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Especialização Marinheiro Opções
#1 saulocr Enviado : 14/04/15 14:24
Esta discussão foi criada para discutir o seguinte verbete da TagmarPedia:

Especialização Marinheiro

Acessem o verbete pelo link acima. Critiquem, dêem sugestões.

OBS: Façam apenas sugestões e críticas que conduzam a uma melhoria do texto.
#2 ernani Enviado : 14/04/15 16:52
É uma profissão, então?

Acho que tem que dar uma balanceada nas vantagens nas habilidades, tem 3 por ser marinheiro + 2-3 pela "subespecialização"? É muita habilidade de graça.

O lance da Mira seria interessante se fosse relativo a balistas ou catapultas do navio. Nem todo marinheiro usava arco, até porque não é tão útil no mar.

Mas é uma boa idéia, faz contraponto com os Piratas.
#3 saulocr Enviado : 14/04/15 17:51
É uma eapecializaçao de guerreiro. Como arqueiro, infantaria, etc. Sobre a mira, se ela for somente para arcos faz sentido o que você propôs. Caso contrário não.

Em relação as habilidades tentei fazer um misto entre piratas e infantaria/arquearia. Mais pode sim ser revisto.
#4 Metaldog564 Enviado : 14/04/15 17:58
poxa, se tu tivesse postado isso antes, eu tinha feito Mardek um marinheiro, kkkkk
mas a ideia é muito boa, deixa o guerreiro bem dinâmico, só deve ser um pouco complicado fazer a transição de um guerreiro normal para o marinheiro no nível 5, ou não
#5 saulocr Enviado : 14/04/15 18:31
Pensei nessa especialização agora a tarde então resolvi postar. Sobre a dificuldade em fazer a transição comparo com a cavalaria, desde cedo o cara ja começa com algumas habilidades/tecnicas/ armas, voltadas a cavalaria, o mesmo vale para a marinha.
#6 Fábio_CM Enviado : 14/04/15 21:15
Achei a ideia interessante. A implementação que eu ainda acho que está meio capenga.

Penso eu que:

1. Se é uma especialização de guerreiro, as habilidades devem ser esquecidas: nada de especialização em natação, escalar superfície ou acrobacia (afinal é verdade que muitos marinheiros não sabiam nadar).

2. Como uma nova especialização, acho que deveriam ser criadas algumas novas técnicas de combate que deem uma cara a profissão. Não tenho nada criativo em mente, na verdade, mas talvez alguma coisa focada em arremesso de armas como lanças ou um ataque aéreo - alguma coisa como saltar sobre um alvo com uma arma (penso de novo em uma lança, mas uma espada também seria interessante). Algum golpe especial que desequilibre a vítima, porque penso neles como mestres do combate em terrenos estreitos ou complicados (Nesse caso, continuariam se oponto aos piratas, que são os mestres em permanecerem equilibrados :P). Por aí.
#7 saulocr Enviado : 15/04/15 10:19
1. Sobre as habilidades especializadas, não pensei em manter um padrão do guerreiro, coloquei mais para ficar parecido com um pirata. Agora que você falou acho que as especializações de habilidades são as vantagens dos ladrões em geral.

2. Quanto as novas técnicas para marinheiro poderiam ser algumas adaptadas da Esgrima, no caso o marinheiro seria um tipico espadachim. Acredito que as técnicas Aparar e Ambidestria, caem bem para um marinheiro talvez, até com uma especialização na técnica aparar, com ela em um custo menor. Outra possibilidade seria uma técnica no estilo "Estocada", que dava mais dano, quando usar uma uma arma de mão para perfurar. Outra seria "Finta", algo que aumentasse a coluna de ataque. Outra fica a critério, desequilibrar e contra-ataque, mas ambas são de gladiadores.
#8 Fábio_CM Enviado : 15/04/15 12:51
saulocr escreveu:
não pensei em manter um padrão do guerreiro, coloquei mais para ficar parecido com um pirata.

Eu não acho que seja necessário criar uma profissão que seja "quase outra". Nesse caso, uma leve adaptada ao próprio pirata feito por mestre e jogador já bastariam.

