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Em meio as pessoas, devido ao fato de ser um lugar desconhecido com pessoas desconhecidas, vejo se não há algum elfo para pedir grupo. Caso não haja pessoas da raça élfica, procuro por grupo guerreiros que aparentem ser mais fortes. Chegando perto, digo:- Olá, estou procurando parceiros para a competição, quem topa? AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Me aproximo das pessoas que reconheci da estalagem de forma amigável estendo a mão para um deles e digo: Bom dia desafiantes! Meus olhos me enganam ou estou reconhecendo vcs do "Porco Espinho"? Após me apresentar, e dizer que tbm sou um hóspede na Taverna digo: O que acham de nos reunirmos hoje à noite na taverna e bolar uma estratégia para as batalhas, soa sensato?
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Viro-me para Soturno e pergunto a ele em voz baixa:E então chefe? O que acha? Precisamos de pelo menos mais um... Não confio neles...
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Ao chegar na arena, penso se realmente quero me inscrever ou apenas encontrar histórias para compor. Ao caminhar olhando em volta e, de olhos cerrados, encaro e conto quantos elfos vão se inscrever, enquanto caminho devagar. Olho para um grupo, parecem as pessoas que estavam na hospedagem, e fica atrás do grupo. Olho para a elfa enquanto ela fala, mas não quero respondê-la. Mas a fala do Ladino me chama a atenção. Após a pergunta dele, espero a reação dos demais, completamente em silêncio. Vejo que dois deles conversam entre si, e tento escutar o que dizem.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Deixei meu cavalo (Orek) na estrebaria. A pá ficou no alforje da sela. Ando sempre encapuzado, com meu medalhão aparecendo. A espada deixo na cintura, discreta sob meu manto negro. Escudo e elmo são desconfortáveis de ficar usando, mas como o local é desconhecido eu amarro eles nas costas, sobre o manto. A lança eu carrego por cima do ombro ou como se fosse um cajado.
Estou me sentindo ultrajado e revoltado por ter que lutar na arena! Mas preciso de dinheiro! Confio apenas em Garet, por ser meu companheiro de causa, mas falo pouco com este. Prefiro orar à Cruine, pois ele me guiou a esta cidade estranha e certamente me dará sinais. Ouço Garet falar. Seguro meu medalhão de Cruine com a cabeça baixa e coberta com capuz. Respondo: - Ele serve, Garet. Olho para as duas elfas, completamente deslocadas neste lugar, mas tão perdidas como Eu, Garet e nosso novo "amigo". Penso se estes não são os reforços que Cruine disse que eu encontraria. Mesmo que uma delas tenha aparência indefesa, este não é um lugar de gente indefesa. Completo a frase, sussurrando para Garet:- Talvez elas sirvam também. Mais pessoas na equipe, mais dinheiro nas algibeiras!
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Safira role um teste Escutar (1d20) - use colchetes no lugar de parêntesis. Todos: Citação:Enquanto vocês tentam montar sua equipe, as demais pessoas da fila todas aparentam ser bárbaros da região. Vocês são os únicos estrangeiros no local e parece que as demais equipes já estão se organizando rapidamente. Podem dar continuidade as conversas... Quem quiser usar alguma habilidade para interagir com os outros ou com os bárbaros informe o idioma em que o fará ou a habilidade (observar, persuasão, sedução, etc) e avise que irá usar a habilidade, seu total na habilidade, e role 1d20 no fim do post.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Dou de ombros e resmungo:Esse aí parece ser um fanfarrão e a elfa vamos ter de carregar no colo. Suspiro e digo: Que Gânis nos ajude.
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
Lançamento 1d20=9
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Respondo ao Malak:- Teus olhos não estão enganados. Apresento-me. Que tal primeiro formarmos uma equipe? Digo, é claro que devemos montar uma estratégia, mas primeiro precisamos saber quem será da equipe. Que tal você, eles também (indicando com a cabeça para Garet e Soturno Abascal) eles parecem fortes e também preparados, também aquela elfo ali (indicando com a cabeça para Safira). Pensando: Não seria sensato de minha parte deixar que uma irmã de raça fique cercada de tantos trogloditas.off: Galera, minha personagem tem a característica negativa Arrogante. Por isso, à princípio ela poderá menosprezar alguns de vocês, até que provem seu valor. Estou adiantando para ninguém ser pego de surpresa e para não parecer que sou eu que estou sendo chato. rsrs.AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Olho para as pessoas que ela apontou e respondo: Sim, vamos chamá-los antes que alguém o faça, eu falo com o bombado e o encapuzado, vc pode chamar a elfa e nos encontramos afastados da multidão. Baseei minha fala no fato de estarmos afastados uns dos outros é isso mesmo? Caso estejamos próximos eu sugiro que nos afastemos da multidão para podermos conversar em paz
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- De acordo. Aproximo-me da elfo, apresento-me e falo:- Você pretende participar da competição? Caso responda que sim Estou formando uma equipe com algumas pessoas que estão alojadas no Porco-Espinho. Você tem interesse em participar? Caso queira participar, convido para se juntar aos outros mais tarde na taverna para formular eventuais estratégias.Caso responda que não- Tudo bem, boa sorte em seja lá o que você esteja fazendo por aqui. Em todo caso, espero o desenrolar da decisão dos demais em formar ou não um grupo.AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Encaro a elfa nos olhos por um segundo, antes de falar. Não pretendia participar. Vim mais em busca de inspiração. Mas agora, cogito a ideia. Encosto no meu cordão, amarrado fortemente ao meu braço. Consigo atacar bem, minhas setas quase sempre atingem o alvo. Mas não lido bem com a dor. Chego mais próximo, para falar baixo. Vamos precisar de um pedaço de carne com músculos para apanhar por nós. O que acha?
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Safira, Escutar 4, rolamento 9, resultado Amarelo - Fácil. Citação:Ao tentar escutar as palavras entre Abascal e Garet, você só ouve o trecho: Talvez elas sirvam também. Mais pessoas na equipe, mais dinheiro. Garet, Malak, Safira, Sagæ Rilel e Soturno Abascal: Citação:Vocês se organizam e concordam em ir para o Porco Espinho conversar sem a presença dos outros competidores. Ao se distanciar vocês notam que há um princípio de tumulto entre os outros competidores. Alguns já começaram a se provocar desde já. Mas vocês preferem não participar da confusão e chegam tranquilamente na hospedaria para discutir a estratégia de ação.
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Ainda respondendo a Safira:-Sim haha. É para isso que músculos server, certo? Já na taverna:- Não sei como vós lutais, mas adianto-vos que luto com arco, de preferência, e à distância. Também sei fazer alguns truques... Mas e vocês, o que fazem? AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Sentado à mesa com as pernas e braços cruzados, massageando a barba com o polegar e o indicador eu digo: Arco, espada, punhais e punhos à disposição senhores, sou do tipo ágil e versátil. Olho em direção de Garet e Soturno e digo: - E os senhores?
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Antes de sair pergunto as regras do torneio como funciona e como são as provas para alguém da organizaçãoDepois na Taverna digo:Sou arqueiro, minha especialidade é o arco, meu amigo não é muito de falar, mas ele será útil quando chegar a hora.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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NA ARENA, DURANTE OS TRÂMITES DE INSCRIÇÃO
Observo os organizadores da arena. Tento identificar sacerdotes de Blator. Quero ver quem são eles para procurá-los no dia seguinte.
JÁ NA TAVERNA
Balanço a cabeça, confirmando as palavras de Garet
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Na arena: Olho para a elfa: Exato. Aperto novamebte meu cordão e penso: E você? Para que serve? Na Taverna: Olho em volta. Dou um sorriso de canto de boca. Vejo muitos arcos, nenhum violino ou luthier. Me digam: Como vamos tocar? Quer dizer, nós como arqueiros e magos, precisamos nos concentrar para atacar. E se não, precisaremos de alguém para nos consertar. Ja pensaram nisso? Se já, estou dentro. Ao final da fala, eu cruzo os braços e encosto num pilar próximo. E espero a resposta.
