Conto Interativo 1 - Histórias de Jogo & Contos - Tagmar
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#211 Max_Sovat Enviado : 17/02/09 20:21
Soler, a que tudo assitiu nas sombras sem muito o que fazer por causa de seu braço ainda em uma tipóia se esgueira até próximo dos guerreiros acorrentados. Por causa do feitiço lançado por Niminus os dois ainda se encontram desorientados. Se não fosse os grilhões mágicos que os prendem teriam o mesmo destino dos outros. Aproveitando o momento de distração causado pelo sumiço dos arcanos e a chegada dos Vingadores Soler se apodera de alguns pertences dos presos (é sempre bom ser ladino...)
Dentro de seus bolsos o pequenino apenas encontra algumas moedas de cobre (que logo são guardadas) e um trapo de papel...
Desenrolando-o Soler vê o desenho de um rosto, um familiar, embaixo do desenho escrito: "Tragam, custe o que custar"
- Aham! Pessoal, acho que temos um problema aqui... - Soler mostra o papel aos demais, revelando o desenho.

No mesmo instante os dois prisioneiros notam o papel nas mãos do pequenino e após olhar um para o outro, se matam...

Conan em desespero e com seu amor nos braços olha para o desenho e não consegue entender:
-`Mas, é o rosto de Ariene?!


A verdadeira felicidade reside no livro dos sábios, no dorso do cavalo e no seio da mulher amada! - Antigo dito de Cavalaria
#212 AirtonJr777 Enviado : 17/02/09 21:37
Um instante antes de Pólux Mognir e seus confrades atacarem os conjuradores malignos, uma luz intensa e cegante inunda o interior da taverna. Uma poderosa aura kármica invade o rosto do sacerdote elfo, mesmo coberto por seu capacete. Ele fecha os olhos, impossibilitado de olhar diretamente para o clarão, mas consegue vislumbrar os corpos dos arcanistas derreterem como cêra frente à aura mágica.

Num instante tudo está terminado... os magos das trevas tinham sido totalmente destruídos... a chance se perdera.

"Maldição, tanto trabalho para nada" - pensa Pólux.

O sacerdote de Cruine corre os olhos pelo salão da taverna e observa um meio-elfo que tenta empurrar o paladino de Crisagom e o guerreiro Conan para fora, mas o guerreiro corre de encontro a uma linda moça que se encontra desfalecida no chão.

Mais para o lado, cadeias mágicas prendem dois guerreiros encapuzados, enquanto um terceiro jaz caído perto deles. Um pequenino se move sorrateiramente atrás dos guerreiros algemados, aparentemente surrupiando alguma coisa deles. Nisto, o diminuto ser, com um braço enfaixado, ergue um pedaço de papel e diz:

- Aham! Pessoal, acho que temos um problema aqui

Nisto as cadeias que prendiam os guerreiros desaparecem e eles se veem livres. Pólux se prepara para lutar, mas os mesmos atiram-se um contra o outro e tiram suas vidas na frente de todos.

"Pobres almas desafortunadas. O julgamento de meu senhor será severo para com eles" pensa Pólux.

Nisto, um clamor se ergue:

– HECTOR!!! – SOCORRO! PRECISO DE AJUDA!

O grito partiu de Conan que segura uma moça em seus braços. A mesma parece estar às portas do reino de Cruine. Pólux dirige-se até a mesma. Lá chegando, ele observa o pequenino Soler mostrar a Conan um rosto desenhado no pedaço de papel que surrupiara dos guerreiros mortos.

-`Mas, é o rosto de Ariene?! - ele escuta Conan falar.

Pólux achega-se mais perto da jovem e começa a orar pedindo a misericórdia de seu deus para com aquela criatura indefesa.

"Nobre juiz de todas as coisas, conceda o dom da vida a esta mulher. Que sua hora ainda não tenha chegado!"

A jovem mulher suspira profundamente e seus pulmões arfam com a entrada do ar nos mesmos. Cruine poupara a sua vida!

Mas um mistério ainda se impunha. O que os adoradores das trevas queriam com aquela mulher. Quem seria o jovem meio-elfo com poderes místicos tão grandes?

Tantas perguntas... e nenhuma resposta. Mas uma delas ele poderia tentar responder, mas para isso ele precisaria fazer algo que talvez seus colegas de armas ainda não estivessem preparados para ver.

Ele ergueu-se e dirigiu a palavra aos outros vingadores.

