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Religiões das Ilhas Independentes Opções
#1 samuel.azevedo Enviado : 05/06/18 20:24
Olá,

O objetivo desta tarefa é descrever as principais religiões presentes nesta ambientação.

Esta tarefa deve obedecer as seguintes diretrizes:
- Apresentar um culto diferenciado, sem o patronato dos deuses. Um local onde os antigos Titãs ainda são cultuados, mesmo que sem retribuição real (já que quase todos ou estão presos ou mortos).
- Existência de alguns titãs segundos atuando como deuses semelhante ao que existe com Tanis n'O Império.
- Uma inspiração na polinésia, nas filipinas e na indonésia, povos de navegantes como os polinésios, guerreiros (canibais ) como os maoris, inspirações budistas, australianas, indianas...
- Aproveitar o possível do material extraoficial da TagmarPedia sobre deuses e religiões desta região, respeitando as diretrizes acima.



Deve ser evitado, nesta tarefa, por ter sido rejeitado nas etapas anteriores:
- Culto aberto a demônios;
- As matas abarrotadas de espíritos;
- Deuses das outras ambientações com novos nomes como aconteceu n'O Império;
- A presença de um panteão pequeno como o d'O Império.

OBS: No material extraoficial das ilhas independentes, no tópico religião, há menção de culto aos deuses tradicionais com novos nomes (não aproveitar esta parte) e faz confusão com o termo Titãs, citando novos deuses que são na verdade titãs segundos que se tornaram deuses. Resumindo tudo o que pode e não pode nesta tarefa, acredito que nesta ambientação pode haver um culto ancestral aos titãs originais (adoração as forças cósmicas e da natureza) e um culto aos deuses (titãs segundos); pode haver mais de um grupo desses novos deuses, especializados para a população de algumas raças ou ilhas. E também pode haver adoração a heróis ancestrais ou a uma miríade de deuses inspirada nas religiões das culturas que foram votadas que podem inspirar esta região. Pode ainda haver uma religião de adoração a animais, e/ou uma religião que acredite em entidades espirituais no lugar de divindades. Enfim, há muitas possibilidades, basta escolher considerando as diretrizes do que pode e não pode acima.
Ah, há alguns demônios que são titãs segundos (ex: Vouxis), talvez eles possam ter um espaço nesta ambientação se não for considerado aqui um culto demoníaco.Think

Abraços
#2 Térom Lanister Enviado : 08/06/18 20:33
Citação:
Ah, há alguns demônios que são titãs segundos (ex: Vouxis), talvez eles possam ter um espaço nesta ambientação se não for considerado aqui um culto demoníaco.Think


BULLSEYE!

Inclusive isso pode ser chave para os povos das ilhas temerem Sacerdotes dos Deuses, criando uma grande cisma, que mais cedo o mais tarde gerará uma guerra santa ou cruzada (ambos os termos nos conceitos religiosos do Tagmar, ok?)
#3 Flores Enviado : 19/06/18 11:11
Pensando nas áreas misteriosas preparei um material que talvez possa ser utilizado. Não sei se encaixa, porém pode servir de base para algo. Baseado neles venho esboçando as áreas misteriosas.

Vejamos se o raciocínio está correto.
Titãs > Deuses > Seres do continente
Titãs > Deuses > Titãs Segundos
Titãs > Titãs Segundos filhos

Os segundos filhos seriam seres criados a partir dos titãs visando uma segunda alternativa à criação inicial, ou talvez uma proteção sagrada desconhecida. Eles seriam capazes de reprodução com as mais distintas raças do continente podendo repovoar em caso de extermínio das raças conhecidas.

Titãs Segundos Filhos:
Essas entidades são seres únicos dotado do conhecimento, saber e desejos dos primeiros titãs. Esses são seres humanoides, com traços e detalhes que os distinguem entre si, porém com formas humanas. Acreditam que as magias são os sustentadores da vida em cada ser vivo. Essas poderosas criaturas são capazes de moldar a realidade das coisas a praticamente seu bel-prazer.

Enquanto suas ordens não forem alteradas devem zelar pelos adoradores de forma a não influenciar em suas decisões. Criados como alternativa ao livre arbítrio dos seres do antigo continente, guardiões do portal entre a Omnisciência dos primeiros titãs possuindo cada qual o poder de efetuar um antigo ritual de criação.

Sammia Segunda Filha;
Roccar Segundo Filho;
Telrar Segundo Filho;
Feertel Segundo Filho;
Marrar Segunda Filha;
Lamiria Segunda Filha;
Ochoal Segundo Filho.

Segundos Filhos:
Sammia Segunda Filha
Alcunha: Sereia
Média de altura: 1,70m.
Média de peso: 55kg .
Cor da pele: Azul celeste para o azul marinho.
Olhos: de cor esverdeada por completo. Tem um traçado felino e de tamanho médio.
Cabeça: sua cabeça tem forma quadrada, as orelhas são grandes e lembram guelras, mas respiram pelos narizes e têm pulmões. A forma nasal é praticamente inexistente, a não ser por duas fendas. No lugar de cabelos, eles possuem tentáculos que regeneram se cortados e a cor é a mesma da pele.
Fisionomia: Ela, logicamente possui suas particularidades: mãos e pés são membranosos, mas não o bastante para impedi-los de necessitar de dedos para ações complexas como operar uma arma. Apesar da grande semelhança com anfíbios é mamífera e possui um par de seios, que são pequenos, crescem apenas para amamentar. Não possuem pelos corporais.
Armas: As armas favoritas da raça são as lanças por serem fáceis de usar em baixo d’água.

Portadora do controle dos mares e dominar o comércio nas ilhas independentes, sempre que for derrotada ao vencedor uma rota comercial entre ilhas poderá ser requisitada seus mares alternando entre atribulados ou calmos para navegação, e as marés assim o farão.

Ochoal Segundo Filho
Alcunha: Novo-Orc
Media de altura: 1,90m
Media de Peso: 110kg.
Olhos: Íris vertical, pupilas cor de âmbar ou cinza claro. Olhos pequenos e puxados. Possuem um par de marcas negras na parte externa em volta dos olhos, lembram tatuagens.
Cabeça: Seus crânios são grandes e os rostos são ossudos, possuem queixos e narizes largos. Portadores de dentes carnívoros no maxilar inferior e cortados ao estilo punk. Possuem um par de ossos na lateral do crânio circundando as têmporas e orelhas, lembram chifres, não fosse pelo fato de não haver pontas, pois eles nascem no fim da testa e termina em uma reentrância na lateral do pescoço.
Fisionomia: Busca a perfeição física e mental. Possui corpo com músculos bem definidos, são corpulentos, mas possuem ombros largos e braços longos. A pele deles é de um verde musgo. São mamíferos marsupiais. Divide sua vida entre os exercícios físicos e mentais. Um membro que entende tanto do bom uso de espadas como os segredos das ondas sísmicas. Quando percebe que encontrou o limite de seu corpo, utiliza seus segredos para expandirem os próprios conhecimentos. Não possuem sobrancelhas, pode ter barba como humanos, mas ele raramente a deixa crescer.
Armas: Usa qualquer arma com mortal destreza porém, espadas são suas paixões.

Portador de uma grande aptidão com lâminas, o mesmo traja vestes distintas para qualquer guerreiro. Como ritual místico ele é capaz de iniciar ou terminar um conflito entre povos, seja de forma mística ou interferindo diretamente na batalha.

Telrar Segundo Filho
Alcunha: Ciganos
Media de Altura: 1,60m
Media de Peso:50kg.
Olhos: São olhos grandes e amendoados por completo
Cabeça: Formato fino onde o nariz parece prolongamento da testa (O osso frontal se une ao osso nasal dando uma aparência quadrada ao perfil do rosto) que é levemente alta, os cabelos possuem entrada em “W”, sendo castanho de tom bastante escuros. O cabelo jamais foi cortado e muito bem cuidado. As orelhas são pontudas, mas não pequenas, lembrando meio-elfos. A boca é sempre pequena dando aparência séria a eles. Na entrada da testa nascem antenas musculares, o que para eles é apenas um marco da idade, pois eles não mudam praticamente nada enquanto envelhecem, com exceção das antenas que ficam mais longas e clareiam com o tempo.
Fisionomia: Tem uma compleição aparentemente frágil, mas é resistentes às intempéries do clima. Mãos e pés têm um dedo a menos, mas não impede de ser ser muito habilidoso em perícias complexas. A cor da pele é de uma cor de vinho escura próxima ao marrom. São mamíferos e possuem pêlos da mesma forma como os humanos possuem, entretanto são imberbes.
Armas: arqueiro poderoso, inclusive domina o uso de arcos mais longos que ele. Eles têm a habilidade de criar flechas que são chamadas de setas imortais, praticamente indestrutíveis e podem ser utilizadas repetidas vezes.

