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Aprendizado de manobras fora de sua especialização Opções
#1 Drubak Enviado : 17/07/12 16:36
Esta discussão foi criada para discutir o seguinte verbete da TagmarPedia:

Aprendizado de manobras fora de sua especialização

Acessem o verbete pelo link acima. Critiquem, dêem sugestões.

OBS: Façam apenas sugestões e críticas que conduzam a uma melhoria do texto.

Esta sugestão visa permitir que personagens não conjuradores possam aprender manobras de outras especializações marciais que são as suas.
#2 Hugar Enviado : 17/07/12 17:06
De todas as apresentadas essa é a mais viável em ponto de vista de regras e teor interpretativo. Contudo, minha postura continua contrária. É um jogo, há regras, e ninguém pode ter tudo o que quer. Todos devem fazer suas escolhas e se diferenciarem.
#3 Hector Folha-Palida Enviado : 17/07/12 18:00
Essa aqui favorece mais guerreiros e rastreadores que ladinos...

Se bem que o mais desfavorecido é o guerreiro em sim que perde sua única exclusividade. Pois um Infante poderá ser um ótimo cavaleiro, usando carga montada em combinação com suas tecnicas próprias, de modo que um cavaleiro puro acabará ficando inferior... E eventualmente teremos os combos...

Seria melhor ampliar as listas das classes de ladino e guerreiro que fazer isso.

Mas isso é só minha opinião. XD

Abraços
#4 Drubak Enviado : 17/07/12 18:04
Não consigo enxergar um motivo realmente consistente que gere impeça alguem de aprender coisas novas, eu sou professor de história, mas tenho conhecimentos em inglês, música, rpg e ainda faço academia de musculação.

Acho que nunca é tarde para buscar novas alternativas, se alguem que singra por uma área de humanas como eu, consegue aprender coisas sobre músculos e claves, porque um guerreiro cavaleiro (marcial) não pode aprender a desequilibrar seus adversários (manobra igualmente marcial)?

Acredito que os personagens são bem mais que um conjunto de estatísticas, e por mais que Tagmar seja um sistema de fantasia medieval, não é necessário que os personagens sejam seres incapazes de aprender, embora imaginários, eles devem ser observados no sentido interpretativo como seres organicos.
#5 Marcelo Villanova Enviado : 17/07/12 18:35
Ninguem esta discordando disso, mas lembre-se: rpg é um jogo com regras, como todo jogo; e as regras precisam estar equilibradas para não gerar personagens mais poderosos que outros e também para não ter jogadores que facilmente destroçam todos os desafios possiveis e imaginados pelo mestre.
O que estamos mostrando pra voce é que sua idéia desequilibra as regras do jogo. E que não é tão simples assim como voce está fazendo parecer. Se voce mexe com uma profissão tem que pensar nas outras, pensar em personagens com níveis altos etc...
#6 Hector Folha-Palida Enviado : 17/07/12 18:45
Drubak,

No ponto de vista, seria melhor mudar a aproximação da questão, em vez de criar uma alternativa que foge totalmente aos mecanismos básicos do Sistema, não seria melhor dar uma olhada em como melhorar os próprios mecanismos que vc considera falhos, ou que no caso, geram o desequilibrio?

Dê uma olhada por esse angulo, talvez encontre uma resposta mais interessante.

Abraços e continue com o vigor XD
#7 Samyaza Enviado : 17/07/12 20:21
Do ponto de vista lógico sou contra da forma como está, acho que precisa ser melhor trabalhado, para evitar combos e apelações. Do ponto de vista que isto é um jogo sou completamente contra, pra mim é jogar no lixo o trabalho das academias de combate, tira-se a especialização que é o principal objetivo de se entrar numa.
#8 LeoPersan Enviado : 17/07/12 22:20
Eu concordo com Drubak no fato de que dizer que um personagem não pode aprender isso ou aquilo é extremamente chato, pra mim até magia deveria ser possível de ser aprendida por qualquer pessoa com uma dificuldade bem bolada para cada situação, mas também não é o fim do mundo e eu concordo com o Hector no fato de que a solução mais viável é aumentar a lista de habilidades em cada especialização e quem sabe o número de especializações em cada profissão, e essas habilidades poderiam quem sabe chegar mais próxima de outras especializações, sem perder o foco do que é primordial pra a especialização à qual pertence.
Abraços a Todos
#9 Samyaza Enviado : 18/07/12 11:31
Drubak,

pense numa coisa, esqueçamos um pouco a parte interpretativa. A existência de uma academia, quando nos referimos apenas a mecanismos de jogo serve apenas para disponibilizar determinadas técnicas de combate exclusivas para os pertencentes a esta profissão.