Penso que se for para criar um marinheiro (ou qualquer outra profissão/especialização), ele tem que ser único e com um campo de atuação claro.
#9 saulocr Enviado : 15/04/15 12:57
Sim. Pra mim fica melhor como especialização.
#10 Marcelo_Rodrigues Enviado : 15/04/15 18:06
Particularmente eu gostei da especialização Feliz

Mas é importante manter o equilíbrio com as demais academias, evitando as tecnicas de combate que já são exclusivas das outras. Deve-se também criar tecnicas exclusivas desta academia.

Só acho não precisa ser um oficial. As armadas tinha exatamente exércitos marítimos com soldados treinados para atuar em navios. Hoje conhecemos eles como Fuzileiros Navais (Marinres, em ingles).

Só é importante deixar claro existe os "Marinheiros comuns" que são uma profissão não jogadora. Marinheiros comuns tem poucas habilidades de combate.
#11 ernani Enviado : 15/04/15 21:08
saulocr escreveu:
2. Quanto as novas técnicas para marinheiro poderiam ser algumas adaptadas da Esgrima, no caso o marinheiro seria um tipico espadachim. Acredito que as técnicas Aparar e Ambidestria, caem bem para um marinheiro talvez, até com uma especialização na técnica aparar, com ela em um custo menor. Outra possibilidade seria uma técnica no estilo "Estocada", que dava mais dano, quando usar uma uma arma de mão para perfurar. Outra seria "Finta", algo que aumentasse a coluna de ataque. Outra fica a critério, desequilibrar e contra-ataque, mas ambas são de gladiadores.



Essas habilidades de Estocada e Finta eu estava pensando pra especialização de Duelista/Esgrimista.
#12 leonardoraele Enviado : 16/04/15 21:48
Acho desnecessário porque já existe a especialização dos Piratas para isso. A final, a diferença de um para outro é apenas interpretativa; em termos de regra, a especialização dos Piratas representa bem as habilidades de um marinheiro. Basta você colocar as características de um ladino pirata na ficha e dizer que seu personagem é um marinheiro, ele não precisa ser um criminoso só por causa de sua profissão e especialização.

Por sinal, é a mesma questão dos tão discutidos bárbaros, na minha opinião: basta criar um guerreiro gladiador e dizer que ele é um bárbaro e você tem um bárbaro. Não precisa criar uma regra profissão completamente nova que será igual a uma que já existe mas com nome diferente.

Além do mais, Marinheiros são uma profissão comum e não um arquétipo de aventureiro, como as profissões devem ser. Qualquer personagem pode ser um marinheiro, pirata, assassino, arqueiro ou cavaleiro independente da profissão que esteja registrado na ficha. Um Mago, por exemplo, pode ser contratado como assassino de aluguel; não é necessário que ele seja um ladino especializado. As profissões existem no manual de regras como arquétipos do estilo de vida e combate que o aventureiro leva; a profissão real dele é interpretativa.

Um excelente exemplo disto é a especialização dos Cavaleiros, que na verdade não é nem uma ocupação e sim um título nobre. Mas nada impede personagens de outras classes a ganharem o título nobre de Cavaleiro e nem por isso ganhariam as técnicas de um. Assim como um Guerreiro pode ingressar na Academia dos Cavaleiros e se tornar um, mesmo sem nunca ter recebido um título nobre. O que acontece é que a *maioria* daqueles que recebem o título de Cavaleiro tendem a ser guerreiros que lutam montados e/ou com espada e escudo, daí os personagens que combatem desta maneira caem no arquétipo do "Cavaleiro".
#13 Fábio_CM Enviado : 16/04/15 23:25
Eu acho que, se basearmos no guerreiro, podemos criar um campo de atuação bem distinto do pirata para essa especialização.
#14 ernani Enviado : 17/04/15 00:40
O problema do Marinheiro, a meu ver, é o mesmo do Pirata... e do Aquaman. rs

Mas sou a favor da diversidade, acho que não seria nada demais criar uma especialização de Guerreiro pra isso.
#15 Ketalel Enviado : 17/04/15 10:16
Concordo com o leonardo, criar novas especializações só para justificar uma ocupação é "chover no molhado", o Pirata já engloba todas as características necessárias ao marujo (e ao Swashbuckler!!!), logo seria criar uma profissão muito similar a outra apenas para justificar um roleplay diferenciado.
#16 saulocr Enviado : 17/04/15 10:30
O que o leonardo disse faz todo sentido do mundo! Em Gurps... e sistemas semelhantes onde não se usam níveis, estágios etc. Onde os personagens começam com uma quantidade X de pontos e pode gastar naquilo que ele quiser. Podendo inclusive ser um guerreira mágica de rayearth.

