Uma história repleta de sangue e traição.
A descrição da embarcação é de uma imensa nau de guerra com madeiras deterioradas, sendo que algumas seções estão faltando, as velas rasgadas e sujas e um dos três mastros quebrados e pendendo para o lado. Um forte odor de decomposição o precede e pequenas aves carniceiras são encontradas voando no entorno da embarcação ou empoleiradas nos mastros e murada.
Ao se aproximar é possível ouvir o som baixo, mas constante do lamento e uma sensação de angústia crescente toma a alma daqueles que o contemplam.
Especificamente esta embarcação foi usada durante os períodos dos Anos de Vingança, quando após a queda do Império Central, os antigos generais se proclamaram governadores e passaram a saquear e destruir impunemente pelo mundo.
O Duque ficou conhecido por participar das grandes batalhas do Segundo Ciclo, onde sua história ficou marcado por 3 motins sangrentos, 5 aniquilações de tropas arregimentadas nele e 15 pragas que ocorreram entre os escravos transportados em seu interior.
A embarcação foi encontrada pela ultima vez pelo capitão Barces, que após 5 anos navegando com ele, desapareceu misteriosamente.
Durante os primeiros anos do Terceiro Ciclo, muitas das cidades foram atingidas por doenças e fome, mas foi a cidade de Toriel que foi mais afetada, onde os sobreviventes na época afirmaram que durante uma noite, O Duque alcançou as proximidades e ficou “ancorado” por 3 meses.
O saldo foi de 18 mil mortes e uma cidade arrasada. Os sobreviventes falavam que entre as ruínas era possível ouvir o grito de agonia dos moribundos e doentes silenciados com os lamentos e canções que vinham do Duque.
Por 20 anos a pessoa teria seu desejo realizado, mas ao fim disto O Duque retornaria para clamar pela alma do incauto.