Se, cria-se uma regra que permite-me a compra de de técnicas que deveriam ser exclusivas a determinada especialização, mesmo que mas caras, isso descaracteriza.

Agora imagine sou um rastreador a lá Ranger de D&D 3.0 (que acredito ser de onde vc busca sua inspiração) aí compro com meus 4 pontos de técnicas de combate um nível em ambidestria e outro em Atirar com Arco. Daí quero comprar outras manobras com arco restritas a academia dos arqueiros. Como vc citou, da parte interpretativa, eu precisaria encontrar um Guerreiro, especialista da academia de Arqueiros para me ensinar a técnica de flechada dupla (não lembro se é esse o nome). Ora, esse guerreiro avançou 5 estágios, se especializou e agora vai me passar seus conhecimentos por que quantia? Acho que deveria ser um valor igual a 7 vezes o peso do tarrasque em moedas de ouro. Em passos:

1 - encontrar alguém que o treine;
2 - pagar os pontos (dobrados);

Em termos de regras, eu, rastreador, só vou precisar pagar o dobro dos pontos? É muito pouco, vai gerar desequilibroi e combos e além disso, ninguém vai se interessar em se especializar, além disso, veremos na mesas muito mais sacerdotes e rastreadores e uma redução nos guerreiros.

Como disse em outro topico sou a favor, desde que melhor trabalhada, o lance da multi-profissão, neste caso, se meu rastreador quisesse ter acesso as técnicas da academia dos arqueiros eu teria que:
1 - mudar para a profissão guerreiro e,se eu fosse usar a regra, ser penalizado em experiência por isso além de não poder mais avançar como rastreador e quem sabe perder algumas magias;
2- avançar 5 estágios como guerreiro;
3- encontrar alguém que me treine ou ser aceito numa academia;
4- pagar os pontos pelas técnicas.


Veja que o caminho da multiprofissão é muito mais tortuoso, o que vai fazer com que o jogador só entre nele se realmente o quiser, acredito, muito mais justo do que pagar pontos em dobro.

Além disso, pondere sobre uma coisa, em suas versões 3.0 e 3.5 o D&D tentou manter certo equilibrio entre as classes, mas com a licença aberta chovia livros com novos kits (não sei se é esse o nome) e todos os jogadores que conheço de D20 reclamaram que esses "kits" desequilibravam as classes tornando-os overpower e jogando toda a responsabilidade nas mãos do narrador.

Acho que é isso que esperamos que vc pondere, que as alterações que vc propoe, oficiais ou não, podem gerar problemas para o narrador e precisamos dar subsídios pra ele saber como lidar com isso.

Uma sugestão que se vc acatasse me deixaria mesmo muito feliz seria deixar de lado a idéia de que qualquer profissão pode comprar qualquer técnica/magia e que dedique seu esforço no multi-profissão, acho muito mais coerente e menos trabalhoso. Uma idéia seria permitir, mas dificultar o acesso de forma que o jogador só se torne multi-profissão se for realmente interessante pra ele.

Abraços!
#10 Nironde Enviado : 23/11/15 12:47
Samyaza
Citação:
Drubak,

pense numa coisa, esqueçamos um pouco a parte interpretativa. A existência de uma academia, quando nos referimos apenas a mecanismos de jogo serve apenas para disponibilizar determinadas técnicas de combate exclusivas para os pertencentes a esta profissão.

Se, cria-se uma regra que permite-me a compra de de técnicas que deveriam ser exclusivas a determinada especialização, mesmo que mas caras, isso descaracteriza.