De fato na idade média cavaleiro é um status não uma profissão. Apenas um nobre poderia ser um cavaleiro porque somente um nobre ou protegido de um, poderia pagar por um cavalo de guerra, uma espada bastarda, uma couraça e uma lança de cavalaria. Então acredito que as especializações simulam a técnica do lutador, ele especializou em combater em cima do cavalo, montado é onde ele combate melhor. O mesmo vale para as outras especializações. No caso do marinheiro você cita que qualquer personagem pode ser um marinheiro. Isso é fato! Mas conhecer técnicas que envolvem combates marítimos?

Se formos levar em consideração o raciocínio do leonardo, vamos acabar com as profissões e especializações e criar um novo tipo de regras para gastar os pontos. Vou finalizar meu argumento utilizando uma citação do Marcelo:

Citação:
Só acho não precisa ser um oficial. As armadas tinha exatamente exércitos marítimos com soldados treinados para atuar em navios. Hoje conhecemos eles como Fuzileiros Navais (Marinres, em ingles).

Só é importante deixar claro existe os "Marinheiros comuns" que são uma profissão não jogadora. Marinheiros comuns tem poucas habilidades de combate.


#17 ernani Enviado : 18/04/15 00:28
saulocr escreveu:
De fato na idade média cavaleiro é um status não uma profissão. Apenas um nobre poderia ser um cavaleiro porque somente um nobre ou protegido de um, poderia pagar por um cavalo de guerra, uma espada bastarda, uma couraça e uma espada de cavalaria.


Só aproveitando esse ensejo, que tal fornecer sets de equipamentos ao ingressar nas academias/escolas/guildas? Esse exemplo do Cavaleiro é algo que sempre falei: agora todo mundo começa como "livre", daí um guerreiro ralé entra pra academia dos cavaleiros, mas continua ralé lá dentro... nem cavalo ele normalmente terá condições de ter, na maioria dos casos. rs

Mesmo que tenha dinheiro, não tem título de nobreza. Então por que não receber um "kit básico" para encaixar no seu novo role? EXEMPLO:

1. Título de Nobreza;
2. Cavalo de Guerra Leve;
3. Cota Completa;
4. Escudo Grande;
5. Elmo Fechado;
6. Espada de Mão e Meia ou Montante (sem o Escudo);
7. Botas, Luvas e Capa com brasão.
8. Etc.

Poderia ser definido pra todas as especializações.
#18 leonardoraele Enviado : 18/04/15 19:52
ernani escreveu:
Só aproveitando esse ensejo, que tal fornecer sets de equipamentos ao ingressar nas academias/escolas/guildas? Esse exemplo do Cavaleiro é algo que sempre falei: agora todo mundo começa como "livre", daí um guerreiro ralé entra pra academia dos cavaleiros, mas continua ralé lá dentro... nem cavalo ele normalmente terá condições de ter, na maioria dos casos. rs

Mesmo que tenha dinheiro, não tem título de nobreza. Então por que não receber um "kit básico" para encaixar no seu novo role? EXEMPLO:

1. Título de Nobreza;
2. Cavalo de Guerra Leve;
3. Cota Completa;
4. Escudo Grande;
5. Elmo Fechado;
6. Espada de Mão e Meia ou Montante (sem o Escudo);
7. Botas, Luvas e Capa com brasão.
8. Etc.

Poderia ser definido pra todas as especializações.

Eu acho essa ideia inicialmente interessante, mas tem que ser bolada com muito cuidado para não tirar o mérito de um jogador que junta bastante dinheiro para conseguir se tornar um bom cavaleiro com o próprio esforço. Talvez fosse suficiente permitir que o personagem escolha uma ou duas opções no máximo de uma lista como essa. (até em questão de roleplay, seria muita generosidade da organização sair dando equipamentos caros à qualquer recruta que ingressar, mas é plausível prover ao menos o mínimo)
#19 ernani Enviado : 18/04/15 20:12
Nesse caso não é sair dando, até porque um Cavaleiro está a serviço de alguém, jura defender os interesses de alguém. Nesse contexto, a contrapartida seria prestar favores quando solicitado, defender o reino, seguir um código de conduta ou outras coisas a serem boladas.

