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Confraria dos Trapaceiros  

Confraria dos Trapaceiros


"A vida é um grande jogo que deve ser jogado com sagacidade e beleza, não importa o resultado, desde que seja jogado com emoção; mas quando quisermos, não custa dar uma mãozinha para a sorte - desde que os outros não percebam."

Entre os bardos, há aqueles mais sagazes e manipuladores, que apreciam bons truques e artimanhas para driblar os obstáculos da vida e os adversários. Os Trapaceiros também tem um lado lúdico muito forte. Seu senso de humor é afiado, e o limite entre a arte da trapaça e brincadeira muitas vezes é nebuloso. Enquanto apreciam jogos como uma arte, também podem encarar a manipulação das pessoas como um grande jogo. Para os trapaceiros, deve haver desafio e beleza na trapaça e no jogo. Trapacear apenas para ficar rico não importa. Se ficar pobre com um belo jogo, a excitação valeu a pena! Fazer disso uma arte é o que diferenciaria de um "mero" ladino.

Aqueles que buscam o lado lúdico conseguem atrair a simpatia das pessoas. Mas aqueles que desenvolvem seus talentos nesta confraria apenas para golpes e manipulações podem ser mal vistos e até sofrer punições entre seus pares. Pois por causa desses que abusam das habilidades de trapaça a confraria é mal vista entre as demais.


Ao contrario das outras confrarias que usam a arte por propósitos muitas vezes mais nobres, os trapaceiros usam a arte como uma ferramente para alcançar seus objetivos, seja manipulando as pessoas ou o próprio destino. Muitos entre os trapaceiros apresentam um lado lúdico muito forte em sua personalidade, mesmo que estes mesmo poderiam esfaquear alguém pelas costas enquanto sorriem, outros procuram uma aparência mais séria e simples, com o objetivo de moverem as peças de um grande jogo com suas magias sem serem percebidos.

Mas nem todos os trapaceiros são tão malignos, muitos deles acreditam estarem simplesmente sobrevivendo e outros acreditam estar fazendo o bem no final das contas, seja isto verdade ou não para as outras pessoas. Muitos são caóticos e não possuem um objetivo, alterando o rumo da historia por puro desejo, outros são extremamente ordenados e vem tudo como um grande jogo de xadrez, aonde você deve estar 10 passos a frente de seus adversários.

Poucos são aqueles que vem esta confraria com bons olhos, especialmente pelo fato dos membros mais famosos desta instituições estarem sempre confundindo tudo e criando enormes problemas para as pessoas, muitas vezes sem estas compreenderem seus objetivos. Por este motivo boa parte dos membros da confraria veem estas pessoas como problemáticas, mais pelo fato de não conseguirem manter suas identidades escondidas do que por qualquer outra coisa, de forma que existem muitos casos de trapaceiros sendo mortos por ordens da própria confraria.

Os trapaceiros normalmente escondem dos desconhecidos o fato de que fazem parte da confraria, muitas vezes procuram se relacionar com pessoas mais importantes ou que possam lhe oferecer alguma vantagem, como habilidades que não possui. Não gostam de ficar muito tempo na mesma cidade, a não ser que faça parte de um grande esquema. Possuem vínculos verdadeiros com poucas pessoas, mas quando o possuem são leais.

Mote
"Porque fazer hoje o que os outros podem fazer por você amanhã?"
"Eu não queria lhe dizer, mas ..."
"O que é aquilo?!"(quando a pessoa vê para onde ele estava apontando ele dá um golpe ou foge)

Motivação para Aventuras

A grande motivação do trapaceiro é a emoção de jogar com a vida, "mover os pauzinhos" do destino, ser o mais sagaz. Ele manipula as pessoas por interesse próprio, mas não necessariamente provoca prejuízo a elas, às vezes só quer ajudar a manter as coisas sob controle.

Exemplos de trapaças comuns entre eles: entrar de penetra em festas chiques; se fazer passar por alguém mais importante; enganar um dono de uma casa de jogos; manipular um monarca até tê-lo em suas mãos; manipular o jogo do poder; enganar os oponentes em batalha; sabotagens; criar esquemas para enganar as pessoas e conseguir que elas façam o que o trapaceiro quer ou entreguem dinheiro achando que estarão tirando vantagem do trapaceiro; criar e alimentar intrigas.

Motivação Inicial

As motivações para se tornar um trapaceiro são as mais diversas. Pode ser uma pessoa que não conseguiu ou não quis trabalhar, e resolveu conseguir o que quer enganando as pessoas e tirando vantagem delas. Um jovem que percebeu que com jogos de intrigas e manipulação consegue vantagens. Pode ser um nobre de família que perdeu poder e prestígio, tentando mover as cordas do poder para se vingar de quem causou a ruína de sua família. Ou ainda um ambicioso bardo, almejando posição na nobreza.

