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Capítulo 03g - Os Reis Nierus Opções
#31 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 28/12/16 13:13
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Lançamento 1d20=20
Ao ver a brecha rapidamente corro na direção do feiticeiro, faço um giro ao redor do corpo dele e coloco a espada em sua garganta tentando cortá-lo.

[1d20]
#32 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 28/12/16 13:13
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Lançamento 1d20=2
#33 samuel.azevedo Enviado : 28/12/16 15:56
#34 samuel.azevedo Enviado : 28/12/16 16:06
resolvendo 2 críticos
#35 samuel.azevedo Enviado : 28/12/16 16:16
5a rodada
Citação:
iniciativas: Valgule 8, Gáldor 5.
Arqueiro 1, ataque com arco simples, coluna -2 (P0-P4 -1 cobertura de estátua+3 mira), rolamento 11, amarelo, 25% de dano.
Valgule, ataque com cetro, coluna -1 (P2-P4+1 flanqueado), rolamento 18, vermelho, 75% de dano.
Lanceiro 3, ataque com lança leve, coluna -3 (P0-P4+1 flanqueado), rolamento 3, verde, falha crítica; rolamento 18, vermelho: Ataque precipitado causa 25 % de dano em si mesmo.
Lanceiro 5, ataque com lança leve, coluna -3 (P0-P4+1 flanqueado), rolamento 5, branco, erro.
Lanceiro 8, ataque com lança leve, coluna -3 (P0-P4+1 flanqueado), rolamento 3, verde, falha crítica; rolamento 13, amarelo: Sua arma escapa da sua mão, caindo a 3 metros de distância
Gáldor Tinúviel, ataque com Espada Caçadora, coluna 18(L13-L3+5 arma mágica +3 fúria), rolamento 20, cinza - crítico, rolamento 2, amarelo: 50%. Com um belo golpe, não só atingi como desarma o inimigo.

A expressão de surpresa some tão rápida quanto surgiu da face do Rei Valgule, ele comanda, o arqueiro a sua direita atira, e alguns lanceiros investem contra o elfo. A flecha se finca na clavícula do elfo, e o próprio rei dá um golpe com seu cetro na armadura de Gáldor, fazendo ela se desmanchar ao mesmo tempo que três lanceiros tentavam acertar o estrangeiro. A armadura cai!

Gáldor acerta o rei com sua espada caçadora de mão e meia, as vestes do rei feiticeiro ofereciam alguma resistência mas a lâmina penetra acertando seu coração. Valgule cospe sangue, e murmura:


- Que Branaxis venha a noite e carregue você e os seus para o inferno!

Então ele cai, morto.

Os guardas largam as armas e parecem confusos.



Valgule, EF -4, EH 30, Karma 6, defesa L3. MORTO

Arqueiro 1, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 2, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 3, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 4, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 5, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 6, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 7, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 8, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 9, EF 19, EH 6, Defesa M3.
Arqueiro 10, EF 19, EH 6, Defesa M3.

Lanceiro 1, EF -21, EH 0, Defesa M3. MORTO
Lanceiro 2, EF -2, EH 0, Defesa M3. DESACORDADO
Lanceiro 3, EF 21, EH 0, Defesa M3.
Lanceiro 4, EF 21, EH 10, Defesa M3.
Lanceiro 5, EF 11, EH 10, Defesa M3.
Lanceiro 6, EF 17, EH 10, Defesa M3.
Lanceiro 7, EF -14, EH 10, Defesa M3. MORTO
Lanceiro 8, EF 27, EH 10, Defesa M3.
Lanceiro 9, EF 27, EH 0, Defesa M3.
Lanceiro 10, EF 27, EH 0, Defesa M3.
Lanceiro 11, EF 27, EH 10, Defesa M3.

//off: sem o escudo sua defesa desce para P4... Sem a armadura seria L3.
samuel.azevedo anexadas as seguintes imagens:
batel'mor 07.jpg
#36 samuel.azevedo Enviado : 28/12/16 20:37
Aos poucos, os guardas começam a entender o que aconteceu. Eles começam a gritar, em bárbaro "Valgule Morreu!" e alguns saem pela porta, gritando pelo castelo, outros ficam olhando incrédulos ou em choque, alguns soluçam de choro. Um pouco depois, Nisgale entra correndo. Ele vê o corpo, vê Gáldor, e grita em bárbaro e em élfico:

- Valgule, o Sinistro, foi derrotado! Estamos livres! Vivaaaaa! Três urras para Gáldor Tinúviel, o regicida!