Nesse caso ele está sendo "patrocinado" e "contratado".

Não tem esforço algum, em Tagmar, para se tornar Cavaleiro. É só ingressar na academia, atualmente. Deveria haver mais coisa.
#20 leonardoraele Enviado : 18/04/15 20:32
ernani escreveu:
Nesse caso não é sair dando, até porque um Cavaleiro está a serviço de alguém, jura defender os interesses de alguém. Nesse contexto, a contrapartida seria prestar favores quando solicitado, defender o reino, seguir um código de conduta ou outras coisas a serem boladas.

Nesse caso ele está sendo "patrocinado" e "contratado".
Eu sei, mas olhando pelo lado da organização é um custo alto. Lembrando que a organização não possui somente os personagens dos jogadores como cavaleiros, mas também incontáveis outros cavaleiros da ordem. É como equipar um exército para missões pontuais, não é algo trivial. Enfim, mas é só minha opinião =D No final das contas, a importância e capacidade econômica da organização meio que também variam de mesa para mesa.
#21 ernani Enviado : 18/04/15 21:14
Bom, isso pode ser resolvido de várias formas, como jogar 1D10 para saber o nível do patrocínio recebido. Cada nobre patrocinador tem sua própria capacidade econômica e era comum um cavaleiro receber terras ou somas em dinheiro, ao receberem seu título. Enfim, é algo que dá pra resolver.
#22 Ares Enviado : 19/04/15 00:45
Toda esta questão de patrocínio e bônus, possuir um titulo de nobreza e mais ainda não entram no livro de regras opcionais com as caracterizações? Senão me engano você ganha pontos no níveis impares segundo o texto(ou seria de 3 em 3?). Tanto equipamento(Herança), patrocínio(Patrono), Código de Conduta e outras coisas estão lá. Além de que obviamente o jogador pode ganhar tudo isto simplesmente no rp oferecendo seus serviços, sem ter que estar especificado em alguma regra.
E isto tudo não foge do tema do tópico?
De qualquer forma gosto de marinheiro como especialização, só precisa de algumas técnicas de combate únicas, algo envolvendo a luta de sabre e punhal, equilíbrio e tal.
#23 ernani Enviado : 19/04/15 05:25
Essas vantagens/desvantagens são bem polêmicas, sempre dão briga porque tem umas bem overpower...

Outra coisa, alguém joga nessa regra de ganhar mais pontos a cada dois níveis? Toda mesa que joguei nego só deixa pegar uma vez e ainda limita, restringe...
#24 saulocr Enviado : 19/04/15 13:44
Não sei quanto a visão dos outros mestres, mas para mim isso é meio sem nexo. Quer dizer, eu abro espaço para você na minha academia, te nomeio cavaleiro já é um status maior que um soldado comum, te ensino a combater sobre um cavalo, te dou comida e dormida durante o treinamento, que deve levar alguns meses acredito eu, e ainda te dou cavalo, armaduras e armas. E a única coisa que peço é para que você jure lealdade, sem saber se vai cumprir com sua palavra?

Vamos fazer umas continhas aqui:

Eu acho justo o treinamento ser gratuito em troca de lealdade. Uma coisa cobre a outra. Entretanto tem a questão do status social. Normalmente é possível se comprar títulos de nobreza, e na escala social da idade média: Rei, Duque, Conde, Barão, Marquês, Baronete, Cavaleiro. Entretanto os cavaleiros juravam lealdade a um senhor, então nada mais justo que o senhor dê o status social e o treinamento a ele de "graça" em troca ele jure lealdade. Em termos de jogo o cara compra a caracterização Reputação: Cavaleiro (+2 pontos) e recebe a caracterização código de conduta, que nada mais é que o código dos cavaleiros (Nunca faltar com a palavra. Nunca
ignorar um insulto dirigido à sua pessoa, a seu senhor feudal ou à sua fé.
insultos só podem ser apagados com um pedido de desculpas ou um duelo
(não necessariamente até a morte). Nunca tirar vantagem de qualquer
maneira de um oponente; Adicionalmente, um seguidor deveria proteger qualquer dama ou pessoa mais fraca do que ele; aceitar um desafio de qualquer pessoa de posição igual ou superior à sua.) Isso tudo custaria +2 pontos, logo as caracterizações se anulariam. Se o cavaleiro não quer ter nenhuma bandeira, tudo bem ele abandona os votos e perde a reputação.

