Bem-vindo Convidado Pesquisar | Atividades no Fórum | Entrar | Registrar

4 Páginas 123>»
Capítulo 03d - Em Batel'mor Opções
#1 samuel.azevedo Enviado : 19/12/16 10:57
Batel'mor, 15o dia do Mês do Talento (9o dia da viagem desde Elbrat).

Gáldor Tinúviel:
Citação:
Gáldor é acolhido na Casa Real de Batel'mor, capital Nieru. No caminho, ele observa melhor o interior da cidade paliçada. Havia um vai e vem de pessoas humanas e orcos, mas eles não se misturavam. Grupos de orcos andavam juntos e pareciam negociar com outros orcos nas barracas de comércio, como que os humanos permitissem a presença deles mas não quisessem se misturar. O elfo tenta ouvir o que as pessoas dizem, mas reconhece poucas palavras do que vinha estudando do idioma bárbaro. Entretanto, ele se detém ouvindo a conversa entre dois guardas que pareciam conversar sobre Valgule, e em determinado momento se referenciam a ele como O Sinistro.

As 4 carroças e a gaiola sobre rodas, conduzidas por 3 cavalos e 2 alces, são conduzidas para um pátio dentro da casa real. Um homem pega os animais juntos ao cavalo de Gáldor e começa a levá-los para o que parece uma estrebaria. Sentado atrás de uma mesa, um homem se levanta e tenta dizer em malês com um sotaque carregado:


- Eu sou Nisgale, escriba do rei. Por favor, vamos fazer um inventário da sua mercadoria.

Juntos, vocês organizam os equipamentos em montes espalhados no pátio. Pelo que descobriram da carta para Olho de Verme, eles já tinham adiantado boa parte da encomenda, alguns itens da lista estavam 100% prontos, outros estavam apenas em 50%. Juntando o que conseguiram do acampamento deles com o equipamento que coletaram dos batedores e do outro acampamento, você contou: 104 peles, 50 peças de couro curtido, 9 armaduras de couro e peles, 20 armaduras de couro leve, 13 armaduras de couro rígido, 20 elmos de couro e chifres, 28 arcos, 849 flechas, 45 lanças curtas, 1 lança de guarda, 20 machados, 1 machado de guerra, 5 machados crescentes, 3 punhais de aço, 1 gládio, e 58 machadinhas.

Além disso, vocês agora carregavam um suprimento de água, e comida para 2 meses, e lenha para 30 fogueiras. Nisgale pergunta:


- Não creio que os alimentos estejam no acordo. Vocês pretendem levar para sua viagem, não?

Depois ele começa a dizer os preços dos equipamentos:

- As peles e o couro vocês podem vender no mercado. Elas não fazem parte do acordo, pois Valgule anunciou que compraria as armas e armaduras... Vamos ver os itens. Couro leve a 2 mp vezes 20, dá 80 mp. Couro rígido a 8 mp vezes 13 dá 104 mp. Couros e peles a 7 mp vezes 9 dá 63 mp. Elmos, 20 vezes 2 mp dá 40 mp. 28 arcos a 1 mo cada, dá 28 mo. 849 flechas, 1 mc cada, dá 849 mc. 45 lanças leves a 8 mp dá 360 mp. 1 lança de guarda, 17 mp. 20 machados a 1 mo cada, 20 mo. 1 machado de guerra, 35 mp. 5 machados crescentes a 22 mp, 110 mp. 3 punhais a 5 mp cada, 15 mp. 1 gládio, 12 mp. 58 machadinhas a 6 mp, dá 348 mp.

Ele faz uma pausa e calcula tudo com um instrumento cheio de pedras amarradas em cordas. Então diz:

- Somando tudo até agora, temos 849 mc, 1184 mp, e 48 mo. Um verdadeiro tesouro real! Pelo visto teremos um novo imposto saindo para pagar vocês. - Ele diz, com um sorriso meio nervoso. Por fim, ele olha admirado para a gaiola com as runas arcanas, então pergunta, com voz baixa:

- Agora mantenha isto entre nós. Esta gaiola é interessante, há pessoas nesta cidade dispostas a comprá-la ou trocá-la por outro item mágico. Gostaria de fazer negócio?