Agora imagine sou um rastreador a lá Ranger de D&D 3.0 (que acredito ser de onde vc busca sua inspiração) aí compro com meus 4 pontos de técnicas de combate um nível em ambidestria e outro em Atirar com Arco. Daí quero comprar outras manobras com arco restritas a academia dos arqueiros. Como vc citou, da parte interpretativa, eu precisaria encontrar um Guerreiro, especialista da academia de Arqueiros para me ensinar a técnica de flechada dupla (não lembro se é esse o nome). Ora, esse guerreiro avançou 5 estágios, se especializou e agora vai me passar seus conhecimentos por que quantia? Acho que deveria ser um valor igual a 7 vezes o peso do tarrasque em moedas de ouro. Em passos:

1 - encontrar alguém que o treine;
2 - pagar os pontos (dobrados);

Em termos de regras, eu, rastreador, só vou precisar pagar o dobro dos pontos? É muito pouco, vai gerar desequilibroi e combos e além disso, ninguém vai se interessar em se especializar, além disso, veremos na mesas muito mais sacerdotes e rastreadores e uma redução nos guerreiros.

Como disse em outro topico sou a favor, desde que melhor trabalhada, o lance da multi-profissão, neste caso, se meu rastreador quisesse ter acesso as técnicas da academia dos arqueiros eu teria que:
1 - mudar para a profissão guerreiro e,se eu fosse usar a regra, ser penalizado em experiência por isso além de não poder mais avançar como rastreador e quem sabe perder algumas magias;
2- avançar 5 estágios como guerreiro;
3- encontrar alguém que me treine ou ser aceito numa academia;
4- pagar os pontos pelas técnicas.


Citação:
Veja que o caminho da multiprofissão é muito mais tortuoso, o que vai fazer com que o jogador só entre nele se realmente o quiser, acredito, muito mais justo do que pagar pontos em dobro.

Além disso, pondere sobre uma coisa, em suas versões 3.0 e 3.5 o D&D tentou manter certo equilibrio entre as classes, mas com a licença aberta chovia livros com novos kits (não sei se é esse o nome) e todos os jogadores que conheço de D20 reclamaram que esses "kits" desequilibravam as classes tornando-os overpower e jogando toda a responsabilidade nas mãos do narrador.

Acho que é isso que esperamos que vc pondere, que as alterações que vc propoe, oficiais ou não, podem gerar problemas para o narrador e precisamos dar subsídios pra ele saber como lidar com isso.

Citação:
Uma sugestão que se vc acatasse me deixaria mesmo muito feliz seria deixar de lado a idéia de que qualquer profissão pode comprar qualquer técnica/magia e que dedique seu esforço no multi-profissão, acho muito mais coerente e menos trabalhoso. Uma idéia seria permitir, mas dificultar o acesso de forma que o jogador só se torne multi-profissão se for realmente interessante pra ele.


Abraços!


Samyaza sou a favor de multi-profissão mas felizmente aos que ainda acreditam no equilíbrio em que nunca ira acontecer, entre as profissões... vejo da mesma forma que você...

Apesar que os mesmos que descordarem não tem uma solução para o problema kkkkkk..... tão pouco se preocupam com isso, não dão a minima... Dancing

Isso que é mais triste ainda Triste ??? até quando iram continuar tampando o sol com a peneira ???...

Acontece que esse problema não seja novidade e sim Comum como outros que temos exemplo; magias Perdidas e Ancestrais armas magicas.

Obs.: "Comum mais não normal".

Julgam ser um problema que ao deparar com fator demasiado desproporcional de poder julga ser raro.
Engraçado que pra tudo neste jogo define raro como improprio, impossível, inalcançável.

E que para facilitar a vida do mestre de jogo deram como Ancestrais por ser desconhecidas assim também as Perdidas.

A final pra que terem tantas magias se no final os personagens não chegam acima de nível 10 ??? kkkkk.

Pra que tantas Criaturas se os personagens tende lutar mais contra as mais corriqueiras?

Isso pra mim cheira comodismo pois é muito fácil mestra assim...Muito Feliz Muito Feliz Muito Feliz Muito Feliz Muito Feliz Muito Feliz kkkkkkk


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