"Artrom, Colantir. Preciso do material que se encontra no alforje do meu cavalo. Peguem-no para mim, por favor!"

Enquanto seus colegas de Ordem saiam da taverna, Pólux dirigiu-se até onde os corpos dos guerreiros caídos se encontravam... ele olhou bem para eles e disse consigo mesmo:

"Bom, vamos ver o que estes dois sabem a respeito da jovem!"


Citação:
OFF: voces já podem imaginar o que virá a seguir



#213 Hugar Enviado : 18/02/09 13:06
Enquanto isso, o misterioso meio-elfo fazia de tudo para covencer Hector e Conan a deixar a taverna e ir a outro lugar. Ele usava toda sorte de argumentos, mas parecia q eles não lhe davam ouvidos, devido a outros acontecimentos.

- Vocês não entendem! Os vingadores já chegaram. Está acontecendo! Eles voltarão agora q descobriram! Vamos!

Conan e outros pareciam preocupados em descobrir sobre o desenho da bela Ariene no pedaço de papel. O meio-elfo despreava esse fato e isto intrigava a todos.

Em meio a isso, uma explosão acontece numa das paredes da taverna! Tem muita fumaça e quando ela desce pode-se ver uma figura enorme! Carrega consigo uma marreta e pouca armadura, de metal. Deve ter uns 2,5m! É enorme! Aparece então mais daqueles arcanos e outros portando espadas! São uns 6 ou 7 no total!

- Pólux! Rápido! Defenda-os! Estou exaurido de Karma! Chame os vingadores! Conan, Hector! Saiam ja daqui! É tarde!

Aquilo q o meio-elfo disse parece ter intrigado mais q o aparecimento daqueles homens.

Como ele sabia o nome de Hector, Conan e Pólux? E sobre os vingadores? Quem são esses caras? Pq tanto para proteger Conan e Hector? E quanto a Ariene? Isso estava muito confuso e ele devia resppostas. Algumas das quais Pólux sabia.


#214 T.REX Enviado : 18/02/09 13:54
Conan, usando seu corpo e escudo procura proteger o melhor que pode a bela Ariene - já acordada - dos escombros causados pelos novos visitantes. A meia-elfa, sem forças para ficar de pé, permite que o guerreiro Conan ainda a carregue nos seus musculosos braços. Conan vira a cabeça para trás e observa os novos visitantes, ao mesmo tempo que ouve as palavras do meio-elfo.

- Eu não sei quem são vocês mas se vieram levar Ariene, tirem o cavalinho da chuva. Vão ter que me derrubar primeiro. - Apaixonado por Ariene, rapidamente Conan beija a meia-elfa na boca e a coloca sobre um ombro seu. O gládio ele coloca na cintura, preferindo proteger a bela meia-elfa. Em outro braço, seu escudo.

- Nemnus, Pólux, Hector, Soler, Pancada, Krogus, me dêem cobertura. Nemnus, farei o que me pedes. Ainda não sei o que está acontecendo mas exijo explicações mais tarde. - E Conan abandona a taverna com Ariene em seus ombros, pensando no por que de Lino não estar por perto.

#215 Hector Folha-Palida Enviado : 18/02/09 14:44
O cheiro de enxofre, os gritos de dor, o forte odor de carne queimada e ainda por cima o ajudante de cozinheiro berrando para fugir. Hector olha para sua espada e relembra as palavras de seu mestre: Proteger, com honra e vigor, até o fim.

O Paladino vê Polux se preparar para um ritual único, embora as lendas sobre a Ordem da Noite davam uma vaga idéia do que poderia acontecer ali. Então um demônio surge, seguidos por homens que perderam suas almas para o Inferno.

Ele apenas levanta sua espada, faz uma prece inaudivel, mas uma aura surge ao seu redor e começa a se intensificar. O ar fica cada vez mais pesado, então o paladino parte sem aviso para cima dos demonistas, deixando que seu companheiros façam o que deve ser feito.

Os que vêem o Paladino avançar notam uma presença inspiradora e encorajadora, mas seus inimigos vêem apenas a furia de Deus da Guerra, a ira transborda pelos olhos e escapa em cada golpe, cada vez mais potentes. Seus sortilegios malignos, queimam a carne mas não param sua espada.

Em menos de um minuto os arcanos estão todos mortos, resta apenas o demônio. Hector sorri e diz antes de cair.
Polux, Krogus ele é de vocês.