Abascal e Borr:
Citação:
Craine direciona vocês e Welborn para sua casa. É uma bela casa feita de pedra próxima a casa real. Não é possível ver muito dela, pois é cercada por uma cerca-viva. Mas entrando na casa, vocês entram num cômodo único com esteiras de um lado, ervas secas e instrumentos de herbalismo de outro. Por uma janela interna é possível ver um belo jardim, e do outro lado outra construção igual. Ele diz:

- É um belo templo a Maira, que os sacerdotes anteriores ergueram. O jardim só é permitido aos sacerdotes e devotos mais fervorosos. Mas vamos a explicação para a cura. O chá da erva Vitália impede a maioria dos sintomas da doença de se manifestar, mas não evita o crescimento das presas a partir do 7o dia da manifestação do mal, nem a morte entre o 10o e o 12o dia. Existe uma planta chamada Flor-cadáver. Ela chega a atingir 3 metros de altura. É uma grande flor em forma de taça, com um espigão no centro. Ela tem as cores de carne podre, e seu espigão é vermelho e amarelo. Ela exala um odor muito forte de carne podre. Mas dentro da taça há um ácido que come a carne de animais carniceiros e insetos que se aproximam dela, e a planta tem uns cipós que usa para prender quem se aproximou a ponto de tocar o cálice. Depois de preso, o animal capturado é levado para dentro da flor e é comido. Ela come quase tudo, menos ossos e objetos de pedra ou metal.

Ele procura por um livro sobre ervas, mostra o desenho da Vitália, e o desenho da Flor-cadáver:

- A Vitália apresenta pequenas folhas pontudas verdes no centro e azuis na borda, que crescem em ramos de 5 folhas em volta de um caule principal, e quando floresce apresenta inúmeras flores brancas minúsculas e aromáticas, atingindo a altura máxima de 40 cm. Seu chá pode minimizar tremendamente os sintomas do Mal do Orco, mas pode ser usada para aliviar sintomas parecidos: febre, dores no corpo ou de cabeça, sudorese, nervosismo/agressividade, crescimento anormal de dentes unhas ou pelos.

Então, ele diz:

- Por sorte, a vitália cresce nesta floresta, há 10 horas de caminhada ao norte desta cidade. Vocês devem colher alguns maços, o suficiente para dar algumas doses de chá para quem estiver apresentando o sintoma. O chá deve ser tomado a cada 12 horas, ou os sintomas voltam a se manifestar. Se puderem, tragam uma muda com raiz para o jardim de Maira - ele entrega um vaso - A flor-cadáver fica a um dia de viagem a nordeste desta área que vocês encontrarão a vitália, mas ela fica numa região que é comum o ataque de abelhas gigantes. Então sejam cuidadosos. A cura está no espigão, antes de tentar extraí-lo, vocês devem fazer um furo na flor para que o ácido seja drenado. O espigão deve ser moído até formar uma pasta. Basta uma colher dessa pasta por dia, durante três dias, e a doença é curada de vez. Aqueles que forem curados se tornam imunes ao mal do orco.

Então ele dá um último conselho:

- Acho prudente vocês buscarem a cura para todos os que tiveram o risco de contaminação, todos podem estar incubando a doença pelo tempo de exposição. A doença se manifesta em tempos diferentes a cada pessoa, em geral até 10 dias depois da contaminação. Se alguém chegar a fase do crescimento de peles e presas, ficará parecido com um orco para sempre, mesmo que seja curado.
#2 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 19/12/16 11:26
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Mal escuto enquanto ele faz a contagem, fico encasquetado sobre Valgule, o Sinistro, penso se as lendas que falam sobre ele são verdadeiras. Chama minha atenção somente o montante de dinheiro respondo a ele: "Pra que eu iria querer uma montanha de moedas se vou para as geleiras? Por mim pode engolir tudo em seus impostos". Vou até a carroça de armas e pego um machado e mostro para ele: "Faltou dizer que isso são armas de baixa qualidade, não valem nem metade do preço de mercado..." Jogo o machado no meio das armas: "Iremos ficar com a comida e as tochas... Agora não me faça perder tempo, me leve a presença de Valgule, não negocio com servos!".
#3 samuel.azevedo Enviado : 19/12/16 16:52
Gáldor Tinúviel:
Citação:
Por um breve momento, o escriba parece frustrado e confuso com suas palavras. Então ele fica com o semblante sem expressão, e simulando um sorriso, diz:

- Desculpe, milorde. Não creio que fui informado corretamente. O rei deu a entender que vocês desejavam vender as armas e armaduras, e ele havia oferecido o preço de mercado pelos itens, independente de sua qualidade, apenas por sua origem. Ele foi muito generoso em sua oferta, se me permite dizer. Creio que vocês prestaram algum favor ao reino ao derrotar aqueles ortoor e trazer aqui seu equipamento. Mas já que não lhe agrada, irei comunicar ao Rei seu desejo por uma audiência para negociar outra forma de pagamento. Gostaria de aguardar aqui, ou nos aposentos onde ficará hospedado? Posso mandar servas lhe servirem um lanche e um banho morno enquanto aguarda.


#4 Borr Mythigar Enviado : 19/12/16 16:58
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Borr tem herbalismo (2) Tem possibilidade de ele conhecer as plantas e modo de extraí-las?
Quando ele fala em ficar com a aparência de orco não consigo deixar de comentar...

Nem quero pensar nisso... Melhor arrumar estas ervas o quanto antes.
#5 samuel.azevedo Enviado : 19/12/16 17:03
//off: Borr, Faça um teste difícil de herbalismo porque são ervas bem específicas. Se passar, você conhecia as plantas e como extraí-las. Senão, terá que ter um treinamento antes de sair.
#6 Borr Mythigar Enviado : 19/12/16 17:24
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Lançamento 1d20=12
Herbolismo (3) [1d20]
#7 samuel.azevedo Enviado : 19/12/16 17:41
Borr, Herbalismo 3, rolamento 12, laranja, médio.

O rastreador, infelizmente, não conhecia as plantas. Então o xamã volta a descrever as plantas e mostra suas ilustrações no livro. Depois mostra um pilão, indicando como deveria ser tratada a espiga da flor. Depois de uma hora o rastreador estava seguro de que poderia realizar a tarefa.
#8 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 19/12/16 17:43
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
"Agora sim, estamos falando a mesma língua... leve-me até os meus aposentos." Acompanho ele.
#9 Borr Mythigar Enviado : 19/12/16 19:50
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Bárbaro comum: É parecido com outros preparos.
Diz uma coisa. Essa planta carnívora... Qual tipo de animal ela consegue arrastar? Espero não ser preciso travar uma luta com ela hahahaha...
#10 Soturno Abascal Enviado : 20/12/16 00:51
Jogador: Térom Lanister
EF: 34
EH: 61
Karma: 27
Off: Sobrevivência é suficiente para reconhecer e extrair plantas do meio selvagem, certo?

Edit: sim!

Ouço atentamente as instruções de Craine e respeito todas as questões religiosas que envolvam os jardins.

Quando ele fala sobre as doses para todos que se exponham eu evoco CONTATOS e mentalizo CRAINE, CONFIAR



#11 samuel.azevedo Enviado : 20/12/16 13:56
Gáldor Tinúviel:
Citação:
O escriba lhe conduz pela Casa Real. O prédio é ricamente ornado considerando que está nas terras de bárbaros. Logo na entrada você chega em salão onde o piso e as paredes são de madeira de lei, forrados com tapeçarias e cortinas luxuosas. Ao lado de uma porta gigante há um local com um espelho de prata, onde os convidados podem se olhar antes de entrar. O escriba diz que ali é a ante-sala do salão onde o rei atende as audiências e faz seus banquetes. Há archotes ou castiçais de cobre em todas as paredes, afastando as chamas dos tapetes inflamáveis. Vocês chegam em uma sala de formato circular, de paredes de pedra, visivelmente uma torre. Dá para notar que a escada desce pela esquerda ou sobe pela direita, mas o homem o conduz para o andar de cima. Você passa por alguns quartos, e ele abre uma porta. Há duas criadas, uma segurando toalhas e outra com uma bandeja de frutas, as duas estão ao lado de uma banheira com água morna fumegando. Ele o cumprimenta, e avisa:

- Enviarei um servo mais tarde, para lhe informar o horário de sua audiência, milorde.
//off: role um teste de escutar.