Os homens começam a gritar o nome de Gáldor e uma expectativa começa a se formar.
#37 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 28/12/16 22:12
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Lançamento 1d20=20
Quando o corpo do feiticeiro cai empurro ele do trono e me sento, aguardado a morte como um rei. Entretanto ao entender o que acontecia fico de pé, ergo a espada e separo a cabeça de Valgule, ergo ela do chão mostrando para os soldados e grito com dificuldade: "Chegou ao fim o período sinistro de Batel'mor... Agora vocês terão um Rei... Guerreiro, Justo, Belo e Imortal!" Falo de forma vibrante como um líder e aguardo a reação deles então chamo Nisgale e lhe falo ao pé do ouvido: "Não passarei mais tempo que o necessário aqui... Me ajude e você será o Rei deles!" Aguardo a resposta dele, se positiva digo: "Nos pertences de Valgule deve existir alguma poção de cura, estou precisando agora!

Liderança [1d20]
#38 samuel.azevedo Enviado : 29/12/16 09:51
Gáldor, quando você fala em bárbaro, consegue escolher as palavras certas e as frases saem perfeitamente faladas. Sua inspiração toca os guerreiros restantes na sala, que se ajoelham perante você. Nisgale se aproxima, abaixando-se com reverência, e diz:

- Pois não, milorde, seu desejo é um decreto real!

Ele entra na porta por trás do trono. Você observa que a roupa do rei possuía runas arcanas, bem como seu cetro dourado, que tem um rubi na ponta. Enquanto espera, outros serviçais entram na sala e se ajoelham sem entender direito o que acontecia, até que eram explicados pelos que já estavam. A maioria era humana, mas havia alguns orcos entre eles que pareciam nervosos com a situação, mas estavam reverentes. Finalmente, Nisgale volta, com um frasco e uma taça sobre uma bandeja de prata.

- Aqui está, vossa majestade.
#39 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 29/12/16 15:02
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Recebo o líquido e digo apenas para Nisgale: "Limpe essa bagunça, empale a cabeça de Valgule e deixe amostra na entrada da cidade, convoque todos os soldados humanos para proteger o castelo, envie os soldados orcos para as muralhas, ninguém entra ou sai até segunda ordem, marque uma reunião com todos os líderes, incluindo os líderes orcs. Encontro você nos aposentos reais!" Chamo duas servas, de preferencia as duas que estiveram comigo quando cheguei, falo então pausadamente procurando as palavras certas na língua deles, digo apontando para os objetos: "Pegue... malha de prata... mesa..." Em seguida digo: "Leve-me aos aposentos reais".
#40 samuel.azevedo Enviado : 29/12/16 16:32
Nisgale ouve atentamente suas ordens e começa a repassar para os guardas, um deles pega a cabeça do rei e espeta em uma lança e depois os dois saem da sala. As duas servas estavam lá, uma apanha a cota e a outra apanha o cetro e fica para trás, enquanto a primeira lhe conduz ao aposento real. É um quarto com o dobro do tamanho do que você esteve.

As janelas tem cortinas de veludo pretas, e a cama e o dossel são forrados com lençóis negros de tecido fino e um manto de peles. Há uma cômoda em um canto do quarto e uma penteadeira no lado oposto, ao lado de uma banheira de carvalho. Também há uma prateleira com pergaminhos e alguns livros e uma mesa de estudos. Uma das servas segura a malha com os braços cansados, e parece esperar você dizer o que quer que ela faça. A outra entra um pouco depois trazendo o cetro e o robe do rei.



#41 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 29/12/16 20:22
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Sinalizo para que deixem os itens sobre a mesa, digo para uma das servas: "Chame Nisgale". Quando esta sair tranco o quarto por dentro pego meu elixir da ressurreição e coloco nas mãos da outra serva dizendo palavra por palavra enquanto vou gesticulando: "Vou... beber... este... liquido..." Mostro a poção de cura. Caminho até a cama e me deito dizendo: "Depois... que... tomar... conte... até 100... e derrame... este!" Aponto para o elixir nas mãos dela: "Na... minha... boca! Faça... isso... e ficará... rica!" Tomo o elixir da cura e me deito esperando o pior.
#42 samuel.azevedo Enviado : 29/12/16 20:55
Você toma e fica curado. A moça ainda contava, atrapalhada, +- em 50.