Agora vem o problema maior. A manutenção:

Vamos supor que o treinamento dure três meses. Estalagem e comida para três meses custariam (hospedagem coletiva 3mc x 90 = 270 mc + duas refeições baratas por dia 6mc x 90 = 540 mc). Ao todo a despesa de 810 moedas de cobre.

Um cavalo de guerra leve 4 mo, uma cota de malha parcial 2 mo, escudo grande e elmo fechado 2 mo, lança de justa 35 mp, espada de m e m 3 mo, luvas de couro 5 mc, botas de couro 8 mc, capa 5 mc.

Total 14 mo + 6 mp + 8 mc. Se eu juntar tudo, seriam 22 mo, 7 mp e 8 mc.

Agora imagine, patrocinar cem cavaleiros pagando isso tudo (Esses são os equipamentos básicos)!? + de 2000 moedas de ouro!!! Não sei se o tesouro de dragão poderia com isso.

Enfim, lembram quando eu disse que é possível pagar para ser um nobre? Esse é o custo para se tornar um cavaleiro! 22 moedas de ouro, caso já tenha os equipamentos, que normalmente é isso que acontece. Você só precisa pagar 8 moedas de ouro.

Dancing






#25 ernani Enviado : 19/04/15 17:50
saulocr escreveu:
Não sei quanto a visão dos outros mestres, mas para mim isso é meio sem nexo. Quer dizer, eu abro espaço para você na minha academia, te nomeio cavaleiro já é um status maior que um soldado comum, te ensino a combater sobre um cavalo, te dou comida e dormida durante o treinamento, que deve levar alguns meses acredito eu, e ainda te dou cavalo, armaduras e armas. E a única coisa que peço é para que você jure lealdade, sem saber se vai cumprir com sua palavra?

Vamos fazer umas continhas aqui:

Eu acho justo o treinamento ser gratuito em troca de lealdade. Uma coisa cobre a outra. Entretanto tem a questão do status social. Normalmente é possível se comprar títulos de nobreza, e na escala social da idade média: Rei, Duque, Conde, Barão, Marquês, Baronete, Cavaleiro. Entretanto os cavaleiros juravam lealdade a um senhor, então nada mais justo que o senhor dê o status social e o treinamento a ele de "graça" em troca ele jure lealdade. Em termos de jogo o cara compra a caracterização Reputação: Cavaleiro (+2 pontos) e recebe a caracterização código de conduta, que nada mais é que o código dos cavaleiros (Nunca faltar com a palavra. Nunca
ignorar um insulto dirigido à sua pessoa, a seu senhor feudal ou à sua fé.
insultos só podem ser apagados com um pedido de desculpas ou um duelo
(não necessariamente até a morte). Nunca tirar vantagem de qualquer
maneira de um oponente; Adicionalmente, um seguidor deveria proteger qualquer dama ou pessoa mais fraca do que ele; aceitar um desafio de qualquer pessoa de posição igual ou superior à sua.) Isso tudo custaria +2 pontos, logo as caracterizações se anulariam. Se o cavaleiro não quer ter nenhuma bandeira, tudo bem ele abandona os votos e perde a reputação.

Agora vem o problema maior. A manutenção:

Vamos supor que o treinamento dure três meses. Estalagem e comida para três meses custariam (hospedagem coletiva 3mc x 90 = 270 mc + duas refeições baratas por dia 6mc x 90 = 540 mc). Ao todo a despesa de 810 moedas de cobre.

Um cavalo de guerra leve 4 mo, uma cota de malha parcial 2 mo, escudo grande e elmo fechado 2 mo, lança de justa 35 mp, espada de m e m 3 mo, luvas de couro 5 mc, botas de couro 8 mc, capa 5 mc.

Total 14 mo + 6 mp + 8 mc. Se eu juntar tudo, seriam 22 mo, 7 mp e 8 mc.

Agora imagine, patrocinar cem cavaleiros pagando isso tudo (Esses são os equipamentos básicos)!? + de 2000 moedas de ouro!!! Não sei se o tesouro de dragão poderia com isso.