Borr e Abascal:
Citação:
Craine responde ao rastreador:

- Sim, a planta pode arrastar um homem pesado para dentro dela. O segredo é se aproximar com cautela e separar a flor da raiz. Assim ela não conseguirá reagir. Qualquer movimento brusco perto da flor pode fazer com que ela reaja atacando com seus cipós. Além disso, é preciso ter muito estômago ou não ter nariz para conseguir se aproximar dela.

Então Welborn agradece as informações e vocês saem da cidade com seus cavalos, que precisam buscar na estrebaria da casa real. Na saída, Abascal faz uma oração, e obtém como resposta uma sensação sobrenatural de paz. Depois de algumas horas andando a cavalo, se aproximava do meio-dia quando Welborn pede para fazerem uma parada para comer.
//off: rolem 1d20


#12 Borr Mythigar Enviado : 20/12/16 16:29
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Lançamento 1d20=1
#13 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 20/12/16 19:38
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Lançamento 1d20=2
Inicialmente ignoro as mulheres e não respondo o escriba, tiro minha mochila e coloco sobre a cama, em seguida coloco o elmo e o escudo e só então começo a tirar o tronco de placas e por fim a cota de malha, fico pelado e levo comigo somente meu punhal, passo pelas criadas e pego uma fruta qualquer, tiro a casca com o punhal e dou na boca de uma das servas antes de me servir, então vou para a banheira, quando deitado digo: "Quero a couraça, o elmo e o escudo, polidos antes da audiência". Descanso ali mesmo, vez por outras mordiscando frutas e tomando um pouco de vinho, sempre fazendo alguma das mulheres experimentar antes de mim, não deixo que nenhuma delas me toque.

Escutar [1d20]
#14 Soturno Abascal Enviado : 20/12/16 19:52
Jogador: Térom Lanister
EF: 34
EH: 61
Karma: 27
Lançamento 1d20=5
[1d20]

Ainda com Craine, quando vejo suas lições, eu tento calcular a dose destes remédios para sete pessoas, pois temos mais 3 amigos se aventurando nas Terras Selvagens.
#15 samuel.azevedo Enviado : 21/12/16 11:31
Abascal e Borr:
Citação:
Abascal, lá atrás você não consegue calcular direito as doses e pede ajuda a Craine, que lhe explica como seria a dose para seis pessoas. Mas ele fica curioso: "onde estão os outros?"

Ninguém nota nada no acampamento, e vocês continuam viajando. Depois de pouco mais de duas horas Welborn para:

- O xamã disse que era 10 horas de caminhada, mas estamos andando a cavalo há pelo menos seis horas. Será que já chegamos? Procurem pelas plantas.


Gáldor:
Citação:
A comida não estava envenenada, e as servas, a princípio ficaram surpresas com você as servindo mas logo pareceram entender do que se tratava. Quando você aponta para os objetos e fala em seu idioma, elas não entendem e dizem algo na língua bárbara. Então você lembra da palavra para limpar e aponta para os itens. Elas abaixam a cabeça e uma delas se retira levando o equipamento. Uma hora depois, o escriba volta e informa que o Rei o atenderá no fim da tarde. Você aproveita para descansar na cama macia, o lugar parecia muito silencioso e solene e você não escutara nenhum barulho, nem mesmo quando subira as escadas. No meio da tarde, seu equipamento volta polido, trazido por um servo.

#16 Soturno Abascal Enviado : 21/12/16 17:25
Jogador: Térom Lanister
EF: 34
EH: 61
Karma: 27
Lançamento 2d20=18,18
Comento com Welborn e Borr:

- Disseram que era território de abelhas gigantes. Fiquemos alertas e vamos evitar nos separarmos. O zumbido delas deve ser bem alto.

Passarei a cavalgar atento a ruídos e às características da vitália, passadas por Craine.