//Off: depois atualizo EF e EH.
#43 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 29/12/16 23:27
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
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Aliviado pego a poção da mão da mulher e mando ela ficar aguardando na porta caso Nisgale apareça. Então tomo um banho e visto algum manto ou túnica limpas de Valgule. Se terminar esses afazeres antes do escriba chegar eu saio vasculhando os pertences dele.
#44 samuel.azevedo Enviado : 30/12/16 11:10
Nisgale demorava a chegar. Pelas janelas, parece haver barulho nas ruas. Parece que o povo comemora a queda de Valgule. Então você explora o quarto.
Nas cômodas há roupas de nobre de tecidos e cores diversas, e em uma das gavetas há joias: anéis de ouro e prata e colares, com rubis, esmeraldas ou outras joias.
Na prateleira e na mesa de estudo você encontra o diário de Valgule, entre as entradas que você folheia, vê:


Citação:
Um viajante nortista chamado Terseph apareceu na cidade em minha procura. Ele me disse que Uilmatem e Lori falaram de mim para ele. Ele me disse que negociou com eles livros antigos de magia esquecida que roubara dos elfos, e eles teriam dito que eu teria interesse. Em troca, ele buscava pela peça de metal que ornava meu salão, uma relíquia que algum antepassado da cidade conseguiu de um viajante, que por sua vez trouxe de alguma ruína. Era apenas um pedaço de liga metálica, e o livro que ele me oferecia era mais interessante. Mas está escrito na língua Molda e não em élfico!

...

Entrei em contato com Lori e Uilmatem, ela tem o mesmo livro que eu sobre a magia do sangue. Mas ele conseguiu outro exemplar sobre a magia da alma. Será interessante estudar uma cópia do livro dele posteriormente. Encomendei uma cópia para mim.


...

Encontrei na biblioteca um livro sobre a história antiga. Procurei por referências a relíquia que Terseph levou, e encontrei menção aos mecanimos dos Tar Omon. Eles eram um povo avançado, e negociavam com o Grande Rei da região onde hoje fica as geleiras. Em troca de escravos, eles entregaram poderosos mecanismos que eram usados para as defesas da fronteira e para a guerra contra a Rainha Palidá. Será que a peça que Terseph levou é parte de um desses mecanismos? O que eu não daria para ter um desses completo em meu reino...


Além do diário, na prateleira havia um livro chamado (em élfico) "Tratado sobre Dragões", outro (em bárbaro) "História das Nações Bárbaras", outro (em malês) "História dos Bankdi e de Malim", outro (em élfico) "A língua dos Molda", e um grosso livro negro com um desenho de um pentagrama dentro de dois círculos na capa, estranhamente não havia nada escrito neste. Também havia dez folhas de pergaminho branco empilhadas ao lado de pena e tinta.
#45 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 30/12/16 12:15
Jogador: saulocr
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Empilho tudo, em seguida começo a procurar por compartimentos ou passagens secretas.

[1d20]
#46 samuel.azevedo Enviado : 30/12/16 14:27
Você procurava por compartimentos secretos e ainda não havia encontrado nada, quando Nisgale bate à porta.

- Com licença, vossa alteza, posso entrar? - ele aguarda a autorização, e diz - Consegui convocar o capitão da guarda, o médico real, o líder dos orcos, o sacerdote de Maira, a baronesa, e o dono da maior casa comercial. Eles o aguardam para a sua reunião no salão real.


Depois que você decide ir, ele vai na frente mostrando o caminho por onde você já veio. Antes de você entrar, ele o anuncia:

- Senhores, os apresento vossa majestade, Gáldor Tinúviel. Antanri formado na Academia Militar da cidade de Artar, juramentado da Regente de Citira Merenvem Tinúviel. Comandante do Corpo de Guardas da Fortaleza de Artar ao Sul do Reino de Lar. E décimo terceiro na linha de sucessão ao trono de Citira. Aquele que derrotou Valgule, o Sinistro, e conquistou o assento no trono real de Batel'mor.

Enquanto você entra, o líder dos orcos tenta conter a expressão aparentemente de nojo e fúria, talvez ao ver que você é um elfo dourado. Uma mulher gorda em trajes de nobres diz, com expressão de desdém:

- Este é o regicida?

