função, não pelo berço de origem.

Os Nobres
São os que compõem a privilegiada classe guerreira, apesar de dentro da classe nobre há subdivisões, uma hierarquia determinada pela posição que possui dentro do exercito e dentro da ordem religiosa. Existem também dentro desta classe os Mestres das Casas de Manufatura, que ficam encarregados das técnicas mais secretas de produção dos objetos a base de Jade.

Existem algumas famílias nobre sendo cada uma delas importante em sua região e cidade, colaborando para o controle da região e colaboração com o governo central.

Os Comerciantes Estatais e os Sandaris
Como são conhecidos os membros da classe camponesa que ascendem dentro da classe livre e comprar os títulos reais para a comercialização dos produtos criados nas Casas de Manufatura. São os únicos comerciantes permitidos dentro do reino e todo aquele pego sem o titulo é sumariamente executado em praça pública.
Os que gozam do mesmo status que os comerciantes estatais são os Sandaris (Administradores locais).

Os Livres
A grande maioria da população é composta de trabalhadores para os comerciantes estatais, camponeses dos campos de cultivo e por fim servos diversos. Todos trabalhando para o poder real, vendendo parte de seu tempo para a construção de templos, estradas e cidades, assim como para a manutenção de tudo isso.

Os Escravos
Os escravos não são comuns apesar de alguns nobres terem algumas dezenas sob seu comando. Estes são obtidos pela divida ou pelo crime contra o nobre, podendo ainda ser de outra raça caso seja obtido em guerras ou saques a cidades conquistadas.
São a mais baixa classe dentro da sociedade ksaro e muitas das vezes tem seu destino ligado tanto na vida quanto na morte com o do seu dono.

Homens e Mulheres

Tanto os machos quanto as fêmeas tem a mesma importância dentro da sociedade. Divisões naturais que ocorrem em outras sociedades, em base pela capacidade fisiológica, aqui não são usadas, já que tanto os machos quanto as fêmeas são semelhantes na força, agilidade, resistência e inteligência.
As diferenças físicas que os distinguem são as cores existentes sobre os olhos e nas costas. Os machos têm cores mais vivas, algo para atrair a atenção das fêmeas.

Miscigenação

Não existem casos comprovados de miscigenação entre um Ksaro com outras raças. Os séculos de afastamento entre grupos de imigração levaram a formação de etnias com características especificas tais como altura, cor de escamas e outras habilidades especificam da espécie como a habilidade nata de um Ksaro escalar.

Jogos & Festas

Ao contrário do que muitas raças possam ter os Ksaros não fazem a diferenciação entre festas religiosas e civis, todos os festejos apresentam fundo religioso e a presença sempre de sacerdotes para abençoar e iniciar as festas.

Festas Religiosas

As festas religiosas ocorrem no grande templo de Tiaran. O templo é um grande anfiteatro e no centro dele existe um grande altar onde os presentes a Tiaran são levados e oferecidos a deusa da criação.
No início de cada ano, jovens ksaros obtidos nas Guerras para os Deuses, o Sinnlar, e sacrificados em sua honra.
O sacrifício tem como objetivo trazer os olhares bondosos dos deuses para a cidade e assim obter uma boa colheita e prosperidade.
A cada ciclo de vinte anos os rituais de sacrifício são adicionados as virgens de cada uma das cidades. Em momentos de calamidades, como pragas ou fome, as virgens podem ser sacrificadas em dias específicos para os deuses ou um deus especifico.

Guerra para os Deuses; O Sinnlar
Na religião dos Ksaros o sangue tem um apelo muito forte, sendo ele considerado como aquele que dá a vida a terra e aos deuses.

Anualmente é feito então um confronto entre as cidades. O objetivo do confronto é não somente conseguir ksaros corajosos em combate para serem sacrificados para os deuses, mas a posse dos Olhos de Tiaran, duas imensas esferas de jade belissimamente colocadas em uma máscara de ouro.

Cada cidade deve foram uma equipe com cinquenta indivíduos que representará a cidade nos jogos nas grandes arenas. Cada uma das cidades possui sua própria arena que irá sediar o confronto.

O jogo consiste em duas equipes que se enfrentaram pela posse da escama da cidade que está sendo sediado o combate. A cidade que sedia o combate tem sua escama em jogo e cabe a sua equipe defender a posse dele.

Os cinquenta guerreiros de uma equipe não são colocados ao mesmo tempo em um confronto, mas selecionados um grupo de vinte guerreiros que irá participar do confronto.

Todos os participantes devem lutar e o confronto só acaba se:

- A equipe de outra cidade trás para o seu território a Escama da cidade desafiada;
- Todos os membros de uma equipe são vencidos;
- Um Toroc é capturado.

