Conto Interativo 1 - Histórias de Jogo & Contos - Tagmar
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#1 T.REX Enviado : 24/07/08 15:00
Ô taberneiro, cadê todo mundo? Esta taverna tá vazia. Onde estão as mulheres? Não estou nem mesmo ouvindo as músicas chatas do Bardo...

Sds.

TIRANOSSAURO REX
#2 samuel.azevedo Enviado : 24/07/08 16:10
O taberneiro foi alí tirar a água do joelho. Vamos aproveitar enquanto ninguém mais chega e tomar uma pinga de dragão por conta da casa?
#3 AirtonJr777 Enviado : 24/07/08 16:46
O sacerdote de Cruine Pólux Mognir (nome do meu PJ elfo dourado na antiga campanha 1 do PBF) entra na taverna, olha para todos, balança a cabeça e pede um prato de quitutes para a atendente (já que o taverneiro saiu) por conta do T.REX...

Citação:
Como eu lhe avisei nobre Tiranossauro... prepare as moedas de cobre que eu como MUITO!!!


A propósito, eu acho que se o bardo desse uma olhada no tópico de poesias/versos do fórum ele teria mais inspiração para compor suas melodias... se ele não melhorar a voz ... vai se outro a levar "canecada" na cabeça.

This post has been edited by AirtonJr777 on Jul 24 2008, 04:50 PM


#4 T.REX Enviado : 24/07/08 16:56
Aí, Sr. Cruine, já paguei na semana retrasada. Chega! - grita Conan, socando uma das mesas da taberna (nome do meu PJ guerreiro que participará da campanha 3 do PBF) - Minhas moedas de cobre não são capim. Põe na conta do Samuel.

TIRANOSSAURO REX
#5 AirtonJr777 Enviado : 24/07/08 17:18
O nobre elfo dourado ergue uma sobrancelha e balança a cabeça ante a estapafúrdia (mas não menos esperada)reação do guerreiro e diz:

"Tudo bem, nobre guerreiro. Não precisa se exaltar. Tenho ainda algumas moedas que me restaram da aventura em que ajudei uma nobre noiva a atravessar uma montanha onde havia um castelo tomado por orcs que ajudamos a libertar. Aliás, apesar de não conhecê-lo, gostaria de pagar-lhe uma bebida. Como o taberneiro não se encontra, vou solicitar à gentil atendente que me forneça um cálice de licor de amêndoas. O nobre guerreiro deseja tomar um hálito de dragão?"

Faço um rolamento de persuasão. Se não funcionar e o guerreiro se mostrar agressivo, preparo uma magia Ordens para jogar nele antes que ele me ataque.

Citação:
OFF: Nobre T.REX, é mais ou menos assim que funciona no PBF, ok?


This post has been edited by AirtonJr777 on Jul 24 2008, 05:24 PM


#6 Marcelo_Rodrigues Enviado : 24/07/08 17:55
O Taberneiro chega corrento, surpreso com a presença de muitos clientes em seu pobre estabelecimento.

Ele grita pelo pequeno passa-prato: - Mulher, temos fregueses... acenda o fogo!

Virando-se apresadamente e esboçando um largo sorriso ele fala a todos: - Srs, muito bem vindos a minha humilde estalagem. Temos para seu deleite boa comida, preparada por minha mulher. Para matar a sede de vocês temos vinhos de Conti, cerveja vinda diretamente de Acordo e até mesmo cachaça de dragão, de Abadom, é claro!. O que vão querer?
#7 AirtonJr777 Enviado : 24/07/08 18:10
Pólux esboça um sorriso ante a aparição do taberneiro e lhe dirige a palavra, ignorando, por enquanto, o bárbaro Conan:

Gentil Taberneiro, estás por demais atabalhoado. Vá mais devagar ou teras um colapso logo, logo. O que o nobre comerciante teria para matar a sede de um sacerdote do juiz de todas as coisas que não seja tão forte ou embriagante? E a comida, o que o nobre colega me indica? Aliás, antes, forneça uma dose do seu melhor hálito de dragão abadrim para o meu companheiro Conan, por favor.

Olhando de soslaio, ele percebe a presença do nobre paladino de Crisagom Hector Folha-Pálida e o reconhece.

Grande paladino do justo e nobre Crisagom. Que honra. O que o traz a estas paragens?