#216 samuel.azevedo Enviado : 18/02/09 16:27
Lino, que estava há vários dias recluso no nobre estabelecimento de sua amiga Aninha para recuperar suas forças, decide visitar a taberna. No meio do caminho ele encontra com Conan e Ariene, que falam alguma coisa sobre uma invasão de demonistas e demônios na taberna.

Pelo olhar exausto e pelas escoriações dos dois, Lino nem pensa duas vezes. Como havia deixado seu equipamento com Aninha, pega um pedaço de pau que achou na rua para fazer as vezes de bordão e corre para a taberna.

<table border="0" align="center" width="95%" cellpadding="3" cellspacing="1"><tr><td>CODE</td></tr><tr><td id="CODE">off: com o inínio das aulas minha vida está bem mais apertada, por isso não estou participando tanto quanto gostaria aqui no projeto. Vou aproveitar algum dia do carnaval para "tirar o atraso" de Tagmar. Abraços</td></tr></table>
#217 Alan Emmanuel Enviado : 18/02/09 18:58
Pancada não entende o que está acontecendo, sua mente lenta não consegue assimilar todos os eventos nem compreender todas as instruções que são gritadas.

Mais em meio ao fogo e estrondo uma figura lhe chaga muita atenção a figura de Hector que salta adiante para enfrentar corajosamente os demonistas. Aos olhos de pancada o paladino é o próprio deus da guerra encarnado. Pancada passa a venerá-lo imediatamente, o poder dos seus golpes a fúria divina em seus olhos, tudo nele é divino e digno de louvor.

E quando vê seu herói cair exausto o sangue de pancada ferve o ódio acumulado esbanja e flui do seu espírito aos borbolhões.
Ele grita cheio de fúria e os próprios senhores do inferno não fariam pouco caso de seu ódio e força. Pancada investe como uma manada de touros selvagens na direção do demônio, que não lhe amedronta pelo tamanho, pois ele mesmo é quase tão grande.

O gigante infernal brande sua arma com vigor contra seu novo oponente. A lâmina atinge o peito de Pancada em cheio provocando um jorro de sangue. Mas em sua fúria ele faz pouco caso da dor. Suas grandes e poderosas mãos se fecham ao redor do pescoço de seu inimigo. A força monstruosa de seus grandes braços são como dois tornos fechando-se furiosamente sobre seu inimigo. Instantes depois o som de galhos se partindo denuncia o destino da fera infernal, pois Pancada literalmente arranca-lhe a cabeça fora.

Caindo em si o grande homem gordo vê ainda Hector deitado sobre o assoalho a da taverna. O desejo intenso de rever seu herói vivo é a última coisa que se lembra... antes de cair no chão, exausto e mortalmente ferido...


Alan Emmanuel
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#218 Arion Enviado : 18/02/09 19:46
O jovem lenhador Adar voltava da floresta e decidiu entrar na taberna para tomar uma deliciosa caneca de vinho, antes do seu merecido descanso... Chegando na porta do estabelecimento, viu uma verdadeira guerra pirotécnica ocorrendo no local! Desesperado, correu de volta para o centro da cidade berrando...

- Na tabernaaaa... Na... Tabernaaaaa!!! Dragões!!! Dragões!!!! Tabernaaaa... Cruineeee... Na tabernaaaaa!!! Salvem-se... Salvem-se todos!!!

Os habitantes da cidade entraram em pânico!!! O caos e o terror tomaram conta do povoado!!! Os habitantes pegavam o que podiam e corriam desesperados para fora da cidade... Cães ladravam sem entender direito o que estava acontecendo... Porcos corriam livremente pelas ruas da cidade fugindo dos seus donos... O medo tomou conta da cidade!!!

Um grupo formado pela pequena milícia local foi averiguar o que estava acontecendo... Nada mais que 6 pobres aldeões prestes a conhecer o seu fim...




#219 Hugar Enviado : 18/02/09 20:14
Nimunis ao ouvir o q Conan diz e ao averiguar tudo o q ocorria na taverna, resolve correr m direção a Conan do lado de fora da taverna. Ele sabe q tudo ocorrerá bem. Ao sair, vê a cidade a bera do colapso total! Até mesmo chamas ja apareceram na cidade! Predios, embora pequenos, queimam em meio a toda aquele caos.

Nimunis bate a mão na testa e sussurra para si:

-Estou perdido.