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Garet e Abascal: Citação:Ainda na arena, vocês descobrem que as competições são organizadas pelos sacerdotes de Blator da cidade, chefiados pela Sacerdotisa líder da nação Zumi, a Portentã Clemildes Pedra Dura que irá fazer a cerimônia da próxima competição. Soturno observa os rostos dos sacerdotes, mas só ouve o nome de Clemildes. Há as seguintes regras:
1) Os competidores desfrutam de trânsito livre entre os diversos clãs e tribos bárbaros. 2) Um competidor bárbaro que já ganhou muitas lutas pode ganhar o título de Vei-Portentã. 3) Um competidor dos povos nômades que ganhar muitas lutas se torna chefe de tribo. 4) Lutadores experientes recebem alojamento e alimentação grátis das cidades das arenas por pelo menos um dia. 5) Ao final da luta o competidor deve anunciar o nome das tribos e aldeias que os abrigaram em sua viagem. 6) O competidor tem o dever de defender as pessoas que lhe oferecerem abrigo mesmo que sejam atacados por seus aliados ou por seu povo. 7) Qualquer pessoa pode assistir a luta do pórtico da arena, mas quem paga para assistir tem acento nas cadeiras da maeniana, e os ricos e abastados podem comprar os melhores lugares no pódio. 8) Nesta cidade os combates podem ser: individual (1x1), grupos de 3x3, 5x5 ou 7x7 , além disso os grupos podem ser de competidores livres ou escravos, e as lutas são classificadas em iniciantes, experientes (já lutaram algumas lutas em outras arenas) e campeões (já ganharam algumas lutas em outras arenas). Na categoria iniciante, o prêmio de cada luta é 1 mo por participante, na experiente é 3, e na de campeões é 5; mas o valor das inscrições é sempre 5 mp por competidor (o restante do custo dos prêmios vem da venda da arquibancada). 9) Não é permitido uso de magia a não ser que haja um mago em cada lado. 10) Um animal conta como um competidor ou mais, dependendo do tamanho. 11) Lutas entre escravos ou prisioneiros são sempre de vida ou morte e sem custo para inscrição. Um escravo ou prisioneiro pode conquistar sua liberdade depois de algumas vitórias (a quantidade depende dos crimes ou valor do escravo). 12) Não é permitido se render. As lutas terminam com os oponentes desmaiados ou mortos. 13) O sacerdote de Blator que fizer a cerimônia julgará as lutas e casos especiais. Todos Citação:Enquanto vocês discutem, o taverneiro Javal se aproxima, e diz:
- Olá forasteiros, vejo que vocês irão participar das lutas? Então a diária e a alimentação de vocês é por conta da casa! Só não deixem de mencionar a minha humilde hospedaria no fim da luta...
Ele pisca o olho e sai, volta trazendo um barril de cerveja de Chiim e um javali assado. O dia passa rapidamente e anoitece. Vocês estão terminando o banquete e precisam concluir a estratégia. Amanhã será o dia de preparativos...
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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off: temos dinheiro para pagar a inscrição? Quanto cada um possui?Faço uma reverência ao taverneiro Javal, em agradecimento à hospitalidade.
Falo para todos:- Talvez nosso único problema na arena seja a restrição quanto ao uso de magia. Vou orar à Cruine Termino de comer e me levanto. Vou ao quarto e guardo minhas coisas. Deixo o elmo, o escudo e a lança. Saio de armadura e espada, com a cabeça encapuzada. Vou a estrebaria ver como Olek está. Pago pelos serviços eventuais.
Depois saio pela cidade à procura de um templo à Cruine, ou ao menos um pequeno altar, para orar. Uso o milagre CONTATOS 1 para ter alguma intuição sobre TERSEP. Procuro por algum sacerdote local.
Se não encontrar, procuro saber se alguém na cidade morreu recentemente, para ser devidamente sepultado, ou se há algum recém nascido para ser abençoado.
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Tomo um gole da cerveja de Chiim, faço uma expressão de satisfação e digo: 3 arqueiros! O negócio é nós três darmos flechadas em um deles logo no início, o cara tomba e ficamos com a vantagem numérica, daí se for possível fazemos isso de novo e de novo até não dar mais. Decidimos o combate no corpo a corpo se necessário.
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- Concordo. Seria interessante alguém com habilidades curativas. Acredito que cada um fazendo a sua parte, não haverá problemas. Depois da refeição, despeço-me. Vou para o meu quarto meditar usando o anel para comunicar-me com Fírram Rilel.AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Digo a Safira:Não vejo isso como problema, mas que descobrimos nosso ponto forte: combate a distância, devemos então enfatizar nisso e evitar combate corpo a corpo. Não podemos lamentar o que não temos, mas valorizar o que temos de melhor. Meu amigo (se já tiver ido embora) pode resolver a questão dos ferimentos. Mas se mesmo assim quiser ir embora, fique a vontade.
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Quando a cerveja chega, agradeço ao taberneiro, mas peço para me trazer apenas um pequeno jarro de agua limpa. Mas o javali, tiro um pedaço e começo a comer. Realmente. O ladino tem um ponto. E ele pode funcionar. Prlo menos, até nossos inimigos descobrirem, e se descobrirem. Sim, estou dentro. Vai ser bom estar na batalha, pra variar. Termino de comer, bebo o restante da água e vou para meu quarto. Antes de dormir, toco uma antiga melodia que aprendi em casa, orando para Maira Vet. E vou dormir.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Depois que todos vão embora digo a Malak:Parece que todos estão mais preocupados em comer, cuidar dos seus negócios e ir embora do que planejar estratégia. Nossa equipe começou muito bem pelo visto. Que Gânis nos proteja.
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Soturno Abascal: Citação: Você passou na estrebaria e viu Olek comendo fartamente com uma cocheira cheia de feno e outra de água limpa. Ele para um instante e olha para você, satisfeito, e volta a comer. Então você sai para procurar um templo de Cruine e descobre que na cidade só há um templo e é dedicado a Blator. Você passa um tempo tentando pedir informações aos transeuntes que lhe negam em outro idioma, até que alguém que fala seu idioma lhe responde:
- Existe a Arena de Cruine, é uma das três maiores arenas das terras dos bárbaros e dos nômades, mas ela fica bem a oeste. E houve um massacre na arena há pouco tempo, parece orcos mataram quase todos e os únicos sobreviventes os perseguiram e derrotaram.
Aí você se lembra de procurar por cemitérios, e encontra um pequeno oratório a Cruine no cemitério que fica na saída sul da cidade. Lá você conjura o milagre Contatos 1, e pergunta por Tersep. A resposta é: "Está com frio, muita neve!". Na volta você passa no templo de Blator, e a sacerdotisa Clemildes estava afiando armas com seus pupilos. Eles olham para você, com curiosidade. Ela ergue o punho fechado e o projetando para a frente e para cima diz: - Por Blator, na Força e na Guerra! Que Blator saúde Cruine.
Malak e Garet : Citação:Vocês ficam até mais tarde bebendo e conversando estratégias. Malak nota que algumas pessoas entram numa porta nos fundos do estabelecimento e vocês, curiosos, resolvem entrar também. Passando pelo balcão, vocês chegam até a porta e tentam abrir. Um vigia estava na porta, mas ao ver Malak ele os deixa entrar. Vocês descem uma escada. Lá em baixo há música, prostitutas, jogatinas e toda sorte de sujeito mal encarado. Sagæ Rilel: Citação:Você se recolhe para seu quarto ainda cedo, então se senta na posição de lótus e começa a meditar. Logo sente uma sensação de abandono do corpo, e embora esteja com olhos fechados começa a se ver dentro da biblioteca do templo de Palier em Âmiem. Seu pai está sentado em sua frente, e lhe diz: - Boa noite, minha filha. Vejo que está em terras exóticas. O que a traz aqui? Safira: Citação:Você faz sua oração e vai dormir tranquilamente. Acorda no meio da noite com um grito estridente distante. Você olha na janela, como seu quarto ficava no primeiro andar, dá para ver bem distante um cavaleiro fantasmagórico perseguindo uma mulher. Ele a agarra e somem nas brumas.
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- Sim. Estou em Elbrat, uma cidade localizada nas terras selvagens. Estou investigando a seita nessas terras. Gostaria de saber se o senhor não tem algum conhecimento que possa ajudar-me.off: ainda estou perdido na história. Pelo que vi já tem muita coisa acontecendo. A única coisa que sei é que minha personagem está investigando a seita, por isso optei por usar o anel, para vê se consigo entender um pouco mais do que está acontecendo. AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Tiro meu capuz e mostro meu rosto. Respondo olhando nos olhos da sacerdotisa:- Que Cruine saúde Blator e nos guarde em nossa passagem! - Meu nome é Abascal. Vim de Agrápia e caço um necromante espúrio, chamado Tersep. - O Juiz me revelou em sonhos proféticos que eu encontraria aliados para a minha causa aqui. Me inscreverei no jogos e lutarei em homenagem à Blator. Mas não tenho dinheiro para pagar as inscrições. - Estou colocando minha espada e minha fé à sua disposição, para serviços em troca das taxas. - Acredito que já consegui alguns aliados para minha causa. Estou inclinado a despejar a fúria de Cruine no sul e limpar destas terras tudo que viole o ciclo da vida. Algum rumor na cidade?