This post has been edited by AirtonJr777 on Jul 24 2008, 06:10 PM


#8 T.REX Enviado : 24/07/08 18:17
Perplexo com a atitude calma e tranqüíla do elfo-dourado, o jovem guerreiro iamgina uma longa experiência de vida do cidadão. Então ralaxa o musculoso abdômem bem escrito.

"Sr. Cruine. Mais uma vez V.S. conseguiu me cativar. Não sou um homem de sábias palavra. Entretanto, deste momento em diante, pode contar comigo para o que der e vier". A sua bebida aceito com prazer. De onde vens, nobre Cruine?"



#9 T.REX Enviado : 24/07/08 18:22
O jovem guerreiro Conan aperta os olhos, fitando os olhos em Pólux.
#10 T.REX Enviado : 24/07/08 18:25
Conan estuda Pólux .
#11 AirtonJr777 Enviado : 24/07/08 18:57
Pólux ouve a pergunta de Conan e uma nuvem negra cobre seus olhos momentaneamente, mas ele rapidamente balança a cabeça e responde ao guerreiro (esperando que ele não tenha reparado seu mal-estar em falar sobre o assunto):

Nobre guerreiro, sou natural das florestas do grande reino élfico de Âmien. Fui educado em nobres escolas de meu lar e possuia um grande futuro como arcanista. Mas, como pode reparar, sou um elfo já cheio de dias e vi e vivenciei coisas que o nobre humano nem era nascido para imaginar. Permita-me não comentar tão dolorosos assuntos com o nobre amigo. Não me leve a mal, mas as lembranças são por demais tristes e eu tento evitá-las sempre que possível. Tudo o que posso dizer ao nobre guerreiro é que agora sirvo àquele que é o juiz de todos os vivos e mortos e a quem, um dia, iremos prestar contas. Estou para ingressar nas fileiras da Ordem da Noite Eterna.

Dirijo-me então ao taberneiro:

Então nobre taberneiro, o que me sugere para comer e beber?

Aguardo resposta do nobre paladino de Crisagom

Citação:
OFF: nobre T.Rex, se quiser ter uma idéia do background do Pólux é só dar uma olhada no tópico Biografias dos personagens. Eis o link:
http://z10.invisionfree.com/Tagmar2/index.php?showtopic=54


This post has been edited by AirtonJr777 on Jul 24 2008, 06:58 PM


#12 Hector Folha-Palida Enviado : 24/07/08 19:15
Eis que surpreso por haver pessoas na taberna, entro e reconheço um face que há algum tempo não via, vou em sua direção e sento ao seu lado. Comum meneio de cabeça cumprimento o taberneiro e digo:

Olá senhor Polux,

sobre sua pergunta, estou procurando descanso de minha ultima tarefa. Esta foi por demais ardua e desgastante. Por muito pouco em varias situações não me encontrei com vossa deidade, O Nobre Juiz. Mas isso contos para bardos.

Mas vejo que está prestes a ingressar em vossa ordem. Não conheço detalhes de seus ritos ou mesmo de sua localização, mas acredito que alguém de seu valor deve ser aceito facilmente. Desde já lhe desejo boa fortuna em sua caminhada espiritual.

Tarberneiro um pouco de vinho, por favor. Toda esta etiqueta não combina com um lugar tão digno de homens como os aqui presentes.

Mas me diga Polux, como foi escolhido pelo grande Juiz, ou foste tú quem escolheu
seguir os passos dele?


Aguardo a resposta de Polux e analiso o humano sentado no canto da taberna.


#13 AirtonJr777 Enviado : 24/07/08 19:36
Pólux meneia a cabeça, ligeiramente angustiado por ter de trazer tão dolorosas recordações novamente à tona, mas não querendo desagradar ao paladino, omitindo-lhe detalhes e nem ao recém-amigo guerreiro, a quem não quis contar estes detalhes, ele responde:

Ah, nobre paladino. Como respondi a meu amigo aqui ao lado,(apresento Conan a Hector)estas recordações são dolorosas e se me permite omiti-las de tão nobre pessoa, ficar-lhe-ia muito agradecido. Tudo que posso dizer-lhe é que o grande juiz de todas as coisas achou por bem, em sua infinita misericórdia, poupar minha vida, muitos anos atrás, de um cruel destino que levou minha amada família. De certo modo, ele me escolheu para estar a seu lado neste mundo cheio de corrupção, para expurgar da existência alguns venenos que destilam por estas paragens. Espero que entendas meu constragimento em não querer falar mais sobre este assunto.