ESCUTAR e SOBREVIVÊNCIA
#17 Borr Mythigar Enviado : 21/12/16 18:54
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Zumi: Abelhas são oque? Carnívoro, herbívoro ou onívoro?
Então com esta informação eu faço a magia rastrear animais com as palavras chave (um das três de acordo com o Welborn disser), voador e inseto

Rastrear animais 3

Após a evocação, o místico saberá a localização dos animais com as características escolhidas nos efeitos dentro do alcance do feitiço (caso não haja animal com as características escolhidas, o evocador tomará conhecimento). O místico é o ponto central da área de atuação do feitiço e as intuições dadas pela natureza são contínuas. Os níveis deste encanto são cumulativos.
1)seguintes características: carnívoro, herbívoro ou onívoro. E uma das seguintes: voadores, aquáticos, terrestres /3) a classe do animal, exemplo: anfíbio, ave, mamífero, réptil, inseto, etc. A área é de 1km de raio.
#18 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 21/12/16 18:55
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Fico deitado pensando sobre o silêncio do lugar, busco descansar o máximo possível. Ao receber a mensagem do escriba espero que ele saia e fecho a porta atrás dele, então chamo por ele em voz alta: "Nisgale!!!".
#19 samuel.azevedo Enviado : 22/12/16 10:13
Abascal e Borr:
Citação:
Soturno, escutar 4, rolamento 18, azul, muito difícil.
Soturno, sobrevivência 4, rolamento 18, azul, muito difícil.

Abascal se concentra em seus sentidos e ouve os sons da floresta densa. Barulhos de cigarras, pássaros, guinchos de animais são ouvidos de todos os lados. De repente, ele olha para uma plantinha azulada que crescia perto das árvores; ele já tinha visto esta planta antes, lá no acampamento. Aí ele se lembra que a vitália tem bordas azuis, desce do cavalo e olha de perto. A plantinha azulada tem o miolo das folhas verde, e só de perto dá para reconhecer que é exatamente igual a ilustração da vitália que Craine mostrou.

Welborn responde a Borr:

- Em geral, abelhas são herbívoras, e só se alimentam do que produzem a partir do pólen, exceto raras espécies que são necrófagas. Elas também tem veneno em seu ferrão. Me pergunto o quão poderoso seria o veneno de uma abelha gigante... Uma vez ouvi de um herbalista que a cera, o mel e a geléia real das abelhas gigantes tem propriedades medicinais diferentes.

Então, Borr evoca a magia com as palavras herbívoro, voador e inseto. E logo começa a sentir fracas presenças de animais com estas características por toda a volta. A mais perto passava a esquerda, ele olha, procurando, e vê uma pequena borboleta. Ele sente um pouco adiante outras presenças fracas e vê pequenas abelhas pousando nas flores da planta que Abacal estava mexendo.



Gáldor:
Citação:
Ao gritar o nome do escriba, você logo ouve leves batidas na porta e ele a abre, perguntando:

- Pois não, milorde?

#20 Soturno Abascal Enviado : 22/12/16 10:56
Jogador: Térom Lanister
EF: 34
EH: 61
Karma: 27
Off: Esqueci d'oh! Quando Craine pergunta dos demais, lá na cidade, eu respondo que nos desencontramos de três amigos em nossa jornada.

Falo para os demais:

- Encontrei a Vitália.

Então eu saco meu punhal de prata extraio a quantidade de folhas que Craine me orientou. Entrego elas para Welborn.
#21 Borr Mythigar Enviado : 22/12/16 10:56
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Mais movido por curiosidade, tento novamente, uso o efeito 1 dessa vez, mas mudo de herbívoro para necrófago e assim que tiver a resposta repasso a todos.
#22 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 22/12/16 12:30
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Pergunto surpreso: "E este silêncio todo? O que acontece com os servos, porque eles não fazem barulho... Esqueça só estou cansado! Aguardarei que seu mestre me receba... Pode fechar a porta!".
#23 samuel.azevedo Enviado : 22/12/16 15:33
Abascal e Borr:
Citação:
Soturno entrega as folhas para Welborn, que pergunta:

- E a muda que Craine pediu? Quem está com o vaso?

Borr realiza o ritual, buscando por necrófago voador. Ele sente algumas presenças nas copas de árvores, um pouco menos fracas que as dos insetos, e uma presença enorme voando no céu. As presenças menores mais próximas estavam em uma copa de árvore, e ele descobriu que eram uma espécie de corvo.


Gáldor:
Citação:
Ele lhe responde:

- Não queremos incomodar o rei, meu senhor. Ele não gosta de barulho.