Então Nisgale começa a apresentá-los todos, um a um, a começar pela mulher:

- Esta é a baronesa Valkyria Batel, descendente da família nobre dos Batel, os fundadores desta cidade, do clã dos Língua Macia ou em nosso idioma, Cottonmoth, sua família tem a concessão de muitas fazendas.



- O capitão da guarda, Sir Morone.



- O médico real, Victor.



- Craine, o sacerdote de Maira, creio que vossa alteza já conhece, ele é um dos orcos e líderes em nossa cidade.



- Este é Razuc, o chefe da casa comercial e representante dos comerciantes.



- E aquele é Xikon, o chefe orco que tinha o tratado de aliança com Valgule.



A sala está cercada de guardas humanos.
#47 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 30/12/16 15:44
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Antes de sair visto o meu couro rígido e jogo um dos mantos folgados de Valgule por cima. Quando chegar a sala de reuniões caminho devagar ao redor da mesa para olhar no rosto de cada um ali, começando pelo capitão orco. Então digo e peço para o Nisgale traduzir: "Eu não sou Galdor o Regicida! Sou Galdor Tinúviel o protetor do Sul. Nunca foi minha intenção assassinar Valgule, mas ele não quis cooperar e não tive escolha. Minha missão é mais importante do que ser seu Rei, porém se eu sair agora, uma guerra civil acabará por acontecer e homens e orcos entraram em conflito trazendo morte e destruição. E meu código de honra me impede de fazê-lo! Então haverá mudanças na administração da cidade" Digo para o médico real: "Você pode deixar a sala!". Verifico se os dois orcos estão armados e então digo para chefe da casa de comércio: "Quero que deixe a sala!". Aguardo alguém dizer algo em relação a isso.
#48 samuel.azevedo Enviado : 31/12/16 14:30
O "médico real" se levanta e sai discretamente sem dizer uma palavra, apenas acena com a cabeça. Já o representante dos comerciantes sai resmungando "nunca me senti tão ultrajado". Depois que eles saem, Xikon comenta:

- O que um elfo entende de paz com orcos? Estou curioso para saber o que propõe.

Nisgale pigarreia, e diz:

- Deixem o Protetor do Sul falar.

#49 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 31/12/16 15:20
Jogador: saulocr
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Depois que os dois homens deixam a sala eu continuo andando ao redor da mesa então digo: "Os soldados! Saiam..." Aguardo todos saírem, então peço a Nisgale: "Feche a porta com uma tranca, não quero que ninguém entre sem permissão". Espero ele obedecer e comento sem me dirigir a nenhum dos presentes: "Buscarei professores, sacerdotes, mestres armeiros, arqueiros, infantes e cavaleiros. Todo orco e homem aprenderá a ler e escrever durante sua infância. Seus filhos aprenderão religião! E terão uma profissão, serão seres livres. Não haverá escravidão. E assim transformaremos Batel'mor em uma cidade estado livre. A maior nação das terras selvagens!" Em qualquer momento que eu for interrompido eu digo em voz alta e intimidadora: "Eu ainda não terminei!". Depois de ouvir o pronunciamento deles eu digo: "Eu deixarei a cidade em alguns dias! Nisgale será o regente e responsável por tomar as decisões na minha ausência. Qualquer deslize de um de vocês... Qualquer tipo de infração que cometam... Qualquer tipo de insurreição... Eu juro que marcharei por sobre Batel'mor com um exercito! E se eu sozinho lutei contra vinte dos guardas de Valgule e meu espírito resistiu as suas tentações, não duvidem do estrago que meu exército fará sobre vocês! Nenhuma casa ficará de pé, nenhum descendente será poupado! Sua nação será varrida da história..." Paro atrás da cadeira de Xikon então saco meu punhal e transformo em uma montante.
#50 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 31/12/16 15:21
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[1d20] Liderança, Persuasão ou Carisma.
#51 samuel.azevedo Enviado : 31/12/16 15:27
Todos ficam atentos, lhe ouvindo. E parecem ficar assustados com a menção do seu exército. Nisgale tenta falar algo o apoiando, mas você pede silêncio. Você está parado com o montante atrás de Xikon, que está se tremendo. Ele diz, gaguejando:

- O que deseja que eu faça, vossa majestade? Sua palavra é minha lei.
#52 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 31/12/16 20:01
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Tendo causado a impressão que necessito, então digo: "Só tem um problema! Eu não vejo utilidade em pelo menos dois de vocês..." Faço um pausa dramática e pergunto: "Baronesa Valkyria, qual sua utilidade para o desenvolvimento da cidade? Porque eu deveria mantê-la aqui?" Após sua resposta pergunto ao Xamã: "Por que você acha que eu deveria manter o Xikon como líder de batalhão de orcos? Não acha que ele poderá liderar um ataque de dentro da cidade?" Em seguida faço a mesma pergunta ao capitão orco: "E você, porque eu deveria manter o xamã na cidade, sendo que ele pode persuadir os orcos e fazê-los acreditar que sou um inimigo mais perigoso do que o próprio Valgule?"
#53 samuel.azevedo Enviado : 31/12/16 20:47
A Baronesa responde:

- Minha família ajudou a erguer esta cidade. Nossas fazendas produzem o algodão que nos veste e boa parte do alimento que nos sustenta.

Craine, o xamã, diz:

- Só entendo da natureza, ervas curandeiras e milagres, não entendo de guerra. Nem seria traidor para apontar pessoas.

Xicon, por sua vez, fala, dirigindo-se a Craine:

- Seu maldito! O que quer dizer com apontar?

Então ele se dirige a você;

- Eu participei das negociações para forjar a aliança dos orcos com os humanos nesta terra que eles chamavam de Nação. Nossa aliança é em prol de um inimigo em comum, os ootor. Este aí era nosso curandeiro. Passava muito tempo com Valgule, talvez seja um bruxo como ele.

//off: se puder, poste as ações para encerrar esta cena e do que irá fazer no dia seguinte, para lhe sincronizar com Borr e Abascal.
#54 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 02/01/17 10:27
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Coloco a montante deitada sobre a mesa: "Veem os entalhes na espada? São o lema da minha família: Verdade, Honra, Justiça e Lealdade! Meu pai me ensinou que a Verdade exalta a Honra, a Honra sustenta a Justiça e a Justiça prova a Lealdade..." Pego o espadão faço um giro e transformo em punhal, então devolvo a bainha: "Senhores... Espero que sejam sábios nesta nova empreitada! A sua lealdade será proporcional ao respeito que terei por vocês." Faço uma pausa e digo: "Espero um relatório detalhado de cada um de vocês, quero saber sobre tudo! Finanças, exército, alianças e desafetos... Nisgale peça ao comerciante que também o faça, você é responsável por me repassar tudo... Senhores estão dispensados!".
#55 samuel.azevedo Enviado : 02/01/17 16:52
Todos se retiram se curvando em uma mesura, na saída, os orcos se acotovelam, irritados um com o outro. Nisgale fica para trás, e pergunta:

- Desculpe, vossa majestade, mas me ocorreu que vossa alteza ainda não conheceu o restante do castelo. Talvez queira conhecer a biblioteca real, onde está a coleção de livros privada de Visgale e seus antepassados; a sala do tesouro, onde guardamos os impostos coletados e outras preciosidades; o arsenal; as dispensas do reino, onde armazenamos toda a reserva de alimentos para os tempos de escassez; e as masmorras onde Valgule mantinha muitas pessoas torturadas. Depois que ele foi derrotado, os prisioneiros voltaram para suas celas e aguardam seu julgamento real. Creio que devemos fazer um banquete para apresentar vossa alteza a toda a nobreza e pessoas importantes do reino, há tempo para organizar um para amanhã, se assim o desejar. Me permita lhe mostrar tudo, amanhã pela manhã, ou quando assim o desejar. Agora irei repassar sua ordem ao comerciante, com sua licença.

Você se retira para seu quarto e estuda um pouco os livros encontrados antes das servas lhe servirem um banquete particular.
Na manhã seguinte, depois do desjejum, Nisgale faz o tour pelo castelo a partir dos portões de entrada. Você repassa pela antessala do salão de audiências, e dessa vez nota que há escadas de um lado e de outro.