Guardião do poder de trazer o caos pelo fogo ou forjar uma arma sagrada para o campeão.

Roccar Segundo Filho
Alcunha: Águia.
Media de Peso: 45kg
Media de altura: 1,80m
Olhos: parecidos como os olhos de águias.
Cabeça: ela têm formas aerodinâmicas, crescem penas ao invés de cabelos, e elas crescem a partir do ponto onde seriam as sobrancelhas. No resto é parecido com humanos muito bonitos: nariz pequeno com ponta empinada, boca atraente, queixo fino e orelhas em forma de folha.
Fisionomia: Apesar da diferença entre altura e peso parecer desproporcional, ele não é magérrimo, a vantagem dele são seus ossos que são muito mais leves e lhe proporciona um deslocamento incrível no campo de batalha. Jamais anda completamente ereto, ombros são “jogados” para trás, as omoplatas parecem que vão sair do corpo se transformando em asas, seus pés tocam o chão apenas pela base dianteira dos pés. Dedos terminam em grossas unhas que são armas naturais. Os pêlos corporais são penas que costuma crescer apenas na parte traseira dos ombros, antebraços e canelas. A fisionomia interna dele é um mistério, antigas lendas dizem que veio de um ovo.
Armas: São matadores corpo-a-corpo. Usam armas curtas, raramente usam armas de longo alcance, e sua arma favorita um tipo de luva com garras.

Ao ser derrotado dará o poder de voar ao bravo campeão.

Feertel Segundo Filho
Alcunha: Guardiões do vazio ou necromantes
Média de peso: 70kg
Média de altura: 1,70m
Olhos: preto chumbo com um estranho brilho vermelho no lugar da íris.
Cabeça: têm uma cabeça em forma de prancha e a ponta da nuca varia em um ângulo de 80 graus com o pescoço. Possui tentáculos no lugar de cabelos que crescem na lateral da cabeça e chegam no máximo ao toque dos ombros. Os lábios não existem e não existe distinção de onde começa a crescer os pequenos e afiados dentes que têm a mesma cor da pele.
Fisionomia: Têm corpo muito parecido com o de humanos mortos por extrema desidratação (aparentemente eles não possuem água no corpo e a abominam profundamente). A pele tem cor púrpura e os músculos são extremamente bem definidos por causa da pele dele parecer tão intensamente ressecada. Pés e mãos têm cinco dedos que terminam em unhas negras. A barriga e o peito dele é de uma cor mais clara que lembra algum tipo de verde, mas é difícil de definir, pois é desagradável de se olhar.
Armas favoritas: É magos necromantes e péssimo no combate corpo a corpo armado, suas magias e seus punhos são suas melhores armas. Dominam o caminho das artes marciais.

Permitindo a quem o derrotar a obter o conhecimento de um ser finado.

Marrar Segunda Filha
Alcunha: Fazendeira
Média de peso: 46kg
Média de altura: 1,60m
Olhos: Claros com um estranho brilho prismático em sua íris.
Cabeça: Idêntica aos Humanos.
Fisionomia: Possui pele clara que brilha de diferentes cores no contato com o sol, ofuscando assim a visão de seus inimigos. Cabelos loiros, lisos e olhar sereno.
Armas favoritas: Cajado.

Portadora do controle climático em uma região.

Lamiria Segunda Filha
Alcunha: Fada
Média de peso: 33kg
Média de altura: 1,40m
Olhos: Violetas.
Cabeça: Possui a descrição de uma fada.
Fisionomia: Relatos afirmam que foi a primeira Segunda filha a atingir o domínio pleno de seus poderes, até então em sua forma parecida como fada atualmente possui o poder de transformar-se em névoa.
Armas favoritas: Não especificado.

A este ser foi concedido o poder de purificação de mentes.
Pense ai, pois é com ôces.
#4 Flores Enviado : 21/06/18 09:59
Hoje saiu um conto, o qual ficou mais longo do que o imaginado.

****************
Enquanto isso no culto a Ochoal, um pergaminho é entregue por um mensageiro. Ao ser lido e proferido pelo ancião o sentimento de espanto toma o local e um festival anunciado após sua leitura. Abaixo segue o relato contido no pergaminho.

"Os segundos filhos impedidos de interferir diretamente em ações dos seres livres chegam a uma região a qual atrelada a um conflito. Aldeões e poucos valentes mercenários tentam conter a intrépida invasão de guerreiros que vieram do mar em seus navios.

Ochoal, senhor da Guerra e da Paz observa um grupo de crianças ao alto de um penhasco jogando pedras em direção aos barcos que aproximavam-se da praia logo abaixo. Curioso a respeito de suas ações, Ochoal indagou as crianças a respeito de sua atitude e pelo incrível que pareça a resposta lhe causou espanto.

- Crianças, indagou Ochoal, Por qual motivo atiram pedras em direção aos mares, por acaso buscam a ira de Sammia?

- Não senhor! Responderam todas as crianças em um ato similar a um coro.

Uma menina então indagou: - Quem é o senhor?

Ochoal responde: -Sou o senhor da guerra e da paz, segundo filho dos titãs, guardião das ilhas e de seus povos, Ochoal.

- E por qual motivo não nos ajuda? Indagou a menina.

- Não é assim que funciona, todos seguimos ordens e a minha é nunca interferir até que seja findo o momento.

A menina inconformada com a atitude do ser que alegava-se divindade, logo em tom de deboche lançou as seguintes palavras: - Então eu o desafio para..

Antes que suas palavras fossem proferidas por completo, os demais segundos filhos surgiram.

Marrar logo indaga a Ochoal: - Ochoal, meu irmão. Será que encontra-se tão entediado que lutará com essa menina que não suporta sequer o peso de sua espada?

Ochoal fecha sua cara em espanto, pois também estava surpreendido com o desafio.

Então, novamente a menina se pronuncia: Vocês me interromperam, não deixaram terminar as regras do desafio, O senhor está desafiado a arremessar a pedra o mais longe possível.

Ochoal então sorri, pega uma pedra pouco maior do que as até então arremessada pelas crianças e a joga em direção aos mares, a pedra some da vista das crianças que logo lançam um som de espanto.

- Hã!?

Logo um sorriso de canto de boca é apresentado por Ochoal. Contudo a criança não intimidou-se, pegou uma pedra e preparou-se para arremessar.

Enquanto so demais segundos filhos observavam a cena com espanto, devido a bravura da menina, Ochoal somente olhava ao horizonte. Foi quando a menina deu alguns passo para trás e disse: - Lá vou eu!

Após o impulso a criança fez todos o movimento para arremessar a pedra, entretanto a mesma caiu de suas mãos em suas costas, não que tenha a impedido de prosseguir com o movimento, afinal de contas, uma criança diverte-se com tudo. Logo os segundos filhos caem na gargalhada, Feerte da as costas e volta sua atenção à invasão. Ochoal prepara-se para sair, quando a menina indaga:

- Ei, senhor, venci o desafio e o senhor nem sequer viu a pedra.

Os segundos filhos espantados todos voltam sua atenção a Ochoal que estava abismado com a petulância da menina. Ochoal logo pega sua espada e fixa posição de combate contra as crianças. Quando há a interferência de Roccar com breves palavras.

- É, meu caro irmão, essa menina é de muita sorte, pois ao arremessar sua pedra ela entrou em uma rajada de ventos do primeiro ciclo, a qual circulou a terra e caiu poucos passos de sua posição de arremesso. Você deveria ter utilizado toda a sua força.

Os demais segundos filhos caem na gargalhada e anunciam a primeira derrota de Ochoal em um desafio. Até então invicto, o senhor da Guerra sem atitude vira-se a jovem e entoa as palavras sagradas:

- Cara desafiante, ao vencer o desafio possui o direito de solicitar paz, guerra ou destruição de uma região a qual ruirá em escombros. Qual o seu desejo?

A menina logo em seguida, após pensar alguns instantes diz: - Não estavamos atirando pedras nos barcos, e sim treinando visando aumentar nossas forças para combater junto a nossos irmãos nas linhas de frente. Não desejo qualquer atitude mágica por intermédio do senhor, gostaria que o Senhor Ochoal fosse meu mestre e que me transforme em uma grande guerreira.