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Calço minhas botas, e tento marcar exatamente onde vi a aparição, pela janela. Desço para a taverna e não encontro nenhum conhecido. Como não sei o que pode ser, e pode me render uma boa história, resolvo ir investigar. Mas não posso ir sozinho. Vou de quarto em quarto, procurando pelas pessoas que conheci mais cedo. Bato de porta em porta, dos meus companheiros.. *Como não sei que horas são, não sei se na atualização onde estarão. Logo, deixo pro mestre decidir que horas são, e se encontro algum deles no quarto.*
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Dou um tapa nas costas de Malak e digo:Se vou morrer amanhã, vou aproveitar minhas últimas horas, chefe. E dizendo isso vou procurar alguma mulher que queira passar a noite
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
Lançamento 1d20=19
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Primeira resposta à Garet Garet meu amigo olhe pelo lado bom, se eles estão tão confiantes é pq devem ser bons guerreiros.
Durante uma conversa descontraída sobre eventos engraçados/ vergonhosos em batalhas passadas pergunto: Mas então Garet, o que te traz a este fim de mundo além desse torneio?
Segunda resposta a Garet: Bela pedida meu amigo, só não gaste todas as suas forças em uma noite. Eu vou testar minha sorte em uma dessas mesas.
Olho ao redor e tento escutar algumas conversas alheias em busca de alguma informação sobre a região e possíveis trabalhos -- ESCUTAR, Nivel:1, Total:3[1d20]; caso não consiga nada olho ao redor a procura de algum rosto conhecido, se encontrar ando em sua direção, puxo um papo informal e pergunto sobre a região e sobre possíveis trabalhos que paguem bem (Se precisar pagar pela informação ela tem que ser quente, pago no máximo 3 m.c); caso não encontre ninguém conhecido procuro uma mesa de jogo e tento ganhar algum dinheiro.
Aposto no máximo 5 m.c (ou o que restar de m.c depois de negociações prévias), caso perca paro dizendo: É, parece que hoje não é o meu dia! -- Se precisar rolar JOGATINA, Nivel: 3, Total: 5 [1d20]
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
Lançamento 1d20=3
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Rolando o 1D20 para JOGATINA que ficou faltando na postagem passada [1d20]
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Respondo de maneira seca:
Isso é um assunto meu.
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Sagæ Rilel Citação:A consciência de seu pai olha para você e diz: - Ah, a terra dos nômades e bárbaros! Vejamos o que me lembro... Ele fecha os olhos, um livro voa de uma prateleira e flutua sobre a cabeça dele, e ele começa a falar: - Quando a seita chegou as Terras Bárbaras, um novo e poderoso aliado foi conseguido: os bárbaros e as bestas. Os falsos deuses dos bárbaros cooperaram muito no recrutamento. Outro fato que muito ajudou foi a desunião dos clãs nessa época. Havia problemas em todas as nações bárbaras e os clãs estavam cada dia mais afastados.
Uma página passa no livro, e ele diz: - As bestas tinham finalmente se assentado no norte e se dissipavam, quando tiveram contato com os demonistas. Eles só não sabiam que quando aceitaram se aliar a aqueles seres que prometiam poder e riquezas, estavam condenando suas almas à destruição, ao sacrifício.
Mais uma página, e continua: - Após ter um grande exército de homens e monstros, os bankdis iniciaram um período conhecido como A Fúria do Sul, onde as populações de Ludgrim e Eredra caíram vítimas da escravidão e da fome. Ele franze a testa, várias páginas se passam, e ele diz sem parar enquanto novas páginas se desdobram: - Expedições bankdis ao sul procuravam por algo que nem as bestas nem os bárbaros conheciam. Era a Pedra Negra, ou melhor dizendo, fragmentos dela. A sede por estes fragmentos era tanta, que mesmo após a morte de milhares de bankdis em busca desses fragmentos, muitos outros vinham. Eles procuraram bem ao sul. Os perigos eram muitos e inevitáveis. A morte era companheira constante e mesmo assim continuavam. Há mistérios acerca dessa procura, mas muitos sábios ligam fatos de que os bankdis encontraram o que procuravam na região onde os antigos Tar Omon viviam. Teria sido a Pedra Negra, causa de seu poder? Ou teria sido de sua extinção? Alguns dizem que os Tar Omons estavam apenas escondidos na mesma região onde sempre estavam após o Cataclisma e que os bankdis os mataram. Outros que a ligação da Pedra Negra com as forças do plano infernal teria destruído-os. Mas há alguma ligação entre a Pedra Negra (fragmentos) e o poder e a morte dos Tar Omon.
Então ele olha para o leste, e diz: - Está quase amanhecendo. Acho que Coralina pode dizer sobre que artefatos poderiam ser encontrados lá. E Atradis pode lhe apontar onde fica a ruína dos Tar Omon mais próxima de onde você está. Mas isto fica para outro dia. Você precisa descançar. Antes que você saia do transe ou adormeça, ele diz: - Minha filha, o trabalho que você está fazendo é importante, mas gostaria que você pensasse se está investigando a seita pelos motivos certos! Então tudo gira e fica borrado, de repente você está tonta olhando para o teto do quarto e fecha os olhos, exausta e suando. Você nunca ficou tanto tempo conversando com as outras consciências antes! Soturno Abascal Citação:A sacerdotisa ouve sua apresentação, e diz: - E eu sou Clemildes Pedra Dura, a líder do povo zumi e representante máxima da Ordem de Blator nesta região. Embora normalmente eles não sejam abertamente declarados, necromantes são aceitos por alguns povos das terras selvagens, diferente dos reinos o povo aqui sabe diferenciar o bem do mal pelas obras e não pelas armas. O que me importa é que eles combatem os elfos sombrios. Não sei sobre este sujeito, mas se ele fugiu do norte para estas terras talvez tenha ido para o oeste, para a cidade nasinqui de Kathalor, aquela cidade é um circo de horrores, festival de sádicos, e um necromante se sentiria bem recebido por lá.
Sobre sua proposta, ela pede para seus auxiliares saírem, e então responde: - Temos muitas espadas aqui. O povo zumi é forte. Mas ... A noite estão desaparecendo pessoas. Acredito que seja ação de mortos-vivos ou demônios. O povo dessa região é muito supersticioso e não quero gerar pânico. Descubra o que está acontecendo e você e os seus sempre serão bem recebidos e isentos de taxas para competir nas arenas se assim desejarem. Pode conversar com seus aliados para decidir, amanhã você me dá uma resposta.
Você sai e se encaminha para a taverna. no meio do caminho percebe brumas por toda a cidade e ouve um grito de mulher, mas não consegue identificar de onde vem o grito. É difícil caminhar com baixa visibilidade, mas depois de um tempo as brumas se dissipam e você consegue voltar a taverna.
Safira Citação:Você começa a bater nas portas de cada um, mas só ouve algum barulho no quarto de Garet, parece que ele está com uma companhia feminina, então você desiste de bater. Você, então, vai sozinha e de forma sorrateira até o local do desaparecimento. Lá você encontra um medalhão de ouro em forma de coração que se abre e dentro há o retrato pintado de uma mulher e de um homem. Talvez seja a mulher desaparecida. No chão não havia nenhuma marca ou pegadas que pudesse seguir. Apenas um leve cheiro de enxofre e uma fumaça vermelha como que de incenso se dissipando no chão. Logo você volta para a hospedaria, fica de vigia por algum tempo mas finalmente se entrega ao sono.
Garet Citação:Você procura entre as mulheres alguma que lhe retribua o olhar, a maioria retribui mas quando você se aproxima descobre que elas estão ali vendendo seus serviços. Até que você conhece uma bárbara dos cabelos vermelhos desgrenhados que não falava nada, ela sobe com você mas só no quarto descobre que ela era desdentada, mas assim mesmo ela lhe dá uma "surra" na cama. //Off, da próxima vez que quiser descolar alguém, descreva se vai procurar por profissional, senão tente usar a habilidade Sedução para tentar conseguir uma companhia feminina... Malak Citação:Escutar 3, rolamento 19, azul (muito difícil). Jogatina 5, rolamento 3, branco (rotineiro).