Mas ao ver Conan sura preocupação muda. Ele corre em sua direção. Ele está com a jovem bela Ariene, protegendo-a. Nimunis se aproxima. Ao ve-lo diz a Conan:

-Axo q preciso dar umas explicações.

Ele olha para Ariene, a quem parece não ter dado muita importancia. Ela está no chão com as costas apoiadas por Conan. Ele nota algo em seus olhos. Ela olha diretamente para ele. Nimunis fraze a testa e a fita, procurando observar algo. Ela da-lhe um pequeno sorriso. Nimunis fecha um pouco mais os olhos como se não enxergasse algo. Ela parecia ter algo diferente... Então, de repente, ele arregala os olhos, da quase um pulo para tras, e grita:

- Essa não! Conan saia daí! Ela não é Ariene! Ela é um...

Mas antes q pudesse terminar a frase, a bela meio-elfa, olha com odio para Nimunis, e se levanta com força descomunal dando um tapa no Meio-elfo, q cai para tras! Conan ainda parado em sua posição não entende nada, e olha tudo com susto!

- Mate-a! Ela não é Ariene! Vc precisa matá-la! - diz Nimunis aos berros caido no chão!

Conan ouvi perfeitamente o q diz Nimunis mas não consegue atacar a meia-elfa. Ele fica parado enquanto ela se dirige a ele com um olhar difernete... um olhar de frieza.

- Não pode fazer isso... não é mesmo? Não pode ferir-me. - diz em tom neutro para Conan agora de pé.


#220 Max_Sovat Enviado : 18/02/09 20:56
Mais uma vez Soler observa tudo a distancia. Vê a coragem de Hector e a Força descomunal do Gigante gordo que ainda não sabe o nome. Percebe que Niminus saiu correndo atrás de Conan que carregava a bela Ariene.
Se esqueirou mais uma vez pelos escombros até os corpos caídos que tiveram o fim infeliz na mão do Paladino. Ao revirar seus pertences encontra outro pergaminho, após identificar novamente o desenho de Ariene leu com assombro a mensagem nova neste:
"Encontrem e detenham, não podemos deixar a cria do baixo plano fugir, não enquanto falta tão pouco..."
Soler acaba ainda mais intrigado com essa revelação, se é que poderia ser verdade... porém seus problemas são outros, pois agora Conan estaria sozinho com Ariene e Niminus estaria atrás dele. Porém era o único que poderia ajudar os "amigos" mais próximos que poderia ter (pelo menos que se lembrara).
Chegou perto de Hector e observou suas grandes queimaduras, seu companheiro estava com a respiração entrecortada e ainda desacordado. Percebeu que teria de agir rápido e empregar algo valioso para um ladino, seus pertences...
- Droga! Essa porção me custou muito caro! Realmente vc vai me dever muito depois disso paladino...
Soler retirou um pote pequeno de sua algibreira e utilizou a pasta de seu interior nas feridas do "amigo". Em poucos instantes o unguento começou a desprender fumaça e as feridas pareciam evaporar-se da mesma forma! Seu amigo ainda deveria ficar em repouso, mas estava fora de perigo. Aproveitou para revirar os bolsos do paladino, onde encontrou uma pedra totalmente polida e de forma esferica. Guardou a mesma em sua algibreira enquanto falava:
- Bom, nem toda ajuda é de graça,essa pedra deve pagar parte do que gastei com a porção...
Olhou para pancada que sangrava em agonia, sem nem ao menos desviar o olhar do paladino. Soler verificou o tamanho e a profundidade do corte, resmungou algo sobre gastar mas de seu produto precioso e quase o guardou na algibreira sem prestar a devida ajuda. Neste momento Lino adentra à Taverna armado de um porrete e berrando:
- Criaturas viz temeis!!! Lino chegou para ajudar seus companheiros!!!
Aproveitando a deixa Soler guarda seu pode e diz:
- Ajude este aqui então! Tenho de ir atrás de Conan, pode ser que esteja em apuros!
Citação:

Off: hehehe, parece sacanagem... mas fazer o que? Soler é muito seleto em seus prioridades (por isso não se relaciona tão bem...) e sabe que Lino pode ajudar Pancada melhor que ele (e com isso não gasta todo seu unguento, perfeito!)



A verdadeira felicidade reside no livro dos sábios, no dorso do cavalo e no seio da mulher amada! - Antigo dito de Cavalaria
#221 Hector Folha-Palida Enviado : 18/02/09 23:45
Junto com a esfera, Soler pega um pequeno bilhete. Nele estão as ordens enviadas ao Paladino por sua Ordem.