Maravilhados, os demais segundos filhos antes mesmo de Ochoal se pronunciar aprovaram o singelo pedido da menina.

Ochoal então indaga a jovem: - Qual seria o seu nome?

- Amaz. Responde a jovem.

******

E que essas palavras possam estar nos ouvidos e coração de todos os seguidores de Ochoal."

Essas foram as últimas palavras escritas no pergaminho.
Pense ai, pois é com ôces.
#5 samuel.azevedo Enviado : 22/06/18 10:05
O texto abaixo surgiu em outro tópico e trouxe para cá:

Flores escreveu:
Tenho uma sugestão em relação ao verbete relacionado aos Titãs na TagmarPedia.

Ochoal apresentdo como Fogo e Guerra, enquanto Telrar como Terremoto e Metaurgia.

Seria possível alterar Ochoal para Terremoto e Guerra e Telrar para Fogo e Metalurgia?
A mudança de temperatura influencia diretamente na fundição de metais ou minerais. Enquanto um terremoto denotaria guerra e destruição. Basta para tal observar a destruição ocasionada por exemplo na Síria, os escombros parecem algo que sofreu a influência de terremotos de grandes magnitudes. A destruição é proveniente mais pela propagação de ondas sísmicas do que pela explosão de misseis e bombas.

Apenas uma sugestão.


Seria possível sim fazer esta alteração. O texto na Tagmarpedia foi um trabalho prévio mas é extraoficial, então está passível de mudanças e discussão.

abraços
#6 samuel.azevedo Enviado : 22/06/18 10:20
Bom dia,

Quanto a nomenclaturas, pelas tarefas oficiais já aprovadas temos o seguinte:

Titãs - treze seres primordiais que criam e destroem para recriar;
Demônios - sete seres primordiais do caos e destruição, convenceram os deuses a se opor aos Titãs;
Deuses - na ambientação original são quinze, alguns são filhos dos Titãs e o restante é filho desses primeiros deuses; se afeiçoaram a criação e se voltaram contra os titãs para impedir que tudo fosse destruído e reconstruído novamente;
Titãs-segundos - filhos dos deuses com os demônios, criados para a guerra contra os titãs; dentre eles, Tânis se elevou ao patamar de deusa na ambientação do Império; outros (Vouxis e Branaxis) se tornaram príncipes infernais .
Príncipes Infernais - alguns são demônios, outros são deuses "caídos", e outros são titãs-segundos, uma foi uma espécie de anjo, e há um que foi um mortal que juntou muito poder e se comparava aos deuses.

Este pequeno panteão de 7 deuses que você chama de titãs segundos filhos pode ser uma das religiões desta ambientação nova. Pela concepção que você descreveu, eles bem podiam ser semideuses (já que são filhos de mortais com deuses).

Abraços
#7 Flores Enviado : 27/06/18 12:03
[quote]Este pequeno panteão de 7 deuses que você chama de titãs segundos filhos pode ser uma das religiões desta ambientação nova. Pela concepção que você descreveu, eles bem podiam ser semideuses (já que são filhos de mortais com deuses).
[\quote]

A nomenclatura titãs segundos silho foi apenas inicial, a proposta é que fossem de certa forma uma parte reencarnada da essência de antigos titãs, de qualquer forma a entrada deles como semideuses é interessante.
Pense ai, pois é com ôces.
#8 Flores Enviado : 30/06/18 12:44
Em relação a esses semi-deuses tenho uma proposta.

Em algum momento da criação dessas divindades à Primeira Marrar foi oferecida a guarda de 6 entidades para que fossem criadas como seus filhos. A ela, como humana seria oferecida a imortalidade através de sua linhagem, algo como a primeira ou segunda gestação dela seria obrigatoriamente uma menina a qual herdaria o posto de semi-deusa e guardiã das outras divindades.

Marrar era uma fazendeira de uma terra distante, a qual há muito tendo contato limitado com outros seres apenas para vender sua produção ou contratante de mão de obra para colheita. Alguns de seus frutos foram transformados em sagrados, sendo os alimentos que deveriam ser ofertados aos jovens deuses. Essas divindades deveriam ficar o mais longe possível de contato com a civilização até que atingissem a maturidade. E assim, gerações se passaram, várias mulheres assumiram o posto de Marrar herdando suas tarefas e poderes, sempre guardiã e mentora sendo chamada de mãe pelas demais divindades.

Apenas um texto cru que pode servir de referência para algo.
Pense ai, pois é com ôces.
#9 samuel.azevedo Enviado : 30/06/18 14:40
Valeu!

Continuem postando ideias, vai ter bastante material para ajudar quem ficar com a tarefa!

Abraços
#10 Sistema Automático Enviado : 17/07/18 14:52
A Terefa foi solicitada pelo usuário elton10pkn
#11 samuel.azevedo Enviado : 17/07/18 16:12
Lembrete, ao mencionar titãs-segundos tem que se pensar no que diz no material de cosmologia, ou buscar um novo nome para estes conceitos. Tânis surgiu no material do império, o restante pode ser usado neste material ou em ambientações futuras.

Citação:
Na busca por nomes, encontramos as seguintes nomenclaturas para os titãs-segundos:

Tanis, a rocha que ferve.

Tulã, o fogo elétrico.

Metalicana, que ensinou o uso das espadas aos humanos.

Raiz, que se apaixonou pelas criações de Palier.

Cristália, a mais bela e transparente.

Astro, o que permeia os céus.

Nébula, a incorpórea.
#12 elton10pkn Enviado : 20/07/18 23:41
Vou dar minhas considerações iniciais sobre a tarefa. Eu li tudo o que há sobre a cosmogonia de Tagmar e tentei relaciar as religiões de uma forma que fique coerente com que já foi escrito, então alguns detalhes sobre as divindades.
Há 13 Titãs.

Há 16 deuses: todos os 15 clássicos e Heldrom.

Há 7 demônios primordiais: Morrigalti e seus 6 filhos Príncipes demoníacos, Anasmadis, Antredom, Ekisis, Fulvina, Mocna e Ricutatis.

Há 10 titãs-segundos conhecidos: Tanis, Tulã, Metalicana, Raiz, Cristália, Astro, Nébula, Vouxis, Branaxis e Morrigaltrina.

Coloquei tudo isso como referência, já que todos eles estão relacionados quando se diz respeito aos titãs-segundos. Eu fiz uma árvore genealógica extraoficial com o intuito de ter uma lógica por traz, mas como estou sem PC fiz em papel mesmo.
Bem, a minha ideia para está ambientação é a introdução de semititãs, seriam como semideuses, mas filhos dos titãs-segundos. Eles funcionáriam como uma espécie de santos católicos. Eles foram heróis em vida e quando morreram ascenderam e ganharam status de divindades criando o Panteão Heróico.
Seria assim:
Citação:
Ochoal, a Chama do Conflito
Sammia, a Guardiã do Mar
Roccar, o Soprador do Vento
Telrar, a Movedora de Rochas
Feerte, o Adivinho dos Céus
Marrar, o Agricultor da Semente
Lamiria, a Fúria da Tempestade

A área de influência deles é mais restrita do que a dos deuses, mas eles seriam mais populares, porque estariam mais próximo das pessoas.
Além desse Panteão há outras religiões menores.

Titanismo: um culto totêmico aos titãs-elementos através de sacrifícios para apazigua-los, comum em povos primitivos.
Conclave Dracônico: o líder deste panteão é Radrakkar, o Primeiro Dragão Dourado. Ele é muito mais poderoso que um Dragão Imperial Dourado Ancestral e vive no Plano Divino. É criador dos Draconatos (esse termo é melhor que draconiano já que parece muito com dragoniano) e tem como representantes em Tagmar o Conclave que é composto pelos mais fortes dragões de cada tipo, menos os Dragões Negros e de Gelo, já que são amaldiçoados.

Crença Aquariana: gira em torno da Grande Pérola, que nada mais é que uma manifestação de Ganis, e sua luta contra os Seres Abissais que são filhos monstruosos de Vouxis ou Aqua, ainda não decidi.

Panterismo: religião dos Pantos e é semelhante a egípcia onde o rei tem caráter divino. O que é meio verdade já que ele seria descendente de uma manifestação de Cambu. Seus antagonistas seria os Choals, canídeos humanoides adoradores de Mocna.

Filosofia Siltam: seria semelhante ao budismo. Os seguidores desta filosofia não adoram nenhum panteão específico, mas seguem as palavras de Siltam, um sábio que, acredita-se, alcançou a Iluminação (uma visão em vida do Plano Divino) através de boas práticas e meditação.

