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Capítulo 05e - O Reino Corrompido Opções
#1 samuel.azevedo Enviado : 16/02/17 00:11
Gáldor Tinúviel acorda no chão frio de uma rua. As casas decadentes estavam fechadas, ele acha que teve um pesadelo sobre neve, mas não havia sinal de neve ali, pelas folhas amareladas de algumas árvores parecia ser outono. Ele sentia muita fome, e se sentia surjo por ter acordado na sarjeta. Com certeza, precisava de um banho, uma boa refeição e uma cama apropriada. A penumbra começava a dar lugar para a luz do dia, e vez ou outra alguém fazia menção de abrir a porta, mas quando o via trancava novamente a casa.

#2 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 16/02/17 08:17
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Me levanto enquanto comento comigo mesmo: "Pra onde diabos aqueles bruxos infernais me mandaram?" Confiro meus itens e equipamentos, procuro o centro da cidade e verifico alguma bandeira que indique onde estou, se achar alguma taverna ou similar entro.
#3 samuel.azevedo Enviado : 16/02/17 11:12
Gáldor não notou falta de nenhum de seus pertences, e então olhou em volta procurando por uma bandeira que identificasse o lugar. Entretanto, as casas em aparente ruína eram altas, de mais de um pavimento, a arquitetura dava sinal de que aquele pode ter sido um reino próspero num passado distante; porém as ruas eram como um labirinto. Vez por outra, o elfo vê vultos se movendo fortuitamente entre as casas e vielas, ou até mesmo nos telhados.

Até que uma mão toca em seu ombro, e uma voz estridente diz:

- Mostre-me sua licença para andar nas ruas.

O guarda ostentava no peito um símbolo de um círculo com uma seta apontando para baixo.



//off: role misticismo para identificar a marca.
#4 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 16/02/17 11:30
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Viro para trás quando sou tocado pelo homem, então encaro o simbolo e depois olho para o ser a minha frente, pelas vestimentas dele devo presumir que estou em uma cultura diferente da conhecida nas terras selvagens ou nos reinos humanos que já visitei. Mesmo assim ele ainda fala uma língua conhecida, então eu devo estar sonhando ou tendo algum tipo de alucinação, fecho os olhos antes de respondê-lo tentando lembrar se conheço o simbolo de algum lugar.

[1d20]
#5 samuel.azevedo Enviado : 16/02/17 11:33
Gáldor lembra-se de uma manhã em que estudava a invasão da seita, no aconchego da biblioteca da abadia de Citira, ele já vira aquele símbolo em algum documento, e referia-se ao príncipe demoníaco Heldrom, que se autodenominava um deus. Mas os sábios o chamavam de O Caído, Mancha da Corrupção.
#6 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 16/02/17 11:56
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Passo um tempo em silêncio, mas na minha cabeça se forma um monólogo: "Então estou morto? Isto que Palier guarda para seus amados filhos... É isto Crizagom? Sou um corrupto... Depois de tudo. E quanto a Blator, não lhe honrei com grandes combates! Até você Crezir... Pensei que teria pelo menos tuas glórias depois de tantos combates sangrentos e furiosos... E Maira, não é a grande mãe? Uma mãe não abandona seus filhos!" Meu espírito chora com o abandono, mas Galdor é uma fortaleza por fora, em pouco tempo penso que se estou mesmo no inferno de Heldron, eu tenho que me adaptar a situação, então ele encara o soldado e diz: "Não reconhece um lorde quando vê um? Cheguei na cidade agora e não tive tempo de conseguir uma licença. Me consiga uma e em troca entrará nas minhas graças! Vê esta adaga?" Saco o punhal e mostro para o guarda do inferno: "É um poderoso item encantado e pode ser sua! Veja o que ele faz..." Transformo em uma montante.

[1d20] Persuasão ou Liderança.
#7 samuel.azevedo Enviado : 16/02/17 13:43
Persuasão 4, rolamento 13, laranja, médio. Falha.