Você se oferece para jogar cartas em uma mesa em que já há três pessoas. Como não conhece a mesa começam uma partida amigável, sem apostas. Você leva uma surra nas cartas, mas enquanto joga ouve algumas coisas e percebe que os trabalhos são centrados numa figura: - Fuinha, o trabalho foi muito fácil, pegar uma caravana de nortistas que saíam da cidade. Mas pegamos as mercadorias deles, estavam cheios de fumo, cerveja de chiim e ervas curativas, mas eles também levavam escondido um carregamento de venenos. Então estamos vendendo baratinho nossa parte hoje. - Escuta essa Zumira, tem um corno frouxo que está pagando para alguém dar uma lição no pé de lã que pegou a mulher dele! hahaha E você ouve pessoas cochichando isso: - ... escondemos aquela mercadoria no alçapão na última casa da viela do açougue, chefe. O lugar é perfeito, ninguém tem coragem de entrar na casa depois da chacina, acreditam que é mal assombrada! Enquanto isso podemos vender a mercadoria numa boa. Todos Citação:Vocês dormem ou "dormem" em seus quartos, e se encontram pela manhã no café que Javal já servia em uma mesa só para os "competidores": ovos, frutas, pães de chiim, leite, e carne de porco. Sentem que está na hora de traçar um plano de ação, ou de compartilhar as informações da noite...
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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...AINDA NO TEMPLO À BLATOR
Respondo à Clemildes Pedra Dura:- Tersep é um traidor podre. Está envolvido no ataque à Arena de Cruine, onde muitos inocentes morreram e alguns foram devorados vivos. - Por honra à Clemildes Pedra Dura e pela saúde do povo Zumi eu limparei ou morrerei tentando limpar qualquer coisa que avilte Cruine nestas terras. Tenho um cavalo de guerra negro chamado Olek na estrebaria e estou na taverna Porco Espinho. Financie minha estadia e sua causa será minha! Falo isso para ela com sangue nos olhos, me aproximo.- Além disso me comprometo, em minha estadia, a sepultar devidamente todos os que morrerem nesta cidade, bem como a abençoar os recém nascidos. Mande o povo vir à mim! Depois dou um abraço fraternal em Clemides, como os sacerdotes de Cruine costumeiramente fazem. Enquanto abraço olho para os ornamentos do Templo de Blator, vejo seus símbolos. Uso CONTATOS 1. Penso: Ajudarei você!
Por fim eu sorrio amistosamente para ela. Me aproximo de algum altar à Blator e faço uma reverência respeitosa. Fecho a cara, giro os calcanhares, e vou embora, cobrindo a cabeça com meu capuz.
NA TAVERNA PORCO ESPINHO
Desço para o desjejum trazendo minha lança, elmo e escudo. Trago também minha mochila. Digo apenas aos demais da equipe:
- Preciso conversar com todos vocês detalhes sobre os jogos, é urgente. Assim que terminarem de comer, os que estiverem interesse me encontrem no lado de fora da cidade. Lá teremos espaço para treinarmos uma tática. Espero a reação dos demais. Não como nada. Coloco um pouco de pão, frutas, ovos e carne mais seca na minha mochila. Se alguém insistir em conversar comigo na taverna eu fico quieto.
Saio e vou na estrebaria. Olho para o cavalariço e tiro meu capuz:- Tenho negócios com Clemildes Pedra Dura, meu calavo, Olek, ficará e continuará a ser cuidado aqui. Se bem sucedido em meus negócios, Clemides pagará pelos serviços. Se mal sucedido, eu morrerei e este garanhão (bato no longo de Olek) será da estrabaria. Temos um acordo? (estendo a mão). Se positivo mando ele preparar meu cavalo. Cubro a cabeça, pego a minha velha pá e monto em Olek. Ainda faço um "merchan" para o cavalariço:- Meu nome é Abascal. Eu sepulto os mortos e abençoo os recêm nascidos em nome de Cruine. Mande o povo vir até mim! Vou para fora da cidade "esticar o lombo" de Olek e depois esperar por meus amigos. Escolho algum local visível, difícil de ser surpreendido, sento e como um pouco, fico segurando minha velha pá e orando à Cruine, lembrando nostalgicamente dos que já sepultei com ela.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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(OFF: que é isso, mestre, ficou muito bom... Rachei o bico. Se eu fosse rolar o dado com a sorte que eu tenho, ia ser pior. kkkkkkkk) Levanto e vou pra mesa com a cara de cansado. Mal presto atenção no que Abascal fala. Penso: preciso comer pra recuperar as forças...
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Tomo o café pensando sobre a conversa com meu pai. Limito-me apenas a falar o que for dito diretamente a mim. Depois de comer vou ao lugar pedido por Soturno Abascal.AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Acordo ainda pensando no que vi ontem. Olho para o pingente e não consigo reconhecer as pessoas no pingente. Desço até a taverna e pergunto ao taverneiro quem é são as pessoas. Ao ter a informação (ou não) do taverneiro, me sento para comer. Como um pouco de pão e bebo água, pois meu estômago está ruim. Ao ouvir Soturno, e vê-lo sair, subo e pego minhas coisas, e vou para o local que ele indicou.
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Soturno Abascal, Contatos 1. Citação:Abascal, ao usar o milagre contatos pensando "Ajudarei você!" você tem uma sensação calorosa, e a sacerdotisa, em transe, responde: "para ajudar, se abra a aceitar ajudas inesperadas!" Depois ela volta a si sem perceber o que aconteceu.
Safira Citação:Quando você mostra o medalhão e os retratos ao taverneiro, ele diz: esta jovem é a filha do Vei-Portentã Thorson Dentes de Sabre, ele é o líder da aldeia dos Dentes de Sabre, conhecida por ser especialista na caça deste animal. O homem é um dos guerreiros da aldeia, chama-se Torin Dentes de Sabre e é marido dela. Todos Citação:Depois do café da manhã o grupo se reencontra fora da paliçada da cidade. Soturno encontrava-se contemplativo. Agora vocês podem conversar sossegados sem serem ouvidos.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Tiro meu capuz e falo segurando minha velha pá:- Tenho algo importante à propor. Algo muito mais sério que jogos em arenas, por isso queria conversar aqui. Acredito com fé nos deuses que posso contar com a ajuda de vocês. - Sou um sacerdote de Cruine. Vago por terras sepultando mortos e abençoando recém nascidos. Vivo de minha fé e espada, sempre tentando garantir que as leis de Cruine se cumpram. - Ontem conheci Clemildes Pedra Dura, a líder do povo zumi e representante máxima da Ordem de Blator nesta região, ela é organizadora da Arena. - Ofereci meus serviços de sacerdote em troca da taxa para poder combater na arena, pois não tenho dinheiro. - Ela me ofereceu um serviço. Pessoas estão desaparecendo à noite em Elbrat. O povo daqui é forte, mas supersticioso. Ontem vi umas brumas estranhas, escutei gritos. - Somos forasteiros. Temos uma maga, uma barda, um sacerdote, um ladino e um guerreiro. Somos perfeitos para a causa. - Não sei se a meta de algum de vocês é virar um campeão de arena. Eu ia lutar apenas por dinheiro! - Talvez podemos ganhar dinheiro salvando esta gente e fazendo a diferença, ao invés de servir apenas de atração de circo para eles. - O que vocês acham? - Temos que dar uma resposta para Clemides ainda hoje. - Quem vem comigo?
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Pensando: É mais fácil continuar minha busca por aqui com um grupo que a sós. Ainda preciso interrogar as consciências de Coralina e Atradis, assim terei mais pistas do que e onde procurar.Respondo:- Aceito sua oferta. AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Após a última rodada na mesa de jogo me aproximo do cara que disse que roubou uma caravana de nortistas e pergunto de forma discreta: Ei chefe, fiquei sabendo que vc tá querendo converter alguns "pertences" em grana, não me importaria em dar uma olhada. (OFF: Desculpe o atraso dessa ação, se puder rolá-la em paralelo tipo inception gostaria de ver os itens que esse cara tem  ) Na Manhã seguinte:Levanto após poucas horas de sono, tomo apenas um café preto forte para ficar mais alerta e pego uma maçã para comer mais tarde. Após ouvir o que Soturno diz fico em silêncio e vou até a estrebaria ver como está meu cavalo e carroça, estando tudo bem monto nele, deixo a carroça aos cuidados do cavalariço e vou em direção ao ponto de encontro. Chegando lá ouço o que Soturno tem a dizer e respondo:Pra falar a verdade a arena era apenas um desafio pra mim, diante de uma proposta mais digamos... lucrativa, estou inclinado a dispensá-la por ora, pode contar comigo sacerdote. Após respondê-lo viro para todos e proponho:Na verdade essa reunião vem bem a calhar, estou disposto a dividir com vcs uma informação que "desenterrei" do subsolo da taverna que pode render um bom dinheiro pro grupo. - Fiquei sabendo de uma mercadoria roubada que foi "entocada" no alçapão de uma casa abandonada da cidade, o nosso grupo é grande o bastante pra pegar essa carga facilmente. Após coletarmos os itens eu posso vender o que não nos interessar e dividimos o lucro restante. O único problema é que precisaríamos fazer isto hoje a noite, temo que os bandidos possam mover o tesouro. Acho que dá pra pegarmos a carga hoje a noite e começarmos as investigar os sumiços amanhã. Viro para Soturno e pergunto: O que acha?