Bem esse foi o meu brainstorm. O que acharam?
#13 samuel.azevedo Enviado : 21/07/18 20:08
Bom trabalho!

Achei bem interessante. Vou fazer algumas observações e contribuir com mais um pouco de brainstorm.

Heldrom, Vouxis, Branaxis e Morrigaltrina se juntaram aos 7 demônios primordiais no "panteão" dos Príncipes Infernais, com outros príncipes que não foram lembrados no seu brainstorm.

Tânis se uniu ao panteão dos deuses (na ambientação do império).

Dos demais titãs segundos não se tem muita informação oficial, apenas seus nomes e um título. Eles não tem área de influência em nenhuma ambientação ainda.

Gostei muito do que você fez com a ideia de novos titãs segundos e transforou no panteão heróico, muito bom!

Gostei do titanismo, deixou a ideia simples e funcional.

Quanto a crença aquariana, está reusando Gânis com um novo nome. E um dos critérios definidos no brainstorm inicial desta ambientação é que não vamos repetir os mesmos deuses com novos nomes como houve no Império. Sugiro deixar no máximo como uma suspeita e não como uma afirmação. Ainda assim, se ela desse milagres aqui, alguns teriam que ser diferentes pois os aquarianos já vivem embaixo de água.

Titãs-segundos são filhos de deuses e demônios primordiais, então eles tem poder divino e demoníaco; logo, podem criar, destruir, conceder milagres e pragas dependendo da inclinação de cada um.

Este panteão heróico vai conceder milagres ou intermediar aos titãs-segundos por milagres?

Panterismo: muito bom dizer que o rei é descendente de uma manifestação de um deus, mas novamente, evitar menção de deuses das outras ambientações. Gostei bastante da ideia dos choals, podem ser uma raça selvagem que vive perto deles.

Filosofia Siltam - Siltam é o nome de um herói e uma floresta da ambientação dos reinos, o termo que estamos usando atualmente (mas ainda não votado) na tarefa de raças é Silar. Mas estou aberto a alterações no termo se chegarmos a um consenso.

Algo que não foi abordado foi os astros celestes, alguma religião poderia adorar deuses personificados no sol, nas três luas, e talvez nas estrelas, constelações ou cometas.

Abraços
#14 elton10pkn Enviado : 22/07/18 10:23
Obrigado, estou gostando bastante desta tarefa.

Citação:
Heldrom, Vouxis, Branaxis e Morrigaltrina se juntaram aos 7 demônios primordiais no "panteão" dos Príncipes Infernais, com outros príncipes que não foram lembrados no seu brainstorm.


Sim, sim. A minha intenção foi agrupar as entidades “puras”. Seinoniz, por exemplo, é um príncipe demoníaco, mas não é um demônio em sua origem, sem falar que ele surgiu no segundo ciclo.

Citação:
Quanto a crença aquariana, está reusando Gânis com um novo nome. E um dos critérios definidos no brainstorm inicial desta ambientação é que não vamos repetir os mesmos deuses com novos nomes como houve no Império.


Eu achei que isso fosse em relação ao Panteão como um todo, não deuses específicos. Vou corrigir. Em relação ao milagres, não vejo problemas. A única “sem utilidade” seria hidrotolerância, mas mesmo assim ela pode ser usada em outras pessoas, o que na prática poderia ser uma benção do sacerdote a alguém da superfície.

Citação:
Este panteão heróico vai conceder milagres ou intermediar aos titãs-segundos por milagres?


Ainda não decidi. Pensei em algo assim, alguns titãs-segundos eram muito ativos na região no segundo ciclo, mas depois do Cataclisma foram convencidos pelos deuses a se afastar. Foi nessa época que os semititãs surgiram. A princípio eles não conseguiram conceder milagres, mas depois de muito seguidores acabaram por fazê-lo. Mas acho que isso tem que ser discutido.

O nome Siltam foi um erro, bem que tava com a impressão que já tinha ouvido esse nome.

Não sei se deu pra perceber, mas eu quero evitar mudar muito a cosmogonia oficial para não entrar em conflito. Por isso quero evitar criar divindades do nada. Como as deusas das elladrim que parecem surgir do nada.
#15 samuel.azevedo Enviado : 23/07/18 11:38
Bom dia,

Citação:
Obrigado, estou gostando bastante desta tarefa.


Que ótimo! Fico feliz.

Citação:
Eu achei que isso fosse em relação ao Panteão como um todo, não deuses específicos. Vou corrigir. Em relação ao milagres, não vejo problemas. A única “sem utilidade” seria hidrotolerância, mas mesmo assim ela pode ser usada em outras pessoas, o que na prática poderia ser uma benção do sacerdote a alguém da superfície.


No império não foi o panteão todo "importado", foram 6 deuses com novos nomes e o resto parece ter chegado recentemente com viajantes. Bom, é a minha interpretação, mas se mais gente disser que concorda que Gânis seja a deusa Pérola, tudo bem. Gostei da sua visão de como hidrotolerância pode ser útil para eles trazerem visitantes.



Citação:
Não sei se deu pra perceber, mas eu quero evitar mudar muito a cosmogonia oficial para não entrar em conflito. Por isso quero evitar criar divindades do nada. Como as deusas das elladrim que parecem surgir do nada.


Entendi. A ideia das deusas das elladrim foi um esboço, tanto que nem dei nome a elas. Mas eu estava na cabeça que elas podiam ser titãs-segundas que são chamadas de deusas pelas elladrim. Além disso, também podem existir "deuses" que só existem na mitologia de um povo mas nem existem de verdade na ambientação. De qualquer forma, se você tiver uma ideia para o panteão delas pode sugerir.


Abraços
#16 elton10pkn Enviado : 24/07/18 21:19
Texto alterado!
Religiões das Ilhas Independentes
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Ainda falta alguns cultos referidos na tarefa das religiões atual e no texto original, mas as principais são essas. A única que ainda não defini nada foi o Conclave Dracônico. A ideia inicial era a dos deuses dragões dos Vancos no texto do samuel.azevedo, porém lendo o texto original vi que há referências a Dragões Imperiais de Gelo, creio que o Samuel abanou a ideia por não condiser com a ambientação oficial, mas eu gostei muito da ideia, ela combinou muito bem com este povo. Outro ponto é que ainda há o deus dragão criador dos Draconianos e Coralianos. Então eu pensei tentar unificar os dois cultos. O problema inicial é a origem dos dragões imperiais de gelo, que no original há nenhuma referência, eu que já que os Imperiais foram abençoados pelos deuses os Imperiais de Gelo podem ter duas origens: Dragões Imperiais de Fogo corrompidos por Heldrom ou Dragões de Gelo comuns "agraciados" pelo mesmo. O segundo problema seria unificar com o criador dos Draconatos (vou generalizar as duas raças dragão assim) já que geralmente todo panteão possui um antagonista.

Bem é só uma ideia eu posso separar os panteões, mas imagino que com certeza em algum momento eles já devem ter interagido.

samuel.azevedo escreveu:
Além disso, também podem existir "deuses" que só existem na mitologia de um povo mas nem existem de verdade na ambientação. De qualquer forma, se você tiver uma ideia para o panteão delas pode sugerir.

Sim, compreendo, mas é aquela coisa se o panteão não existir não há sacerdotes de verdade. E elas não seriam tolas de continuar seguindo um panteão que não responde enquanto que os outros povos é ativo. Ainda eu sem ideias para as deusas delas.

Algumas dúvidas:
Por quais razões os deuses não podem receber novos nomes? Vi que no texto original os moltas adoram os deuses com novos nomes, mas a mitologia deles é muito bem construída.

A diretriz desta tarefa é que os deuses não sejam adorados nas Ilhas? Eu entendi que deveria haver um panteão independente deles, mas não que eles sejam esquecidos. Porque pelo que eu entendi o Cataclisma foi causado pelos deuses como uma forma deles serem adorados, já que os raças haviam se desviado.