O Tinúviel esconde seus sentimentos de abandono e procura manter as aparências argumentando com o guarda, que talvez estivesse propenso a aceitar a propina; porém, quando tenta demonstrar a arma mágica, ela não funciona. A arma permanece na forma de adaga. Ele ergue a voz e diz:


- Acha que pode me enganar? Esta faquinha não é mágica! Vou levá-lo para a prisão pelos crimes de andar nas ruas sem a licença, e humilhar um guarda do reino com uma oferta de propina ridícula! Vamos, ande!


É possível ver outras figuras trajando o mesmo equipamento que ele se aproximando nas esquinas.
#8 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 16/02/17 14:15
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Antes que os demais se aproximem, verifico o estado do meu braço ferido e digo tentando ganhar tempo: "Um momento e que tal esta armadura de ouro? É melhor pensar bem... se os outros soldados vierem não sobrará muito para você..." Mostro o tronco da couraça que trago na mochila:"Há muito mais de onde vim..." Olho ao redor, primeiro para contar o número de soldados que se aproxima. Segundo para verificar qual tipo de arma ele usa. Por ultimo para concentrar Força Interior.
#9 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 16/02/17 14:15
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[1d20] Persuasão Novamente.
#10 samuel.azevedo Enviado : 17/02/17 16:18
Persuasão 4, rolamento 16, vermelho, difícil. Sucesso.

- Agora sim, uma propina mais digna. Depressa, me entregue e o levarei até o escriba para ele lhe fazer a licença.

Quando mexia na armadura em sua bolsa, Gáldor percebe que seu braço esquerdo estava curado!
#11 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 17/02/17 16:37
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Respondo ao guarda: "Vamos ao escriba, lá eu lhe entrego a couraça, pois aqui pode parecer suspeito".
#12 samuel.azevedo Enviado : 18/02/17 10:58
O guarda pensa um pouco, então responde:

- Venha comigo.

Então a dupla segue em direção norte, ao cruzar por um grupo de outros guardas, ele se afasta um pouco e sussurra algo para eles.

//off: faça um teste de escutar.

Depois dobra numa rua a direita, a rua era um pouco mais larga que a anterior, e termina de frente a um casarão com as janelas caídas, mas havia caminhos a direita e a esquerda. O guarda aponta para a esquerda e segue mais um pouco, até que chega em uma espécie de praça, mas as árvores estavam mortas, o terreno cheio de lixo, e de frente a esta praça abandonada havia o maior casarão visto até agora. Era a construção menos deteriorada da área, ainda assim, era possível notar que a tinta envelhecida descascava das paredes. O guarda bate na porta, e um velho atende.



O corpo do velho era deformado, e ele tinha algumas partes de máquinas que de alguma forma lembravam a tecnologia Tar Omon. Membros mecânicos seguravam e escreviam em papiros enquanto ele se movia.

O guarda diz:

- Trouxe este condenado recém chegado ao reino, ele busca uma licença para andar nas ruas.

O velho examina Gáldor de cima a baixo, enquanto o guarda estende a mão esperando pelo seu pagamento.





#13 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 18/02/17 11:27
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Quero ver qual tipo de arma o guarda usa, verifico se há outras pessoas na casa então digo para o homem: "O que aceita como pagamento... Que tal um escudo grande obra prima?"

[1d20] Escutar
#14 samuel.azevedo Enviado : 18/02/17 19:20
Escutar 6, rolamento 9, amarelo, fácil.

Gáldor tenta ouvir se há mais alguém na casa, mas o barulho do aparelho ligado ao escriba o atrapalha. O guerreiro observa que o guarda já estava ficando impaciente, e estendia uma mão para receber a armadura, enquanto a outra mão segurava uma espada larga de aparência estranha e retangular.

O escriba observa a tenção, e diz, olhando do elfo para o guarda.:

- Um escudo obra prima? Só isso? Há condenados que pagam pernas para ter o direito de vagar pelas ruas. E eu bem que estou precisando de um par de pernas novas. Podem ser quaisquer pernas, não precisam ser as suas. Desde que me entregue inteiras e ainda quentes.