Enfim, lembram quando eu disse que é possível pagar para ser um nobre? Esse é o custo para se tornar um cavaleiro! 22 moedas de ouro, caso já tenha os equipamentos, que normalmente é isso que acontece. Você só precisa pagar 8 moedas de ouro.

Dancing









Um cavaleiro realmente saia caro para um nobre. Como alguns recebiam títulos de nobreza, posses e dinheiro para jurar fidelidade, acho que receber o equipamento não é nada muito absurdo...
#26 Fábio_CM Enviado : 19/04/15 23:37
Tentando voltar ao assunto do tópico, fiz uma descrição do que eu penso que poderia ser a especialização do marinheiro:

Citação:
A academia dos marinheiros treina o guerreiro para o combate no mar, normalmente sobre um barco ou superfícies semelhantes, mas também para o combate contra criaturas marinhas.
Os formados nessa academia não são acostumados a usar pesadas armaduras metálicas, uma vez que elas enferrujam e se destroem facilmente com a maresia. Eles também são treinados para ser capazes de enfrentar oponentes tanto a curta quanto a longa distância. Assim, é comum marinheiros com habilidades em armas leves, como espadas curtas, e em arcos. Além disso, é frequente o manejo de armas como arpões, utilizados para a caça de animais marinhos a partir do convés de um navio, mas também como modo de abordagem em barcos inimigos.
As técnicas de combate desta academia favorece que o guerreiro mantenha o controle do combate, desequilibrando seu alvo. As técnicas também buscam uma forma de arremesso aprimorado de armas pesadas, como arpões, lanças ou redes com bolas.
...
#27 Ares Enviado : 20/04/15 02:38
Upvote pro Fábio.
Acho que uma técnica de combate para desarmar o inimigo também é uma boa, e a unica forma de fazer isto atualmente parece ser usar o total com arma como habilidade e só para inimigos que você já tenha acabado com a EH(Pagina 74 do Manual de Regras).
Com o Desequilibrar, Desarmar, Arremesso com Armas Pesadas, acho que só faltaria uma técnica de combate(são 4 ou 5?).
Para inspiração: https://www.youtube.com/watch?v=eT3Iuq9PAyk
Tenho que compartilhar isto: https://www.youtube.com/...JoSeIY&feature=share
#28 saulocr Enviado : 20/04/15 18:40
Boa descrição Fabio. Applause

Ares diz:

Citação:
Acho que uma técnica de combate para desarmar o inimigo também é uma boa, e a unica forma de fazer isto atualmente parece ser usar o total com arma como habilidade e só para inimigos que você já tenha acabado com a EH(Pagina 74 do Manual de Regras). Com o Desequilibrar, Desarmar, Arremesso com Armas Pesadas, acho que só faltaria uma técnica de combate(são 4 ou 5?).


São cinco técnicas, Arremesso de armas pesadas? Não está indo de encontro com a descrição? Afinal no texto diz que eles usam armas leves ou médias. Acredito que ambidestria, aparar, contra-ataque, desarmar e talvez uma que melhore o disparo a distancia.
#29 Ares Enviado : 20/04/15 21:46
Usei a descrição do Fabio como base, esta parte:
Citação:
As técnicas também buscam uma forma de arremesso aprimorado de armas pesadas, como arpões, lanças ou redes com bolas.

Faz um longo, longo tempo que li o Manual de Regras com atenção, mas ambidestria não está disponível para todos? E as técnicas das Academias de Combate não deviam ser diferentes das técnicas livres para qualquer classe?
(Sem ironia, sarcasmo, condescendência e nem nada do tipo. É duvida mesmo.)
#30 Ewerton Enviado : 21/04/15 02:12
Olá a todos! Passei um tempo ocupado e estou voltando as discussões.

Só queria afirmar que concordo com alguns dos companheiros sobre não haver necessidade de criar o "marinheiro" uma vez que o pirata é muito semelhante.

Talvez um "corsário" como antagonista do pirata ficaria mais adequado. Os piratas agiam ilegalmente em tempo de guerra ou de paz, atacando navios para pilhar seus tesouros, sem qualquer regra, sem obedeçer a reis ou a se submeter a qualquer governo. Ao contrário, os corsário agiam de acordo com seu soberano, exclusivamente em quando convocados em período de conflito. Seus navios eram armados por particulares, mas com autorização do governo que lhe concedia cartas de marca ou cartas de corso, e compunha os quadros da "Marinha Nacional", chamada de Corso ou Corsária.

