Há, ainda, um outro aspecto importante ao Malês. Ele pode ser dividido, tendo em vista diversas variações provocadas pelas influências de outros povos e culturas, em três grupos: O Malês Setentrional. mais puro, com alguma importação de palavras e expressões das Ilhas Independentes (através de baleeiros de Conti e corsários de Porto Livre); o Malês Central, profundamente modificado e mesclado com elementos do idioma élfico (devido as grandes populações élficas de Âmiem e do Lar); e o Malês Meridional, também bastante "corrompido" e influenciado, que apresenta em sua dinâmica e vocabulário muito das línguas dos povos não humanos nativos da região (orcos, gigantes e anões, basicamente), Tais diferenças, contudo, não impossibilitam a compreensão e o dialogo entre nativos de diferentes áreas, ou seja, embora eles tenham uma base comum, como o Português, o Espanhol e o Italiano, não são tão diferentes entre si como estas últimas; a dificuldade aparece mais sob a forma de expressões que o seu personagem não compreende, palavras, entonações, etc (não, não é só sotaque, como um carioca falando com um nordestino; é um pouco mais que isso).
Do ponto de vista da habilidade Línguas, fica a critério do Mestre considerá-los como uma só língua (que todos já começam o jogo sabendo) ou como idiomas diferentes a serem comprados um de cada vez, gastando talvez menos que os 3 pontos indicados na descrição da Habilidade.
aí também o império, antes da grande falha. O sábio Malim, coordenador dos estudos e pesquisas sobre essa cultura antiga e patrona da língua natal da humanidade, simplificou seu alfabeto complexo em um conjunto mais simplificado, que foi adotado por oficiais, sacerdotes, nobres e magos de todas as nações de Tagmar antes do período conhecido como a Unificação.
* A teoria de que o Malês possui suas raízes no segundo ciclo, pode ser embasada em alguns trechos do Tagmar 1, como aquele que fala sobre a língua do Império que é uma forte variação regional do malês.
através de expansões belicosas e transações comerciais... Sendo o malês original, uma forma de “língua comercial”, acessível a grande parte das populações dessas nações... Com o fim do segundo ciclo e o cataclisma, sobreviventes humanos migraram para novas partes do continente, preservando o idioma comercial e tornando-o universal. Daí a explicação para não existir uma distinção étnica entre os humanos e suas nações, formando um grande caldeirão miscigenado, que preservou, porém, o idioma comum ancestral. O sábio Malim, coordenador dos estudos e pesquisas sobre essa língua antiga e comum a toda humanidade, simplificou seu alfabeto complexo em um conjunto mais simplificado, que foi adotado por oficiais, sacerdotes, nobres e magos de todas as nações de Tagmar antes do período conhecido como a Unificação.
* De qualquer forma, todas as opções respeitam a impossibilidade de existir dialetos locais para cada nação de Tagmar (ou mesmo para nações isoladas como Verrogar), por que assim o quis a primeira versão. As três versões regionais do Malês, nada mais são do que fortes variações da mesma língua, que preservam, porém, o mesmo sentido.
coordenador dos estudos e pesquisas sobre essa língua antiga e comum a toda humanidade, unificou seus alfabetos regionais em um conjunto mais simplificado,
que foi adotado por oficiais, sacerdotes, nobres e magos de todas as nações de Tagmar antes do período conhecido como a Unificação.
As opções acima poderiam ser votadas em separado ou consideradas como teorias nebulosas sobre o surgimento da língua única da humanidade (por exemplo, estudiosos de Saravossa acham uma coisa e os estudiosos de Runa acham outra). Fica a cargo do grupo decidir o que enriquece mais a história ou o que lhe dá mais consistência.