Eles pediram abrigo para o ferreiro, assim como água e mantimentos. Aldvarin foi um grande anfitrião e deu todo o alimento e água que possuía e ajudou nos reparos das embarcações.
Em gratidão o povo místico lhe deu o conhecimento para confeccionar uma das mais impressionantes anéis já criados. Um anel simples, mas de grande beleza todo feito em ouro.
Ao anel forjado por Aldvarin, lhe dava a capacidade de manipular qualquer peça de ouro com destreza sem par. O que acabou por lhe transformar no maior dos Artífices das Ilhas Independentes.
Anos se passaram e Aldvarin tornou-se um dos mais reconhecidos e requisitados artífices das ilhas independentes. Não somente foi capaz de construir as mais belas jóias feitas em ouro, mas também foi responsável pela criação de alguns dos objetos místicos mais poderosos.
Aldvarin foi morto por Lanccos. Lanccos roubou o anel, mas não antes de Aldvarin amaldiçoar o anel.
O anel possui a maldição da Injustiça.
Na posse deste anel, o portador pode identificar a nobre da alma dos que estão a sua vista. A nobreza é determinada pela cor da aura que está emite.
A cor dourada- uma alma nobre
A cor prateada- uma alma justa
A cor cobreada- uma alma determinada
A cor de chumbo- uma alma injusta.
A alma estaria “pesada” pelo crime ou injustiça que houvesse provocado ou perpetuado. Neste caso o portador do anel ficaria determinado, porque não dizer impelido a corrigir está injustiça. Não seria possível saber que tipo de crime ou injustiça foi feito, mas uma vez expurgado o mal a aura recupera o brilho. Mais de um crime ou injustiça pode ter sido feita e a cada correção a aura cintila e indica que foi feita a justiça.
Se o portador não corrigir o mal, a ele é cometido um dano. Que pode ser o mesmo mal causado pela pessoa com a aura cor de chumbo ou alguma doença.