Ao olhar para Pancada, Lino hesita em cura-lo, mas ao reconhecer a origem do ferimento se apressa em salvar o grande homem caido. Após deixar este fora de perigo de morte(afinal perigo de vida é muito estranho), ele verifica a situação de Hector, apesar da ferida estar fechada o Karma maligno ainda corroe sua energia vital.

Deusa do Prazer e Senhora das Rosas, purifica este corpo do sofrimento que lhe foi infligido.

Com um berro Hector se levanta, olha para seus ferimentos e depois para Lino, abrindo um sorriso enorme.
Parece que te devo minha vida meu bom amigo. Tens minha confiaça e lealdade. Cobre-as depois desta crise.

Hector e Lino carregam o corpo massivo de Pancada para o lado de fora da taberna em destroços, e o deixam em segurança. Os dois partem atrás de Soler. Minutos depois, Pancada desperta, apesar de sentir-se meio morto levanta.

Citação:
O que será que o Pancada irá fazer agora? O que acontecerá com Conan? E com Soler, quando o Paladino descobrir que foi roubado? Krogus irá reconstruir a taberna, irá explodir esses fregueses de vez?
Não percam o proximo Post dessa emocionante aventura.



#222 samuel.azevedo Enviado : 19/02/09 00:09
Enquanto correm atrás de Conan, Lino fala para Hector:

- Aquela taberna era um lugar tão divertido. Pena que esteja ficando tão perigoso, da forma que as coisas vão, aquele lugar vai fechar. Acho que todos agora vão passar a frequentar a mui nobre casa de funções de Aninha, que é muito animada e também serve um vinho muito bom. Tomara que o taberneiro esteja bem...



#223 T.REX Enviado : 19/02/09 11:30
Conan está surpreso. Ele podia jurar que a mulher que tirara sob a mesa era Ariene. Como pode?

- Ariene? Por que está fazendo isso? Que brincadeira é esta?

- Conan, mate ela! – grita Nemunis.

- Você não pode ferir-me. Estou certa, Conan? Sabe por quê? Você me ama. Sem falar que é contra seu regulamento bater em mulheres. Sabes que não se pode bater nem mesmo com uma flor.

- Ariene, pare com isso. – Conan recusa-se a puxar seu gládio. As palavras ditas pela meia-elfa são verdadeiras. – Crezir, por quê me traístes? – pensou o jovem guerreiro. Ao redor dos dois meio-elfos e de Conan, a cidade volta a se descontrolar. – Nemunis, quem é ela afinal de contas?- mas antes de Nemunis responder, Ariene – ou seja lá o que for – ataca Conan, procurando socar-lhe fortemente. Mas Conan, com uma mão, bloqueia o golpe da falsa Ariene segurando o punho fechado de sua adversária. – Não me subestime, e eu posso esquecer que bater em mulher é covardia. – A mulher tenta usar sua força máxima para tirar seu punho fechado da mão forte de Conan mas sem sucesso. Ele percebe que para uma mulher, aquela está forte demais. Há algo de errado com Ariene.

- Você vai morrer – gritou Ariene para Conan. De repente, o pulso de Ariene esquenta a mão poderosa de Conan. Mas ignorando a dor, o guerreiro aperta mais ainda o pulso fechado de Ariene, fazendo-a gritar de dor em dobro, quase quebrando seus ossos.
- Se você parar de reagir, eu amoleço. – E a criatura obedece. – Eu quero explicações. Quem é você, afinal de contas? Onde está a minha Ariene e o que querem com ela? Nemunis, estou aguardondo respostas.
#224 Hugar Enviado : 19/02/09 12:45
- Ela é um Galatir! Mate imediatamente! Vc não pode sentir nada ao matá-la! Pare de vê-la como Ariene, ela não o é! Abra bem seus olhos! Crave o gladio em seu peito!

A suposta Ariene, vira seu rosto a Nimunis, mostrando os dentes e franzindo a testa, mostrando ira! Ela se solta de Conan com força descomunal, e sai de sua sombra um tipo de fantasma, uma sombra com capa toda rasgada, q cai por cima de Nimunis, no chão! Faz-se uma especie de bolha de sombra em torno de Nimunis. Ele poe a mão na garganta e não consegue respirar!

Ela se vira a Conan e retira um punhal escondido na cintura.

