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Auxílio Incerto (revisão) Opções
#31 Rywv Enviado : 29/06/20 18:06
Marcelo_Rodrigues escreveu:
Primeiramente é importante lembrar que esta magia é da ordem de Plandis, e ela representa bem o deus da loucura e paixão sega. A ideia base da magia era ser aleatória mesmo, lembrando o chapeu do Presto (Caverna do Dragão).

Então a ideia básica da magia (aleatoriedade) é boa, mas fica a pergunta básica: ela consegue ser útil em jogo?

OBS: esta magia foi para revisão não pela concepção (que é boa e correta), mas sim porque ela era pouco útil em jogo.

Eu entendo que ele é da ordem de Plandis, mas não precisa ter coisas tão inúteis e com funcionamento duvidoso na sua lista, a loucura pode ser explorada de formas diferentes. Ele me lembra bastante do feiticeiro vidente, sua ideia é mto unica no sistema e requer cuidado para não gerar uma profissão indesejável. Tbm acredito que sua lista precisa ser criada por uma unica pessoa, só assim vc teria mais chances de conseguir uma lista consistente e funcional.
A morte é uma amante paciente e indispensável, pois ñ importa o que aconteça ela terá sua vez e não tem pressa quanto a isso, mas quando o momento chega ela lhe acolhe em seus braços de tal forma que vc nunca será capaz de deixá-la.
Gar,"O Louco"
#32 samuel.azevedo Enviado : 29/06/20 18:24
Olá,

Li as críticas. Algumas me parecem ser voltadas ao cerne da magia em si (efeitos aleatórios), e outras são voltadas as listas: (lista + útil, 2 magias desatualizadas).

Acabei pegando da lista de magias atual e por isso passou despercebido que Análise e Resistência a Fadiga não existem mais. Concordo em substituí-las se ainda quiserem a magia.

Sobre as listas serem inúteis. Antes havia uma única lista com efeitos ainda mais aleatórios e que não se encaixavam na situação. Criei as 5 listas de contextos para que qualquer coisa que saísse da lista ao menos fosse útil dentro do contexto em que o personagem está. Mas se a solução não está boa, aceito sugestões de como resolver isso.

Abraços

#33 Rywv Enviado : 30/06/20 02:49
Só pra deixar claro, eu não quis dizer que seu trabalho na revisão da magia foi ruim, e sim que a magia ser aleatória é um problema.
A morte é uma amante paciente e indispensável, pois ñ importa o que aconteça ela terá sua vez e não tem pressa quanto a isso, mas quando o momento chega ela lhe acolhe em seus braços de tal forma que vc nunca será capaz de deixá-la.
Gar,"O Louco"
#34 Marcelo_Rodrigues Enviado : 01/07/20 11:35
Samuel,

conforme conversamos em MP o que acha da sugestão:

efeito 1 - sorteia uma opção
efeito 3 - escolhe o melhor de 2 sorteios
efeito 5 - escolhe o melhor de 2 sorteios, O efeito escolhos sai com 2 níveis acima
efeito 7 - escolhe o melhor de 3 sorteios, O efeito escolhos sai com 3 níveis acima
efeito 9 - escolhe o melhor de 3 sorteios, sorteia duas magias

OBS: a ideia acima é um esboço, talvez tenha de ser balanceada. Note que a ideia é trocar algo possivelmente poderoso por uma incerteza.
#35 Edilton Oliveira Enviado : 01/07/20 14:59
Prezados(as),

Na mitologia de Tagmar, em específico nos Reinos, há 17 aspectos de divindades representadas em 17 deuses (incluindo as 3 variações de Maira). O jogador que escolher a profissão de sacerdote para jogar terá 17 opções de facetas para INTERPRETAR.

Caso queira um paladino, vai de sacerdote de Crizagom. Se quiser algo mais sombrio, vai de Cruine. Ou se quiser um porradeiro, Cruine. Agora, e se ele quiser escolher a opção que permita interpretar um (aparentemente) louco, pode? Claro que pode em Tagmar, será sacerdote de Plandis. Temos essa opção.

Além das suas atuações na mesa, ele terá ferramentas que subsidiem sua interpretação? Sim, terá, e a principal será a magia Auxilio Incerto.

Copiando do Livro das Ordens Sacerdotais o juramento que o sacerdote de Plandis profere ao se sagrar na ordem:

“Eu, (nome do acólito), juro solenemente diante de
meu deus e de meus confrades,
não ser lógico, não ser coerente,
não ter reflexão, não ser sensato,
não ser previsível, não ser equilibrado,
não ser ponderado, não ser responsável,
não ter bom senso, não ter julgamentos e não ser racional.
Eu sou e sempre serei... louco.”