#15 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 20/02/17 08:21
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Pretendo ganhar tempo com minhas próximas ações, fazendo tudo muito devagar. Concentrando Força Interior, vou respondendo ao escriba: "Vou ver o que posso fazer!". Então calmamente retiro da mochila a couraça e digo ao guarda: "O pagamento pelo serviço!" Aguardo alguma reação, enquanto olho para o arremedo de criatura a minha frente concentro fúria, então arremesso a peça para o guarda segure, como é grande e pesada, espero que ele use as duas mãos para agarra-la deixando sua espada cair no chão, se assim acontecer pego a espada no chão e ataco. Caso ele deixe a armadura cair no chão e se abaixe para juntar, irei usar as garras do grifo para atacá-lo.

Força Interior, Fúria e Ataque.
#16 samuel.azevedo Enviado : 20/02/17 11:26
Força Interior 9, rolamento 14, vermelho, difícil: +3 na força.
Fúria 9, rolamento 20, cinza, absurdo: imune a medo e alguns críticos, +3 de Ataque e Dano.

Gáldor, Ataque com montante, coluna 17 (M13 - M3+1 ataque oportuno+6 bônus), rolamento 8, laranja, 50% de dano.



Gáldor enrola enquanto concentrava suas técnicas de combate mais poderosas, então joga a armadura para o guarda pegar. Ele solta a espada, e segura a armadura dourada, enquanto Gáldor apanha a espada do demônio e dá um golpe poderoso nas costas dele. O guarda demônio era forte, e aguenta o golpe. Então ele solta a armadura de ouro no chão, e diz:

- Maldito, pagará caro por isso!


Demônio guarda, EF 6, EH 56, M3.

//off: role iniciativa e descreva três rodadas, também me esclareça qual é a sua defesa e EF atuais, por favor.

#17 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 20/02/17 13:09
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Lançamento 3d20=5,15,16
Dou dois golpes na altura do braço esquerdo e depois no direito, então por ultimo arranco-lhe a cabeça.



Defesa P5, EH 99 EF 19 (+34 Cota de Malha Completa de Alinien+4 Elmo Fechado+6 Escudo/Garra) = 63 (com bônus mágico Def P6 EF +65)

Edit: Se efeito de magias, a cota de anilien é apenas mais leve que uma cota comum e oferece resistência natural a magia; a defesa fica (cota de malha completa + 24 de absorção, elmo fechado +4 de absorção, escudo pequeno/garra +6 de absorção = 34) = P0(cota)+1(escudo/garra)+3 (agi) = P4, EF = 19 + 34.

//off: se eu estiver esquecendo de algo, por favor me corrija!
#18 samuel.azevedo Enviado : 20/02/17 13:56
#19 samuel.azevedo Enviado : 20/02/17 15:39

Gáldor, Ataque com montante, coluna 16 (M13 - M3+6 bônus), rolamento 5, amarelo, 25% de dano.
Demônio Guarda, ataque com chamas infernais, coluna 7 (P11-P4), rolamento 13, laranja, 50% de dano.
Gáldor, Ataque com montante, coluna 16 (M13 - M3+6 bônus), rolamento 15, azul, 100% de dano.
Demônio Guarda, ataque de toque, coluna 5 (P9-P4), rolamento 11, laranja, 50% de dano.
Gáldor, Ataque com montante, coluna 16 (M13 - M3+6 bônus), rolamento 16, azul, 100% de dano.
Demônio Guarda, ataque de toque, coluna 5 (P9-P4), rolamento 17, vermelho, 75% de dano.

O escriba se afasta, enquanto a luta se desenrola. Gáldor tenta cortar o demônio novamente com a espada do oponente, mas ele se afasta e lança uma coluna de fogo infernal contra o elfo dourado. O elfo insiste em tentar cortar um dos braços do demônio, mas a criatura mais uma vez se esquiva e, concentrando energia infernal em sua mão, contra-ataca com um toque da energia do inferno. O elfo prepara mais um ataque contra um dos braços do demônio, e dessa vez a criatura desvia por pouco, mas a espada chega a arranhar o ombro direito da sua armadura. Irado, o demônio consegue acumular mais energia em sua mão e a solta contra o elfo, que recua para não ser queimado e grita, sua voz não é mais suave como no começo:

- Engula esta energia, seu miserável!