O confronto entre as equipes não tem como objetivo levar a morte seus oponentes. O lado vitorioso tem o direito de ter para si os guerreiros que foram vencidos no confronto.

Os guerreiros vencidos são considerados prêmios e serão sacrificados pela cidade vitoriosa na festa de sacrifício anual aos deuses.

O guerreiro vencido no confronto pode ser negociado caso a cidade vitoriosa assim o desejar, para tanto um guerreiro deve ser entregue em seu lugar ou uma quantidade de escravos oferecida em seu nome.

Quando a troca for feita por um guerreiro, o guerreiro que for entregue no lugar do derrotado deve ter lutado ao menos uma vez e a diferença entre o peso deles paga em moeda.

Quando a troca for feita por escravos, a quantidade de escravos é determinada pela cidade vencedora. Quanto mais famoso for o guerreiro derrotado, maior é o número de escravos oferecidos por ele.

O símbolo da derrota de um guerreiro é quando ele tem retirado de seu braço o medalhão que porta. Isso ocorre quando é deixado inconsciente durante o confronto que participa.

Hierarquia das Equipes dos Guerreiros


Sem nome; Oscan

Como são conhecidos os guerreiros principiantes, aqueles que entram pela primeira vez nos jogos. A eles é dada as tarefas mais básicas, de carregar armas, limpar os locais, carregar feridos e fazer a comida.

Não usam qualquer armadura e possuem como armas a funda ou a clava. Tem em seu braço esquerdo uma braçadeira com uma medalha de bronze com o símbolo de sua equipe.

Para ascender ao título de Guerreiro Sagrado ou Lasras, o participante tem que ter participado de pelo menos três lutas durante o ano e não ter sido derrotado, assim no ano seguinte acumula o título de guerreiro ou então ter capturado vinte guerreiros durante o ano.

Guerreiro Sagrado; Lasras

Para receber este título, o ksaro demonstrou habilidade e força durante os jogos defendendo sua cidade. É facilmente identificado entre os demais pela pintura corporal, sempre berrante e o uso de um escudo.

Não pode usar qualquer armadura e conquista o direito de usar o martelo de pedra

Para ascender ao próximo nível deve capturar pelo menos 10 Oscan ou 5 Lascas ou 1 Toroc durante o ano de confronto ou ter participado de 3 anos de confronto.

Guerreiro Serpente; Toroc

Como são conhecidos os grandes guerreiros que participam deste confronto entre as cidades. Um Toroc é muito forte e possui armamento e armadura muito maior que os demais participantes.

Tem o direito de usar uma armadura corporal, um escudo pequeno e tem como armas, uma lança curta e uma espada sem lâmina de sílex.

A festa de Salcanis.
A cada novo ciclo das areias os Ksaros festejam o reinicio da estação de caça. A festa de Salcanis é feita em todas as cidades e conta com a participação de dezenas de soldados que se apresentam em busca da benção dos deuses em especial do deus Ortar.

Festa fúnebre
A celebração da morte de um guerreiro é feita com grande pompa, principalmente se morreu em um combate. Para toda a população os ritos funerários são os mesmo, onde um escolhido recita a linhagem do morto e suas honras em vida, sendo o corpo enterrado com seus pertences pessoais.

No caso de nobres, alguns animais mais queridos são também enterrados e escravos se assim o testamento ordenar, caso contrário é passado para seu descendente ou para aquele a quem deve.

Jogos
Os jogos são vistos como recreação tanto para jovens como para adultos, sendo que grande parte destes é feito com armas, como uma forma de aprimorar as habilidades de seus membros.
Um dos logos mais populares é o lançamento à distância do fisco de pedra. Muito realizado nos momentos caça, onde os caçadores se fazem valer de suas habilidade de pontaria e força para atingir pequenos animais, que se encontram a longas distâncias.

Religião

Para os Ksaros a religião é extremamente importante. Os deuses conhecidos e venerados pelos humanos aparecem para eles como um aspecto diferente apesar de serem os mesmos.

Aos ksaros o mundo foi criado por Tiaran, a grande hidra. Por muitos milénios ela vagou pelo grande vazio quando então resolveu criar o universo, mas para isso teria que usar seu próprio corpo para isso.

De seu sangue foi criado o mar, dos seus ossos as montanhas, de sua carne os seres vivos e as escamas se transformaram em estrelas.
Com a destruição de seu corpo, as sete cabeças se separam e criaram os sete deuses de Tiaran. A primeira a caminhar pelo mundo foi

Aissar, criadora da terra e das rochas, mãe do deserto, provedora da existência.
O segundo deus foi Cunna, o deus da riqueza e senhor dos minerais preciosos, que trouxe a beleza das joias e a delicadeza das formas.