Então ele se retira, e você fica descansando até que chega a hora da audiência e você é conduzido pelo escriba até o salão principal. No caminho, ele pergunta como você gostaria de ser apresentado. Então, antes de você entrar, ele abre a porta e o anuncia com as suas palavras. O rei Valgule aguardava sentado sobre um trono, ele usava vestes negras com bordados que da sua distância não dava para ver do que se tratavam, e estava ladeado por guerreiros vestindo couraças metálicas. Ele o examina de cima a baixo, e diz:

- Aproxime-se. Soube que você não gostou do que foi oferecido generosamente como pagamento. Me explique porque não devo tomar isso como uma ofensa, e qual a sua proposta.
#24 Borr Mythigar Enviado : 22/12/16 16:15
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Bárbaro comum: Está comigo. mostro o vaso e levo para ele, então comento com Welborn
Bárbaro comum: Senti a presença de uma criatura forte voadora e necrófaga voando a distância. Pode ser a tal abelha.
#25 samuel.azevedo Enviado : 22/12/16 16:22
- Suba na árvore e confirme visualmente o que sente.
#26 Soturno Abascal Enviado : 22/12/16 16:24
Jogador: Térom Lanister
EF: 34
EH: 61
Karma: 27
Respondo à Welborn:

- Não entendo de Herbalismo para fazer uma muda de uma planta, mas vejo sempre comerciantes transportando mudas com as raízes envoltas em sacos de panos cheiros de terra. Podemos fazer isso.

- Vou arrumar uma terra boa.

Então eu pego minha pá e começo a cavar, até achar uma terra mais preta e úmida. Afinal, de terra o coveiro aqui entende.
#27 Borr Mythigar Enviado : 22/12/16 16:45
Jogador: Carlos Azevedo
EF: 33
EH: 64
Karma: 22
Lançamento 2d20=17,3
Bárbaro comum: Pode ajuda-lo com a muda enquanto subo na árvore? apesar de que eu acho que está bem mais alto.

Procuro uma árvore alta ali perto e subo. Vou prestando atenção para não acabar sendo picado por uma cobra, aranha, esbarrar numa colmeia ou sei lá o que mais.

Escalar superfícies (6)
Observar (7)
#28 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 22/12/16 18:22
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Me apresento: "Sou Galdor Tinúviel, Antanri formado na Academia Militar da cidade de Artar, juramentado da Regente de Citira Merenvem Tinúviel. Comandante do Corpo de Guardas da Fortaleza de Artar ao Sul do Reino de Lar. E décimo terceiro na linha de sucessão ao trono de Citira". Antes de ir ter o encontro com o rei, visto minha couraça, deixo o punhal no cinto, carrego o elmo na cabeça e o escudo preso ao braço, levo a cota de malha elfíca enrolada no braço. Quando chegar em sua presença retiro o elmo e faço uma breve reverência: "A conta é simples, se você quer os Ortoor Maequir mortos, nos deixar vivos é uma ótima opção. Pelo levantamento de seu escriba já cruzamos com algumas dezenas deles e agora estão mortos! Mas não considere que desprezo o valor que tem dado aos espólios de guerra, entretanto eu penso que possamos usar como moeda de troca alguns favores". Faço uma breve pausa antes de continuar: "Estamos caçando um feiticeiro chamado Tersep! Ele roubou tomos de magia negra da Abadia de Citira e suponhamos que este se aliou aos Ortoor Maequir ou pior aos sombrios de Caridrândia. Então dificilmente nas tribos das geleiras vão querer algum valor monetário em troca de serviços e ouvi boatos que você é um feiticeiro. Minha proposta é simples, precisamos de ajuda para achar Tersep, precisamos da cura do mal do orco, se possível poções de cura e por fim um favor pessoal". Desenrolo a cota de malha elfíca (anilion): "Preciso recuperar essa armadura, ouvi sobre sacerdotes que podem abençoar ou mesmo alguns magos poderosos poderiam enfeitiçar armaduras e elas se recuperariam sozinho".

#29 samuel.azevedo Enviado : 23/12/16 19:23
Abascal e Borr:
Citação:
Borr sobe no tronco até que consegue ver sobre as copas das árvores e procura no céu pela criatura que ele pressentiu com seus poderes. Depois de passar um tempo observando, ele nota uma ave gigante. Provavelmente abelhas gigantes não estão no alcance do encanto.
Ao descer da árvore, ele bê Soturno e Welborn guardando no alforge uma muda e um saco com um pouco de terra do local onde a planta crescia, que segundo o rastreador era a melhor terra para ajudar a muda a se estabilizar. Então o pupilo descreve a ave que viu, e o mestre rastreador explica:

- Provavelmente era alguma espécie de condor, é uma ave que bate com a procura por um ser voador e necrófago. São como abutres ou corvos, só que gigantes.