Tento sorrir para meus dois novos amigos.

Mas deixemos de tristezas. O dia é uma criança. Tens alguma novidade das terras do Norte, nobre Paladino? E você meu amigo Conan, cansei de falar de mim mesmo. Vamos conversar um pouco sobre você. De que paragens saiu tão robusto e nobre guerreiro?


#14 T.REX Enviado : 24/07/08 19:37
A atendente surge em minha mesa com um sorriso na boca, encarando-me, procurando posicionar a bebida numa de minhas mãos. Gentilmente, eu a agradeço, esperandodo-a que se vire para ver seu bonito corpo, procurando ao mesmo tempo prestar atenção na conversa do elfo-dourado com o paldino.
#15 Marcelo_Rodrigues Enviado : 24/07/08 19:59
O Taberneiro muito atrapalhado e com pouca habilidade para atender a tantos pedidos tenta satisfazer a todos...

Se diriginta até Pólux ele fala: - Meu nobre, temos um exelente cozido de cordeiro, e se preferir algo mais delicado, temos alguns queijos e salames. Para beber eu lhe ofereço meu excelente vinho de Conti.

Em seguida ele se dirige a Hector e deixa uma garra de vinho. Pelo aspecto e cheiro do líquido não parace ser de Conti (mas também ele não especificou o que queria!)

Em seguida o taberneiro, avisa: - srs, vou ver como estão as coisas na cozinha. Na minha auxencia, minha mulher os atenderá... MULHER!!!! VENHACA!!!

Rapidamente ele se vai cozinha adentro, enquanto sua bela mulher (de corpo expetacular) coloca pratos e talheres nas mesas ocupadas.

De dentro da cozinha ouve-se apenas: - MULHER!!! Atende bem, os fregues!
#16 AirtonJr777 Enviado : 24/07/08 20:10
Após pronunciar seus questionamentos a seus novos amigos, Pólux escuta o taberneiro sugerir-lhe o cardápio e a recomendação do vinho. De olho nas suas economias (que não são lá estas coisas) ele pergunta à mulher do taberneiro que vem lhe atender (não sem antes reparar nas "curvas" de tão belo exemplar do sexo feminino humano):

Nobre Senhora, quanto custa seu cozido de carneiro? e a garrafa de seu vinho de conti?

This post has been edited by AirtonJr777 on Jul 24 2008, 08:11 PM


#17 T.REX Enviado : 24/07/08 20:23
Educadamente, eu aceno para o paladino.

"Minha história também é triste. Venho de uma pequena comunidade, criado por um casal meio-elfos, próximo a floresta de Aberdim, em Calco. De acordo com a história de meus pais adotivos, contada a eles pela minha mãe legítima, meu pai legítimo, procurando poupar a vida minha e dela - por falta de pagamento de impostos - ele foi brutalmente assassinado por um grupo de cavaleiros comandados por um feiticeiro chamado Nicodemus. Eu ainda tinha um ano de vida. Correndo como uma louca, comigo em seu colo, minha mãe legítima se deparou um enorme penhasco. Me parece que os cavaleiros, que perseguiam minha mãe, a alcançaram. Ela tinha duas opções: ou entregava a vida dela e a minha para Nicodemus, ou entregava nossas vidas para os Deuses. Ela não pensou duas vezes. Mergulhou precipício abaixo, de encontro ao rio Frefo. Graças as forças divinas, minha mãe e eu escapamos dos cavaleiros com vida. Entretanto, minha mãe, muito cansada e ferida, sobre um tronco de árvore, escorado no leito viu um casal de meio-elfos. Contou a tragédia a eles rapidamente, falando também do feiticeiro Nicodemus. Pediu ao casal que tomasse conta de mim. O casal de meio-elfo me pegou no colo. Quando procurarm dar atenção a minha mãe, a correnteza já havia levado o tronco, junto com ela".

Meus olhos se enche de lágrimas.

"Então, o casal meio-elfo me adotou, cuidando de mim. Me deram comida e conforto. Meu pai adotivo, um ex-guerreiro, me ensinou a arte de combate com escudos, gládios, espadas e montantes. Minha mãe adotiva, uma ex-rastreadora, me ensinou a respeitar a mãe-natureza, amar as plantas e os animais."