Então, o Cataclisma ocorreu nas ilhas, mas mesmo assim os deuses foram esquecidos? Think
#17 samuel.azevedo Enviado : 25/07/18 12:50
Citação:
Ainda falta alguns cultos referidos na tarefa das religiões atual e no texto original, mas as principais são essas. A única que ainda não defini nada foi o Conclave Dracônico. A ideia inicial era a dos deuses dragões dos Vancos no texto do samuel.azevedo, porém lendo o texto original vi que há referências a Dragões Imperiais de Gelo, creio que o Samuel abanou a ideia por não condiser com a ambientação oficial, mas eu gostei muito da ideia, ela combinou muito bem com este povo. Outro ponto é que ainda há o deus dragão criador dos Draconianos e Coralianos. Então eu pensei tentar unificar os dois cultos. O problema inicial é a origem dos dragões imperiais de gelo, que no original há nenhuma referência, eu que já que os Imperiais foram abençoados pelos deuses os Imperiais de Gelo podem ter duas origens: Dragões Imperiais de Fogo corrompidos por Heldrom ou Dragões de Gelo comuns "agraciados" pelo mesmo. O segundo problema seria unificar com o criador dos Draconatos (vou generalizar as duas raças dragão assim) já que geralmente todo panteão possui um antagonista.


Os dragões do gelo ainda podem ter tido outra origem. Algumas sugestões diversas:
a) A região das ilhas independentes é delimitada ao norte por uma terra de gelo. Poderia haver uma divindade do gelo (titã-segundo, provavelmente) que agraciou alguns dragões do gelo...
b) Por falar nisso, havia o titã Crio. Como que ele não se tornou um dos planos elementais? De repente, estes dragões imperiais do gelo não foram "evoluções" dos dragões do gelo amaldiçoados pelos deuses, eles podem ter nascido direto de Crio.
c) Alguns dragões do gelo podem ter adquirido poder e alterado a si mesmo em algum tipo de ritual para se tornarem mais poderosos, tornando-se os dragões imperiais do gelo.
d) Na descrição das criaturas Dragoniano (livro de criaturas) há uma mística em torno de dragões de gelo (Nevasca, Asa do Inverno, e Presas Geladas) que tentaram se tornar deuses através da absorção de almas de seres devotos a eles. Os deuses dragões podem ter surgido assim...

Citação:
Com o fim do 2º ciclo de Tagmar, após infindáveis batalhas infrutíferas, um dragão do gelo conhecido entre as raças civilizadas pelo nome de Nevasca, compreendeu de onde vinha o poder divino: da adoração dos devotos espalhados pelo mundo. Durante muito tempo Nevasca tentou adquirir devotos para si. Tentou com humanos e pequeninos, mas tendo sido criados pelos Deuses, esses não conseguiam transferir poder ao ganancioso dragão. Ele tentou com sua prole, mas tendo índole tão independente quanto a sua, também não obteve sucesso. Finalmente Nevasca conseguiu o que ele achava ser a resposta para sua empreitada. Ele era incapaz de criar vida a partir da essência pura do mana da mesma forma que os Deuses, então se utilizando de crianças humanas, ele executou uma série de rituais mágicos para transformá-las nos Dragonianos. Esta nova raça de humanóides se parecia com os humanos, porém mais fortes e musculosos e com um rosto característico por ter grandes mandíbulas e olhos com pupilas fendidas. Nevasca criou muitas dessas criaturas, e fez com que o cultuassem. Durante um longo tempo essa nova raça foi mantida em segredo pelo seu criador, escondida num complexo de cavernas na cordilheira de Sotopor. Foi quando dois outros dragões do gelo descobriram seu segredo que Nevasca liberou sua fúria. Sua criação havia falhado, e agora sua idéia era conhecida por outros de sua raça. Mas os outros dois dragões, Asa do Inverno e Presas Geladas conseguiram dialogar com Nevasca e sugeriram que esse Povo Dragão interagisse com o mundo exterior, para que pudesse desenvolver sentimentos básicos, como inveja, desejo, tristeza e felicidade. Isso poderia dar a eles a força de vontade necessária para se tornarem devotos verdadeiros. Rapidamente, mais dragões do gelo uniram-se ao grupo, e iniciaram a criação
do povo dragoniano.
Então, no ano 1420 , uma revoada de dragões do gelo seguida por uma horda de dragonianos invadiu o reino de Abadom, buscando suas riquezas e prazeres. Vendo a possibilidade de enriquecer com essa situação, vários dragões do fogo aproveitaram-se da guerra (iniciada pelos dragões de gelo) para aumentar seus tesouros. Os meses que se seguiram selaram o fim de um dos mais ricos e prósperos reinos do Mundo Conhecido, onde dragões e dragonianos causaram destruição e pilhagens como nunca visto antes.
Após a guerra, o que se seguiu foi mais uma tentativa frustrada pela incapacidade dos dragonianos em se tornarem devotos fiéis. Em sua ira, os dragões do gelo destruíram muitos dos dragonianos antes de se retirarem para a cordilheira de Sotopor. Os dragonianos remanescentes organizaram-se em pequenas tribos nômades espalhadas pelo território de Abadom.
Os dragonianos por sua incapacidade de se reproduzir desenvolveram uma sociedade baseada no ódio contra os deuses e seus devotos. Como conseqüência disso, o povo dragão realiza ataques às cidades próximas, matando e pilhando numa fúria sem sentido, buscando novas crianças para realizarem o ritual ensinado por seu criador. Prisioneiros adultos, embora raros, são sacrificados em nome dos dragões, e então devorados em
festins bárbaros.
Hoje, o povo dragão reza para seus criadores, na esperança de que sua ira não os atinja mais uma vez. Talvez os dragões do gelo tenham alcançado seu objetivo, sem nem mesmo perceber...


Bom, o texto acima fala de eventos recentes então se for abordar por um caminho parecido, terá que ser uma história paralela de outros dragões que tentaram este experimento um pouco antes nesta outra região...

...


Citação:
Sim, compreendo, mas é aquela coisa se o panteão não existir não há sacerdotes de verdade. E elas não seriam tolas de continuar seguindo um panteão que não responde enquanto que os outros povos é ativo. Ainda eu sem ideias para as deusas delas.


O culto a estes falsos deuses poderia ser liderado por feiticeiros, e elas continuariam acreditando que os poderes são milagres, por alguma crendice que justificasse isso como por exemplo "as deusas deram dons mágicos aquelas que seriam suas representantes mais fervorosas".

...

Citação:
Algumas dúvidas:
Por quais razões os deuses não podem receber novos nomes? Vi que no texto original os moltas adoram os deuses com novos nomes, mas a mitologia deles é muito bem construída.

A diretriz desta tarefa é que os deuses não sejam adorados nas Ilhas? Eu entendi que deveria haver um panteão independente deles, mas não que eles sejam esquecidos. Porque pelo que eu entendi o Cataclisma foi causado pelos deuses como uma forma deles serem adorados, já que os raças haviam se desviado.

Então, o Cataclisma ocorreu nas ilhas, mas mesmo assim os deuses foram esquecidos? Think


Porque nas rodadas iniciais se votou alguns pontos relacionados a religião entre todas as sugestões. As diretrizes do primeiro post foi minha primeira tentativa de compilar tudo de uma forma organizada, mas você abriu questionamentos interessantes. Vou tentar recompilar abaixo o que foi votado relativo a religião.

Entraram entre os mais pedidos:

Citação:
7. Um culto diferenciado, sem o patronato dos deuses. Um local onde os antigos Titãs ainda são cultuados, mesmo que sem retribuição real (já que quase todos ou estão presos ou mortos).
12. Nesta ambientação haveria a existência de alguns titãs segundos semelhante ao que existe no "O Império"


E o ponto a seguir teve poucos votos favoráveis: "13. Poderia haver cultos explícitos aos demônios com templos demonistas em varias ilhas onde eles seriam aceito pelo governantes locais. Teriam se formado a partir do êxodo dos demonistas com o fim da guerra contra a seita na Região dos Reinos. Os demônios foram expulsos, mas os demonistas não foram mortos."

Ao mesmo tempo que o ponto a seguir teve alguns votos de rejeição: "24. O culto aberto a demônios, as matas abarrotadas de espíritos e a presença de um panteão pequeno (mesmo que intensa) poderia dar novos ares, principalmente a fuga do maniqueísmo, como ocorreu em O Império, mas menos opressivo do que a porção oeste do Mundo Conhecido. Civilizados ou não, seria um lugar de sobrevivência."

Então o ponto 13 foi votado novamente, teve 2 votos contra e 3 a favor, mas com a consideração de que até pode ter algumas regiões com cultos a demônios, mas seus seguidores não devem ser um refugo da região dos reinos (ou seja, não tem ligação direta com a seita bankdi). Também foi votado, fora do contexto de religião ou não, que esta região não tem o refugo (bandidos) da região dos reinos.

Os pontos 13 e 24 são conflituosos cada um teve alguns votos, tentando compilar as ideias, o culto aos demônios parece ser tolerável desde que seja em pequenos povos. Mas o conflito religioso não deve ser o foco desta ambientação (isto foi outra das questões debatidas entre estes pontos).Minha sugestão é que ele poderia ficar com as raças não civilizadas ex. tritões adorando Vouxis.