Para diferenciar Piratas de Corsários pode-se criar algumas habilidades especiais ligadas as habilidades basicas, como, por exemplo:

Porto Seguro: com uma rolagem bem sucedida da habilidade persuasão em nível de dificuldade media, o corsário pode obter permissão para atracar a embarcação sobe seu comando em qualquer porto administrado por vassalos/magistrados de seu soberano ou governo sem qualquer custo monetário. Se a embarcação estiver avariada (casco com frestas, velas rasgadas, cordas puídas) ela passará por manutenção sem qualquer ônus com uma rolagem bem sucedida da habilidade persuasão em nível de dificuldade difícil. Os marujos podem ter direito a fazer duas refeições por dia se o corsário realizar uma rolagem bem sucedida da habilidade persuasão em nível de dificuldade muito difícil. Para obter os benefícios desta habilidade o corsário deve apresentar sua carta de marca as autoridades locais.

Lobo do Mar: quando o corsário esta navegando entre os limites marítimos sobe o domínio de seu soberano, ele realiza todos as rolagens de habilidade de náutica e navegação considerando a dificuldade da tarefa duas categorias abaixo do normal. Além de sentir-se mais confiante explorando águas sobe tutela ( o que garante melhor capacidade náutica) a experiencia por esses mares faz com que dificilmente o corsário cometa erros como perder-se ou manobrar de forma errônea.

Sim senhor Capitão: Em épocas de conflito o corsário deve comandar seus homens em missões contra os inimigos do soberano ou governo do qual é servo. Essa é uma obrigação que não pode ser descumprida, caso contrario o corsário perde sua carta de marca e é considerado um pirata qualquer. O lado positivo desse dever é que, enquanto o corsário estiver cumprindo a missão a ele designada, ele e os marujos ao seu comando recebem um bônus de 25% na energia heroica ( devido a grande determinação em cumprir seu objetivo). Além disso, os marujos não realizam testes de moral quando recebem o primeiro dano na energia física e todos os seus testes de moral são considerados dois níveis de dificuldade abaixo do habitual para a situação. O Mestre deve determinar a natureza exata da missão e definir oque deve ser realizado para cumpri-la, no intuito de evitar que o personagem sua tribulação recebam esses benefícios levianamente. Após cumprida a missão todos perdem esses benefícios.

Técnicas de Combate : Bom, o forte do corsário é o combate naval, então imaginei algumas técnicas de combate no terreno das águas revoltas. Elas tem conexão com a habilidade de náutica em vez de pontos independentes.

Manobra evasiva: Quando em combate naval, o corsário pode executar manobras para direcionar sua embarcação no sentido de esquivar de ataques a distância. Na verdade essa manobra evasiva não pode evitar que a embarcação seja alvejada. No entanto a manobra posiciona a embarcação de forma a diminuir sua exposição ao ataque e por isso diminui o dano efetivamente recebido. Com uma rolagem bem sucedida da habilidade náutica com a dificuldade media você diminui em 20% o dano causado na embarcação. Com uma rolagem bem sucedida da habilidade náutica coma dificuldade difícil você diminui em 30% o dano causado na embarcação.Com uma rolagem bem sucedida da habilidade náutica coma dificuldade muito difícil você diminui em 50% o dano causado na embarcação.

Abalroar: Quando em combate naval, o corsário pode executar manobras para aproximar sua embarcação no sentido de se aproximar do navio inimigo, lançar ganchos com cordas em seu costado para em seguida assalta-lo. Essa manobra impede que o navio inimigo se afaste e permite que os marujos possam realizar a abordagem. Com uma rolagem bem sucedida da habilidade náutica com a dificuldade media você realiza o abalroamento com sucesso, no entanto você e seus comandados só poderão abordar a embarcação inimiga na próxima rodada. Com uma rolagem bem sucedida da habilidade náutica com a dificuldade difícil você realiza o abalroamento com sucesso e velocidade, por isso você e seus comandado poderão abordar a embarcação inimiga na mesma rodada da manobra. Você deve escolher uma posição próxima ao costado da embarcação inimiga. Com uma rolagem bem sucedida da habilidade náutica com a dificuldade muito difícil além dos benefícios anteriores, todos os adversários inimigos são considerados surpresos por reagirem lentamente a sua abordagem!






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