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Depois de ter comido me sinto revigorado e disposto.Vou ao ponto de encontro ouço o que dizem e falo:Que pista temos? Onde vamos começar a procurar essas pessoas? Chefe, se quer nossa ajuda precisa dizer tudo e sinceramente se vamos fazer algo juntos e necessário que todos coloquem as cartas na mesa. Estou aqui unicamente atrás de um mago necromante chamado Tersep ele arruinou minha carreira como arqueiro e por causa dele acabei sendo expulso da academia que pretendia ingressar. Depois digo a Malak:Não sou ladrão e essa carga não me interessa.
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Ouço Soturno e me lembro da noite passada. Tento não transparecer, mas saber que aconteceu em outro lugar, e que isso é algo tópico, me deixa preocupada. Pego o medalhão que encontrei noite passada. Eu concordo. Mesmo porque, eu vi acontecer, noite passada. Depois de comermos, eu subi para encerrar meu dia. Logo após minhas orações, eu fui dormir, mas fui acordada a noite com um grito. Ao olhar pela janela, vi acontecer. Quando fui ver, encontrei esse medalhão. Retiro o medalhão do bolso e mostro para todos. Segundo o taberneiro, as pessoas no pingente são da aldeia Dentes de Sabre. Acredito que temos um lugar onde começar. O que acham?
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Respondo a Malak:- Escuse-me, Malak, pois não sou uma ladra! Digo a Safira:- É possível que encontremos pistas nesse lugar. Já que o fato que está chamando a atenção é justamente o desaparecimento de pessoas à noite. AVDACES FORTVNA IVVAT
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Malak Citação:Lá no submundo, o cara olha para você um pouco desconfiado, mas não pergunta nada e diz: - É tudo original, chefia, mercadoria de família. Estou vendendo porque meu pai precisa viajar rápido. E pisca o olho, depois mostra o conteúdo da bolsa: alguns rolos de fumo e umas garrafas de cerveja de chiim. - Estes aqui são 1 mp a garrafa ou o punhado - diz, mostrando as a cerveja e o fumo relaxante. Você pergunta por mais, e então ele abre a jaqueta e num bolso escondia dezenas de frascos de todos os tipos e tamanhos. //off. veja o preço dos venenos tipos I a III no livro de regras, está com 20% de desconto.
Ele mostra o outro lado da jaqueta: - Esta belezinha aqui é usada por elfos de Ludgrim, eles presentearam meu pai com uma e estes (10) dardos, o conjunto é raríssimo sai por 3 MO e lhe presenteio com um frasco de veneno paralisante. Você coloca veneno num dos dardos, e assopra por aqui e zum! O otário cai no chão sem nem olhar o que o atingiu. Mas precisa aprender a controlar a mira antes de sair por aí usando. E continua mostrando o resto: - Também tenho estojo de arrombamento, adagas e facas de atirar 50% do preço para clientes especiais. Ele espera um pouco, e pergunta: - E então, vai querer algo?  Todos Citação:O tempo passa, já devem ser cerca de 10 da manhã e vocês ainda estão discutindo o que farão. //cada um faça um teste de Observar
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
Lançamento 1d20=15
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OBSERVAR 3 [1d20] Após ouvir o que todos tem a dizer, respondo a Garet:
- Isso não tenha nada a ver com Tersep, Garet! - Acredito que ele esteja muito longe daqui. Mas se a sacerdotisa pediu minha ajuda, certamente tem haver com mortos-vivos e demônios. Contei tudo para vocês. Depois volto o foco no problema local, falando à todos:- Com relação a pistas, já temos uma! Mas o que exatamente você viu, Safira? Eu também ouvi o grito. Mas além disso, vi só um denso nevoeiro. - E Malak: A milicia local pode cuidar de seus bandidos. De demônios e mortos-vivos somente nós! Você pode usar este monopólio para negociar preços justos por nossos serviços por aqui. Assim unimos o útil ao agradável... (pisco o olho para o ladino) Agora os que concordarem em aceitarem o trabalho podem vir comigo à Arena. Lá conversaremos com Clemides Pedra Dura, dizendo que aceitamos seus serviços. Podemos perguntar à ela sobre a aldeia, talvez ela tenha um contato lá que facilite as coisas.
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Lançamento 1d20=9
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Observar 1[1d20] AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
Lançamento 1d20=16
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
Lançamento 1d20=9
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No Submundo:
- Então meu chapa, eu realmente to interessado nesse conjunto de dardos com zarabatana e paralisante mas tudo o que eu tenho são 2 m.o... O que vc me descola por essa quantia?
Posteriormente com o grupo:
Dou de ombros após as respostas de Sagae e Garet e digo com certo desdém:
- Entendi, dois puritanos. Só derramam sangue em nome da "justiça" Gesticulando as aspas com os dedos
Viro em direção a Soturno e digo apontando o indicador com um sorriso condescendente:
- Muito boa ideia, me parece que sua introspecção equilibra-se a perspicácia...
Após uma pausa de um segundo digo como se a ideia me viesse conforme eu falava:
...se encontrarmos mais alguém que tenha perdido um ente querido para estes sequestradores, podemos cobrar pelo resgate ou simplesmente pela informação do fatídico fim da pobre alma, talvez mais alguém importante tenha sido levado, aumentando exponencialmente nosso lucro. Certamente muito menos esforço do que resgatar mercadorias roubadas e ainda ter que vendê-las depois.
Fim da ação
OBSERVAR, nível: 02, total:4 [1d20]
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Olho para Soturno: Eu estava dormindo, espero que meus sonhos não estejam nebulando minha mente. Mas era um cavaleiro, não consegui ver o rosto, nem como se vestia, já que estava muito escuro. Ele perseguiu a mulher até próximo onde encontrei o pingente. Eu até tentei ver se alguém estava disponível, mas não, então, fui só. E só encontrei isso. Ele pegou a mulher sem descer do cavalo, e sumiu nas brumas. Olho para o pingente, e me lembro da cena. Acredito mesmo que devamos ir até a vila Dentes de Sabre o quanto antes. Olho o pingente e falo para Soturno Acredito que não precisamos todos de ir falar com Cremildes Pedra Dura: alguns já podem ir preparando nossa ida para vila. Acredito que tempo seja precioso. Viro para todos: Eu vou falar com Cremildes, junto com Soturno. Vamos mais um. Os outros, poderiam ir vendo se conseguem alguma informação na cidade sobre esses ataques, e talvez, até patrocínio, seja com mantimentos ou até mesmo com cavalos ou uma carroça, para que pudéssemos fazer essa busca. Alguém deve querer esse mistério resolvido, na cidade. O que acham? Mas temos que decidir logo, pois o dia está passando depressa.
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
Lançamento 1d20=9
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Respondo a Malak:Não é questão de derramar sangue em nome da justiça, mas simplesmente em perder tempo com algo que não me interessa e nem me diz respeito. Depois a Safira:Se Clemildes pediu ajuda ela pode patrocinar a busca se não o pai da garota desaparecida com certeza. Quanto as informações, andar por aí fazendo perguntas cama muito atenção, principalmente se não se sabe onde perguntar. Clemildes já deve ter toda a informação necessária.
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Soturno Abascal, Observar 3, rolamento 15, vermelho, difícil. Sagæ Rilel, Observar 1, rolamento 9, amarelo, fácil. Garet, Observar 4, rolamento 16, vermelho, difícil. Malak, Observar 4, rolamento 9, amarelo, fácil. Safira, Observar 4, rolamento 9, amarelo, fácil. Citação: Enquanto conversam vocês percebem de longe muitas pessoas saindo e entrando na cidade. Abascal e Garet notam que elas estão indo e vindo de uma represa poucos quilômetros a leste da cidade onde há um aglomerado de pessoas e alguns levam pessoas em macas para lá, mas nenhuma pessoa vem carregada na volta.