Urso Branco repassa as informações sobre a posição da flor-cadáver em relação a posição da vitália, e junto com Borr calculam a direção que devem seguir. Eles passam o resto da tarde cavalgando e precisam acampar a noite sem encontrar a planta. O rastreador diz:

- Irei tratar dos animais e levantar o acampamento. Devemos estar perto da área da planta. Porque vocês não procuram?

Enquanto ele diz isso, Soturno começa a se sentir levemente febril, aparentemente o efeito do chá está passando...


Gáldor:
Citação:
O rei e você conversam em élfico e ele permanecia com o semblante sério até que você menciona que com vocês livres os inimigos dele continuarão morrendo. Então ele esboça um sorriso e ouve sua proposta. Mas quando você menciona os boatos sobre ele ser um feiticeiro, o rosto dele se desfigura. Mas você nota que do outro lado do salão o escriba cochichava para uma mulher com trajes de criada, logo a mulher começa a se mover e enquanto servia os conselheiros do rei em uma mesa cochichava algo enquanto você termina de ditar sua contra-oferta. Quando você termina de falar, um burburinho já tomava conta do lugar. Uma das pessoas se levanta, diz alguma coisa e corre em direção ao rei, falando em seu ouvido. O rei se ergue, lançando um olhar colérico para todos, especialmente para o escriba e a mulher, e com o semblante muito irritado diz, primeiro em élfico:

- Nisgale! Como ousa traduzir a indiscrição do estrangeiro para sua amante fofoqueira? Traga a copeira aqui.

Diante de todos, o escriba traz a mulher até diante do rei, que pega uma faca, faz um corte em sua própria mão, a entrega Nisgale, e diz, nos dois idiomas:

- Que sirva de lição, aqueles que fofocam em minha corte terão suas línguas cortadas. Se esta conversa sair daqui, todos vocês serão mortos e suas posses confiscadas. Agora, corte a língua dela! - diz, mostrando a própria mão ensanguentada.

O escriba começa a se tremer, e parecia relutar em erguer suas mãos para segurar a amante, que agora chorava e se urinara. Lentamente, ele aproxima sua mão, com olhar de desespero, e finalmente corta a língua da mulher. Os dois gritam na mesma hora e ela desmaia. Valgule pergunta:

- Aprendeu a lição? Agora suma daqui antes que eu escolha uma sentença maior! E se alguém perguntar sobre a copeira, digam que ela perdeu a língua por falar alto em minha corte.

Ele fala alguma coisa no dialeto nieru e quase todos se retiram, restando apenas Gáldor, o rei e dois guardas na sala:

- Você estava falando tão bem... Mas foi muito indiscreto contando boatos aqui em minha corte. Como uma ofensa assim é tratada em sua terra?
//off, role um teste de misticismo.
#30 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 23/12/16 20:49
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Lançamento 1d20=1
Fico atento a toda a movimentação, depois de tudo quando sou questionado respondo:"Considerando a gravidade do boato, aquele que trouxe a tona é levado a um magistrado, normalmente um clérigo de Crizagom. Ele tem que provar o que disse, se falso o magistrado poderá dar uma pena justa de acordo com o quão prejudicial foi. Mas suponho que aqui não é Lar e as coisas se resolvam de forma diferente! Já ouvi sobre julgamentos por combate..." Ponho meu elmo.

[1d20] Misticismo.
Usuários visualizando este tópico
Guest (2)
4 Páginas 123>»
Ir para o Fórum  
Você não pode adicionar novos tópicos neste fórum.
Você não pode responder a tópicos deste fórum.
Você não pode excluir suas participações deste fórum.
Você não pode editar suas participações neste fórum.
Você não pode criar enquetes neste fórum.
Você não pode votar em enquetes neste fórum.

YAFPro Theme Created by Jaben Cargman (Tiny Gecko)
Powered by YAF | YAF © 2003-2009, Yet Another Forum.NET