-Seu tempo chegou Conan. O primeiro vai. As trevas virão. O segundo tambem, vindo as sombras. E por fim o terceiro, q trará o rei. Está escrito e vc não pode mudar - diz Ariene (ou Galatir) com a voz um pouco baixa.

Ela empunha seu punhal e prepara-se a fincar em Conan. Ele desembainha o gladio, mas não consegue matá-la!

- O primeiro vai- diz Ariene em tom baixo e soprado, com os olhos rios, sem emoções.

Mas antes q pudesse atacar Conan, um punhal é acertado em sua costa! Ela se vira. Foi Nimunis, q olha para ela e da um largo sorriso e desmaia sem ar para respirar.

Ela se vira a Conan. O tempo parece quase parado. Todos os movimentos são tão lentos para Conan. Ele procura não olhar para aquele corpo, mas enxergar o q tinha ante si. Conan vê o corpo da jovem desmanchado-se, derretendo. Sua pele caia, seus musculos derretiam. Ele podia ver. Não era Ariene.

E com um golpe ele vara o coração daquela criatura infernal! Sem emoções! O ser em forma de Ariene cai no chão, aos pes de Conan e geme de dor. Uma dor jamais vista. O ser grita. Do coração sai um liquido negro, viscoso. A ciratura tenta em vão retirar a arma do peito. Mas morre. Lentamente a figura de Ariene se transforma num esqueleto, coberto de um manto todo rasgado.

A bolha em torna de Nimunis some, mas ele continua desacordado.


#225 T.REX Enviado : 19/02/09 13:29
- Eu detesto esses bichos que desaparecem. - Conan avança para seu amigo desacordado. - Cara,tu já desmaiou uma vez. Vai desmaiar de novo? Praga. Já chorei porcausa do desmaio daquela que eu achava que fosse minha amada. Chega de desmaio, caramba. - Conan dá uns tapas na cara de Nemunis, tentando acordá-lo. - "Bora", irmão, acorda, caramba. - E nada do meio-elfo acordar. - Vou levá-lo para Pólux e Hector. Eles são os médicos aqui. - No entanto, próximo deles, Conan vê uma corrente, bastante grossa e comprida. - Hei!!! Que corrente maneira. Pode me ser útil. - Conan pega a corrente e a guarda em torno de seu antebraço, acima do pulso. - Vou fazer, mais tarde, um gancho de ferro e acoplá-la numa das extremidades desta grossa corrente. - Conan pega Nemunis e o coloca no seu ombro, partindo a procura de Pólux e Hector, "p" da vida por ser enganado pela criatura, de se passar por Ariene.
#226 Arion Enviado : 19/02/09 14:05
Após a fuga da população, a cidade está um pouco mais calma... Apenas os cães ainda continuam agitados... A pequena milícia da aldeia finalmente chega à taberna para averiguar o que estava acontecendo... São 6 bravos lenhadores, descalsos, mal alimentados, armados com porretes e vestindo armaduras de couro leve em péssimo estado de conservação... Sem entender direito o que estava acontecendo, eles param por um instante para observar a entrada da taberna... Em poucos segundos não hesitam em fazer a coisa certa... Largam tudo para trás e fogem em disparada em direção à floresta...

- Salvem-se... Corram para a floresta... Salvem-se...




#227 Hugar Enviado : 19/02/09 19:42
Conan sente algo como uns cutucões em suas costas musculosas. Ele se vira e é Nimunis socando-o e gritando:

-EEIIII!!!! Ja acordei no primeiro tapa! Pode me descer daqui?

Conan desce o amigo de suas costas.

-Chame Hector. Darei explicações. Vou te esperar aqui fora. Estou com um pouco de falta de ar ainda.

Nimunis aparenta mais despreocupado agora q antes. Tambem depois de ver Conan matando uma Ariene.


#228 Hector Folha-Palida Enviado : 19/02/09 21:11
Eis que neste momento, Hector e Lino chegam ao local onde Conan se encontra. Após um breve resumo sobre o acontecimento en torno de Ariene. Os 3 encaram Nimunis a espera de respostas.