Malak, role barganha para tentar baixar o preço.
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- Vamos ver o que acontece ali. Convido os demais para irem também e vou.AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
Lançamento 1d20=1
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Começo a responder Safira, quando vejo a cena:- Prefiro falar apenas com Clemides... - Encrenca. (aponto para que todos vejam)- Feridos. Talvez mortos. A cavalo chegamos mais rápido, Malak! Guardo a pá na cela. Me equipo com elmo, escudo e lança. Monto em Olek. Coloco alguém que está sem cavalo em minha garupa e disparo para o lugar. MONTAR ANIMAIS 5 [1d20]
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Olho para o chão. Têm razão. Eu apenas estou um pouco apavorada ainda. Quando Soturno olha para a cidade, e comenta, olho também. Quando ele sai, acho prudente ir ver também, o que acontece. E monto em sua garupa. Com licença, senhores.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Parece que os doentes estão sendo levados para a represa e deixados lá. Provavelmente algum tipo de ritual religioso ou de cura.
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Soturno Abascal, MONTAR ANIMAIS 5, rolamento 1, falha crítica! Soturno tenta montar o cavalo, mas monta de costas e o animal dispara alguns metros. Ele é derrubado e todos riem dele. Antes que ele levante animal volta sozinho em direção a cidade. Como o animal é treinado o clérigo deduz que ele foi para a estrebaria. Sagæ Rilel, Soturno Abascal, Safira, Garet e Malak: Citação:Vocês seguem a pé até a represa e chegando lá veem a seguinte cena: Uma mulher leva um menino nos braços, ele tinha as pernas ressequidas. Ela o coloca gentilmente na água cheia de musgos e o segura embaixo d´água. Vocês se preparam para impedi-la, mas antes que pudessem se aproximar o menino se levanta e fica de pé. As pessoas gritam coisas como "milagre", "a dádiva de Blator", "não, foi Gânis". Logo, outro doente é depositado na água e parece haver uma fila de pelo menos dez pessoas enfermas ou aleijadas esperando para se banhar nas águas esverdeadas. Borr: Citação:Você cresceu e foi treinado na aldeia conhecida pelos forasteiros como Dentes de Sabre, porque sua aldeia é especializada na caça desse animal. O líder da aldeia é o Vei-Portentã Thorson, e há uma semana vocês e uma comitiva estão na cidade de Elbrat negociando as peles que coletaram na última temporada. Você soube que a filha dele, uma bela moça chamada Freya, está desaparecida. Na última vez que ela foi vista ela estava procurando pelo seu jovem marido, um valoroso guerreiro chamado Torin que havia sumido há 3 dias; mas ontem ela saiu para procurá-lo nas tavernas e não retornou para casa. Então enquanto o resto da comitiva se divide procurando por ela, você recebe a incumbência de ir falar sobre o desaparecimento com a Portentã Clemildes Pedra Dura, a sacerdotisa de Blator, e líder do povo Zumi. Você entra no templo de Blator, na capital Elbrat e é levado pelos aprendizes até ela.
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- Mas vejam só isso... Uma fonte dos milagres? Aproximo-me mais e pergunto para alguém dos que estão lá:- O que se passa por aqui? AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Ao chegar em sua presença, faço a saudação usual.Saudações Portentã. Tenho uma comunicação a fazer. Aguardo que ela diga algo que me permita continuar.Meu nome ´Borr, venho de Mythigar (Inventei pois não acho que Borr ou a Clemildes falariam o nome dela como os forasteiros dizem, mas se tiver inventado um nome mude por favor.) junto com uma comitiva para atividades de comércio tem alguns dias. Soubemos que a filha do Vei-Portentã Thorson está desaparecida e decidimos procura-la, mas achamos que a senhora deveria ter conhecimento do acontecido.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Fico chateado com Olek, mas me atenho às prioridades do momento e corro para a represa.
Na represa eu fico maravilhado com a possível dádiva dos deuses. Tiro o elmo, solto o escudo e a lança. Vou caminhando em direção à represa.
Não "furo a fila", deixo os doentes continuarem a serem curados, mas tento alcançar um lugar próximo as águas. Me ajoelho, seguro meu símbolo sagrado e uso CONTATOS 1. Pergunto: um milagre?
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
Lançamento 3d20=3,20,12
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Fico com o grupo tbm meio surpreso com o que vejo e aguardo o desenrolar dos fatos, em algum momento me aproximo de Garet e digo: Lá atrás vc mencionou o nome Tersep, vocês também estão caçando esse maldito? Ele me enviou para uma armadilha mortal e por sorte escapei com vida!
Tento observar ou ouvir se existe alguém de aparência mais abastada conversando sobre famílias cujos membros foram sequestrados e poder apresentar nossos serviços
Barganha: 0; Observar: 4 e Escutar: 3
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Sim estou atras dele. E estamos só perdendo tempo aqui e a pista pode estar esfriando. Deixemos os deuses curarem os doentes e deveríamos cuidar do que nos interessa.
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Sagæ Rilel: Citação:Sagæ, uma mulher lhe responde com um sotaque forte: - Trazemos os doentes e feridos, e as águas da represa os curam. Clemildes, a Portentã, diz que é bênção de Blator, alguns acham que é Ganis, mas outros falam que é o poder dos deuses antigos. Soturno Abascal: Citação:Quando você faz sua oração, a água em sua frente fica limpa e transparente, mas você olha para a água onde as pessoas estão mergulhando e vê elas se banhando em sangue. Uma sensação muito ruim lhe percorre o corpo quando a visão passa. Malak: Citação: Lá atrás, na estalagem, quando você tenta fazer uma oferta mais baixa, o cara recolhe os produtos, fecha a cara e diz: - Esqueça. Volte quando tiver dinheiro de verdade.
Malak, Safira e Garet: Citação: Já na represa, Malak olha para as pessoas e percebe algumas pessoas chorando ajoelhadas e rezando para trazer seus entes queridos de volta. Algumas delas bem vestidas com peles e jóias. Ele se aproxima da que aparenta ser mais abastada de todas, e se apresenta. Safira e Garet apenas o acompanham, calados. A mulher diz: - Eu me chamo Hay Goudbargh. Por favor, me ajudem a encontrar meu filho! Eu lhes dou tudo o que vocês quiserem! Ele desapareceu há oito dias, saiu para se divertir nas tavernas e não voltou. O máximo de tempo que ele passou fora antes disso foram apenas três dias. Ele só tem 12 anos!
Borr: Citação:Diante das suas palavras, ela parece ficar agitada. Visivelmente problemas com líderes de aldeias aliadas não é o que ela mais deseja. Então ela diz: - Ela também?! Há dois dias foi o marido dela! Já coloquei algumas pessoas para investigarem os desaparecimentos, outras pessoas também sumiram na calada da noite. Diga ao seu Vei-Portentã que não descansaremos até encontrar os desaparecidos e os culpados por tudo isso provarem do nosso aço.
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Como quiser. Retornarei ao meu grupo e os avisarei de seu pedido. Retornarei ao Vei-Portentã para dar a notícia. Não que isso me agrade... Nunca é bom dar más notíciasSe for somente isto farei nova saudação e sairei em busca do grupo que estava comigo.
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Agradeço a informação. Aproximo-me dos companheiros.- As pessoas estão dizendo que é uma fonte abençoada por Blator; outros, por Ganis. De toda forma, não faz sentido ficarmos aqui parados, temos nossos assuntos para resolver. AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Não demonstro espando. Mas faço cara de repulsa. Falo apenas para meus amigos, em tom de voz baixa:- Acreditem em mim. No exato local onde os dientes se banham há algo maligno. Eu pude sentir. - Vamos ver Clemides logo! Sinto que voltaremos aqui.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Não se preocupe, estamos investigando esse assunto, parece que outras pessoas sumiram. Vamos achar seu filho. Digo a mulher tentando tranquilizá-la. Tem alguma informação que possa nos ajudar?
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Borr: Citação:Você se despede da sacerdotisa e segue de volta ao alojamento de sua comitiva. Chegando lá, só encontra a mãe da desaparecida acompanhada de uma jovem, que ficaram lá em caso da filha voltar. A matriarca é conhecida como Val Dentes de Sabre, ou Val Mythigar para os seus. Ela agradece a informação e diz: - Aquela mulher deve saber mais do que está dizendo. Venha comigo, vamos voltar até lá eu mesma vou arrancar o que ela sabe. Qualquer pista que seja!