Demônio Guarda, EF 6, EH 0, M3.
#20 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 20/02/17 15:55
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Quando ele abre a bocarra para proferir ofensas enfio a espada de duas mãos em sua boca e digo enquanto vejo ele morrer: "Engole isto..."

[1d20]
#21 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 20/02/17 15:56
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Off: Pensei que a armadura não tinha bônus mágico, já que você havia citado na descrição dela que era mais leve e resistente que o aço.

edit: Tem razão, eu esqueci essa informação na ficha do item. A defesa base será P1, sem magia.
#22 samuel.azevedo Enviado : 21/02/17 10:18
Gáldor, Ataque com montante, coluna 16 (M13 - M3+6 bônus), rolamento 14, vermelho, 75% de dano.

O elfo dourado faz o demônio engolir a própria lâmina. O corpo inerte do demônio cai no chão. Então o velho escriba diz:

- Aquele idiota imprestável, nem sabia diferenciar um mortal vivo de um morto e condenado! Mesmo fazendo tempo que um vivo não aparece no Inferno de Heldrom, ele deveria saber diferenciar. Presumo que são estas as pernas que vai me pagar pela licença.
#23 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 21/02/17 10:32
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Tiro a espada e respondo: "Se ainda estiverem quentes, são suas... agora me dê a licença". Olho para o corpo estranhando ele ainda estar ali, já que no mundo "mortal" ele deveria desaparecer, entretanto se ele morrer no inferno para onde deveria ir? Volto a atenção para o que o escriba disse e falo comigo meso: "Então eu não morri? Aquele mago burro deve ter conjurado alguma magia na qual nem ele compreendia... e me mandou para este lugar desprezível!" Olho para o escriba e pergunto: "Suponho que não me dará respostas de graça!? Já que pediu um par de pernas por um papel..." Vou mexendo na mochila e vejo se o livro recuperado em Elbrat ainda está lá, se ainda estiver, digo: "Ajude-me a voltar para o mundo dos vivos e eu te darei um manuscrito de necromancia com feitiços perdidos!"
#24 samuel.azevedo Enviado : 21/02/17 12:16
Ele se move em direção ao corpo. Braços metálicos saem do mecanismo em que ele estava e cortam cirurgicamente as pernas do demônio. Então arrancam as pernas anteriores dele, e substituem pelas novas.

- Livro interessante. Mas meu preço para sua saída daqui é mais alto. Seu nome para a licença?

Os mecanismos presos a ele se movem freneticamente, e no final um pergaminho sai.

Citação:

Licença Especial


Gáldor Tinúviel tem a permissão de andar nas ruas da cidade de Ribalicor, e no reino de nosso senhor, o único e verdadeiro Deus, Heldrom, Herdeiro dos Titãs e de Toda a Criação.

Esta licença é pessoal e intransferível.

Autentifico e dou fé,
Gamaliel Tar Omon
Escriba Oficial de Vossa Divindade, Heldrom, o Primeiro e Único.


Então ele entrega o pergaminho a Gáldor.

//off: o nome que constará é o nome que você der.