Sobre a questão de não poder ter deuses da outra ambientação, foi minha interpretação do ponto 7. Mas a frase do ponto 7 não impede que haja culto dos deuses, só diz que deve haver culto diferente aos dos deuses. Ou seja, faça o que achar necessário e me desculpe se minha interpretação inicial o tolheu. Preste atenção que esta ideia de renomear os deuses já foi feita nas Terras Selvagens e no Império, e tem que ser feito com cautela para que não seja repetitivo.

Destaco apenas que na tarefa "Isolamento e Contato com Outras Regiões" há uma sugestão de que a região pode ter sido isolada porque em algum acordo as divindades "lotearam" os continentes e só é permitido navegar desta região para outras com a permissão dos titãs(ou deuses). Seria interessante se você pudesse dar sua opinião sobre a sugestão.

Abraços

#18 Marcelo_Rodrigues Enviado : 25/07/18 17:00
Pessoal,

apenas uma informação importante. Quando se escolheu que haveria culto aos titãs, era para dar a oportunidade semelhante ao que foi feito no império. Mas de forma alguma faz sentido que os deuses não sejam cultuados! Um não exclui o outro!
#19 Marcelo_Rodrigues Enviado : 25/07/18 17:03
E uma sugestão de ordem prática... que tal restringir o cultos a:

1) Os Titans que ainda estão livres ou vivos
2) Alguns poucos titans segundos (1 a 3)

Sugiro isso, porque vcs terão de escrever um texto para cada um!
#20 Arion Enviado : 25/07/18 19:33
Não tem como Ganis ficar de fora dessa ambientação! Ela já é pouco trabalhada no Mundo Conhecido.... Agora é a vez dela crescer!!!! Lembrando que ela é o equivalente à Poseidon, um dos três grandes Deuses da mitologia grega!!! Outra coisa, os milagres também são muito importante na jogabilidade do sistema... Então, além de Ganis, outros Deuses também devem entrar nessa lista... Crezir, Crisagom, Cambú, Lena, Maira, Plandis, Cruine, Blator (homens lagarto)... Enfim...
#21 elton10pkn Enviado : 25/07/18 22:54
Salve, salve!
samuel.azevedo escreveu:
a) A região das ilhas independentes é delimitada ao norte por uma terra de gelo. Poderia haver uma divindade do gelo (titã-segundo, provavelmente) que agraciou alguns dragões do gelo...
b) Por falar nisso, havia o titã Crio. Como que ele não se tornou um dos planos elementais? De repente, estes dragões imperiais do gelo não foram "evoluções" dos dragões do gelo amaldiçoados pelos deuses, eles podem ter nascido direto de Crio.
c) Alguns dragões do gelo podem ter adquirido poder e alterado a si mesmo em algum tipo de ritual para se tornarem mais poderosos, tornando-se os dragões imperiais do gelo.
d) Na descrição das criaturas Dragoniano (livro de criaturas) há uma mística em torno de dragões de gelo (Nevasca, Asa do Inverno, e Presas Geladas) que tentaram se tornar deuses através da absorção de almas de seres devotos a eles. Os deuses dragões podem ter surgido assim…


Dragões de gelo são naturalmente maléficos por isso sugeri Heldrom, aposto o quão satisfeito ele ficaria ao corromper um Dragão Imperial, mas suas ideias são interessantes.
a) Se existir uma entidade assim provavelmente os DIG vão ainda está sujeitos a ele e eu queria evitar algum ser “humanoide” neste culto.
b) Crio não existe mais. Foi uns dos titãs que foram incorporados pelos deuses segundo Maudi. Os únicos titãs que se tem paradeiro conhecido são os quatro elementais.
c) Eu acho essa a menos provável. Os DI normais receberam bençãos divinas por isso são os mais poderosos.
d)Essa me parece interessante. É semelhante a tentativa de ascensão dos reis-feiticeiros. Talvez um dragão de gelo que roubou um daqueles colares que os arcondi usavam para roubar almas.
samuel.azevedo escreveu:
O culto a estes falsos deuses poderia ser liderado por feiticeiros, e elas continuariam acreditando que os poderes são milagres, por alguma crendice que justificasse isso como por exemplo "as deusas deram dons mágicos aquelas que seriam suas representantes mais fervorosas".

Feiticeiros, tinha me esquecido desta nova profissão. Essa ideia pode ser uma saída eles sempre me pareceram uma mistura de warlock e sorcerer. Ou as Elladrim podem ser uma criação conjunta de Tulã (tinha tratado no masculino, mas é só trocar), Lena, Ganis e Crezir.

samuel.azevedo escreveu:
Destaco apenas que na tarefa "Isolamento e Contato com Outras Regiões" há uma sugestão de que a região pode ter sido isolada porque em algum acordo as divindades "lotearam" os continentes e só é permitido navegar desta região para outras com a permissão dos titãs(ou deuses). Seria interessante se você pudesse dar sua opinião sobre a sugestão
.
Pelo que percebi dos deuses eles são extremamente possessivos com a sua criação. Com isso tive uma ideia assim: os deuses e alguns titãs-segundos criaram seus filhos mortais no plano material e decidiram esperar a verdadeira fé florescer, porém esses titãs não esperaram e passaram a intervir diretamente no destino desta raças atrapalhando todo o processo. Os deuses irritados com isso, somado as crescentes ousadias dos mortais, causaram o Cataclisma. Os segundos não ficaram nenhum pouco satisfeitos com isso e ameaçaram entrar em guerra, temendo uma destruição ainda maior os deuses permitiram que os semititãs intermediacem os segundos e assim surgiu o Panteão Heróico. Desta forma haveria um estigma em os seguidores dos deuses e dos segundos, cada um com uma versão da história. Eu poderia contar esta história de forma semelhante a parte de cosmologia do livro de ambientação com o pontos de vista dos seguidores dos deuses e dos segundos. O isolamento podeia ser devido a monstros marinhos ou a garganta de Ganis em um análogo as montanhas que separam o mundo conhecido do império.

Marcelo_Rodrigues escreveu:
E uma sugestão de ordem prática... que tal restringir o cultos a:

1) Os Titans que ainda estão livres ou vivos
2) Alguns poucos titans segundos (1 a 3)

Sugiro isso, porque vcs terão de escrever um texto para cada um!

O texto não é problema eu já escrevi um texto inicial para cada semititã e pretendo ampliar ainda mais usando o texto original da tagmapedia.
1) Já pensei em algo assim, mas os únicos titãs disponíveis são os quatro elementais. Há Gênese também, mas prefiro deixá-lo como um mistério. Eu lembrei recentemente que no livro do colégio elemental há uma espécie de “seita” titânica entre esses magos, fui ler de novo e me pareceu muito interessante essa ideia de redenção.
2) A ideia que estou seguindo é manter os titãs-segundos afastados e ter seus filhos como representantes.
O livro do colégio elemental até diz como ele surgiu:
Citação:
A história do Colégio Elemental é ancestral e rica, datando dos primórdios do Tempo dos Filhos. Antes da revelação dos deuses, grupos tribais viram nos elementos fatores que poderiam ter originado a vida em Tagmar; com o tempo, eles evoluíram para quatro escolas distintas de magia: os Andarilhos dos Ventos, os Regentes das Águas, os Senhores da Chama e os Artífices, magos do elemento Terra. Tais escolas louvavam personificações macrocósmicas de seus elementos patronos, o que fazia com que, inevitavelmente, sua adoração fosse dirigida aos Titãs-Elementos exilados do Plano Físico. Embora fossem antagônicos inicialmente, o contato constante fez com que vissem quão similar era sua crença, e dessa afinidade surgiu o Colégio Elemental. Contudo, a união recente sofreu uma nova cisão com a Revelação dos deuses: os adeptos da fé divina não podiam mais tolerar o culto aos Titãs-Elementos, e irmão voltou-se contra irmão, num banho de sangue que resultou na extinção dos seguidores dos Titãs. Este cisma jamais foi motivo de orgulho para os elementalistas, que choraram amargamente sua perda.

Talvez estes cultos ainda existam nas Ilhas e tenham se radicalizado. Uma espécie de fundamentalismo religioso totalmente contrário ao preceitos do Colégio Elemental.
Ou ele pode ter adquirido um tom mais prometeico e talvez, só talvez, o próprio Prometeu tenha, de alguma forma, tido contato este culto.