Então vocês voltam ao templo, e chegam lá praticamente ao mesmo tempo que outras pessoas. Trata-se de forasteiros: duas elfas, um meio-elfo e dois humanos - todos trajados de formas exóticas aos olhos do povo bárbaro.
Sagæ Rilel, Soturno Abascal, Garet, Malak e Safira: Citação:A mulher responde a Garet que o filho dela se chama Gavin, ele sumiu durante a noite 8 dias atrás quando saiu para se divertir com prostitutas e depois que saiu da taverna não foi mais visto. Ela diz que ele estava usando uma roupa de peles de urso pardo, e tem uma cicatriz de um corte acima da sobrancelha. Ela está disposta a oferecer todas as joias e peles dela caso encontrem o filho dela vivo ou morto.
Vocês se despedem das pessoas com quem estavam falando, e vão em direção ao templo de Blator falar com Clemildes. Ao chegar na porta do templo se deparam com dois bárbaros, entre eles uma mulher enorme muito irritada também querendo falar com a sacerdotisa. Todos: Citação:A porta do templo se abre, a a própria Clemildes os atende brandindo um machado, com outro na cintura, e pergunta: - Que tumulto é este na porta do Templo de Blator?!
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Tiro meu capuz e falo rápido, antes que a gigantona fale alguma coisa e um conflito com Clemides aconteça:- Retornei com aliados para sua causa. Estes são Garet, Malak, Sagae e Safira. Todos estrangeiros, sem superstições e experientes em problemas envolvendo assuntos de outros planos. - A própria Safira presenciou o desaparecimento de uma jovem, inclusive encontrou uma pista de quem possa ser a vítima. Um colar. - Mostra à ela, Safira. - Se for alguém na nação Zumi a encontraremos! Ou morreremos tentando, conforme eu prometi. - Não iremos mais lutar na arena! Deixaremos isso para o povo local. O povo que iremos salvar! - Mas além de financiamento para as buscas, tenho que pedir algo: - A fonte que cura doentes NÃO É DIVINA! Orei à Cruine nas margens da água e vi os doentes se banhar em sangue! Senti somente o MAL. O lugar é podre, PROFANO! Talvez tenha ligação com os desaparecimentos.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Falo em voz baixa para somente Soturno e os demais ouvirem:
Precisamos saber há quanto tempo a represa começou a fazer as tais curas e se no mesmo período as pessoas começaram a sumir. Se for ao mesmo tempo estão ligadas e é impossível que alguém com a influência dela não saiba de nada ou não tenha tentado fazer nada...
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Dou uma passo à frente de Val e faço novamente a saudação. Então apresento minha senhora.Esta é S.ª Val Mythigar, esposa de Thorson. Viemos... Pedir uma audiência... Tomei à frente para amenizar uma postura mais agressiva ainda das duas, não que isso evitaria, mas poderia diminuir a tensão. Não quero me indispor com ninguém agora, ainda mais com uma mãe furiosa por causa de sua filha a líder de nosso povo.
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- Você pronunciou meu nome errado! É Sagæ, não Sagae. Fico na minha observando o que a sacerdotisa de Blator tem a dizer. AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Por enquanto ouço e observo tudo atentamente.
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Sagæ Rilel, Soturno Abascal, Garet, Malak, Safira, e Boor: Citação:Depois das palavras de Abascal, Safira mostra o medalhão. A outra mulher que pedia satisfações se cala e seus olhos se enchem de lágrima. Ela reconhece na hora o medalhão da filha e grita: - Minha filha! Você precisa nos dizer aonde ela está! O que está acontecendo nesta cidade! É impossível que você não saiba!
Então Clemildes atira o machado no chão na frente dos pés da mulher e diz: - Não ouse me questionar na casa de Blator! Eu sou a líder do povo Zumi e você me deve respeito!
Então ela diz, num tom mais sombrio: - Já perdi muitos dos meus homens e mulheres investigando este crime. Alguns não obedeceram por medos supersticiosos, e pagaram o preço dos covardes e dos desobedientes. Contratei estes forasteiros porque se mostraram capazes. Mas se for para lhe deixar mais tranquila, indique um dos seus para acompanhá-los nas investigações.
Val assente, e diz: - Borr pode acompanhá-los.
Então Clemildes continua com as explicações: - A represa está curando pessoas, no começo achei que fosse só superstição. Algumas disseram que eram bênção de Blator. Então fui investigar. Não notei nada estranho, além do fato de pessoas se curarem. Não tenho as mesmas habilidades que este servo de Cruíne para revelar o oculto. Mas quando algumas pessoas começaram a balbuciar rumores, dizendo que os milagres são coisa dos deuses antigos que fiquei desconfiada. Mandei meus melhores sacerdotes para investigá-la, mas todos desapareceram ou não retornaram. Alguns se negaram a ir depois desses sumiços, e sua punição foram as lutas das arenas. Alguns deles lutarão amanhã mesmo. O fato é que os desaparecimentos começaram a acontecer há três semanas. Como esta é uma cidade em que as pessoas vão e voltam, não é de estranhar desencontros e desaparecimentos. Mas o testemunho desta elfa coloca a coisa em novo patamar.
Ela conclui: - Então vão e investiguem tudo. Não sei a quantas gerações existe esta represa, nem se há ligação com o rapto da jovem Dentes de Sabre e de seu noivo. Mas quero isso tudo a limpo, e de preferência que todos sejam encontrados vivos! ... Sobre a disputa nas arenas, retirarei os nomes de vocês da competição. Mas avisem a quem os estava hospedando que não irão mais participar!
Ela estende as mãos e entrega uma bolsa. E diz: - Tomem, este dinheiro os ajudará nas despesas de vocês, e depois que resolverem o caso receberão quantia igual. Aí tem doze moedas de ouro, duas para cada um de vocês.
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Falo baixo com Val.Tem certeza disso. Já estamos atrás deles e esta gente.... Vão nos atrasar... Quando Clemilde fala em pagamento e que serão duas moedas de ouro para cada, me anima um pouco. Não que seja mercenário, mas estou com tão pouco que nem dá para pagar uma boa bebida.
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Agradeço o dinheiro.- Então, vamos. Quanto mais cedo descobrirmos, melhor. Assim podemos salvar mais vidas. AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Recomendo subirmos o rio até a nascente, se alguma coisa está acontecendo deve ser por lá. As pessoas desaparecidas devem estar sendo usadas pra algum ritual que faça isso na água. Digo a todos em voz alta.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Ignoro Sagae, quando ela me corrige (off: kkkkk)
Depois que Clemildes fala eu balanço a cabeça, consentindo à proposta dela. Pego minha parte do dinheiro e me despeço:- Que Cruine nos guarde em nossa passagem. Falo com Val:- Descobriremos o que aconteceu. Confie em mim. Depois me volto para Borr:- Borr, não? Sou Abascal, servo de Cruine. Estamos todos na Taverna Porco Espinho. Falo agora para todo grupo, incluindo Borr, caso ele aceite se juntar à nós:- Vou pagar a estrebaria, Javal e orar para Cruine. Sagrarei minha espada, o arco de Garet e uma das armas de Malak, para o caso de nosso inimigo ser um espectro ou outro morto-vivo imune à armas comuns. Nos encontramos em quatro horas no Porco Espinho? Se todos concordarem ou vejo o maldito Olek e pago por seus cuidados. Pago Javal, explicando que não competirei mais, e recolho em meu quarto em orações. Evoco 3 SAGRAÇÕES DE ITENS 1. Na minha espada, arco de Garet e a arma que Malak escolher me dar. Quanto me sobra em dinheiro?
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Pego minhas m.o. e entrego minha espada para Soturno, depois disso volto ao porco espinho, aviso ao estalajadeiro e ao cavalariço de que não lutarei mais na arena, pergunto quanto os devo até o momento e após avaliar as condições do cavalo e da carroça pago.
Depois disso vou ao meu quarto e começo a preparar meus pertences para a caçada.
Off: Também gostaria de saber quanto me resta de dinheiro.
