Ao se aproximar da região se pode ver a mudança no clima, onde espessas fumaças expelidas pelos vulcões marinhos encobrem a região, impedindo os raios de sol e obscurecendo o local. A temperatura da água se eleva rapidamente tornando-se extremamente desconfortável.
Uma centena de pequenos vulcões marinhos lança lava, fumaça e intensos vapores de água para o céu.
A região central é composta por duas ilhas, sendo a maior ilha conhecida como Galístia e a menor de Brinnares. E é na menor ilha que encontramos a capital Brinnar do antigo império caído de Draanar, recoberto com cinzas vulcânicas e os antigos cadáveres carbonizados de peste do Fogo.
A ilha de Galístia apesar de ser a maior é quase toda encoberta por rios de lava e o vulcão que arrasou a região. A baia de Galístia é basicamente um imenso mar sulfuroso e corrosivo em ebulição.
É possível ver grandes dragões na região fazendo seus ninhos, assim como os vermes de lava que habitam as terras, alimentando-se de animais marinhos e filhotes de dragão.
Este período ficou conhecido como a Queda de Brinna ou A Maldição de Brinna. O primeiro de seus acontecimentos foi a “Chuva de Fogo” que ocorreu durante a noite e que queimou centenas de terras locais, matando centenas. Muitos diziam “que as estrelas caíram do céu, queimando tudo ao redor”.
A segunda provação foi “A Grande Praga”. Duas semanas após a “Chuva de Fogo”, dezenas apresentaram os primeiros sintomas da doença, quando passaram a ter fortes tremores a noite e no decorrer da doença que seriam em média de 8 dias, tremores fortes, convulsão, aumento da temperatura do corpo e terminando com combustão espontânea.
A terceira provação foi talvez a mais mortal, com o aparecimento do vulcão que arrasou toda a região com explosões e aparecimento dos rios de lava.
Uma criatura enorme com inúmeros olhos, uma imensa cabeça como de uma lula, dezenas de tentáculos colossais e com espinhos na parte superior. A criatura é capaz de lançar um liquido inflamável e corrosível a longas distâncias.
Grande o suficiente para esmagar uma embarcação de grande porte ou capturar um dragão médio.
Estudiosos da antiga praga afirmam que o verme de lava está associado a praga sendo ele mesmo o parasita que após incinerar o hospedeiro sai para reiniciar um novo ciclo no solo.
O Nasnas seduz a vítima ganhando sua confiança permitindo assim aproximar-se para poder ao tocar. Com o “toque” a carne da vítima é drenada, desaparecendo e a carne da criatura é gerada e permitindo a sua existência no mundo material.
Uma vez materializada no mundo real, a criatura é mortal como qualquer outro ser vivo e deve repetir o processo se quiser permanecer material. O efeito da drenagem mística é de 72 horas e não pode ser desfeito pelo Nasnas.
Teremos também o grande monstro marinho local, os dragões, os vermes de lava e a Praga.