Arion escreveu:
Não tem como Ganis ficar de fora dessa ambientação! Ela já é pouco trabalhada no Mundo Conhecido.... Agora é a vez dela crescer!!!!

Siimm, eu tirei um tempo para ler as discussões iniciais sobre as ilhas e vi uma ideia de fazer com que Quiris e Liris sejam mais próximo de sua mãe Ganis do que de Sevides. Eu achei essa ideia muito boa e vou explora-la.

Minha mente está fervilhando!!!
#22 elton10pkn Enviado : 26/07/18 00:53
Percebi que fica mais fácil criar e organizar as religiões se eu as descrever para cada raça, então aqui vai minhas sugestões:
  • Humanos:
    -Moltas: deuses com uma mitologia própria, pequena presença dos Segundos e seus filhos.
    -Vancos: dragões imperiais de gelo.
    -Sulnos: presença de alguns semititãs com elementos próprios.
    -Gípcios: Ganis, Quiris e Liris com uma interpretação própria.
    -Doriats: Ganis, Água e Vouxis como deuses antagonistas.
    -Valons: Quase exclusividade dos Segundos e seus filhos. Afirmam que todos os semititãs são de origem valom.
    -Enkil: sem deuses ou segundos, presença de feiticeiros.
    -Yaring: ?

  • Reptantes: Filosofia Silar
  • Magornos: Sincretismo religioso entre os titãs(-segundos) e os deuses?
  • Pantos: Panterismo.
  • Aquarianos: Crença Aquariana. Ganis, Vouxis e seus dois filhos monstros.
  • Gnomios: sem religião, culto ao dinheiro. Influência de Vouxis?
  • Colossais: Titanismo.
  • Ornes: variação do Titanismo?
  • Draconianos e Coralianos: Conclave Dracônico.
  • Elladrim: Tulã, Lena, Crezir, Ganis e Maira(?) numa mitologia própria.


Como podem ver o maior problema está nos humanos pois eu gostaria de aproveitar o máximo do texto original. As demais raças possuem uma mitologia independente e mais simples com algumas exceções. Um dos problemas é que o culto aos deuses e aos titãs parece ser excludente. Os sacerdotes dos deuses (nos reinos) parecem possuir uma aversão tremenda a isso, só não maior que o culto aos demônios, já que esse foi um dos motivos do Cataclisma. Então é preciso definir como o titanismo se manteve, já que como os titãs não interagem com os seus seguidores eles não possuem revelações, ou seja, qualquer cosmogonia é baseada em suposições, contato com outras religiões ou revelações de entidades alheias como os Segundos ou até mesmo demônios. Por exemplo os povos mais "avançados" que cultuariam os titãs como deuses absolutos fariam isso com base em que? Já que os titãs não revelaram sua versão da história nem concedem poderes. Dizer que foram os Segundos é a saída mais fácil, porém os deuses não possuem aversão a eles. Entendem onde quero chegar? Um culto aos titãs-segundos é aceitável, mas aos titãs é quase como adorar os demônios. Uma ofensa.
Eu não quero remover esse culto titânico pois ele tem um caráter herético muito interessante, mas esse culto tem que ser muito sutil. Pois é de se esperar que os sacerdotes (dos deuses ou dos segundos) tentem "catequizar" os povos ignorantes que seguem os elementos. Porém um culto mais aberto e organismo seria fortemente perseguido ao passo que não teria nenhum apoio dos titãs nem motivos para existir já que os mesmos nunca se manifestaram e qualquer mitologia os envolvendo ou é completamente falsa ou é baseada previamente na versão dos deuses.

Ufa, escrevi demais!!!
#23 samuel.azevedo Enviado : 26/07/18 01:42
Boa noite,

Voltando a origem dos deuses dragões.
a) Cada divindade pode escolher sua forma, porque todos seriam humanoides? Será que nenhum titã segundo escolheu a forma de um dragão? Por falar nisso, um titã-segundo do gelo, contrabalanceando Tânis podia ser muito legal.
b) Ok, Crio e outros titãs foram absorvidos no universo, durante a criação. Será que, por viver no gelo, algum dragão de gelo não se aproximou de algum lugar que concentrava o poder remanescente de Crio, absorvendo este poder, e tornando-se uma divindade? A partir dele podem ter surgidos seus filhos e elevado alguns dragões que se curvaram a ele para o ranking de imperiais...
d) Falando em reis feiticeiros, na região da geleira há a história da Rainha Palidá x O Grande Rei, pelo que entendi o grande Rei era um antigo Rei Feiticeiro que converteu esta bela mulher em uma Rainha Feiticeira; ela continuava o rejeitando, então ele virou um dragão de gelo e foi atacá-la mas ela usou todo o seu poder para detê-lo.
novas sugestões:
e) E se, um dragão imperial, depois de muitos séculos de decepções (ou talvez manipulação demoníaca) mudasse de lado dos deuses para Heldrom, por exemplo...
f) Durante a guerra, o titã Pyros teve um filho (deus) em forma de dragão, para inspirar a lealdade dos dragões. Mas este filho não quis se envolver na guerra dos outros, ou simplesmente fugiu diante da derrota, partiu para um lugar seguro e agora está de volta.


...
Moltas: sim, como é um povo de pele negra, inclusive, seus deuses deveriam ser negros espelhando sua aparência.
Yaring: poderiam adorar os titãs Aqua, Crio e Ânimus, a deusa Gânis, Vouxis e suas filhas.

Magornos: acho que o certo seria a crença no sincretismo religioso de todas as religiões desta ambientação, sua crença também poderia ter algum ritual feito após a morte que permita a reencarnação.

Gnomios: pensei neles como grandes capitalistas que adora apenas o dinheiro mesmo; mas podem ter alguns crédulos em Cambu, Vouxis ou Seinoniz (este é o arqui-inimigo de Cambu, mas Vouxis é a personificação da Ganância).

Ornes: creio que devam adorar principalmente titãs-segundos e titãs, quem sabe, representados pelas constelações.

Elladrim: sim, pode colocar uma "convenção das deusas" juntando deusas, titãs-segundas, semititãs, etc. No "conto" de origem da raça fiz menção a uma deusa da forja que se desentendeu com as outras e partiu para o sul, era uma menção indireta a Tânis.

Dependendo da forma como foi colocado, o culto aos titãs primordiais pode ser apresentado como um culto aos fenômenos ou elementos da natureza; ou mesmo um culto secreto liderado por druidas e outros feiticeiros. Um povo não precisa ter um único culto, podem ter dois ou mais cultos concorrendo. Como este culto se manteve? Quase da mesma forma que rastreadores se mantém, já que eles pedem o poder da natureza... Talvez isto possa ser visto de outras formas (mais brandas) pelos sacerdotes locais, nesta região diversa em culturas e religiões.

Abraços
#24 Marcelo_Rodrigues Enviado : 26/07/18 08:11
dúvida: "deuses dragões"? Que isto? Lembrem que NÂO podem ser criados novos deuses, muito menos um novo panteão.

Quanto as novas divindades, é necessário conter a a enorme vontade de sair criando "deuses menores" (Titans-segundos). Para cada titã elevado status de deus (semelhante a Tanis) teremos uma penca de trabalho associado:

1) descrição do deus
2) descrição da religião em volta deles
3) magias de sacerdote (não é parte deste livro falar das magias) mas ao fazer um futuro "Aventuras nas Ilhas Independentes" isto será uma tarefa monstruosa

Samuel, é bom pensar em simplificar... prevejo um trabalho interminável afrente!

OBS: lembre-se que o mundo é o mesmo, e a cosmologia é a mesma, então esta ambientação não pode contradizer a ambientação do "mundo Conhecido" !!!

#25 elton10pkn Enviado : 26/07/18 10:19
Marcelo_Rodrigues escreveu:
dúvida: "deuses dragões"? Que isto? Lembrem que NÂO podem ser criados novos deuses, muito menos um novo panteão.

Os "deuses dragões" como o Samuel escreveu não são deuses de verdade, é apenas um título. Usar a palavra "deuses" em Tagmar remete ao panteão dos reinos, acho que por isso a confusão. O que estava sendo discutido é como introduzir dragões imperiais de gelo na ambientação, já que eles seriam adorados como deuses pela etnia vanco.