Descendo as escadarias à direita, há uma grande sala onde um guarda estava sempre de vigília, de um lado havia uma porta para o arsenal, onde havia armas e armaduras para um exército de 500 homens, em sua maioria, lanceiros e arqueiros, mas também muitas espadas e punhais, e alguns machados e maças. A menor parte das armaduras era de metal. Outra porta dava acesso aos quartos dos soldados. Havia uma terceira porta, trancada com grade, e eles informaram que dava para o refeitório e as cozinhas. Descendo mais um nível, estavam as masmorras, também vigiadas por guardas. Uma porta levava a uma sala de torturas, com muitos instrumentos para o "ofício" que parecia ser o passatempo de Valgule. Outra porta levava para um corredor de celas. Nisgale apresenta os casos, um a um: havia um homem preso por roubar galinhas, já lhe faltava uma das mãos, que segundo o escriba fora cortada centímetro a centímetro; uma mulher presa acusada de traição, que teria sido punida por passar uma doença do mundo para o rei, ela tinha os cabelos raspado e o corpo marcado de chicotadas; um homem sem alguns dos dedos e a pele de um braço esfolada, que estava ali porque olhara feio para o rei; um homem que havia sido da guarda e estava preso acusado de ser preguiçoso, estava com o corpo todo queimado; e dois homens moribundos com a pele totalmente esfolada e alguns ossos quebrados pelo crime de mencionarem que o rei era um bruxo. Depois de decidir o que fazer com os presos, vocês sobem as escadas. Nos andares de cima haviam alguns dormitórios para os convidados do rei. Depois de olhar alguns quartos você se cansa e pede para descer e ver o resto.

Nas escadarias da esquerda, você desce e encontra a cozinha do castelo, um lugar onde muitos servos trabalhavam preparando um banquete para hoje a noite, depois das cozinhas eram os aposentos dos criados. No andar de baixo, estavam estocados inúmeros sacos de grãos, vasos com comida em conserva, cestos com ervas e frascos de condimentos e especiarias. De acordo com Nisgale, ali havia armazenado comida o suficiente para manter a cidade por dois meses caso ela estivesse em cerco, ou em uma grande escassez de comida. Não que ele soubesse se as muralhas de paliçadas iriam aguentar algum cerco. Ao subir as escadas você chega a outra ala de quartos de hóspedes.

Por fim, por trás do salão real, havia uma porta que levava uma antessala e uma escada por onde você já tinha passado para ir aos aposentos reais, ao lado da escada havia uma porta que levava a biblioteca real. Subindo as escadas um nível havia uma porta reforçada com grade, e guardada por dois guardas. Nisgale explica que é a câmara do tesouro. Por fim, com mais um lance de escada você chegava ao andar onde havia quatro grande quartos destinados ao rei e sua família ou convidados mais íntimos ou imporantes.

Na biblioteca real há muitos livros e pergaminhos. Nisgale mostra a prateleira cheia de livros onde ele e os escribas reais anteriores mantém organizados o registro de impostos. Uma mesa de estudos em um canto, e uma mesa de reunião central era entalhada com o mapa do Reino Nieru, e sobre ela havia um mapa da região das terras bárbaras estendido, marcando com bonecos azuis uma posição próxima onde vocês disseram onde encontraram os acampamentos dos ortoor maerquir.

Na câmara do tesouro, você encontra tudo muito organizado: nas paredes há quadros de arte de todo o mundo, incluindo um que mostra alguém muito parecido com você, pelas roupas, um de seus antepassados! A figura comandava um combate contra a seita e segurava a Espada Caçadora, você nota que ele tinha uma espécie de bainha em forma de garra de animal presa a um cinto. Além dos quadros há esculturas de mármore, ouro e prata, e algumas de teor erótico. Há muitos baús de moedas, e em uma parede há uma coleção de armas e armaduras, todas encrustadas com jóias, a que mais chamava a atenção era uma armadura de placas feita de ouro e ornada com pedras preciosas, montada sobre um boneco em tamanho real, quase da sua altura; também há uma coleção de bainhas de formatos e decoração curiosos, aparentemente de diversas culturas diferentes. Em um canto, abaixo de uma pintura de um grifo, há um "ninho" de fios de ouro com seis ovos de cristal com esculturas em forma de bebês grifo dentro. E em uma prateleira, sobre os baús, havia uma coleção de pergaminhos.

Você termina de fazer esta vistoria por volta da hora do almoço. Nisgale pergunta se deseja ser servido em seus aposentos ou no salão real.
#56 Gáldor Tinúviel, o Sombrio Enviado : 02/01/17 21:27
Jogador: saulocr
EF: 84
EH: 132
Karma: 36
Fico sem dizer nada, até que ele mostra o quarto da "família" de Valgule, então interrompo: "Ele tem família? Conte-me mais..." Quando estiver na sala do tesouro digo para o escriba apontando para o elfo dourado no quadro: "Coloque o quadro no salão real e convoque o melhor rastreador que estiver a serviço do reino. Ao invés do banquete para os nobres envie uma cesta com um quilo de grãos e uma galinha para cada família e no momento convide-os para estar presente daqui a dois dias para minha apresentação na frente do castelo. Aos nobres separe presentes de valor simbólico, estes quadros com teor erótico, por exemplo, as esculturas mande espalhar pelo castelo". Dou uma caminhada pelo lugar e então termino: "Traga o almoço, comerei aqui mesmo e sozinho. Me avise quando meus companheiros de viagem vierem de sua missão!" Espero ele deixar o lugar e vou verificar os pergaminhos e demais documentos de anotações, sobre valores, um inventário ou algum tipo de diário explicitando alguns dos itens.
#57 samuel.azevedo Enviado : 03/01/17 10:54
Nisgale lhe explica:

- Os quartos são para a família real ou convidados íntimos. Valgule não tinha irmãos, era o terceiro de sua dinastia, sua mãe, a rainha antes dele, faleceu há seis anos. Mas os quartos já abrigaram famílias reais maiores, como a dinastia dos Batel, no passado.

Quando você manda colocar o quadro no salão, ele anota em um pergaminho como se organizasse a lista de tarefas a cumprir, e a medida que você dá as outras orientações, ele responde com um sorriso:

- Sim, alteza. Mandarei cancelar o banquete de hoje, e entregarei algumas dessas esculturas a eles. Vossa alteza é brilhante, com o que gastaríamos no banquete será possível dar as cestas de alimentos para as famílias da cidade. Seu reinado mal começou e já é mil vezes melhor que o do Sinistro, que no seu lugar celebraria aumentando impostos e esbanjando em banquetes. Levarei o quadro agora mesmo para ser pregado.

Então ele lhe entrega dois livros, um de capa dourada e outro de capa branca, e diz:

- Este livro dourado guarda a história dos governantes da nação Nieru, amanhã finalizarei a página sobre O Sinistro e começarei a do Protetor do Sul, mas se desejar pode me ditar o que deseja que seja escrito em sua biografia; é meu dever como escriba real. O livro de capa branca é o inventário dos objetos e tesouros do reino.

Ele aguarda mais alguma ordem, e então se despede com uma mesura, levando consigo o quadro.

Você passa o dia observando os itens e os livros. Em resumo, o que encontrou é o seguinte:

Há cerca de 310 anos, um grupo de viajantes do norte encontrou as ruínas de um castelo no local onde hoje é a cidade de Batel'mor. Pouco se sabe sobre a civilização que havia antes. Os viajantes eram os aventureiros meio elfo Loras Batel, e os irmãos humanos Guile Mor, e Val Mor. Loras era de uma família nobre no recentemente fundado reino de Ludgrim, mas em seu desejo por novidade saiu do reino em busca de aventuras com seu fiel escudeiro e a bela irmã dele. Quando a ruína foi descoberta, eles voltaram para sua terra natal e trouxeram suas famílias para reformar o castelo e fundar ali o reino de Batel'mor. Com o passar dos anos, o pequeno reino foi governado por quatro gerações da dinastia Batel, até que foi tomado pela dinastia dos Mor, descendentes de Guile. Mas com eles, o reino caiu em decadência, e só durou duas gerações, até que caiu sob o domínio de uma tribo nieru. A dinastia Nieru, durou três gerações, até que você derrotou Valgule e tomou o reino para si.

Os reis de Batel'mor:

Loras Batel, O Libertino.

Se casou com Val Mor, A Bela, e batizaram o reino como Batel'mor. Juntos, tiveram muitos filhos e filhas, porém todos eram humanos! Loras, por si mesmo, havia adoecido de uma doença venérea e não poderia ser pai, então ordenou que Val engravidasse do próprio irmão! Loras adorava tudo que era erótico, e era conhecido por realizar grandes orgias no castelo e colecionar arte erótica. Ele juntou trinta esculturas eróticas de mármore, quinze de prata, e cinco de ouro. Também trouxe uma coleção de arte erótica que inclui quadros e livros que estão na biblioteca real, com uma ilustrações eróticas de cada raça e até algumas inter-raciais. Os parentes que vieram com ele são os antepassados dos atuais membros da família Batel, como a Baronesa. Durante seu reinado de cento e cinquenta anos, as famílias Batel e Mor estabeleceram fazendas e delimitaram o território do reino.


Guile Batel, O Conquistador.