Eu dou uma pausa para limpar os olhos.

"Até que um dia, Já crescido, quando eu estava preparando toras para a fogueira que meu pai estava preparando, do alto da colina onde eu estava, vi uma linha de fumaça surgir da pequena comunidade onde eu vivia. Corri como um leão, me preocupando com a vida de meus pais adotivos. Quando chego na comuniddade do meu povo que me recebeu de braços abertos, ela estava sendo comida pelo fogo. Fui pra casa com fogo no teto e muita fumaça dominando meus aposentos, mas meus pais não estavam mais lá. Quando sai de casa, um grupo de amigos do meu pai meio-elfo surgiu na minha frente, perguntei sobre meus pais. Eles se lamentaram, não deixando ver os corpos degolados por um bando de cavaleiros mal intencionados. Chorei muito. E com muito ódio perguntei quem era o responsável pelo fogo e pela morte de meus pais adotivos. Uma menina humana, aparentando ter oito anos de idade, respondeu minha pergunta em voz alta, também com muito ódio. 'NICODEMUS'. Perante todos daquela pequena aldeia, ergui o meu braço direito, apertando o punho fortemente, apontando para o céu e disse: CRISAGOM, JURO, PELA MORTE DE MEUS PAIS, QUE MATAREI NICODEMUS E DELE BEBEREI O SEU SANGUE."

Eu aperto o meu punho de raiva, quase estraçalhando a caneca.

"Eu dormi na casa de um amigo de meus pais adotivos - que por sorte não havia sido atacado pelo fogo. A dona desta, havia feito para mim uma armadura de couro leve. Ela queria me dar de presente de aniversário".

Eu estulfo o meu peito e mostro a vocês a minha armadura de couro leve.

"No dia seguinte do desastre, retornei à minha casa destruída. No meu quarto, dentro de um báu de metal de grande resistência contra o fogo, apanhei meu pequeno escudo e o meu gládio e então parti a procura de deste feiticeiro maldito".

Eu bebo todo o conteúdo da caneca de uma vez só, posicionando a mesma sobre a mesa com muita raiva.

"Esta é minha história".
#18 Max_Sovat Enviado : 24/07/08 20:34
Soler adentra na taverna e se espanta por encontrar pessoas aqui a esta hora!
Esgueira-se pelas sombras até o canto do estabelecimento, ajeita seu capuz para que melhor lhe cubra a face e observa atentamente todos (principalmente a atendente, que belas curvas!)
Tenta se sentar em uma cadeira, mas se atrapalha um pouco até conseguir subir nela...
Esses humanos metidos... nunca lembram de fazer cadeiras para seres menores que eles! - pensa contrariado o pequenino...
Bom, Soler espera pacientemente a atendente chegar para que possa pedir uma cerveja... será que eles têm de Abrasil?


A verdadeira felicidade reside no livro dos sábios, no dorso do cavalo e no seio da mulher amada! - Antigo dito de Cavalaria
#19 Arion Enviado : 24/07/08 20:44
Derrepente um estranho barulho ecoa dos fundos da taverna...

- Ladrão!!! Ladrão!!!! - gritava o cozinheiro já transtornado...

Assustados, todos procuram saber o que está acontecendo... Da cozinha, surge o assutado ajudante do cozinheiro gritando:

- Roubaram... Roubaram o leitão do cozinheiro!!!

Imediatamente todos c<em na gargalhada e voltam a beber o seu "sangue de dragão"... No fundo do quintal, o cozinehro encontra apenas pegadas do possível autor do delito...

- Malditos!!! Malditos pequeninos!!!! Por lena, vou me vingar de vocês!!!! Quero os meus porcos de volta!!!

O cozinheiro volta deprimido da pocilga... Esse é o terceiro leitão perdido nesta última semana...




#20 T.REX Enviado : 24/07/08 20:51
PESSOAL ESTA HISTÓRIA ESTÁ MUITO DIVERTIDA, POIS USO A INTERNET DO MEU TRABALHO DE 2ª A 6ª. ESTOU SEM INTERNET EM CASA. PENA QUE TENHO QUE SAIR PARA A FACULDADE, JÁ ATRASADO. UM FORTE ABRAÇO A TODOS. FIQUEM COM DEUS. ATÉ AMANHÃ.