Marcelo_Rodrigues escreveu:
Quanto as novas divindades, é necessário conter a a enorme vontade de sair criando "deuses menores" (Titans-segundos). Para cada titã elevado status de deus (semelhante a Tanis) teremos uma penca de trabalho associado: […]

Eu achei que a ideia desta ambientação seria apresentar um novo culto para quebrar o maniqueísmo dos Reinos. Por isso tive a ideia de "semititãs(-segundos)", assim eu aproveitaria ao máximo o que já foi feito ao passo que tentaria evitar contradições. O "panteão heróico" (já estava pensando em trocar esse nome), não seria um panteão ao modo dos deuses. Eles não se veem como uma grande família, se ajudando mutuamente. Eles teriam origens diversas nas Ilhas e único povo a realmente junta-los em um "panteão" seria os vancos. Eu estou tentando ao máximo evitar contradições por isso sugeri explorar essa ideia de "a história pertence aos vendedores", onde os seguidores dos deuses nas Ilhas teriam uma versão muito parecida com a que é contada nos Reinos e os seguidores dos Segundos uma versão ligeiramente diferente.
Em relação as magias, os únicos que na prática teriam magias novas seriam os 7 "semititãs" que na verdade viriam de seus pais titãs-segundos. Todos os demais cultos ou são falsos ou são versões raciais dos deuses. Como a crença aquariana que é um culto a Ganis ou o panterismo, um culto a Cambu.
Mas se a ideia de semititãs for muito forçada ela pode ser trocada sim, embora eu ache que estou fazendo um bom trabalho em evitar contradições.
#26 samuel.azevedo Enviado : 26/07/18 11:08
Continua, Elton. Está ficando muito bom!

Esta ideia do panteão heróico é basicamente usar a ideia de santos, aqueles que trazem milagres intermediando aos deuses. Então, não são novos deuses.
#27 elton10pkn Enviado : 26/07/18 22:55
Uma dúvida: como vai ficar a organização do livro? Cada povo vai ter um espaço reservado para sua religião ou vai haver um capítulo específico para cada culto?
Pergunto isso para eu poder me situar em como fazer a tarefa de maneira mais eficiente.
Eu vi aqui uma uma ideia de como o livro vai ficar organizado, mas achei a parte de religião ineficiente, seria mais prático se cada povo tivesse seus cultos especificados no seu próprio capítulo e o capítulo "religião" ser trocado por um focado somente no "novo panteão" e sua relação com os deuses e a visão de cada culto. Assim o semititãs seriam muito bem trabalhados e os demais cultos (mais fáceis de explicar) juntos com seus povos.
#28 elton10pkn Enviado : 27/07/18 00:47
Um detalhe sobre a minha ideia dos semititãs: ela é bem antiga, por volta de 2016. Eu escrevi um conto sobre isso para ser lançado na Vingador Negro #2, mas infelizmente ela não aconteceu. Triste
Então eu decidi envia-la para o crônicas de tagmar, não sei se vai ser aceita, mas quem quiser a ler ela está aqui.
#29 elton10pkn Enviado : 02/08/18 18:18
Salve galera,
Estive lendo alguns texto relacionados a cosmogonia de alguns povos e pensei, porque o povos das ilhas não podem ter sua. A versão dos Reinos é a que está no livro de Maudi, só que nas ilhas eles nunca devem ter ouvido falar nele. Então escrevi uma versão para as Ilhas, claro que respeitando a dos reinos já que é o mesmo universo. Ficou tosco, mas vou dar umas lapidadas. No geral é isso:
Citação:
No princípio, antes da separação de céus e terra, havia apenas o oceano de caos. Ondunlando infinitamente num tempo sem tempo, onde as luas não podiam ser contadas. Mas houve então a perturbação e com ela a separação do caos. Das ondas primais surgiram os treze Primeiros e do abismo sem fim, onde a luz nunca há de tocar, os senhores da destruição.
Abraçados os Primeiros criavam e como formas na areia destruíam. Incontáveis eras sem tempo se passaram e do abraço primordial surgiram os deuses. Temendo serem esmagados pelo abraço, os deuses fugiram para o Abismo e da sua união com a destruição surgiram os Segundos, então houve a segunda perturbação. Unidos, deuses e Segundos, separaram os Primeiros de seu abraço e deste espaço criaram o Mundo. Quatro dos Primeiros criaram os Elementos que o compõem -- água, terra, fogo e ar -- e em seus reinos habitam, outros cinco em sua tentativa de partir para além do oceano de caos se tornaram parte Mundo -- tempo, frio, vida, magia, e fim --, subjugados outros dois deram origem as luzes e as sombras e do último apenas seu nome é conhecido e é chamado de Origem.
Vitoriosos os deuses passaram a reinar sobre o Mundo e nele dar forma. Os Segundos, alheios aos desejos de seus pais, passaram a vagar pelos infinito oceano sem rumo ou motivos revelados. Porém, num tempo em as luas já podiam ser contadas, desejaram os filhos e filhas dos deuses e dessa união nasceram os Heróis e deles flui o poder dos Segundos.

Eu troquei pérolas por oceano, já que cada cosmogonia tem uma espécie de "elemento primordial" na Bíblia são as águas, para os Nórdicos o gelo, os gregos era o caos, para as Ilhas escolhi um oceano. Eu troquei o termo Titãs por Primeiros e Titãs-segundos por apenas Segundos. O abraço dos titãs me inspirei na mitologia da polinésia, onde os dois deuses primordiais estavam abraçados. Já a origem dos Heróis a inspiração veio dos Nephilins da Bíblia.

Pra tentar organizar a origem dos Segundos criei uma genealogia. A ideia não é que ela seja oficializada, mas apenas dar uma ideia de como os Segundos estão relacionados com os deuses. Lembro que eu fiz um organograma parecido alguns anos atrás quando estavam discutindo a genealogia dos deuses.
#30 elton10pkn Enviado : 02/08/18 18:20
Salve galera,
Estive lendo alguns texto relacionados a cosmogonia de alguns povos e pensei, porque o povos das ilhas não podem ter sua. A versão dos Reinos é a que está no livro de Maudi, só que nas ilhas eles nunca devem ter ouvido falar nele. Então escrevi uma versão para as Ilhas, claro que respeitando a dos reinos já que é o mesmo universo. Ficou tosco, mas vou dar umas lapidadas. No geral é isso:
Citação:
No princípio, antes da separação de céus e terra, havia apenas o oceano de caos. Ondunlando infinitamente num tempo sem tempo, onde as luas não podiam ser contadas. Mas houve então a perturbação e com ela a separação do caos. Das ondas primais surgiram os treze Primeiros e do abismo sem fim, onde a luz nunca há de tocar, os senhores da destruição.
Abraçados os Primeiros criavam e como formas na areia destruíam. Incontáveis eras sem tempo se passaram e do abraço primordial surgiram os deuses. Temendo serem esmagados pelo abraço, os deuses fugiram para o Abismo e da sua união com a destruição surgiram os Segundos, então houve a segunda perturbação. Unidos, deuses e Segundos, separaram os Primeiros de seu abraço e deste espaço criaram o Mundo. Quatro dos Primeiros criaram os Elementos que o compõem -- água, terra, fogo e ar -- e em seus reinos habitam, outros cinco em sua tentativa de partir para além do oceano de caos se tornaram parte Mundo -- tempo, frio, vida, magia, e fim --, subjugados outros dois deram origem as luzes e as sombras e do último apenas seu nome é conhecido e é chamado de Origem.
Vitoriosos os deuses passaram a reinar sobre o Mundo e nele dar forma. Os Segundos, alheios aos desejos de seus pais, passaram a vagar pelos infinito oceano sem rumo ou motivos revelados. Porém, num tempo em as luas já podiam ser contadas, desejaram os filhos e filhas dos deuses e dessa união nasceram os Heróis e deles flui o poder dos Segundos.

Eu troquei pérolas por oceano, já que cada cosmogonia tem uma espécie de "elemento primordial" na Bíblia são as águas, para os Nórdicos o gelo, os gregos era o caos, para as Ilhas escolhi um oceano. Eu troquei o termo Titãs por Primeiros e Titãs-segundos por apenas Segundos. O abraço dos titãs me inspirei na mitologia da polinésia, onde os dois deuses primordiais estavam abraçados. Já a origem dos Heróis a inspiração veio dos Nephilins da Bíblia.

Pra tentar organizar a origem dos Segundos criei uma genealogia. A ideia não é que ela seja oficializada, mas apenas dar uma ideia de como os Segundos estão relacionados com os deuses. Lembro que eu fiz um organograma parecido alguns anos atrás quando estavam discutindo a genealogia dos deuses.

Detalhe, eu imaginei Metalicana, Raiz e Cristália como trigêmeas filhas de três pais diferentes. Combina com Anasmadis. Muito Feliz
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