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Cavernas na Gruta  

O altar de Parom


Após passarem pela parede que se fechava, o grupo chegou a um grande salão adornado com estátuas de anões. Uma dessas estátuas era maior do que as outras e tinha, a sua frente, uma bigorna com uma criança sobre ela. Servill conseguia deduzir, mais ou menos, que era uma referência à criação dos anões.

Analisando com mais afinco o martelo do anão da estátua maior, Servill e Zac constataram o símbolo de Mocna desgastado na cabeça do martelo. Contudo, o grupo não permaneceu por muito tempo nesta sala. Após observarem que era um local bem úmido e com o redemoinho no lago do centro, eles resolveram não mexer em nada para não despertar criaturas perigosas e seguiram pela saída na extremidade da trilha.

Os corredores da caverna


A caverna era uma estrutura com algo em torno de 2,5 metros de altura e 2 metros de largura. Não era um ambiente totalmente natural devido as curvas e à pavimentação, mas também estava longe de ser um trabalho artístico de exuberância.

O grupo seguiu cautelosamente por corredores longos parcamente iluminados com tochas. Os corredores desciam com uma inclinação próxima dos 20º e faziam uma acentuada curva para a esquerda.

Eles andaram algumas centenas de metros nesse ritmo até que encontraram o corredor desmoronado. Havia uma continuidade do outro lado, mas não havia espaço para que eles passassem da forma como estava. Zac cogitou a possibilidade de remover magicamente as pedras da base, mas todos chegaram a conclusão de que seria grande a possibilidade dele provocar outro deslizamento que pudesse soterrar a todos. Assim, o grupo formou uma fila tendo Krom a frente, e eles removeram pedra por pedra até que houvesse espaço suficiente para que, apertados, eles pudessem passar.

Do outro lado o corredor seguia com o formato muito parecido de anteriormente. Porém, logo o grupo chegou em uma divisão e, para ajudar na decisão de qual caminho seguir, Azurius conseguiu detectar pegadas que se deslocavam no sentido oposto de onde vinham e também outras pegadas, não tão firmes, no sentido em que estavam indo, mas sempre encostadas no canto da parede. Para garantir a segurança, o grupo resolveu seguir as pegadas no canto da parede, com Ark sempre verificando se haviam armadilhas antes de cada passo. Assim o grupo optou pela primeira divisória.

O grupo caminhou lentamente nos minutos seguintes. Cada passo de Ark era minuciosamente dado, e em vários momentos ele parou o grupo inteiro acreditando que havia encontrado uma armadilha. Ele esteve enganado em todas as paradas, e o grupo chegou até uma grande porta de pedra sem nenhuma armadilha real encontrada. Esta porta possuía runas em voz da pedra que Finwe conseguiu decifrar como "sejam abençoados ao deixarem o santuário de Parom".

A porta de pedra era grande e tinha um buraco em cima. Ark escalou a porta alta e viu que do lado de fora havia uma floresta. Ele avisou o grupo e Krom, com força bruta, puxou uma das folhas da porta de pedra e eles abriram-na o suficiente para que pudessem passar. Do lado de fora o grupo repensou a situação e decidiu voltar para o interior da caverna, pois eles tinham entrado, saído e não tinham descoberto nada que pudesse lhes ajudar.

Assim, Eles retornaram e perseguiram o caminho que haviam desviado. Aquele corredor levava a outra bifurcação, onde eles escolheram o caminho reto, que subia um pouco. Eles foram levados até uma curva um pouco iluminada. Olhando discretamente, eles perceberam que o corredor terminaria em um acampamento de ogros, com pelo menos dois deles, mas com apenas um tendo sido visto sentado à frente de uma fogueira.

O grupo começou então a discutir em voz baixa o que fariam, mas eles se empolgaram até que Krom, ao receber uma ordem que não gostou, soltou a voz em volume mais alto do que deveria, atraindo os monstros. O grupo correu de novo até a porta de entrada da caverna, usando uma das tochas como forma de distração das criaturas. Porém, Ark e Zac permaneceram pelos corredores para detectar exatamente quantas criaturas os perseguiam. Eles conseguiram cumprir esse objetivo e viram que tratava-se de um casal de ogros, mas não foram bem sucedidos em permanecer anônimos.

A batalha contra os ogros


Ark correu quando percebeu que os ogros o tinham visto. Zac não era tão rápido, e foi alvo da primeira investida da ogra. O mago conseguiu evitar os golpes mais no susto do que na habilidade de combate, e quando viu que seu fim estava próximo ele teve a sorte de ver o reforço chegar. Krom colocou-se ele entre e o inimigo, recebendo os ataques e resistindo a eles. Servill veio logo atrás e, em pouco tempo, até Finwe estava no combate.



Os dois ogros eram fortes, mas não muito habilidosos. Embora atacassem com fúria, seus golpes eram mal dados e previsíveis. Além disso, eles não pareciam muito confortáveis lutando em um local tão apertado para eles. Finwe, que meteu-se atrás do ogro macho, acabou forçando o monstro a quebrar a própria arma ao tentar atacá-lo e golpear a parede. Ark aproveitou-se da situação para cortar o monstro pelas costas. A ogra, quando viu que o companheiro estava morrendo, gritou e babou enquanto encarava Finwe. Como sua voz era ameaçadora, mas não feria ninguém, o grupo aproveitou-se da situação para cercá-la e derrubá-la.

Uma vez derrotadas as criaturas, o grupo foi até o acampamento onde os havia visto pela primeira vez. Lá eles encontraram algumas moedas e dois corpos, de um anão e de uma anã. Finwe percebeu que o anão havia sido morto por um golpe de clava no rosto. Ele percebeu que havia sinais de uma marca na face semi destruída, mas não viu uma igual no corpo da anã.

O grupo ainda estava decidindo o que fazer. Eles não tinham encontrado algum material com real valor para levar de volta ao duque, mas, por outro lado, sabiam que deveriam voltar à Principado Antigo até cedo da manhã do dia seguinte - pouco mais de 10 horas do momento em que estavam - para tentar evitar a condenação de Grust.

Principado Antigo e Gruta da Gota, 3º dia, Sagaeti do mês do Ouro do ano de 1500

Verbetes que fazem referência

Campanha Instintos Latentes

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