ESTOU RINDO MUITO.

ESTOU AMANDO TAGMAR 2.


Sds.

TIRANOSSAURO REX
#21 Marcelo_Rodrigues Enviado : 24/07/08 21:25
O Taverneiro retorna da cozinha, bufando e muito enraivecido com o acontecido... gritando e sendo groceiro: - TOMEM suas ultimas canecas, vou fechar a taverna, pios irei até a garda fazer queixa destes larápios...

Mas fiquem tranqui-los que amanhã cedo reabrirei para recebe-los.


Mais, uma vez ele grita para sua bela esposa: - mulher !!! Sirva a ultima rodade e apresente a conta as cavalheiros. Vou até a garda e ao voltar vou me recolher...
#22 T.REX Enviado : 25/07/08 11:00
Eu me aproximo e bato no portão da taberna.

"Taberneiro, a casa está aberta?"
#23 Marcelo_Rodrigues Enviado : 25/07/08 11:27
O Taberneiro, levanta de traz do balcão com uma cara de sono. Mas ao notar que já é tarde, e a hora do almoço já esta chegando, grita de novo:

- MULHER!!! Temos fregueses. Acenda o fogo.


Virando-se para o fregues, com uma cara de cínico ele diz:

- Claro, meu senhor. Estava apenas limpando as garrafas empoeiradas. - e com um sorriso aberto - O que o srs vai querer?
#24 Hector Folha-Palida Enviado : 25/07/08 11:36
Eis que Folha-Palida, o Sacerdote meio-elfo de Crisagom, ve sua taberna favorita abrindo para o almoço. Sente um aperto de fome e decide que um bom assado acompanhado de um pouco de vinho seriam muito bem vindos.

Boa dia, Tarberneiro. Já tens algo para um bom almoço pronto?
Se não tiver nada, me sirva um pouco de vinho barato enquanto aguardo.


Assim que entro noto Conan na taberna e relembro de suas palavras na noite anterior. Me dirijo a ele e faço um meneio esperando que ele me reconheça.

Aguardo a ação de Conan para continuar


#25 Marcelo_Rodrigues Enviado : 25/07/08 11:41
- Hoje teremos deliciosos frangos assados.... O seu vinho sr...

Você nota que o taverneiro levou seu pedido ao pé da letra e as gotas de vinho que c<em sobre a mesa, parecem borbulhar... o cheiro está "um pouco" ácido.
#26 T.REX Enviado : 25/07/08 12:02
"Bom dia a todos. Estou faminto. Também aceito frango assado - muito bem assado, taberneiro. Para beber aceito um vinho de Abrasil."

"Como estás, nobre Sacerdote?"

Aguardo a ação de Folh-Pálida
#27 samuel.azevedo Enviado : 25/07/08 12:10
Lino, o pequenino sacerdote de Lena, também se aproxima do balcão:

- Vamos taberneiro, eu estou com a fome de 2 gigantes, ontem passei a noite ensinando algumas coisinhas às donzelas da nobilíssima casa Ilha da Fantasia. De lá a amabilíssima elfa Aninha Face Rubra lhe mandou lembranças e pergunta quando voltarás, pois diz que fazem 2 meses que vossa pessoa não tira uma noite para divertí-la, e ela ainda aguarda os brincos que a prometeu.



This post has been edited by samuel.azevedo on Jul 25 2008, 12:15 PM
#28 T.REX Enviado : 25/07/08 12:12
Conan observa nas paredes da taberna quadros daqueles que freqüentam muito este estabelecimento e pergunta ao proprietário da casa, esperando que o Sacerdote termine de dar o gole de seu vinho barato.

"Taberneiro, como faço para colocar um quadro meu em vossa parede?"

(Marcelo Rodrigues, como faço para colocar uma foto sob o meu nome T-REX? Que links devo acessar e qual o tamanho máximo da foto?)
#29 T.REX Enviado : 25/07/08 12:16
As palavras de Lino chamaram minha atenção e pergunto:

"Nobre Lino, boa tarde. Esta casa que mencionas é boa?"
#30 samuel.azevedo Enviado : 25/07/08 12:17
- Ora, se precisar de alguém para pintar o quadro, sou um mestre nessa arte.
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