Tendo em vista que é esse tipo de personagem que o jogador escolheu interpretar, tem algo errado na magia Auxilio Incerto? Não, ela é a personificação do Deus. Vai ser útil? Não sei, mas é assim mesmo que tem que ser. Analisando de forma isolada, a magia não é lá essas coisas. Mas se inserida no contexto do personagem, ela faz todo o sentido. Não se pode analisar essa magia sem a devida contextualização.

O Nobre Samuel tirou leite de pedra na revisão dessa magia, agradou a gregos e troianos. Quando acertadamente ele criou a opção de escolher o contexto da magia, ele manteve a aleatoriedade, mas incluiu uma assertividade, direcionando o resultado a opções mais proveitosas.

Digamos que eu estou como mestre de uma mesa, e tenho um jogador que é sacerdote de Plandis. Em um combate numa caverna, ele escolhe usar a magia Auxilio Incerto. Sorteia no dado e tira 4, Relâmpagos. Eu provavelmente riria da situação, diversão garantida. E dependendo do que o sacerdote falasse após o resultado, eu poderia até dar ponto de experiência.

Então, essa é minha opinião: inserido no contexto da interpretação, essa magia do jeito que está é perfeita. Acredito que torna Tagmar um sistema mais rico para interpretação.


#36 Marcelo_Rodrigues Enviado : 01/07/20 17:22
Aqui vai então minha sugestão para completar a loucura total ... tem de por uma observação que a magia vai funcionar mesmo que alguma limitação descrita pela magia não possa ser atendida. Por exemplo relâmpagos só pode ser feita quando tem nuvem, mas como é de plandis ela vai funcionar mesmo que numa caverna onde misterizoamnte surgue uma nuvem no teto!

Uma outra sugestão é que se o cara tirar 20 no dado uma coisa inusitada (e útil) irá acontecer (mas o mestre escolhe). Por exemplo uma vaca cai do céu em cima de um inimigo d'oh!

PS: alguém leu o Guia dos Mochileiros da Galáxia?
#37 Edilton Oliveira Enviado : 01/07/20 20:30
Marcelo_Rodrigues escreveu:
Aqui vai então minha sugestão para completar a loucura total ... tem de por uma observação que a magia vai funcionar mesmo que alguma limitação descrita pela magia não possa ser atendida. Por exemplo relâmpagos só pode ser feita quando tem nuvem, mas como é de plandis ela vai funcionar mesmo que numa caverna onde misterizoamnte surgue uma nuvem no teto!


Nobre Marcelo,

Desta forma, a magia deixa de ser Auxilio Incerto e passa a ser Auxilio Totalmente Certo, porque tudo vai dar certo. Ou seja, descaracteriza a magia.

Eu gosto da formatação atual da magia. Mas vou sugerir uma forma que talvez agrade mais a nação.

Vou exemplificar no contexto de COMBATE. Para compor esse quadro, pegaria somente magias que com certeza seriam úteis no combate, por exemplo: Bola de Fogo, Raio Elétrico, Dardos de Gelo, etc. E colocava para ser sorteada.

Após definir a magia # agora entra o item novo # irá sortear no D20 a POTÊNCIA. Por exemplo:

1 - a magia falha
2 a 5 - a magia causa apenas 30% do dano original
6 a 9 - a magia causa apenas 60% do dano original
10 a 17 - a magia causa o dano original
18 e 19 - a magia causa 20% a mais
20 - a magia causa 40% a mais

E ficaria assim na prática:

EX1: o sacerdote Carantes, Aura = 3, vai usar a magia Auxilio Incerto, ele tem no nível 5. É evocação instantânea. Faz o primeiro sorteio no D20 e tira a magia Bola de Fogo. Faz o segundo sorteio para definir a Potência e tira 2 no D20, ou seja, causa 30% do dano original. Ele rola a magia bola de fogo de acordo com a FA e tira amarelo, 25%, que no nível 5 seria 7, mais a aura, fica 10. Como foi definido que a Potência seria 30% do valor original, Carantes vai causar 3 pontos de dano no oponente.

EX2: Carantes vai jogar novamente. Digamos que ele tirou Bola de Fogo novamente no primeiro sorteio. E na definição de Potência, ele tirou 20, ou seja, 40% a mais. Ele rola e tira novamente amarelo, 25%, que dá 10. Somando com 40%, Carantes causa 14 pontos de dano no oponente.

Dessa forma, a magia continua incerta (não sabe o quanto de dano e nem se vai ser efetivo) mas fica mais atrativa pois tem a possibilidade de causar dano além do normal. Claro que os valores tem que ser bem equilibrados, eu dei só exemplos simples mas a ideia é essa. Fica como sugestão, mas reitero, eu gosto de como está atualmente.






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