#229 samuel.azevedo Enviado : 19/02/09 21:16
Lino examina, desconfiado, os ferimentos de Conan e Nimunis, e a carcaça da criatura. Mas nada comenta.
#230 Max_Sovat Enviado : 20/02/09 01:31
Soler consegue chegar a tempo de ver a criatura que era Ariene se desfazer diante de Conan, fica de longe olhando seu "amigo" esbofetear Nimunis para que este acorde. Talvez só os olhos atentos de um ladino poderiam ter reparado o que viu, a sombra... a sombra que atacou Nimunis fugiu sozinha para a floresta!
Como pode uma sombra andar sem sua pessoa? - pensa Soler enquanto persegue agora a mancha negra...


A verdadeira felicidade reside no livro dos sábios, no dorso do cavalo e no seio da mulher amada! - Antigo dito de Cavalaria
#231 Hugar Enviado : 20/02/09 14:01
Nimunis estralha os dedos e o pescoço e começa a dar as explicações:

- Bem, vocs devem estar querendo respostas. A principio a maioria das coisas q eu disse era mentira. Não sou meio-elfo, sou elfo dourado sob encantamento. Nem sei cozinhar, eu usei outro feitiço para deixar aquela comida saudavel em termos e com bem gosto. Vcs a quem tento proteger, creio eu q são personagens de uma profecia. Estou atras de vcs a nove anos, e isso explica pq demorei a conseguir aplicar o encantamento na taverna e pq fiquei exaurido de Karma tão rapidamente. Os vingadores foram enviados ha apenas dois anos vendo q meus esforços ñ davam resultados. A profecia possuiu duas versões distintas: A de Bartolomeu, ou a profana; e a de Kurnn, ou a divina. Essa profecia é mto turva e poeticam escondendo seu verdadeiro signficado. O trecho q o Galatir pronunciou é da escritura de Bartolomeu. Ambas as profecias se mostraram verdadeiras até agora, e por isso devo salva-los! Vcs são fundamentais e se os demonios conseguirem o q querem, este mundo estará perdido! Nada mais posso dizer.


#232 T.REX Enviado : 20/02/09 14:15
- E Ariene? Por quê o rosto dela está desenhada no papel?
#233 Hector Folha-Palida Enviado : 20/02/09 14:27
Profecias você diz, mas eu não creio em tal coisa. Crisagom é a única força que move minha vida.

Achando que já tinha ouvido demais para aquela manha. Hector procura em seu bolso as ordens que havia recebido, mas para sua surpresa ela havia sumido. E para piorar, aquilo também havia sumido.

Conan, Lino decidam o que fazer com este duas faces. Eu não consigo acreditar em uma só palavra do que ele diz. Ainda ousa dizer que quer nos ajudar, mas não tem CORAGEM de vir com seu verdadeiro rosto. Eu vou voltar a taberna, creio ter perdido algo meu lá durante a ultima luta.


#234 T.REX Enviado : 20/02/09 16:14
Conan vê Hector partir mas o chama.

- Hector, espere um pouco, vamos dar mais uma chance a ele. Eu já já lhe ajudo a procurar seus pertences. - o guerreiro vira-se para Lino e volta depois para Nimunis. Conan dá um passo para o (agora) elfo-dourado e o carrega pelos ombros, tirando seus pés do chão.

- Nimunis, eu tenho o hábito de dar uma chance aos elfos como você. Mas só uma. Meio ou dourado. Para não importa. Elfo para mim é tudo igual. Não abuse da sorte. Atitude é o que vale. Afinal de contas, por que mentiu para nós? E que demônios são estes? Por que somos fundamentais? E mais: quero detalhes sobre Ariene. Caso contrário... - Conan mostra os dentes rugindo de raiva.
#235 samuel.azevedo Enviado : 20/02/09 16:22
Lino olha para Nimunis, faz alguns gestos com as mãos e o elfo dourado fica sob sua verdadeira aparência. O pequenino ainda faz outros gestos e proclama numa voz descomunalmente ameaçadora para um ser tão pequeno:

Em nome da Rainha das Rosas, me fale tudo sobre essas duas profecias, porque você acha que estamos nelas, e seu papel aqui.

Agora em tom mais brando, ele complementa:

Eu não estava na taberna quando o tumulto começou, por favor me explique.

Lino, então, pensa consigo mesmo: agora saberei ao menos que tipo de intenção ele tem para conosco.

#236 Hugar Enviado : 20/02/09 16:47
- Não posso dizer mais nada, pois estou sob guarda maior e de minha boca nada sai sobre o assunto. Eu sequer onsigo pensar sobre ele ou as profecias. Esse encantamento me sela por completo. Funciona como uma lavagem cerebral. Na taverna fui atingido por uma flecha envenenada e não percebi os demonistas entrarem. Quando acordei lancei uma magia ,a mim conferida, muito antiga, atualmente esquecida. Ela é uma combinação mortal a demonistas, mas curadora a seguidores de algum deus.