Podem fazer parte de um grupo de aventureiros por proteção e segurança, ou por outros motivos mais escusos. Enquanto a relação estiver vantajosa ou estratégica o trapaceiro a mantém. Em combate enganam e confundem os inimigos com fintas, truques e com suas magias, podendo também atrair um inimigo para uma armadilha ou precipício enquanto engana seus sentidos.

Roupas e Acessórios

Um trapaceiro se veste de acordo com o meio em que está, ou com o papel que está interpretando, às vezes ostenta para se infiltrar na sociedade, às vezes é discreto para passar despercebido. A única coisa que todos possuem em comum é o perfeccionismo com que adaptam sua etiqueta e forma de vestir ao contexto em que estão.

Raças

Meio-elfos são os trapaceiros mais comuns na região dos reinos, seguidos por humanos. Elfos são raros nesta confraria, mas são os mais ambiciosos.

Relação com a Religião

Em geral são adoradores de Plandis. Quando se inserem no meio religioso, se encontram como ferramentas de maquinações e brigas pelo poder nas ordens.

Relação com Outras Profissões

Eles veem membros de outras profissões como meios para agir além de suas capacidades. É mais cordial e prestativo a quem achar que pode lhe oferecer mais proteção ou poder. Pessoas de qualquer profissão e especialização podem ver trapaceiros com desconfiança ou como brincalhões, mas em geral os ladinos entendem seu modo de pensar e se dão melhor com eles.

Dicas de Interpretação

Existem algumas linhas de tendência de atuação entre os trapaceiros. Mas não impede um personagem de estar num misto de duas ou mais das tendências a seguir.

Os lúdicos: fazem das trapaças grandes brincadeiras e galhofas, usam de imitações e apostas, e enganam as pessoas por piada sem tentar disfarçar ou em combate, são vistos como brincalhões. Às vezes fazem seus oponentes atacarem inimigos imaginários e ficam rindo deles.

Os intriguistas: criam e alimentam intrigas, através de mentiras, manipulações e paranoias. Também fazem com que as pessoas esqueçam fatos para que consigam mais facilmente enganá-las.

Os golpistas: enganam pessoas para obter vantagens financeiras ou estratégicas, muitas vezes fazem as pessoas acharem que elas é que estão levando vantagem na situação. Também tentam viciar as pessoas para conseguir manipulá-las.

Mestres da Confraria

Ludo, o grande jogador

Há muitos anos, este pequenino misterioso foi o único sobrevivente de um navio vindo das ilhas independentes que naufragou na costa de Porto Livre. Como bardo não era bem visto e nem aceito nas comunidades de pequeninos da região d`Os Reinos - que por traumas históricos desprezam o uso de magia em seu meio, exceto por sacerdotes. Apesar disso, seu senso de humor sempre foi inabalável, mas variando da molecagem ao sínico. Depois de ser rejeitado pela comunidade de pequeninos, acabou se firmando em Porto Real, aonde desenvolveu especial interesse por jogos e apostas. Rapidamente foi convidado a confraria dos trapaceiros, e atualmente é o líder da facção dos lúdicos e o líder da confraria. Até seu título é um trocadilho com a sua estatura.

Rita, a língua de serpente

Esta bela meio-elfa de Ludgrim é a mestre na arte da manipulação, e líder da facção dos intriguistas. Atualmente vive na região das Cidades Estado, movimentando lentamente os poderosos em um jogo que no futuro pode mudar a política da região.


Marilion e Silmaril, os grande golpistas

Este casal de trapaceiros elfos são especializados em aplicar golpes em comerciantes que estão enriquecendo. Geralmente quebram suas vítimas, que se soubessem como encontrá-los tentariam se vingar. Mas eles sempre usam identidades falsas, e seus feitos são sabidos apenas dentro dos círculos mais altos da confraria. Não se sabe muito sobre eles, nem de onde vieram nem onde estão, mas de longe guiam a facção dos golpistas e às vezes recebem pupilos temporários para ensinar a arte dos golpes e enganação. Não permanecem muito em um mesmo lugar, só o suficiente para aplicar seus esquemas e sumir novamente na estrada.



Lista de Magias
Magia - custo
Alucinação 2
Esquecimento 2
Confundir 2
Imitação 3
Aposta 1
Golpe 2
Vício 2
Paranoia 2

Verbetes que fazem referência

Ambientação Extraoficial

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