Siigna, a deusa da vida e das águas trouxe a vida aos rios e mares.

Eevis, deus da prosperidade criou os frutos nas árvores a povoou toda as regiões com vida, permitindo os animais se multiplicarem.

Relliar o deus da magia, trouxe o conhecimento místico para os ksaros quando estes vieram e os guiou por longos anos até que pudessem andar sozinhos.

Os irmãos gêmeos Ortar e Ruune, respectivamente o deus da Guerra e da Morte vieram por último para trazer a ordem permitindo que a vida se renovasse a cada dia.

Apesar de haver um culto especifico para cada um dos deuses em separado a ordem religiosa é baseado na unidade, o culto a Tiaran.

E para os ksaros os deuses estão sempre insatisfeitos. Para que a vida retorne a cada ciclo de vida, uma grande oferenda de sangue deve ser feita aos deuses com sacrifícios cerimoniais em seu nome.

O contato com a cultura de outras raças acabou por acrescentar na própria cultura religiosa dos Ksaros novas lendas. Uma delas é a existência de outros deuses criados dos dentes de Tiaran que vivem a morder a sua carne.

Depois que seu corpo foi destruído para dar origem ao mundo, os dentes originaram mais tarde os demais deuses existentes, entre eles os deuses Aktur e Tauran que combateram os demais deuses ksaros pelo controle do mundo.

A hierarquia dos sacerdotes de Tiaran.

A hierarquia da ordem é dividida em:

Sinaliasse Tiaran

É a posição mais alta dentro da ordem e se traduz como “a filha mais fiel de Tiaran”. A escolha da sacerdotisa que irá ocupar este cargo é feito em uma votação aberta a um dos membros do conclave Ssass.
A sinaliasse Tiaran tem como função comandar e proteger a fé em Tiaran, assim como proteger a alma do povo Ksaro.
O cargo é vitalício e não hereditário podendo ser substituída caso seja considerada pelo conclave da ordem como indigna do cargo.

Conclave Ssass
É o órgão máximo dentro da Ordem de Tiaran. Composto por 34 sacerdotisas, estas controlam os 34 sítios da crença que abrangem cidades e vilas ksaros espalhadas por todo o Vale de Cannor.
Estas sacerdotisas comandam suas localidades e os templos, assim como todo o corpo administrativo que o abrange.
Tais sacerdotisas são escolhidas dentro de seus sítios por seu tempo dentro da ordem, dedicação e ligações políticas. Não se deve esquecer que o poder que uma sacerdotisa acumula durante toda a vida pode balançar o fluxo de poder dentro de uma comunidade.

Lassariss

É o título dado aos sacerdotes que ficam subordinados a sacerdotisa Ssass.Um lassariss é o segundo em poder dentro do sítio de crença, respondendo somente a Ssass.

A ele cabe garantir a ordem e as informações para a Ssass, servindo fielmente a ordem de Tiran.

Sacerdotes

Todos aqueles iniciados nas atividades religiosas. Ocupam algumas divisões especificas da função que venham a desenvolver dentro da ordem e de sua sociedade.

As Escolas de Magia

São seis as escolas de magia existentes. A escola de Alquimia, a das Ilusões, a do Conhecimento, a dos Elementos, a Naturalista e a dos Mortos.

Cada qual tem grande poder e prestigio dentro da sociedade Ksaro.

Hierarquia dos Magos


Massar, Mestre das Magias

Somente um grande mago pode adquirir este título. Este deve tem amplo conhecimento de pelo menos 4 magias. Muitas das vezes quando um mago assume este título acaba também assumindo a direção de uma escola de magia em uma cidade.
São necessários anos de estudo e muita prática para alcançar o nível de poder e controle para ter o título. Um dos testes mais perigosos é o controle do disco de magia. O outro teste é derrotar o guardião da escola, um dos Massar que assume está função.

Bassar, Mestre da Magia

Quando um mago assume o controle completo de uma magia. Para assumir o título ele contudo deve apresentar seu controle perante uma comissão de 5 Massar em uma escola.
Muitos são os magos que chegam ao final de uma vida sendo poderosos e respeitados, mas jamais alcançando o controle completo de uma magia e se apresentando perante a comissão dos Massar.

Daasis, Caçadores de talentos

São magos que ascenderam nos testes das escolas, contudo apresentaram uma afinidade com a magia de forma descontrolada. A afinidade com a magia é muito poderosa, quase sobrenatural. Muitos vivem em um "mundo" fora dos normais, podendo ver fluxos de energia mística e sentir outros magos ou criaturas com afinidade com magia.
Estes se tornam muito poderosos, mas instáveis no uso da magia.
Sua afinidade com a magia permite rastrear outras criaturas místicas e encontrar para as escolas ksaros aptos para se tornarem magos.