Lino escuta tudo com atenção e vê q as intenções do elfo são verdadeiras para com o grupo, e q nada mais fala ou consegue falar sobre a profecia.

- Não se apresse. Na hora cert vcs saberão mais sobre a proferia. Assim q me for permitido falar.


#237 samuel.azevedo Enviado : 20/02/09 17:54
- Você acha que estamos correndo perigo agora, ou por hora eles vão nos deixar em paz? Não sei se vou buscar minhas armas ou se vou ajudar o pessoal na taberna.
#238 Hugar Enviado : 20/02/09 19:57
- Jamais estarão fora de perigo até q isto termine, mas posso assegurar q, por hora, estão salvos. O problema virá depois, ja q sabem onde estamos. Conan. Sobre Ariene... na profecia de Bartolomeu, menciona-se um "Hibrido" q abriria as portas do trono se o amor pravelecesse. Na de Kurnn, há um Mestiço q voltaria apos a morte do encarregado, se esse o fizesse por um bem maior. Se Ariene for a "Mestiça", teremos q abandona-la eu presumo...


#239 Hector Folha-Palida Enviado : 22/02/09 02:55
Ao chegar nos restos da Taberna, Hector gasta alguns minutos procurando seu precioso item, mas não o encontra.
Como fui perder aquilo. Ah Crisagom, se ele descobrir vai muito desapontado. O velho ficaria furioso. O depois peço pro Krogus me ajudar a encontrar.

Hector vasculha os escombros do quarto até encontrar sua armadura e escudo, a Primeira completamente inutilizada, mas seu escudo ainda estava inteiro. Ao sair, vasculha os restos mortais das crituras atrás de pistas. o Modus Operandi daqueles demonistas era diferente de tudo que já havia visto. Eles jamais invandiriam uma taberna assim, do nada sem nenhum preparo. Seria mais provavel que usassem criaturas malignas para destruir a cidade e capturar aqueles que desejassem.

Então como um estalo veio a lembrança:
A torre... Havia um portal para o Inferno. Eles planejavam dominar a cidade em um só ataque... nós destruimos sus única chance... Estavam desesperados...

Então algo chama sua atenção nos corpos que ele havia cortados. Nenhum deles possuia as tatuagens ou mesmos as marcas das quais o demonistas se orgulhavam, além disso eles cairam muito facilmente.

A única pessoa confiavel que poderia ter alguma resposta para toda essa confusão era Polux Magnir, O Vingador Negro. Mas onde ele estaria??


#240 DiegoA Enviado : 12/11/20 12:25
Provavelmente este não é o local adequado para esta postagem, entretanto, por não achar, postarei aqui msm.
Me surgiu uma ideia para uma AVENTUDA PRONTA (que parece muito com Caverna do Dragão). A ideia é, um grupo de aventureiros com o objetivo de se encontrar e pedir a ajuda a um mago extremamente poderoso, ingressa em seu castelo, através do chamado CORREDOR BRANCO. A porta principal do Castelo da para um salão intermediário, se passada mais uma porta os aventureiros se deparam com um corredor. Um corredor branco, contendo inúmeras portas, uma ao lado da outra em uma dimensão que é incontável e se perde ao infinitivo ("aparentando" ser infinita as portas - tipo ideia do filme o poço). Ocorre que ao logo q o dia vai passando esse corredor de claro e branco vai se tornando escuro, frio e sombrio. Diante disso, os aventureiros, em certo grau de escuridão, frio precisam entrar em uma das portas. Ao entrar, poderão ser surpreendidos com qualquer possibilidade, boa ou ruim, que segue a mesma lógica de claridade e escuridão, forçando a deixar a sala e retornarem para o corredor. Ocorre q ao retornarem, irão se surpreender em saírem por outra porta, diferente da que entraram, ex: entraram na porta 01 e saíram na 3567, o q inviabilizaria o retorno ao portão principal, durante a duração da claridade. Ao se tornar escuro novamente o corredor fará com que obrigatoriamente entrem em outra porta, e repetindo a dinâmica indefinidas vezes, até que, ou consigam sair e desistam, ou, consigam obter a honra do mago poderoso, onde por ele serão recebidos. Dando gancho para outra aventura.
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