Reconhecido por decreto como filho de Loras pelo próprio rei Loras, apesar de não herdar o seu sangue, se tornou um bravo guerreiro. Ele colecionava espadas de oponentes derrotados, e antes de assumir o trono viajou para o norte e lutou contra a seita Bankdi ao lado de seu amigo, Finrod Tinúviel. Seu maior feito, foi derrotar um dragão ao lado de Finrod, que em outra ocasião o presenteou com a bainha de sua espada quando este salvou sua vida. Pelo seu amor por armas, também era comum ser presenteado com armas e armaduras ornamentadas, e mandou, ele mesmo, fazer para si uma armadura de placas folheada a ouro. Ele aumentou o território do reino, que se ampliou para o território de três tribos nierus. As tribos eram chamadas: Corvina, Caçadora, e Rubra. Ele ampliou a cidade com uma paliçada. Seu reinado durou quarenta anos.

Maras Batel, O Velho.

Filho mais moço de Guile, se tornou o único sobrevivente de seis irmãos. Os mais velhos foram mortos em guerras contra a seita e as tribos vizinhas. Ele manteve o território do reino e estabeleceu a paz se casando com a filha do chefe tribal dos Corvinas. Ralis Corvina. Ele herdou do pai o gosto por armas e armaduras, e ampliou a coleção desses objetos ornamentados. Mas tinha um gosto particular por história, e colecionava arte que retratasse as diversas nações do mundo. Seu reinado durou sessenta anos.

Rael Batel, O Infante.

O último Batel de sua dinastia, era o filho da velhice de Maras e era um jovem fascinado por grifos. Em seu décimo terceiro aniversário, ganhou ovos de cristal que um vendedor do oeste vendeu ao seu pai, dizendo que eram grifos cristalizados nas estepes no estremo oeste do continente. A ele se deve a coleção de arte e livros sobre criaturas fantásticas. Assumiu o trono aos quatorze anos, com a morte do seu pai por uma doença misteriosa. Seu reinado só durou dois anos, e uma insurreição o levaria a morte prematura.

Rufus Mor, O Regicida.

Rufus era o líder da família Mor, relegada pelos Batel por tantas gerações, liderou a insurreição e tomou o trono para si ao matar Rael e tomar a mãe do jovem como sua esposa. Juntos, tiveram quatro filhos. Ele gostava de festas luxuosas, mas gostavam mais ainda de juntar riquezas. E por isso foi o primeiro a impor grandes impostos no reino. Mas, com sua mão de ferro e avareza, conseguiu manter a maior parte das terras e juntar quinze baús de moedas ao longo de seus doze anos de reino.


Rufus Mor II, O Louco.

O filho de Rufus aumentou ainda mais os impostos, e o povo foi se rebelando e a influência de seu reino foi perdendo espaço até que os nierus se aproveitaram da fraqueza e tomaram o reino para si. seu reinado durou apenas seis anos.

Gule Nieru, O Conquistador.

Chefe do conselho de tribos nieru, Gule conquistou a cidade-reino de Batel'mor e manteve para si o título de rei, mudando a nação Nieru de uma nação bárbara para um Reino. A influência do reino era pequena na região, mas ao longo dos anos ele conseguiu fortalecer o comércio e as relações com as outras nações. Seu reinado durou 27 anos.

Val Nieru, A Rainha Má.

Viúva de Gule, ela sobreviveu ao marido e governou o reino por cinco anos. Durante este período ela gostava de se banhar no sangue de donzelas em um ritual que ela acreditava preservava sua juventude.

Valgule Nieru, O Sinistro.

Filho de Val e Gule, assumiu o trono depois da morte da mãe por circunstâncias misteriosas. Tinha prazer em torturar os criminosos e aumentou as leis e impostos do reino. Seu grande feito foi estabelecer uma aliança com uma nação de orcos, e incorporá-la ao seu reino. Aumentando grandemente a importância do reino nieru. Deu aos chefes de tribos títulos de nobreza a medida que eles traziam oferendas de tesouros ou de prisioneiros para ele torturar.

Depois de ler tudo, você entendeu a origem dos itens da sala do tesouro, e formação do reino Nieru, mas você precisava de mais tempo para somar tudo e verificar o inventário. Já começava a anoitecer quando Nisgale bate na porta e diz:

- Vossa alteza, com licença. Vossos amigos reais já chegaram. Os hospedei em um quarto ao lado do seu. Espero que seja do seu agrado.

//off: vou trancar este tópico e vocês três voltam a se comunicar num tópico só.
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