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Retorno à taverna. Aviso o taverneiro sobre a mudança de planos e peço as contas. Aproveito o tempo livre para conversae com a consciência de Atradis.- Atradis?! Preciso perguntar-te algo importante. É sobre as atuações da seita nas terras selvagens.AVDACES FORTVNA IVVAT
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Borr Citação:O medalhão de Freya é entregue a mãe dela, que agradece com um gesto de cabeça e se direciona silenciosamente para a saída. Então você a acompanha até o alojamento. Chegando lá, ela lhe diz: - Não comente o que aconteceu lá no templo com ninguém, seja discreto. Acompanhe os forasteiros na investigação deles, não confio neles e quero que você me diga se eles estão realmente investigando algo ou se estão só enrolando. Você assente. Depois prepara seu equipamento de aventura e um pouco antes do horário combinado chega na taverna do Porco Espinho para se encontrar com eles. Sagæ Rilel Citação:Depois do fim da audiência você acompanha o grupo até a hospedaria. Como terão algumas horas, você resolve se trancar no quarto e meditar para entrar em contato com a consciência de Atradis. Depois de pelo menos uma hora de meditação você se vê em outro lugar. A construção parecia ser de outro mundo. Você estava em uma ampla sala com teto alto e duas escadas em lados opostos que subiam em curvas simétricas para o teto ou desciam em curvas simétricas para o andar inferior. No norte havia uma fornalha e material de trabalho em metal e em pedras. No sul e abaixo dos degraus de uma das escadas haviam prateleiras e mais prateleiras de livro até a altura do teto. Um tapete com motivos exóticos ornava o centro da sala onde você estava sentada em posição de lótus de frente a Atradis. Ele aparentava ser um elfo florestal com alguns traços de elfo dourado. E com uma voz delicada, a responde:
- Ora, minha jovem, não sou eu o conhecedor da Seita. Acredito que apenas a consciência de Fírran e agora a sua sabem algo sobre este povo maldito. O pouco que sei é que eles quase tomaram o mundo e trouxeram o culto aos demônios para toda a região que hoje vocês chamam de terra dos reinos e as terras selvagens. Na minha época, o lugar onde você está agora era terra dos Kaerons e os Volins as tomaram, mas depois que os Volins se enfraqueceram soube que ela foi dividida pelos novos clãs. Será que ainda há ruínas por aí? Ah, as ruínas da capital Kaerom foram lavadas do mapa pelos Volins, eles ...
Você desperta abruptamente com batidas na porta. Era Safira, os outros já estavam te esperando. Todos Citação:Ao saber que vocês não estão mais competindo nas arenas, o taverneiro Javal cobra 2 mp pela diária de ontem, mais 2 pela de hoje, e pede adiantado mais 2 pela de amanhã, mais 1 mp pela estrebaria desse período. Do dinheiro dado por Clemildes, para cada um sobrou 1 mo 4 mp (exceto para Borr que continua com 2 mo, e Malek e Soturno que ficaram com 1 mo e 3 mp cada do troco do dinheiro), além do dinheiro que cada um tinha anteriormente. Soturno Abascal consegue consagrar a espada de Malek, o arco de Garet e a própria espada. Vocês se encontram na taverna ainda durante a tarde. São cerca de 5h, e o sol deverá se por somente daqui a 3 horas. Agora precisam discutir um plano de ação.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Falo a todos, após entregar as armas de Garet e Malak:- Ajoelhei diante das águas e orei à Cruine. Apenas onde os doentes se banhavam a água se tornou sangue. Sugiro irmos lá. Talvez haja alguma entrada na represa.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Falo impacienteJá disse uma vez e vocês não ouviram ou ignoraram: temos de subir o rio até a nascente dele o que quer que estejam fazendo deve ser num lugar escondido e provavelmente perto na nascente. Cresci num rio e sei do que estou falando. Mas se querem voltar a represa ou continuarem a ignorar o que falo façam como quiserem pois eu vou seguir o curso do rio com ou sem vocês.
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Falo com Val.Irei fazer isto. Peço o medalhão de sua filha para que Skoll possa pegar o rastro dela. Antes de ir para a taberna passo no mercado da cidade, compro alguma ração para mim, o cachorro e o cavalo no caso de ficar sem opção de caça. Sempre falo no idioma Zumi, salvo quando disser ao contrário, mesmo que esteja falando com eles. Ao chegar na estalagem junto com Skoll, me aproximo da mesa onde estiverem e me sento. Peço ao taberneiro uma caneca de vinho (comum, não o caro) e um pedaço de carne (crua) para o Skoll.
Quando dois começam a discutir apenas fico olhando. Quando a carne chega corto em dois, deixo uma parte no prato e jogo a outra pro cachorro. Então pergunto ao taverneiro.O que tem de tão especial nesta represa de que tanto falam?
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Falo para Garet:- Ninguém te ignora, Garet! Mas vi sangue apenas nas águas da represa, e não no rio todo. Logo o problema pode não ser em sua fonte. Mas se você é experiente em rios podemos subir ele, como desejar. - Mas podemos tomar uma estratégia diferente. A vítima foi capturada noite passada e Safira viu o local. Talvez um rastreador experiente consiga descobrir de onde o cavaleiro veio e para onde foi. Então seguimos seus rastros. Falo para Borr com cara de desafio:- Conhece algum?
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Vendo Soturno olhar para o personagem e falar. Fecho a cara (Estilo Hagar) me inclino em sua direção e respondo. Sempre em Zumi.Cuidado ao cruzar os olhos com um Zumi, ou pode ser a ultima coisa que irá fazer... Depois devagar vou acertando o corpo com um sorriso no rosto, dou uma golada do vinho e espero a reação.
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 Príncipe (3122 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Me levanto da mesa e digo:Já se passou um dia do rapto o dia amanheceu e várias pessoas passaram por aquele local, dificilmente algum rastro tenha ficado intacto. Mas façam como quiserem... Me encaminho em direção a represa, pretendo seguir o curso do rio coloco uma flecha no arco e fico atento a qualquer coisa estranha.
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Fico vendo Garet sair esbravejando e penso... Que povo mais louco... Sem um pingo de entendimento... Então coço a cabeça do Skoll...O quê? Não está satisfeito!!! Assim vai ficar gordo e molenga igual eles... hahah... ta bom, ta bom... Pega... Dou a outra metade da carne pra ele.
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 Marquês (214 )   Grupos: Registrado, Heróis do Tagmar
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Continuo olhando nos olhos de Borr e respondo:- Use seu olhar mortal contra os inimigos de seu povo e não para ameaçar quem o ajuda à mando dos deuses. Dou uma piscadela e saio atrás de Garet.
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Quando perco a concentração pelo bater na porta, resmungo:- Que está perturbando minha meditação #$@&¥! - Ah, é você. -Já estou indo, um minuto. À mesa da taverna:Não íamos investigar as pessias desaparecidas? Vocês estão focando em quê não dá ara descobrir tudo de uma vez, a não ser que nos separemos e depois juntamos o que descobrirmos. AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (0 )  Grupos: Registrado
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Pego minha espada, ouço o que todos dizem e no final sigo Soturno.
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Pensando: cada um mais bruto que o outro.Vou junto com os companheiros.AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Sorrio em tom de deboche... Ao ver que todos resolveram se mover,me levanto e vou atrás deles. Ao passar pelo taverneiro, pago minha conta, em seguida alcanço os demais. Quando vir que estão indo para a represa, chego até a elfa, bato (para chamar a atenção) no ombro dela, Quando ela olha, aponto para o medalhão e pergunto em Zumi.Onde encontraram?
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Respondo em Malês- Eu não falo a língua da barbárie! Se quer saber algo sobre o amuleto pergunte a ela. Aponto para Safira.-Foi ela quem encontrou AVDACES FORTVNA IVVAT
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 Cavaleiro (7 )  Grupos: Registrado
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Chego até a elfa, a Safira, bato (para chamar a atenção) no ombro dela, Quando ela olha, aponto para o medalhão e pergunto em Zumi. Se ela não entender o que quero dizer, bato a mão na testa tipo... Que burrice... Então levo o colar para o cachorro cheirar (só não deixo ele cheirar para fazer isso no local certo) e ver se ela entende.Onde encontraram?
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Borr Citação:Com alguma dificuldade Safira entende o que você gesticulou, e no caminho lhe aponta para uma esquina. Você precisa decidir rapidamente se procura alguma pista ou segue com o grupo que continua andando. //off, pessoal, expliquem em que idioma vão conversar, por favor! Ou se não falarem todos algum idioma em comum, como irão tentar solucionar isso. Todos Citação:Garet segue a frente e sai da cidade em direção a represa. Os outros seguem atrás. A esta hora, está quase anoitecendo e mais ninguém se banhava nas águas. Vocês circundam a represa em direção ao riacho que a abastece.
Façam testes de observar
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Lançamento 1d20=15
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Observar 1[1d20] AVDACES FORTVNA IVVAT
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