Zinas, O Ilusionista

São ksaros dotados de conhecimento básico de magia e que não foram capazes de passar nos testes da escola que estudaram. Os testes feitos aos alunos é muito exigente e difícil e somente os mais capazes são aceitos para a continuação dos estudos.
Estes ksaros acabam fazendo uma difícil escolha. Ou abandonam a magia por completo, ou então passam a ganhar a vida fazendo apresentação de pequenos "truques" de magia em atividades de entretenimento para a população.

Vassis, O Aprendiz

São os jovens ksaros que apresentam alguma afinidade com a magia. Uma vez levados a escola a estes são ensinados os primeiros conhecimentos de magia. Raramente um Vassis é capaz de criar qualquer magia até o final do seu tempo de aprendizado, apesar de haver casos esporádicos de alunos soberbos que se sobressaem sobre os demais.

Os Orbes do Sol

A fonte de energia sempre foi vital para os povos, seja em que grau de desenvolvimento tecnológico estiver. A madeira, o carvão e até mesmo o óleo de animais sempre ocupou destaque no desenvolvimento da sociedade que usa e, portanto sempre existiu a busca incessante por novas fontes de energia.
A limitação geográfica do império Ksaro por muitos anos impôs uma dependência básica as fontes de energia vegetal, mas este sendo um recurso limitado ao interior do próprio vale que ocupam.
Com estudos da Academia da cidade de Ni’aré, uma nova revolução energética vem despontando no horizonte abrindo novas possibilidades de crescimento desta sociedade. Com o uso da magia para absorver e armazenar a energia proveniente da luz solar, novas aplicações está sendo criada.
Estes orbes têm sido usados para a iluminação, aquecimento e mesmo para a defesa das cidades.
Esta nova descoberta coloca a civilização ksaro a frente das demais civilizações do Planalto Vermelho e também do próprio Império.
A construção de imensos obeliscos feitos em pedra com entalhes místicos permite absorver a energia solar local. A energia absorvida é canalizada para a base e armazenada nos doze orbes que se encontram presos a sua estrutura.
O efeito direto da absorção da energia solar é a redução da temperatura local tornando a região ainda mais agradável para habitabilidade.
Os orbes passam então a armazenar está energia e funcionar como baterias para outras funcionalidades. Uma das limitações tecnológicas dos orbes é o seu uso restrito a uma funcionalidade pré-determinada.
Um orbe que é usado para gerar luz em uma determinada intensidade só pode ser usado para está finalidade. Ou seja, mesmo que se deseje aumentar a intensidade da luminosidade seria impossível.
Apesar de ser um dos grandes trunfos tecnológicos dos Ksaros, a limitação ainda é grande. O armazenamento ainda é pequeno e usado mais para as atividades básicas da comunidade. O uso militar é ineficaz já que a energia armazenada somente permite um único uso, o que ainda torna o uso de mago muito mais efetivo do que o orbe como arma.

Principais Cidades e Locais de Interesse

Terras do Norte


Terras do Sul

Personagens locais

Aqui estão listados os nomes das personalidades das províncias.
1.8.1 XXXXX Ssirass de Marnuss
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.2 Xxxxx Sacerdote de Marnuss
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.3 Xxxxx Ssirass de Asster
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.4 Xxxxx Sacerdote de Asster
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.5 XXXXX Ssirass de Massfer
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.6 Xxxxx Sacerdote de Massfer
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.7 XXXXX Ssirass de Calmumm
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.8 Xxxxx Sacerdote de Calmumm
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.9 XXXXX Ssirass de Caissfar
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.10 Xxxxx Sacerdote de Caissfar
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.11 XXXXX Ssirass de Mannia
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.12 Xxxxx Sacerdote de Mannia
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.13 XXXXX Ssirass de Allbar
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.14 Xxxxx Sacerdote de Allbar
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.15 XXXXX Ssirass de Ssamiss
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
1.8.16 Xxxxx Sacerdote de Ssamiss
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Rumores e Intrigas

Muitas são as lendas faladas dentro do Vale de Cannor. Entre as mais comuns são:

- O retorno do Messias
XXXXXXXXXXXX

- Os desaparecimentos
XXXXXXXXXXXX

- Os demônios do deserto
XXXXXXXXXXXX

Verbetes que fazem referência

Planalto Vermelho, Reptantes

Verbetes relacionados

Ksaros | Dzaren | Skorpios | Introdução | História | Geografia | Religião | Objetos Mágicos | Lendas | Mapa | Criaturas | Imagens
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