- Posso lhe dizer onde está a saída, e o que você necessitará portar para que ela se abra. Porém, quero que você me leve junto com você, como uma tatuagem arcana em sua pele. Os mortos e condenados, como eu, atingem no máximo cargos como este de escriba caso se mostrem dignos deste reino. Estas pernas vão me dar algum poder, e poderei passar por demônio se quiser. Mas já estou aqui há muitos séculos e quero voltar ao mundo dos vivos. Mas os espíritos dos mortais só podem sair daqui dentro de um corpo vivo como o seu. Do outro lado, prometo que o deixarei são e salvo, e a minha marca se apagará quando eu o deixar. Aceita minha aliança?
#25 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 21/02/17 13:52
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Fico curioso ao ver o escriba trabalhando, então recebo a licença e digo: "Certo, talvez eu queira ficar aqui por algum tempo antes de voltar! Diga-me, não precisa de algum guarda para protegê-lo ou alguém para fazer algum tipo de missão?"
#26 samuel.azevedo Enviado : 21/02/17 14:05
Quando ouve que o elfo deseja ficar um tempo no reino de Heldrom, o escriba fica com o semblante decepcionado, então diz:

- Entenda que é preciso uma licença para muita coisa neste reino. Se quer trabalhar, comprar, vender, morar, deve conseguir uma licença para isso. Você também precisa de documentos comprovando suas posses, ou elas podem ser confiscadas. E cada licença tem um custo. Se deseja um destes tipos de licença, posso lhe dar uma missão especial. Aguarde, vou procurar nos documentos o que pode encaixar no seu perfil. Por hora, livre-se do resto do guarda. Lhe farei uma licença para trabalhar ou para portar o que carrega em troca disso. Mas deve fazê-lo sem que outros guardas o vejam carregando o corpo, ou você estará encrencado. Há um rio onde o esgoto passa levando o lixo e detritos das casas descendo a ladeira, depois de três ruas naquela direção. Você deve estar estranhando que demônios desaparecem quando são derrotados no plano mortal. Isso acontece porque eles não morrem no seu plano, mas se forem destruídos aqui, o que sobrou ou acumulou de seu poder retorna aos poucos para o príncipe infernal que os criou. Porém é um processo lento de decomposição. Agora vá. Retorne quando terminar este pequeno serviço de "limpeza".

Ele apanha suas pernas antigas e entra no casarão, fechando a porta.
#27 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 21/02/17 14:42
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Logo que ele dá as costas ergo a espada e preparo um golpe letal, então ataco ele de surpresa com a espada de duas mãos.

[1d20]
#28 samuel.azevedo Enviado : 22/02/17 09:20
Gáldor, ataque com montante, coluna 10 (m13-m3), rolamento 13, vermelho, 75% de dano.

O elfo aproveita o momento em que o escriba apanhava as próprias pernas e dava as costas para entrar, para então atacá-lo pelas costas. Quando ele ergue a espada com as duas mãos, três olhos olham de volta para ele atrás da cabeça do velho decrépito. Habilmente, o velho esquiva do golpe com suas pernas novas e as pequenas pernas metálicas que moviam o mecanismo junto dele. Ele diz, em tom de deboche:

- Hahahah. Meu caro, já existo há alguns séculos para cair nessas traições ingênuas, e aquelas pernas e os olhos não são as únicas adições que fiz em meu corpo desde que cheguei a este reino.

Então ele desaparece, sem dar chances de um novo ataque. Instantaneamente a porta e as janelas da casa são lacradas, e ouve-se alguns gritos e um som de alarme:

- Guardas!

- Ele matou um guarda!

- Ele está segurando uma arma sem licença!


Barulhos de passos pesados em trote se aproximam.
#29 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 22/02/17 10:56
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Se não tem saída procuro me esconder em algum lugar e então aguardo enquanto concentro minha Fúria, (acredito que força interior ainda está ativa, se não também ativo a técnica), planejo aparecer dando um golpe letal e dependendo da quantidade de inimigos dar um golpe giratório.

Fúria e Ações Furtivas.

#30 samuel.azevedo Enviado : 24/02/17 01:26
Fúria 9, rolamento 15, vermelho, difícil: imune a medo e alguns críticos, +3 de ataque e de dano.
Ações Furtivas 7, rolamento 15, vermelho, difícil.

Gáldor encontra um beco ao lado da casa e se esconde lá enquanto 8 guardas se aproximam e começam a examinar o corpo.



//off: acho que a força interior acabou com o fim do combate anterior, e só pode ser usada novamente depois de uma hora.
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